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[Bleach] O Shinigami Perdido

Tentações e Desejos - Capitulo XI


Autor: ~Kuchiki-Sama

Categoria: Animes/Bleach

Gênero: Hentai/Ecchi/Seijin - Yaoi/Lemon/Dark Lemon - Yuri

Tags: Shinigami, Bleach

Personagens: Shoushiro, Koia, Souta

Classificação: 18+

Adicionado em: 02/07/08

Comentários/Favoritos 1/2

Caracteres: 18.373

Exibições: 148

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Nota: Nota: 5 

 


Kohaku Shoushiro foi forçado a seguir Alluérrio até um estranho lugar chamado Palácio Las Noches, onde possui um laboratório secreto construído por ordens de alguém ao qual ele se refere somente como Mestre Aizen.

Como veio explicando para um assustado Shoushiro durante o caminho, sempre agindo de uma maneira alucinante como se fosse um doente mental, o arrancar Alluérrio disse ao shinigami substituto que recentemente um homem chamado Aizen chegou ao Hueco-Mundo e passou a governar o Palácio Las Noches, a principal construção do lugar. Com a chegada do tal Aizen ao poder, o próprio ordenou que ele, Alluérrio, construísse um laboratório secreto nos subterrâneos de Las Noches para realizar experiências diversas com seres humanos dotados de grandes quantidades de energia espiritual. Empolgado com sua mais recente cobaia, o louco arrancar ainda disse ao pivô que esteve todo esse tempo o observando, alguns meses antes mesmo de Shoushiro adquirir os seus poderes shinigami. Alluérrio só não deixou claro como fez para obter várias informações sobre o garoto.

Quando chegaram ao mencionado laboratório, o arrancar, Alluérrio Skarduah, ordenou a alguns subordinados que então despissem Kohaku Shoushiro e o aprisionassem numa cela escura, apenas iluminada pelo luar da imponente lua minguante do Hueco-Mundo. O lugar era vazio e frio. Possuía um móvel que se restringia a um elegante sofá branco. Shoushiro deitou ali e abraçou os joelhos para tentar espantar o incomum frio. Depois de ficar sozinho por quase duas horas na escuridão gélida da cela, Alluérrio voltou para tirá-lo de lá, e com a ajuda de seus subordinados, amarrá-lo numa cadeira acolchoada, semelhante às usadas pelos dentistas. Uma vez impossibilitado de se mexer e tendo os seus poderes selados por uma força maior, como advertiu o próprio arrancar, Shoushiro estava totalmente vulnerável ao demente cientista.

