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› Autor: ~liligi
› Gênero: Comédia / Romance e Novela. / Shoujo (Romântico)
› Tags: aniversario, liligi, mansão, serra
› Personagens: liligi, lilivi, manny, aislyn, akane-chan, jullyta, mahh-chan
› Classificação: Livre
› Adicionado em: 20/07/08
› Comentários/Favoritos 1/0
› Caracteres: 14.353
› Exibições: 0
Nota:
Cap 3 – A primeira parte da festa
Todos estavam sentados ao redor da gigantesca mesa de jantar, o único som que se ouvia era dos talheres, e isso incomodava muito Liligi.
- Será que vai chover muito? – Ela falou, olhando através da grande janela.
- O tempo tá bem feio... – Manny disse.
- Tomara que não chova muito senão não vai dar pra fazer a festa. – Liligi disse um pouco desanimada.
- E daí? A festa num vai ser dentro de casa? Dá pra fazer! – Lilivi disse.
- É, pense positivo. =) – Manny falou.
- Ultimamente você tá me assustando, Manny... ^^’ – Liligi falou. – Mas enfim, eu pretendia começar a festa HOJE.
- Mas hoje não tem nem condições, tá todo mundo cansado. – Dayana falou.
- Verdade Y.Y
- É melhor deixar para amanhã com luz do sol...
- Mas que tal fazer a primeira parte da festa estilo ‘festa do pijama’? E dá pra fazer hoje de noite.
- Não é uma boa idéia... – Manny disse
- Por que não? Os quartos daqui são enormes, é pedir para o Sr. ET trazer uns sacos de dormir, ou algo do tipo...
- Pois é, eu também acho que seria legal. – Abner apoiou.
- É, a gente podia colocar música. – Samantha
- Trazer comida... – JôJô disse
- ¬¬ (expressão de todos)
- Que foi? ^^\7
- E depois? Faremos o quê? – Clebe (Do facão xD) perguntou.
- Algum jogo. – Liligi deu de ombros.
- Ei... Em que quarto vai ser? – Gabi perguntou.
- No meu. – Liligi respondeu. – É bem espaçoso, só precisa afastar alguns móveis.
- Então tá.
- Vou logo providenciar as coisas. – Após dizer isso, Liligi sai da cozinha atrás do mordomo.
- - - - - - - - - - - - - xxx - - - - - - - –
- Hey, err... Marcos Jean! – Liligi chamou pelo o homem
- Sim, senhorita Liligi? – Ele disse friamente.
- Er... Eu queria que você conseguisse alguns sacos de dormir, mandasse fazer alguns doces e salgados, um som...
- Não quer que eu consiga também um cofre blindado e um diamante negro, não? – ele resmungou num to baixo, após girar os olhos.
- O quê? – ela perguntou, já que não entendeu o que ele havia dito.
- Nada, senhorita. É pra já. Com licença – Ela diz, e se retira.
- Cara estranho... – ela olha atravessado para ele.
Liligi ia para seu quarto, para que pudesse começar a arrumar as coisas para a festa do pijama, mas no meio do caminho encontrou Tati que já havia terminado o jantar e ir para seu próprio quarto.
- Oi, Lili-chan. – ela disse gentilmente.
- Oi, Tati. ^^
- Você não vai terminar seu jantar?
- Não, perdi o apetite, vou para o meu quarto arrumá-lo para a festa de pijama. Já mandei o esquisito vestido de pingüim ir atrás das coisas.
- A Tati pode te ajudar, se você quiser.
- Não quero lhe atrapalhar. Você estava indo para o seu quarto, né?
- Mas a Tati quer ajudar.
- Então, tá.
Tati e Liligi sobem as escadarias correndo, as duas vão para o quarto de Liligi, começar a arrumar as coisas para a festa.
- - - - - - - - - - - - - xxx - - - - - - - –
- Uau... Seu quarto é enorme. – Tati se admira.
- Pois é. Por isso é melhor fazer a festa aqui, tem bastante espaço para a bagunça.
- E o que você vai fazer no quarto?
- Hum... – Liligi olha ao redor do quarto, não tinha muitos móveis, na verdade, apenas a cama, um criado mudo e um espelho. – Não sei... Isso tem que ficar com cara de festa do pijama... Só os sacos de dormir não vão resolver.
- Mas o que fazer para incrementar a festa?
- Hum... – Liligi pensa um pouco. – Hehe – Olhar malicioso – Desafios!
- Que tipo de desafios? Õ.O
- Você verá *_* Vamos chamar a Jully, a Malena (Mahh-chan) e a Lyn e vamos na cozinha, okay?
- Tá...
- - - - - - - - - - - - - xxx - - - - - - - –
Mais tarde naquela noite, todos os amigos se reuniram no quarto de Liligi. Todos com seus pijamas, sugestões de jogos e brincadeiras, cds, e muita animação para ficar acordado até não agüentarem mais!
