Disclaimer: Fullmetal Alchemist não me pertence. A vida é injusta, não?
O capítulo 6 foi postado na categoria de Fullmetal Panic! Fumoffo. Um pequeno erro da minha parte. Leiam antes desse para não confundir.
Capítulo 7 – Decisão final
Eu: Peraí! Vou fazer algumas perguntas. Você não se importa, né?
Roy: Me importo. Eu estou cansado.
Eu: Ainda quer se tornar Führer?
Roy: Eu falo grego, né.
Eu: Eu não falo com você há tanto tempo. Responde, vai. Tanto tempo aqui, você não se interessou por ninguém?
Roy: Até que uma esposa me ajudaria a chegar ao cargo de Führer mais fácil.
Eu: É, isso é verdade. Grandes subordinados você tem; eu não mudo minha opinião que a tenente é muito bonita. Com aquele coldre, acho que ela não tem pretendente. Ou será que tem?
Vai confessar, nem que para isso eu vare a noite. Relato agora uma conversa de pai e fedelho.
Roy: Acho que sim. Mas o que isso me interessa? O que TE interessa?
Eu: Nada, mas me interessou o jeito que você a olha.
DIIIIINNN DOOOONNN!!!
Roy: Mas quem diabos viria aqui agora?
Hughes: Senhor Phillippe! Quanto tempo! Boa noite, Roy.
Eu: Como cresceu Maes!
Hughes: O que estava conversando?
Eu: Sobre o jeito desse fedelho olha para o tenente Hawkeye.
Hughes: É. Muito estranho.
Achei um cúmplice. Provocar o coronel!
Eu e Hu.: Psss! Pssss. Psss pss pssss si pss!
Roy: O que vocês estão cochichando aí?
Eu: Nada. O que veio fazer no meu apartamento, Maes?
Roy: É meu. Quem disse que você pode pegar posse?
Hughes: Vim lhe convencer a morar por aqui e também para lhe trazer uma fotinho da Elysia. Olha que linda a minha filinha.
Eu: Uma graça mesmo, nem parece ter o pai que tem.
Hughes: Há, Há! Mas falando em romance, a senhorita Já ne e seu subordinado estão sempre conversando.
Roy: Qual subordinado?
Eu: O loiro?
Hughes: É, o segundo-tenente Havoc. Um bom rapaz.
Eu: Pareceu-me ser. Finalmente a Jane achou alguém…
Roy: Vocês são anormais. Ela é viúva só há um ano e meio… arredondando.
Eu: É que você é solteiro.
Hughes: É, está com ciúmes.
Roy: Eu vou é dormir. Boa noite. Tranque a porta depois que o Hughes for embora.
Tabom. Que mau-humor. Ou será sono? Interrogando o tenente-coronel!
Eu: Ah, você estragou meu plano. Mudando de assunto, fedelho nunca fala de casamento?
Hughes: Quando eu falo de casamento, ele vem com a proposta de me transformar em churrasco. Mas ele é bem mulherengo.
Eu: Isso eu sei. Mudam de novo de assunto, como vai o casamento?
Hughes: Uma maravilha! Tenho uma linda esposa, uma linda filha, um ótimo salário e muito amor. Não quero mais nada.
Eu: É, eu também não iria querer mais nada; mas estou viúvo. Eu vou ter que te expulsar. Estou com sono.
Hughes: Ah, é! Por que você não mora por aqui? Seria bem para a senhorita Jane, para o Thomas. Pense bem senhor Phillippe.
Eu: Eu não vou morar aqui. Até.
Hughes: Até. – Plec!
Eu não vou morar aqui de jeito nenhum. Gosto da minha cidade, tão verde.
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Dois meses e meio depois…
Jane: Bom dia Kain, Breda… Jean. Cadê eles?
Roy: Saíram para resolver uns problemas civis.
Jane: Até a Riza?
Roy: É.
Jane: Eles podem se machucar?
Roy: Por que a curiosidade, hein Jane? Por quê?
Jane: Porque eu não gostaria que eles se machucassem.
Roy: Alguém em especial, Jane?
Jane:
Odeio ataque psicológico. Sim. O que você acha do Jean? É seu subordinado, não?
Roy: É. Só que…
Jane: Você já amou alguém, Roy?
Roy: Hein? Er… Não.
Jane: Quando você ama alguém você olha a pessoa diferente; você gosta de conversar com ela. É diferente como era antes quando você conversou com ela pela primeira vez. Eu não sei explicar direito, não é?
Roy:
Como se eu soubesse. Pode ser assim mesmo.
Jane: É. Será que o meu irmão já não sentiu isso por alguém que lhe é próximo, hein?
Roy: Não sei. Quer ser carbonizada, Jane?
Jane: Não.
Roy: Bom. Então vá passear. Já me bastam os problemas civis.
Jane: Tchauzinho!
Eu: Bom dia!