– Sua ficha é bastante interessante garoto – começou o estranho arrancar examinando o que parecia ser dados sobre Kohaku Shoushiro, fixos numa prancheta de vidro. – O que mais me deixa empolgado é que finalmente poderei descobrir o que é essa sensação de prazer de que todos os humanos patéticos tanto falam aushauaaa... – Alluérrio soltou a sua gargalhada demente, deixou sua prancheta de lado e pegou um instrumento longo e cilíndrico que mais lembrava uma prótese peniana muito usada pelas mulheres para se masturbarem.
– O que você pensa em fazer com isso? – Shoushiro disse desesperado. Ele agora tinha absoluta certeza sobre a insanidade mental de Alluérrio.
– Não me diga que nunca provou algo semelhante, Sho? – Alluérrio disse fitando o pivô diretamente em seus olhos desesperadores.
– Como você sabe desse apelido? – O garoto quis saber.
¬– Não ouviu bem eu dizer que andei examinando você com muita atenção? – O arrancar gargalhou logo em seguida, e quando se controlou, continuou. – Eu sei muito bem sobre os seus segredos, Shoushiro, TODOS eles! Sei que você é do tipo de ser humano que aprecia além do sexo oposto, os prazeres que o seu mesmo sexo também tem a oferecer. Estive atento a cada momento de prazer seu com o jovem chamado Tanaka Ichiguri. Até pensei em trazê-lo aqui para o Hueco-Mundo para estudá-los juntos, mas conclui que somente você já seria interessante o suficiente para satisfazer minhas curiosidades.
– Você é um doente! – Shoushiro disse corado por saber que sua vida privada com o seu colega de time Ichi havia sido o tempo todo, observada por alguém que jamais chegou a pensar em existir. Ao mesmo tempo uma raiva enorme crescia dentro de si. Se pudesse se soltar não hesitaria em atacar Alluérrio apenas com os seus punhos. – O que você irá ganhar com essas “experiências” sem sentido?
– Isso está além de sua compreensão garoto, agora cale a boca...
Ao ordenar rigorosamente que o shinigami substituto se calasse, Alluérrio penetrou todo o objeto que segurava, de uma única vez, dentro do ânus do garoto, que urrou de dor e passou a se contorcer na cadeira estofada tentando se soltar. O desespero do garoto deixava o cientista ainda mais excitado, muito empolgado com o comportamento de sua cobaia. Mas logo ele viu que não estava tendo o efeito esperado em Shoushiro. O objeto inanimado estava provocando muita dor ao invés de prazer em Kohaku Shoushiro, que nem muito pouco estava excitado. O pênis do garoto nem ao menos havia endurecido. Shoushiro fazia força para tentar expulsar o objeto cilíndrico de dentro de si, mas seus esforços eram em vão. A tortura durou poucos minutos, quando Alluérrio Skarduah se tocou de que desta forma ele não conseguiria um resultado satisfatório.
– Vejo que realmente agi errado ao não ter trago o seu amante para se divertir conosco, jovem shinigami substituto - disse o demente arrancar retirando o objeto cilíndrico do rabinho do garoto e o depositando numa bancada ao lado. - Mas posso concertar isso. Só precisamos esperar mais um pouquinho. Logo também aproveitarei para tirar uma outra dúvida minha. Poderei matar dois coelhos com uma só cajadada, ashauh...

Já havia se passado mais de uma hora que Makaru Souta e Koia estavam caminhando pelas areias brancas do Hueco-Mundo. Atento a cada movimento ameaçador, Souta não tirava a mão do punho de sua zampakutou. Durante a caminhada seguindo o rastro da energia espiritual de Shoushiro, Souta foi explicando a Koia grandes detalhes sobre tudo o que havia acontecido ao primo desde o dia do acidente no parque. Assim Koia então passou a compreender todas as fugidas de Shoushiro em situações embaraçosas. Ele mal podia desconfiar que o primo houvesse se tornado um shinigami substituto e tomado o lugar de Souta até que o mesmo recuperasse o total controle de seus poderes. O Jovem Koia só não conseguia entender algumas outras fugidas de Shoushiro que não tinha muito haver com isso, mas ele não queria entrar nesse detalhe com o shinigami Souta, pois mesmo que tivesse suas suspeitas, não queria comentá-las com Souta, embora ele mal soubesse de que o shinigami de rabo-de-cavalo já estava completamente por dentro desse assunto.
Quando entraram no assunto sobre o estranho poder oculto de Koia, capaz de abrir uma garganta para o Hueco-Mundo, Souta questionou também o razão do primo de Kohaku Shoushiro poder passar para o mundo dos Hollows sem deixar o seu corpo material. Será que isso também fazia parte do estranho poder de Koia? Uma curiosidade que mais tarde certamente o shinigami iria tirar a limpo assim que conseguisse se comunicar com a Soul Society.
Foi então que de repente algo estranho aconteceu. Souta mal teve tempo de se defender e foi atacado por uma heiatsu poderosa que o jogou ao chão, separando-o de sua katana. Logo Koia também foi atingido e perdeu os sentidos imediatamente. Uma agitação na areia branca então revelou uma criatura humanóide usando uma horrenda máscara, era um hollow, ou pelo menos parecia. A criatura não hesitou e partiu para atacar Souta que se esforçou para alcançar sua espada, mas não obteve sucesso. O hollow então o jogou ao chão e caiu sobre o corpo imobilizado de Souta com suas mãos enormes.
– Bem vindo ao Hueco-Mundo, shinigami – Disse o estranho hollow com uma voz sibilante enquanto lambia o rosto de Makaru Souta com sua língua longa e pegajosa.
– Q-Quem é você? – Souta disse meio enojado tentando se livrar do hollow.
– Quem sou eu não importa, o importante é que você está sob meu domínio – o ser estranho disse sorrindo e nesse momento passou a fitar o corpo imóvel de Koia ao longe. – Você e o garotinho delicioso que veio atrás do seu priminho Shoushiro.
– Shoushiro! – Souta disse irritado. – Então você foi o responsável...
– Durma shinigami, logo tudo ficará bem claro... – Disse o hollow ao mesmo tempo em que lançou um estranho bafo esverdeado no rosto de Souta. Esse que desmaiou lentamente como se seus sentidos fossem se apagando aos poucos.