- Bem vindos ao ‘meu’ quarto, pessoal. – Liligi disse, em pé em sua cama. Ela vestia um shortinho curto verde-bebê, e uma blusa de alças finas com uma estampa sapinho. – Vamos dar início à primeira parte da minha festa de aniversário!
Ela sentou na cama e sorriu de um modo travesso.
- Bem, como muita gente, pelo o que eu vejo, tá a fim de fazer muitos jogos eu preparei uma surpresinha.
- Que tipo de surpresa? – Boskim perguntou preocupado, sabia que as surpresas da irmã eram na certa bombas!
- Ah, vocês saberão logo, logo. – ela sorriu de um modo travesso – Mas, quais são as sugestões de jogos?
- Verdade ou desafio. – Abner falou
- Vindo de você não me surpreende. – Liligi olha atravessado para ele
- Não fui só eu que escolheu, não. – Abner se defendeu.
- E quem mais?
- O Boskim, o JôJô, o Alvin, o Bruno, o Mulatinho... – Abner até iria continuar, mas Liligi o interrompeu.
- Ta já entendi. Foram os pervertidos.
- Hei!
- Enfim... Eu falei de uma surpresa não foi?
Todos assentiram.
- Bem, a surpresa é a seguinte. – ela, Tati, Jullyta, Malena e Aislyn entram no closet e voltam com algumas bandejas. – Quem tiver que pagar prendar, vai ter também que comer um pedaço disso.
- O.O (expressão de todos)
- Isso aí parece estofado de sofá... – Manny disse.
- Com certeza. – Liligi disse com um sorriso malicioso – E o gosto é ainda pior.
- Quem quer tentar? – Aislyn perguntou, seus olhos brilhavam ameaçadoramente.
- O.O’ (expressão de todos)
- Ei, irmãzinha, você ta exagerando, não acha? – Boskim fala.
- Não. – ela responde com convicção – Não me diga que está com medo, mano!
- Eu não...
- Então pronto.
- Vamos começar com o jogo. Quem vai participar? – Abner pergunta.
Muitas pessoas levantam a mãe depois todos fazem um circulo no chão.
- Ué, você não vai não, Liligi? – Pergunta Weslla
- Não. – ela responde um pouco corada
- Ela não brinca de verdade ou desafio – Boskim fala, Liligi lança um olhar mortal para ela – Ela...
- Cala a boca, Boskiimmm!!! – ela diz irritada, interrompendo-o
- Comecem logo essa brincadeira! Eu sou a carrasca, lembram?
- Verdade, você é uma verdadeira carrasca. – Mulatinho diz, Liligi pega uma almofada e joga na cara dele.
- Cuidado, feijãozinho, ou você pode ser o primeiro a provar do bolo-estofado. Muahahaha
- O.O’ (expressão do Mulatinho)
- Sendo assim... Que tal a gente fazer outra coisa? – Jôjô disse.
- Tipo...?
- Continuar com as histórias de terror.
- Nem! Vamos acabar dormindo num instante!
- Não, não... – Alvin disse – Dessa vez me deixa contar! Vai ser de terror mesmo!
Liligi sentiu u frio percorrer seu corpo quando todos concordaram e fizeram um círculo no chão, perto de Alvin.
- Lá vai... – Alvin começou - Certo dia, um motorista de táxi rodava pela avenida José Bonifácio em frente ao cemitério Santa Izabel quando uma linda jovem fez sinal.
Alvin disse fazendo uma voz bem sinistra. O frio de Liligi apenas aumentou, pois lá fora começara a chover, ela passou os braços ao redor da cintura, e engoliu seco.
- Ele parou e ela pegou o táxi. Eles deram uma volta na cidade e ele a trouxe de volta para o cemitério. Na hora de pagar, ela mandou que ele fosse receber na casa dos seus pais. Deu-lhe o endereço completo.
Os pingos da chuva açoitavam o vidro da janela, a tempestade apenas começara... Num gesto medroso, Liligi sentou-se mais perto de seu irmão, pegou uma almofada e abraçou fortemente, mas Boskim, não percebera o medo da garota.
- No dia seguinte, ele foi cobrar o dinheiro. Logo encontrou a casa, bateu, um senhor veio recebê-lo. Ele disse que viera cobrar o dinheiro pela corrida de táxi que sua filha havia feito.
Todos olhavam atentamente para Alvin, a voz dele era baixa, meio rouca, e para deixar tudo mais sinistro, os raios clareavam e escureciam o quarto vez ou outra, mas tudo aquilo só deixavam quase todos os adolescentes mais e mais interessados na história, queriam mais.
- O senhor ficou todo desconfiado e tristemente disse que sua filha não tinha saído à noite. Então o taxista descreveu a garota e disse seu nome, o pai dela levou um grande susto com aquilo e disse ao taxista que sua filha já tinha morrido há anos.
