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› Autor: ~Jullytta-Li
› Categoria: Animes/Fullmetal Alchemist
› Gênero:
› Tags: busca, nova, fullmetal alchemist
› Personagens: Edward, Alphonse, Winry, Jullytta, Tati, Selim
› Classificação: Livre
› Adicionado em: 05/05/08
› Comentários/Favoritos 3/1
› Caracteres: 10.369
› Exibições: 78
Nota:
Olá! Eu estou postando aqui mais um capítulo! Não é demais? (ninguém responde)
Este capítulo vai para o FullShinobi! (meu único leitor "masculino" que comenta ¬¬)
Finalmente eu terminei de fazer a fic! Graças à deus. Acaba no 15º capítulo. Eu já comecei uma nova, com base em meus sonhos! Espero que dê certo!
Vamos à fic:
"Eu não agüento mais." pensava Winry enquanto fazia mais um auto-mail "Esta casa ganha um silêncio absurdo quando as duas saem..." se referindo à Jully e Tati "Será que o Ed está trabalhando?" ela parou para pensar um pouco e chegou à conclusão: "Não... acho que ele está estudando à essa hora... São quase meio-dia..." lembrou-se que Lynhah saía do colégio ao meio-dia e deu um suspiro cansado "É melhor ir fazer o almoço."
Subiu as escadas e foi direto para a cozinha. Distraíu-se a ponto de nem perceber o tempo passar. Logo, o barulho de alguém entrando foi ouvido.
-Yooooo! -era Tati, que vinha animada- Como está Winry?
-Ué... cadê a Lynhah?
-A onee-chan? -exclamou irritada por estar sendo esquecida- Ela me disse que ia passar em algum lugar... acho que era uma casa... de uma senhora... Buscar um livro! Era isso mesmo!
-Bom, ela vai demorar?
-Ela disse que não.
-Então por que não me ajuda com o almoço?
-Isso é tarefa dela...
-Anda logo!
______________________________
"Não costumo pegar este caminho..." pensava Jullytta, voltando da casa da tal senhora "Ele é muito estranho... parece menos vivo...". Ela parou para observar uma brecha escura entre duas casas, que parecia um corredor. "Estranho," pensou consigo "aqui em Rimzeboll não é comum casas assim... é?"
Mas seu pensamento foi interrompido por um grito. Sim, um grito. Parecia que vinha do corredor. Ela tremeu de medo. Mas, algo lhe chamou a atenção: vozes. Provavelmente de garotos de uns 17 anos.
-Hehe... olhem só para ele... parece uma menininha gritando.
-Esse nerd bobão... Vamos, que é que tem aí? -completou o outro.
-Vai me dizer que está sem grana, ô idiota...
-E-eu... não tenho... NADA.
-Mentira! -chuta o garoto- Me dá logo!
-Dar o quê? -eles ouviram a voz da menina de cima do muro, com um caderno nos braços- Vocês, realmente, querem um cérebro? Porque não tem um...
Lynhah riu da própria piada. Por que estava desafiando-os? Só porque haviam chamado o molequinho de nerd. Ela não gostava dessa alcunha nem nela nem nos outros.
-Ah não... Vai me dizer que você é uma super-nerd que vai salvar o oprimido...
-Talvez. -ela sorriu- Ou talvez eu só vá dar uma lição em uns panacas.
-Não acredito nisso! ELA ESTÁ NOS AFRONTANDO!
-Esqueçam o garoto. -falou o outro- Quero ver aquela dali roxinha!
-Hehe... -ela arranca uma folha do caderno e a bateu contra o muro- Vejamos.... já sei! -uma luz envolve o beco e nasce uma parede entre os agressores e o menino.
Ela pulou para o outro lado da parede e soltou uma risada, irritando os outros. A seguir, abriu passagem pelo beco para o outro lado, indo parar no campo atrás da casa. Dirigiu-se então para o garoto no chão, imóvel.
-Você está bem?
-Não... meu braço... está doendo.
-Droga, vem comigo! -ela passou o braço dele por trás dos ombros e passou pela abertura da mureta, fechando-o em seguida.
-Você consegue correr? -ela perguntou, e ele fez que sim com a cabeça- Ótimo, vai precisar.
___________________________
Finalmente os quatro haviam consiguido pular as duas paredes que a menina havia erguido, indo parar no campo onde se podia ver o sangue do seu acompanhante. Era uma trilha de sangue.
-O que era aquilo que ela fez?
-Não importa, eles foram por ali! -apontando para a pista de sangue.
Eles correram mais um pouco mas nem foi necessário, porque logo avistaram Lynhah. Estava com um sorriso bobo no rosto.
-E agora mocinha? Não tem para onde correr!
-Quem disse que pretendo correr? -ela se abaixa e ativa um novo círculo de transmutação.
-Hã??? Que é isso??? -um deles perguntou, quando uma planta seca começou a nascer e enrolá-lo.
-Hehe... Eu disse que não ia correr. Não adianta -ela adicionou quando um dos agressores tentou cortar a planta- ela é dura feito pedra. Na verdade, grafite. Mas vocês são uns antas então eu nem vou tentar explicar!
-Que que é isso? -esbravejou o outro.
-Acaso os senhores nunca tinham ouvido falar na "alquimia"?