Quando Koia abriu os olhos ele se viu numa estranha cela escura e fria onde um único sofá era tudo o que havia ali. Logo percebeu que estava despido de qualquer peça de roupa, nem mesmo usava cueca. O frio, incomodo, fazia seu corpo arrepiar da cabeça aos pés. Ele então notou que no sofá havia uma manta grossa que parecia ter sido feita da pelagem de algum animal selvagem. Foi então que Koia se aproximou e notou que ninguém menos do que o seu primo, Kohaku Shoushiro, estava adormecido sob a colcha de pêlos. Sua reação foi de surpresa e ao mesmo tempo de felicidade em rever o primo que procurava.
Koia se aproximou e sacudiu Shoushiro tentando acordá-lo, mas o garoto não respondia aos seus estímulos. O frio crescia a cada segundo e Koia não podia mais agüentar ficar nu nesse estranho local. O garoto decidiu que dividiria o agasalho com primo e tentaria o acordar de qualquer maneira para descobrir o que estava acontecendo, mas para a sua surpresa, quando levantou a colcha pra poder se aconchegar e espantar o frio, Shoushiro estava completamente pelado também. Tímido Koia recuou, mas quando sentiu o gélido ar subir por suas costas ele venceu sua timidez e se juntou ao primo no sofá, entrando para debaixo da coberta onde se sentiu um pouco mais aliviado do frio.
Koia continuou tentando de todo jeito acordar o primo, mas Shoushiro parecia dopado, pois nem respondia aos tapas que o primo lhe dava levemente no rosto. O que havia acontecido então? Koia se perguntava enquanto ao mesmo tempo lutava contra o frio e a timidez por estar pelado, debaixo de uma colcha bem grudadinho com o primo. Koia passou a admirar a expressão vazia e distante no rosto de Shoushiro. Seu primo era tão querido, tão admirado. Ele sempre quis estar perto de Shoushiro em tudo o que ele fazia. Sempre quis está ao lado do primo no time de basquete. Jamais imaginava a sua vida distante do garoto que cresceu junto com ele, que para Koia era como um irmão. O jovem o amava sim, um amor fraternal.
Os olhos de Koia não conseguiam desgrudar de Shoushiro. Uma sensação estranha percorria sua coluna, mas agora não era o frio que a pouco o atormentava. Koia estava estranho. Seu coração batia forte agora. Sem que percebesse ele deixava o seu corpo se envolver cada vez mais com o de Shoushiro. Sua mente lhe dizia que a necessidade de sobreviver ao frio era a responsável por essa reação, mas o seu coração não sabia o que dizer, ele apenas batia forte. Koia ainda admirava o garoto que tanto queria sempre ao seu lado como um grande amigo, como um grande irmão. Mas agora alguma coisa estranha parecia o envolver e agora querer mais do que isso.
Quando soube que Shoushiro havia sido ferido no parque, Koia quase entrou em choque pensando que o seu primo iria morrer. O mesmo aconteceu quando o primo foi achado gravemente ferido perto da casa de Tanaka Ichiguri. Koia não podia viver sem o seu primo. Ter o encontrado nesse momento foi à melhor coisa que aconteceu.
Nesse instante ele prometeu que não deixaria que nada de ruim acontecesse a Shoushiro. Ainda fitando a face distante do primo, Koia o abraçou por debaixo da colcha de pêlos. Seus corpos se tornaram tão unidos como se fosse um somente. Uma sensação de tamanha felicidade e prazer tomou conta do corpo de Koia. Sem que ele percebesse um calor repentino crescia debaixo do agasalho e junto o seu pênis também ganhava vida, se esfregando entre as coxas de Shoushiro que ainda adormecia distante dali. Koia então percebeu a sua reação e se assustou quando o fez. Quando já estava prestes a desgrudar do primo ele sentiu o aperto forte de Shoushiro contra o seu corpo, o impedindo, mas os olhos do pivô titular do time de basquete da escola não se abriram. Apenas os seus lábios se mexeram e Shoushiro sussurrou:
– Ichi... Eu te amo!

