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› Autor: ~Amandita
› Categoria: Animes/Dragon Ball
› Gênero:
› Personagens: Vegeta, Bulma, Goku, Gohan, Chichi, Piccolo, Yamcha
› Classificação: 14+
› Adicionado em: 08/05/08
› Comentários/Favoritos 0/0
› Caracteres: 7.307
› Exibições: 23
Vegeta saiu do quarto também assim que rapidamente vestiu o uniforme. A casa estava no mais puro breu. Notou alguma iluminação que vinha da escada e foi até lá. Assim que parou viu Bulma de costas parada no pé da escada perguntando:
- Tem alguém aí? Perguntou ela. – Oiêeee. Chamou. “Onde estão os empregados” pensava. Resolveu então voltar para o quarto. Quando iluminou a escada para poder subir melhor deu de cara com Vegeta parado no topo o que a assustou:
- Aaaaahhhhh.... Gritou ela descendo a escada correndo e largando a lanterna que se espatifou no chão.
Ele com muita raiva, perante a reação dela disse:
- Hei sua idiota, sou eu! Falou. – O que pensou que fosse? O seu reflexo? Perguntou ainda bravo.
Ela estava com a mão no coração devido ao susto e respondeu:
- Não é nada disso. Disse recuperando-se. – Pensei que fosse um ladrão! Justificou-se. – A casa está toda escura e eu não encontro nenhum empregado. Reclamou.
- Devem ter ido para fora! Respondeu ele, indo em direção a porta.
- Você também ouviu o barulho? Perguntou ela sobre a explosão de agora a pouco.
- Claro que ouvi! Disse sem paciência. – Acha que sou surdo? Perguntou abrindo a porta de casa.
Ela ignorando as grosserias dele fala:
- Acho que foram os geradores de energia! Disse preocupada. - Preciso ir até lá para ver o que ouve! Comentou e pedindo: - Você me leva?
- Vá sozinha! Respondeu seco. – Eu não sei onde ficam os geradores! Comentou.
- Ficam no final do jardim, na parte alta longe da fábrica e da casa. Respondeu ela – Não posso ir sozinha. Reclamou. - Eu tenho medo de escuro!
- Eu tenho medo de escuro... Imitou ele com uma vozinha fina. – De ser intrometida você não tem medo! Falou ele. – Venha acompanho você! Mais sem dar as mãos. Advertiu.
Ele andava na frente, enquanto ela o seguia. Na parte de trás da casa ficavam os jardins e atrás dos jardins havia um terreno cheio de buracos, ondulações, alguns matos, etc. Era um lugar perigoso, ela nunca ia ali, principalmente sozinha. Os geradores ficavam naquela parte isolada por serem grandes e barulhentos. Era difícil caminhar naquele lugar ainda mais de pantufas e as escuras. Mal enxergava Vegeta e ele parecia fazer questão de andar rápido. “Esse grosso” Pensava ela enquanto caminhava “Não custava me levar no colo e ir voando, mais não, é um mal educado sem coração que não me dá a mínima. Os pernilongos estão me matando. Será que tem cobras aqui? Ai meu deus eu tenho medo de cobras!” E com medo perguntou:
- Hei Vegeta! Devagar! Reclamava. – Será que aqui tem...Aaaaahhhhh. Gritou ela enquanto escorregava barranco abaixo.
Ele ouviu o grito e parou. Olhando para trás não á viu. “Onde se meteu?” Perguntava-se.
- Bulma? Bulma? Chamava ele sem paciência. - Onde está? Perguntava. Quando chegou ao barranco, olhou para baixo e a viu caída.
Balançando a cabeça em sinal de incredulidade chegou perto:
- Você está bem? Perguntou áspero.
- Não graças a você! Reclamou ela. – Estou toda suja, machucada, picada de mosquito, meu braço está doendo, minha pele ardida... Pausa – Eu acho que quebrei meu pé! Disse gemendo de dor assim que tocou o pé. E chorando disse: - Eu quero a minha mãe! Pediu.