- Essa eu conheço... Nem é tão assustadora. – Liligi disse calmamente.
- Ta, então vou contar outra... – Alvin disse olhando atravessado para Liligi.
- Fique a vontade priminho. – Liligi falou cruzando os braços e fazendo um bico.
- Em Paraná, alguns jovens resolveram fazer uma festa de terror no final do ano, e queriam que tudo fosse perfeito. Alguns dos jovens se fantasiaram de coisas assustadoras, e para o Rafael sobrou o papel do morto num caixão.
Alvin disse, novamente fazendo aquele tom sinistro, e com os ‘efeitos’ de iluminação graças aos relâmpagos.
- E lá estavam na festa, dançando alegremente com suas fantasias, cada uma diferente da outra. Foi quanto um rapaz teve uma idéia sinistra: fechar o caixão onde Rafael estava. Só que, depois de algum tempo, Rafael morreu asfixiado e seu pai jurou vingança contra o amigo de Rafael, Felipe, e de sua família também.
Outro relâmpago iluminou o céu. Liligi teve a impressão que por um momento, os olhos de Alvin ficaram vermelhos. Ela balançou a cabeça tentando afastar esses pensamentos.
“Não seja boba! Você só está um pouco assustada...” – ela pensou.
- Muitos anos se passaram, e nada aconteceu a Felipe, ele se casou e teve um filho chamado Jeferson, em um dia o Jeferson resolveu ir para uma festa de terror, que teria em sua cidade. Do nada, apareceu um cara e começou a mexer com sua namorada, ele ficou muito, muito irritado com aquilo e acabou xingando o cara que tinha se metido com sua namorada. O cara saiu da festa todo nervoso, e não demorou para que voltasse. Então, viu Jéferson e sua namorada e chamou. Jéferson, sem paciência, resolveu ir lá e pedir que esquecesse tudo, mas na hora que Jéferson se aproximou, o homem tirou de um bolso da calça e... – Alvin dizia, quando...
POW!!!!!
Uma espécie de explosão em frente a casa, todas as luzes apagaram e todo mundo começou a gritar desesperadamente.
- AHHHH!!!!!
- Que será que foi isso? – Andréia perguntou, abraçada com Liligi.
- Não sei...
- Vamos ver. – Boskim disse
- Ta louco? – Liligi retrucou – E se for...
- Não pensa besteiras, maninha. – Boskim falou, estreitando os olhos.
- Mas... E se essas coisas realmente existirem?!
- Vamos descobrir já, já. – Boskim disse e saiu.
- Aff... Vamos nessa galera. – Liligi disse, tremendo.
Todos os adolescentes desceram, quando chegaram no meio da escada, notaram a porta da casa escancarada e pegadas de lama no chão.
- Aquilo com certeza não é normal. – Liligi murmurou pra Boskim, apontando as pegadas.
- O que na nossa vida, é?
Eles se aproximaram, todos tremiam de medo, Boskim se abaixou e analisou as pegadas.
- E aí?
- To achando que é o pé grande. – Boskim falou.
- Isso é sério, mano!
- Eu to falando sério!
- Quer saber? Eu vou na cozinha atrás do alien com cara de pirulito pra pegar uma vela e vou voltar pro quarto. – Liligi disse e seguiu para a cozinha, não demorou para que achasse uma vela, e subiu as escadas.
Mas quando chegou no topo...
- LILIGI!!!!!
- AHHHHH!!!!!
O grito de Liligi fez todos subirem e quando chegaram lá, encontraram Liligi paralisada com lágrimas escorrendo por seu rosto e...
- Pedro?! – Lilivi perguntou.
- Oi Lilivi!
- Mas... O que faz aqui??
- Eu vim pra festa.. É que eu me atrasei e vim no abençoado. – Pedro explicou
- No abençoado??
- É...Acho que o motor morreu, quando nós chegamos ele meio que fez um explodiu.
- Então aquele barulho foi do abençoado. – Lilvi disse.
- E quem é esse ‘nós’? – Boskim indagou, enquanto se aproximava de Liligi que estava mais branca que papel.
- Eu e o Elton. – Pedro explicou.
- E o que é esse ‘abençoado’? – Dayana perguntou
- O bugre do Elton.
– Eu te assustei Liligi? – ele perguntou tocando levemente o braço de Liligi
- SE VOCÊ ME ASSUSTOU?!!!! – ela deu um soco na cabeça dele – EU QUASE MORRI DO CORAÇÃO!!!
- Desculpa TT.TT
Desculpa a demora gente, mas as coisas aki no As não estão nada facéis, as fic tão demorando demais para serem aprovadas, e além disso, o cap tinha sido reprovado por causa dos tags então tô postando de novo. Espero q gostem do capitulo!
Bjimmm
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