– Quero divertir com ele, chefe, você prometeu – A voz sibilante do hollow da língua grande ecoava por uma câmara branca, onde ao centro havia uma enorme cama, Souta amarrado na mesma, e outro estranho hollow discutindo com o primeiro.
– Controle-se Iesswell – disse o outro hollow, o arrancar Alluérrio Skarduah, que estava ocupado terminando de amarar o shinigami na cama usando algemas e correntes. – Esse belo shinigami logo será seu, eu só preciso terminar de amarrá-lo e... Pronto!
– Oba... Agora eu posso me divertir chefe?
– Sim, é todo seu – disse Alluérrio lançando a Iesswell um olhar demente. –, mas não se esqueça de que você não deve matá-lo Iesswell, Souta também irá fazer parte da minha experiência. Como prometido, você pode experimentar os prazeres humanos da carne como lhe contei, mas não abuse do nosso convidado.
– Sim chefe – o hollow disse de um jeito sacana.
– Enquanto vocês brincam, eu irei ver como andam os dois priminhos. – Alluérrio disse.
O arrancar então deixou a câmara e fechou a porta quando saiu, trancando-a. Assim que a chave terminou de girar na maçaneta, Makaru Souta recuperou os seus sentidos. Ele então percebeu que estava amarrado por correntes fortes ligadas a algemas que prendia os seus punhos e tornozelos. Não havia como escapar. Um frio anormal queimava o seu corpo que estava completamente desprovido de roupa. Foi então que, ainda meio dopado pelo bafo do hollow, Souta notou Iesswell em pé sobre a cama onde estava.
– O que você fez com Koia e Shoushiro? – Souta gritou.
– Devia era se preocupar com você, shi-ni-ga-mi – Iesswell sussurrou.
– O que quer de mim? Quem é você?
– Eu me chamo Iesswell, sou um arrancar.
– Arrancar! – Souta disse impressionado.
– Sim. E pretendo me divertir um pouco com você, meu querido shinigami. Quero sentir o prazer carnal dos humanos. Poder possuir o seu corpo e desvendar os mistérios do que os ridículos humanos chamam de sexo.
– Você é doente! – Souta disse enojado.
– Sou sim, shinigami, doente por pelo sabor do seu pênis.
Dizendo isso o arrancar se ajoelhou e passou a lamber lentamente o pequeno pênis encolhido de frio de Souta como se estivesse se deliciando com um apetitoso picolé de carne. O shinigami estava enojado com a cena. Ele via uma gosma esverdeada escorrer da boca do arrancar e cair sobre a cabeça do seu pênis encolhido. Mas o prazer carnal era algo impressionante, e mesmo não querendo os prazeres que o hollow estava lhe oferecendo, o membro completamente liso (sem nem um único pêlo), do shinigami, começou a se erguer descontroladamente. O Arrancar agora passou a engolir a glande vermelha de Souta que já estava bastante irrigada de sangue. O shinigami gritava para o hollow parar, mas no fundo estava adorando ser chupado por Iesswell. Era uma sensação bem estranha, mas ao mesmo tempo prazerosa.
O arrancar parecia estar se divertindo bem mais do que Souta. Ele começava a fazer movimentos mais longos e rápidos, engolindo por completo todo o pinto de Souta que agora já estava totalmente rígido, atingindo quase a marca dos dezenove centímetros.
