Disclaimer: Fullmetal Alchemist não me pertence, talvez ela queira vender a patente… para mim.
Capítulo 6 – Visita indesejada
O trabalho está multiplicado e todos estão trabalhando que nem uma lesma. O coronel chegou uma hora atrasado, o tenente Havoc trinta e cinco minutos, o tenente Breda quinze minutos e o sarjento-major Fuery cinco. Eu, como rotina, cheguei na hora. O dia amanheceu tão bonito. Por esse motivo a senhorita Jane saiu para passear com o Thomas e para escoltá-la, o coronel mandou o tenente Havoc.
Roy: Trabalho dobrado hoje.
Fuery: Só porque o dia está bonito.
Breda: Pensem pelo lado bom: não há os irmão Elrics, o tenente-coronel saiu para ir no parquinho com a Elysia, o major Armstrong está em patrulha e a senhorita Jane está passeando. Ninguém para nos atrapalhar.
Roy: Não acredito que o Hughes três meses de férias e o major Armstrong foi transferido para o quartel daqui e ninguém me avisou. Eu, o superior deles.
Breda: Os tempos mudam coronel.
Roy: Ninguém mais respeita um herói de guerra. Falta muito tenente?
Eu: Não coronel, por que a curiosidade?
Roy: Não nada. É que... depois que terminar leve esse cachorro para passear, odeio quando ele fica me observando. Não consigo me concentrar no trabalho.
Eu: O senhor está dizendo isso por que não quer assinar as papeladas ou é só por antipatia que o senhor tem por ele.
Roy: Os dois... Quero dizer... Ele não vai com a minha cara.
Eu: Vamos Black Hayate.
Fuery: Já terminou?
Eu: Eu disse que faltava pouco. Vamos.
Eles pensam que por ser mulher meu trabalho é mais lento? Os tempos mudaram. – Plec!
Fuery: Gostaria de trabalhar igual a tenente.
Roy: Chegue mais cedo e pare de conversar.
Breda: Mas o senhor foi o que mais chegou atrasado e o que mais conversa.
Roy: Calados! Trabalhando subalternos lentos.
Fuery: Sorte do segundo-tenente Havoc.
Roy: Eu disse: calados.
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Algum tempo depois...
Aquele homem… Já o vi em algum lugar.
B.H.: AU! AU! AU! AU! AU! AU!
Eu: Quieto Black Hayate.
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??:
Acho que cheguei.
Breda: Cor…
??: Shhh! – o homem andou até ao lado do coronel que olhava distraidamente a sua subordinada. – Em vez de trabalhar está olhando a cidade, fedelho inútil? Que feio.
Roy: O que você está fazendo aqui? Remédio de novo? Pensei que já tinha morrido de câncer… pai.
Sr. Mustang: Desviou o olhar da moça para o céu. Quanta audácia. Vamos provocar o coronel! Que sala grande! A vista é bonita daqui. Mas que bonita moça aquela ali treinando… tiro ao alvo. Que eu saiba são poucas as mulheres que trabalham no exército e as que trabalham são muito bonitas… e atiram muito bem.
Roy: Você vem até aqui, atrapalha meu trabalho, os meus subordinados e ela é minha subordinada.
Sr. Mustang: É sua subordinada? Noooosa, desculpe-me.
Roy: Não foi nada.
Sr. Mustang: Fedelho irônico. Mais respeito com o teu pai.
Breda: Bem agora que o coronel se livrou do Edward.
Sr. Mustang: Namorado?
Roy: Vá embora, por favor.
Jane: Roooo… y. Papai? O que o senhor está fazendo aqui?
Sr. Mustang: Você tirou meu netinho de mim e não voltou mais.- o homem fez bico e cara de choro. – Quem é aquele? Ai dele de derrubar meu netinho. – ele fitou o segundo-tenente Havoc que segurava desajeitadamente o bebê que ria. – Vem cá com o vovô. Quando você vai voltar para casa, Jane?
Jane: Eu estava pensando… A gente poderia morar aqui, né?
Ro. Sr.: O QUE?
Sr. Mustang: P-p-p-por que não a Cidade Central? Fi-fica no centro.
Jane: Ah! O Roy trabalha aqui, o senhor Havoc, o senhor tenente Breda, o Fuery, a Riza, o senhor Huhes, a senhora Gracie, a…
Roy: Tabom! Mas o Hughes está de férias e…
Jane: Ele me disse que está prestes a ser transferido.
Sr. Mustang: A nossa casa é tão bonita.
Jane: Então, vá embora o senhor. Eu vou ficar e não volto atrás.