- Pare de chorar. Reclamava ele enquanto a pegava no colo.
Chegando ao jardim da casa eles perceberam que as luzes haviam voltado.
Foi aí que ele olhou pra ela. Realmente estava toda suja e tinha muitos arranhões devido o escorregão, o pé estava inchado parecia deslocado.
- Viu? Disse ele. – As luzes voltaram, não precisava ter ido xeretar! Assim subiu as escadas indo direto pro quarto dela.
Chegando no quarto ia colocá-la na cama quando ela pediu:
- Me leve pro banheiro... por favor. Dizia melancólica.
Ele então colocou-a sentada, e ligou a torneira para que a banheira enchesse. Ela tentou se levantar mais o pé doía muito. Ele então a fez sentar novamente e segurando o tornozelo disse:
- Vou ter que colocar no lugar! Vai doer um pouco! Advertiu.
- E você sabe fazer isso? Perguntou assustada.
- Claro que sei! Respondeu sem paciência. – Então, vai deixar ou não? Perguntou ainda segurando-a pelo tornozelo.
- Ta bom.... pode fazer e.... AAAAAAHHHHHH. Berrou ela quando de repente ele coloca o pé no lugar.
- Pronto! Ficará alguns dias inchado, mais se você não fizer esforço ele melhora. Disse sério.
- Obrigada. Agradecia enquanto gemia de dor.
Ele desligou a banheira que já estava cheia.
Com dificuldade ela foi até o espelho. Lá olhou-se depressiva:
- Meu cabelo está sujo... minha camisola destruída.... minha pantufa... Disse olhando-a no chão. - Eu gostava tanto dela.... BUAAAAHHHHHH. E começou a chorar outra vez.
- Não seja infantil! Disse ele bravo. É só uma pantufa idiota e essa camisola era feia! Dizia tentando fazê-la parar de chorar.
Ela então parou o choro. Ficou surpresa, porque mesmo com um jeito estúpido ele tentava consolá-la.
- Vá, tome seu banho! Disse enquanto a pegava no colo mais uma vez e a colocava sentada na borda da banheira. Tirou a tala do braço dela com cuidado.
Vegeta continuava em pé na frente da banheira observando, até que os olhos dela encontraram os dele. Notou que ela tinha as sobrancelhas levantadas em sinal de espanto:
- Você vai ficar aqui? Perguntou fazendo um sinal com a mão. – Eu quero tomar banho! Exclamou - E pra isso eu preciso tirar a roupa e definitivamente não quero tirá-la na sua frente! Fez cara de cínica e continuando: - Bom... Pausa – Talvez você queira me ver tomar banho. Continuou ela olhando pra ele com maldade.
Vegeta estava vermelho de raiva e vergonha e berrando respondeu:
- Eu não quero ver uma escandalosa, vulgar como você tomar banho! Disse apertando a mão em sinal de ódio. – Estava esperando pra ver se com um pouco de sorte você morre afogada nessa banheira e me deixa em paz. Concluiu cheio de raiva. Assim saiu do banheiro batendo a porta com força.
“Mulher idiota” Pensou ele do lado de fora “Como eu a odeio. Queria poder quebrar o pescoço dela”. Pensava enquanto inconscientemente fazia os gestos com as mãos. “Talvez, se eu apertar só um pouquinho eu não a mate” seus olhos estavam semicerrados. “Não” Sabia que não podia matá-la. “Droga um dia inteiro perdido sem treino” estremeceu de raiva enquanto se sentava na cama dela com os braços cruzados. “Bom, eu precisava mesmo de um descanso, tenho treinado pesado” pensou já mais calmo. “Puxa, que cama macia. A minha não é assim” Deitou de costas na cama. “Vou esperar aquela insolente feia sair de lá e....” Vegeta estava cansado, e sem perceber pegou no sono ali mesmo.
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