Souta estava vermelho de raiva ou talvez de timidez, mas mesmo enojado ele ainda não podia negar o prazer que o arrancar estava lhe dando nesse momento. Foi então que o shinigami perdido passou a se lembrar das cenas de amor entre Ichiguri e Shoushiro que já havia presenciado tantas fezes. Makaru Souta assim viajou para longe da câmara branca do Hueco-Mundo e se lembrou de uma noite em que Shoushiro e Ichiguri transaram intensamente dentro do banheiro do shinigami substituto, numa das visitas que o armador do time de basquete fazia a Shoushiro depois da aula, na época em que o pivô estava de cama.
Souta se lembrou que estava tirando um cochilo no armário do pivô quando ouviu a voz de Ichiguri entoar pelo quarto de Shoushiro. Discretamente o shinigami atravessou o armário e então já pegou os dois se enrascando num beijo caloroso. Depois de Ichiguri fazer Shoushiro gozar com a sua boca como de costume, os dois amantes safadinhos foram terminar a brincadeira no banheiro do pivô. Acostumado a presenciar as cenas de sexo do garoto que estava o substituindo, Souta, atravessou a parede a ponto de poder deixar somente a sua cabeça espiando a diversão dos garotos. Ichiguri cavalgava o pênis rígido do pivô enquanto a água quente do chuveiro caia sobre os dois. Enquanto observava a cena o shinigami perdido não podia se controlar e passou a se masturbar ali mesmo no armário de Shoushiro. Souta não curtia muito relações sexuais com o mesmo sexo, mas vendo quase que todo dia Shoushiro e Ichiguri transarem, foi despertando nele uma vontade de poder provar isso algum dia, mas nunca imaginou que sua primeira vez fosse com um horrível arrancar.
Foi então que Souta voltou à realidade e então viu que o repugnante Iesswell estava nesse momento sentado sobre o seu pênis, que havia sido completamente enterrado pelo anel apertado do arrancar. Apesar de nervoso e constrangido pela situação, Souta estava gostando, mas preferiu pensar que ao invés do shinigami, fosse ou Shoushiro ou mesmo o Ichiguri quem estivesse ali no lugar do arrancar. A estranha transa durou mais alguns minutos até que finalmente Iesswell fez Souta gozar como um cavalo sobre toda a cama. O shinigami logo se arrependeu de ter tipo esse prazer com o arrancar e passou a xingar a criatura.
– Seu verme!
– Você pode me xingar shinigami, mas aposto que adorou a minha performance.
– Seu doente!
– Eu poderia matá-lo agora mesmo, mas o meu chefe disse que você ainda tem que provar o prazer de transar com Shoushiro e Koia ao mesmo tempo. A experiência dele tende de ser um sucesso e eu espero também poder provar aqueles dois priminhos antes de matá-los depois que vocês três terminarem.
– O que? Shoushiro! Koia! Eu?
– Isso mesmo seu safadinho, pode se considerar um shinigami de sorte.
– Doentes! Vocês são doentes! – Koia disse corado.
Entretanto no fundo um incontrolável e inegável desejo de realmente poder transar com Shoushiro, agora crescia cada vez mais rápido dentro de si. Teria de fato Makaru Souta se apaixonado por Kohaku Shoushiro durante todo esse tempo em que passaram juntos e somente agora ele fosse perceber, ou tudo isso talvez apenas seja mais uma armadilha do prazer?



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