Sr. Mustang: O-o-o-o que? Foi você, não é fedelho abusado? Voc…
Eu: Tanto uma discussão familiar quanto uma simples conversa deve ser tratada em outro lugar. Agora é hora de trabalho. O senhor poderia esperar na casa do coronel.
Fuery: ‘Obrigado tenente.’
Cheguei na hora. O coronel ficou perturbado da última vez que o viu e agora não parece ser diferente.
Roy: Tem toda razão tenente. A chave do carro está…? Não, está aqui. Leve ele para o meu apartamento, lá tem alguma coisa para você comer.
Sr. Mustang: Tá, então. Fica aqui com o titio, Thomas. Tchau, tchau.
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Sr. Mustang: Até que cidade não é tão feia. Estou orgulhoso daquele fedelho.
Eu: Orgulhoso? Depois do escândalo que o senhor fez?
Sr. Mustang: É. Quando vim pra cá, pensei que ele ainda fosse um mero major, não tivesse subordinados que o seguisse fielmente e nem respeitado fosse. Mas me enganei. É só perguntar em qualquer lugar que respondem “O Flame Alquimist, né? Conheço sim, claro.” Ele é famoso, principalmente no público feminino. Só que ele também tem defeitos, não tenente?
Eu: Sim.
Sr. Mustang: Irônico, cara-de-pau, não gosta de trabalhar e ainda continua mulherengo. Também, há tantas mulheres bonitas aqui.
Já não me basta o tenente-coronel Hughes. Graças a Deus.
Eu: Chegamos. Pergunte o número do apartamento do coronel. Eu não sei ao certo.
Sr. Mustang: Está bem. Tchau. Ah! Cuide bem do… Daquele fedelho.
Fedelho, fedelho, fedelho. Quando ele irá chamar o coronel de filho ou de Roy.
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Jane: Os dois nunca se dão bem, sempre discutindo ou apenas cuspindo ironias. O Roy saiu de casa cedo, ele tinha, acho que dezesseis ou dezessete anos.
Havoc: Pelo menos ele começou a odiar o pai no fim da adolescência, não antes como o Edward.
Jane: Sério? He! O senhor Edward é muito fofo e bonito. Acho lindo homens loiros. Mark não era loiro, mas era muito bonito. Isso também não importa. – ela olhou para o cabelo loiro do segundo-tenente o qual conversava, pensou depois em alguma coisa para mudar de assunto. – Você saiu àquela hora para fumar, né?
Havoc: Er… Sim. Faz mal para o Thomas, não é? Desculpe.
Jane: Não. É que meu pai fuma então eu conheço o cheiro de longe e… dá para ver seu maço de cigarros no bolso.
Havoc: Tá explicado. Cof! Cof!
Jane: Meu irmão contou que você teve muitas namoradas, que tipo de mulher você gosta? – a inocência da mulher fez Havoc ficar incomodado com algo.
Havoc: Eu gosto do tipo animada; feminina; que saiba viver bem a vida e enfrente os problemas, mas claro que pode ter seus defeitos. Cof1 Cof! Cof! E você?
Jane: Prestativo; engraçado; que fique sem graça em situações bobas; que me ame e vice-versa, né. Não que nunca compará-lo com o Mark. É.
Havoc: Você quer mesmo se casar.
Jane: Quero. E já acho com quem. Gostei de quando o vi. Que frio, você já está tossindo e o Roy deve estar com dor de cabeça. Vamos, tá?
Havoc: Cof! Cof! Tá.
Será o Breda? Não, ele… ele… ele… ele não.
Pode ser o Fuery. Ééééééé!
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Roy: Isso não, é trabalho. Minha caneta também não, dá aqui minha luva.
Mas que bagunça. Coitado do Thomas.
Eu: Dá-me ele aqui. Oi bebê, o coronel foi ruim com você?
Roy: Eu não fui ruim com ninguém, só coloquei alguns limites nele.
Jane: Cheguei. Obrigada por estar cuidando dele, Riza.
Roy: Tenente…
Eu: A chave já está no carro. A senhorita Jane irá dormir na casa do tenente-coronel?
Roy: É meu apartamento não é muito grande.
Jane: Tabom então. Até amanhã!
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Sr. Mustang: Boa noite, fedelho. Apartamento aconchegante.
Roy: Já comeu?
Sr. Mustang: Já, achei alguma coisa pra esse velho engolir.
Roy: Boa noite, vou dormir.
Sr. Mustang: Peraí! Vou fazer algumas perguntas. Você não se importa, né?
Continua no próximo episódio…
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O capítulo seis entregue e não sei quando nem em que capítulo esta fic irá terminar. Fiquei perdida. Mas o seu comentário é importante para mim, desde reclamações até elogios.
Ja ne.