-Alquimia? Essa droga é alquimia?
-Hehe... -ela não parava com aquele sorriso malicioso- Então os senhores são mesmo daqui. Puxa, a alquimia é algo tão próximo... Como não saber o que é?
-Então essa desgraçada é alquimista? Uma garotinha nerd?
-Eu não sou uma garotinha! Nem uma nerd! Bando de tontos... -vai até uma árvore onde o rapaz machucado estava apoiado, e fala baixinho com ele- Está vendo aquela casa amarela ali? Eu moro ali, é pertinho, né? Podemos ir até lá.
-Mas... eu não quero... tenho que ir para casa.
-Nesse estado? Nem. Não deixo. Vamos, por favor.
-Ah eu...
-Sabia que deixaria! -ela voltou a levantá-lo- Vamos voltar pela cidade e dar a volta, para eles não nos seguirem. Está bem?
-Uhum...
-E A GENTE? -um dos moleques gritou quando os viu se distanciando.
-SE VIREM! -ela riu. Sabia que para se livrar aquela planta, só mesmo com uma serra elétrica. Ou com alquimia. Mas a serra parecia mais engraçada no momento.
___________________________
-Ela está demorando muito...
-Bobagem... -dizia Tati se servindo.
-Ai, ai... Eu imagino que... Não, ele tá ocupado...
-Tá falando sozinha, é?
-Estava pensando alto.
-Quem está ocupado?
-O Ed. Ele trabalha hoje, não?
-Não sei. -ela respondeu simplemente- A obcecada pelo Edward é a onee-chan. Por que não pergunta para ela?
-Obcecada? E você não era também?
-Não, não tanto quanto ela. Ela deve ter a agenda dele. Eu só sei de cor a agenda do Alphonse.
-O.k., o.k., isso é estranho. -ouve-se um barulho na porta, de alguém batendo com força- JÁ VAI!
Winry levantou-se e foi atender, e se deparou com Jullytta carregando o garoto pelos ombros. Estava suada, mas Winry percebeu primeiro no sangue.
-O que houve? -Winry abriu passagem para eles.
-Nada... Uns babacas. -ela disse simplesmente.
-Desculpe... -murmurou o menino ferido- Estou te atrapalhando de almoçar e sujando sua casa de sangue.
-Que bobagem! -exclamou Winry- Aliàs, não é bobagem não, é coisa séria! Precisamos cuidar do seu braço! O que eles fizeram?
-Puxaram-me pelo braço. Depois me jogaram em um beco. Acho que me cortei com algo de lá.
-Vem. -Jully se expressou de repente, e arrastou-o até o banheiro- Deixa comigo, Win-chan, eu lipo isso.
-Mas... é um ferimento.
-TATI! -a menina gritou.
-Sim? -a menina apareceu na sala- Ops... Acho que tem alguém com problemas, né não?
-Me ajuda a limpar o braço dele, por favor!
-Não precisa! -interveio Winry, cansada da bagunça- Eu faço isso.
-Mas...
-Se continuarmos discutindo ele só tende a piorar. Vamos. -ela levou o garoto até o banheiro, e Lynhah a seguiu.
-Qual o seu nome? -ela perguntou assim que Winry começou a cuidar do ferimento.
-Selim. -fez uma pausa- Jura que eu não estou incomodando?
-Não, imagina. Quem está fazendo tudo é a Winry.
-Você vai ter que tomar um banho. -Winry indicou para Jully- Está suja de sangue.
-Agora não. Eu vou me trocar, mas não demoro. A propósito, -ela disse antes de sair- meu nome é Jullytta.
Tati estava sentada sobre a bicama quando Jully entrou no quarto.
-Pequena, pode sair? Eu quero me trocar.
-Não, vou deixar você toda suja de sangue mesmo. Ah, faça-me um favor... -ela se virou de costas- Eu não preciso, realmente, sair, né?
-Tá bom... -começa a se trocar.
-Que foi que aconteceu e de onde veio esse garoto?
-Agora não... A Winry vai me perguntar também e eu vou ter que contar a história toda de novo...
-Tá. Mas eu quero saber!
___________________________
-Entendeu?
-Não sei como escaparam, mas não quero mais que você compre briga com ninguém, ouviu?
-Mas se não tivesse feito nada, eles iam...
-Não importa. E quanto à você... -Winry olhou para Selim- Espero que não se machuque mais. Onde você mora?
-Lá por trás da cidade... -ele comentou- Perto da casa da senhora Maggs.
-Entendo... aquela do livro, não é?
-Sim. -respondeu Jullytta.
-Ótimo, eu levo ele para casa. -se levanta.
-Mas eu gostaria de...
-Sem "mas". Vamos. -ela saiu com o garoto e deixou Lynhah e Tati sozinhas.
-Pelo visto, -Tati afirmou após a cena- ela não gostou da parte "dos rapazes fortes e perigosos de uns 17 anos".
-Ela não entende! -emburra.
CONTINUA...
O que acontecerá conosco? Descubra só no próximo capítulo.
Ah, é mesmo... Eu atendo algumas exigências dos leitores de minha fic. E adoro sugestões. Essa já está pronta, mas na próxima... Podem palpitar à vontade.
I hope that you like it!
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