Roy: Outro.
Havoc: Coronel, a parte oeste já foi revistada e não há sinais do Scar nem dos irmãos Elrics. Já estou dispensado.
Roy: Mais problemas. Dispensado tenente.
Havoc: Obrigado coronel.
Minha chance.
Eu: Peraí rapaz! Sente-se, quero lhe fazer algumas perguntas, está bem?
Havoc: T-tá.
Me olha como se eu o fosse engolir na hora em que eu fechar a porta. – Plec!
Eu: Tenente… Me é um bom rapaz, ao meu ver e eu acho que do fedelho também. Eu queria perguntar… o que sente pela minha filha?
Olhou para o fedelho, engoliu saliva, olhou para mim e agora pegou ar dos pulmões. A resposta vai ser legal.
Havoc: E-eu não sei explicar. É um sentimento que eu nunca senti antes. É…
Eu: Entendi. Bem vindo à família meu jovem.
Havoc: Hein? Eu nem a pedi em namoro e nem sei o que ela vai fal…
Roy: Arrisque. Nem parece meu subordinado; medroso. Onde já se viu…?
Eu: Vá em frente. Pelo menos não irá ter que roube sua namorada.
O tenente vai ter coragem. Eu, morrendo de medo de levar um “não”, pedi minha esposa em namoro. Por que ele, mais velho do que eu era, não irá conseguir?
Havoc: E-eu vou indo. Até. – Plec!
Eu: Você conversou com a Jane, não é?
Roy: É. Vai passear, vai. Estou trabalhando. Não posso nem trabalhar mais?
Será sono de novo? Ou será mau-humor? O Roy está confiante demais pra quem estava discutindo comigo e com o Maes ontem. – Plec!
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A noite é tão bonita na cidade do leste. A do norte é mais. É!
Jane: Boa noite! Vocês estão bem? O que foi Kain?
Fuery: Nada. Só machuquei a testa.
Eu: Machucado legal. N-não, não é legal não.
Roy: Finalmente! Pensei que resolveram ir para suas casas.
Fuery: Mas a nossa casa é aqui, coronel.
Roy: Tenente Hawkeye, traga alguma coisa para cuidar do machucado do sargento-major Fuery.
Riza: Sim, coronel.
Breda: O que vocês estão fazendo aqui fora?
Jane: Olhando a lua.
Havoc: Breda? O que você tá fazendo? Olhando a lua?
Incrível como combinam. É uma boa chance.
Eu: Tenente Breda, venha aqui. Veja como é visível, neste canto, a lua e as estrelas.
É sua chance rapaz. Eu devo ser louco. Tantos pais tentando distanciar os pretendentes da filha e eu a empurrando um.
Havoc: Sem… Jane, posso falar com você?
Jane: Hein? Tabom. O que você quer?
Havoc: É que eu… Bem, eu não sei como explicar. Você… v-você quer namorar comigo?
Fu. e Br.: Hein? O que ele disse?
Jane: Fico feliz por você ter me pedido em namoro. Não me precisa explicar porque. Eu também não sei porque, mas eu aceito. É o que eu senti há muito tempo, talvez se chame amor, né?
Havoc: É.
Breda: O senhor sabia, não é?
Eu: É. Eu sabia sim.
Breda: Ei! Me explica isso Havoc.
Fuery: Eu também quero ouvir.
Riza: Sargento…
Fuery: Depois eu coloco o curativo tenente.
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Eu: Deu tudo certo no fim. Viu? Não é tão difícil.
Roy: É.
Eu: Só falta você. Já tem uma pretendente entre tantas?
Ele olhou a tenente que agora está arrumando a atadura. Confessa, vai.
Roy: Você acha que ela vai aceitar?
Hughes: Eu tenho certeza… daqui uns quatorze anos.
Eu: É.
Roy: Obrigado pelo apoio.
Hughes: Brincadeira. Ela aceitou, né?
Eu: É. Agora falta o Roy.
Me olhou como se eu tivesse descoberto o futuro. Ficou surpreso por quê?
Hughes: Só pra alegar, toma uma fotinho da Elysia. Olha que bonitinha…
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Não é tão difícil quando se ama alguém de verdade. Talvez o outro não aceite, isso quer dizer que ela não te merece e você irá conhecer outra pessoa melhor. Se já amou e sofreu muito porque a perdeu, encontrará outra que amará também. Aprendi isso vivendo e vendo meus filhos viver. Só sou um velho viúvo, não me leve a mal.
FIM!
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A conversa dos três no começo pareceu o Florido Trio Gigolô (Fruits Basket) conversando. Talvez tenha parecido um resumo, mais não foi não. Só não gosto daquelas lengas-lengas de novela, então fui direto ao assunto. Não terminou, irá ter um epílogo para finalizar. Elogios e reclamações são bem vindos. Por favor, comente.
Ja ne.