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[Saint Seiya] Sorrisos, Segredos e Enganos

Capítulo 17


Autor: ~ChiisanaHana

Categoria: Animes/Saint Seiya

Gênero:

Tags: Mu, Aldebaran, Máscara da Morte, Aiolia, Shaka, Dohko, Milo, Camus, Shura, Afrodite, Shina, Marin, Orfeu, Lithos, Kanon, Saga, Cavaleiros de Ouro

Personagens: Mu, Aldebaran, Máscara da Morte, Aiolia, Shaka, Dohko, Milo, Camus, Shura, Afrodite, Shina, Marin, Orfeu, Lithos, Kanon, Saga, Garan

Classificação: 16+

Adicionado em: 18/04/08

Comentários/Favoritos 2/3

Caracteres: 19.356

Exibições: 134

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AnimeSpirit:

Nota: Nota: 5 

 


Os personagens de Saint Seiya pertencem ao tio Kurumada. Todos os outros personagens são criações minhas, eu não ganho nenhum centavo com eles, mas morro de ciúmes. O condomínio Olympus também é criação minha.


SORRISOS, SEGREDOS E ENGANOS

Side story da fanfiction “O Casamento”

Chiisana Hana

Beta-reader: Nina Neviani

Capítulo XVII


Enfermaria do Santuário.

Máscara da Morte bate à porta. Fatma não responde. Ele começa a se irritar e a bater com mais força.

(Máscara) Fatma! Eu sei que você está aí dentro! Vou derrubar a porta se você não abrir!

(Fatma) Vá embora, italiano dos infernos!

(Máscara) Eu vou derrubar a porta! Estou avisando!

(Fatma, abrindo a porta) Escuta aqui, seu imbecil, não sabe ouvir um não?

(Máscara) Sei. Mas só quando tenho certeza de que a mulher realmente não quer, o que definitivamente não é seu caso.

(Fatma) A partir de hoje esse é o meu caso, sim! Vá embora! E não pense que vai me convencer como fez ontem.

(Máscara, agarrando-a) Qual é, Fatinha? Vai me deixar na mão?

(Fatma, desvencilhando-se dele) Vou! (batendo na cabeça dele) Fora! Fora! Fora!

(Máscara) Eu vou, mas eu volto!

(Fatma) Volta nada!! Se voltar eu vou jogar um balde de água com gelo em cima de você!

Fatma fecha a porta, liga o ventilador na velocidade máxima, e se senta em frente ao aparelho.

(Fatma) Ai, meu Deus! Como é difícil resistir a esse italiano! Mas esse foi o primeiro passo. Que Sahid me ajude a continuar resistindo. Eu vou resistir! Eu vou!

--S--A--I--N--T--S--

Condomínio Olympus.

Máscara da Morte retorna dirigindo em alta velocidade e freia bruscamente em frente à casa de Dohko. O cavaleiro desce do carro extremamente irritado e bate violentamente à porta. O próprio Dohko abre.

(Dohko, sorrindo) Boa noite, Emanuele. Eu não disse que você viria?

(Máscara, muito irritado) O que você fez com a Fatma?

(Dohko, tranquilíssimo) Nada.

(Máscara, muito irritado, apontando o dedo indicador na direção de Dohko) Você fez alguma coisa! Pode começar a falar.

(Dohko) E quem vai me obrigar? Você?

(Máscara) É.

(Dohko) Primeiro, acalme-se, senhor Emanuele. Não quer sentar?

(Máscara) Não, não quero.

(Dohko, sentando-se) Bom, se você não quer, tudo bem, mas eu vou me sentar.

(Máscara) Eu só quero que você me diga o que fez com a enfermeira.

(Dohko) A decisão de mudar de vida foi dela. Eu só ofereci minha ajuda.

(Máscara, desconfiado) Que tipo de ajuda?

(Dohko) De vários tipos, exceto do tipo que você está pensando neste exato momento.

(Máscara) Isso não é justo! Não é!

(Dohko) Ora, ora, o velho Máscara da Morte falando do que é justo ou não. Numa certa ocasião, você mesmo falou que o conceito de justiça é relativo. Então acho que ele mudou agora. É extremamente justo que Fatma deseje evoluir. Aliás, meu caro, evoluir é o caminho inevitável. Até mesmo para você.

(Máscara) Pára com esse papo. Daqui a pouco vai começar com aquela conversa de respostas.

(Dohko) Não vou, não. As coisas já estão bem claras por aqui: todos estão crescendo, só você decresce. Agora está sem seus amigos e sem sua... sua... seja lá o que a Fatma era para você.

(Máscara) O que quer dizer?

(Dohko) Que é a sua vez de mudar, Emanuele. É inevitável. Aceite que Fatma não quer mais ser seu objeto sexual. Vá até seus amigos, admita que errou, reconquiste a confiança deles. Pense em dar um rumo decente à sua vida. É tão simples!

(Máscara, sentando-se no sofá) Simples... até parece.

(Dohko) É simples demais. E não é vergonha nenhuma voltar atrás. Pelo contrário.

(Máscara) Não vem, não! Isso não é nada simples e eu não vou voltar atrás coisa nenhuma.

(Dohko) A decisão é somente sua. Se quiser continuar sozinho, não vou me meter. Mas se quiser mudar, estou pronto para ajudá-lo.

(Máscara, levantando-se e saindo da casa) Eu não preciso da sua ajuda!

(Dohko) Você é quem sabe.

Máscara da Morte vai embora, enquanto Dohko se esparrama no sofá e sorri.

(Dohko) Mais um que eu coloco nos eixos. É tão bom!

--S--A--I--N--T--S--

Depois de passar uns bons minutos sentado em seu frente à sua casa, Máscara da Morte decide procurar Milo. O cavaleiro de Câncer bate à porta da casa do Escorpião. Eudoxos, o criado, abre-a com cara de sono..

(Eudoxos) O senhor Milo já se recolheu.

(Máscara) Recolheu coisa nenhuma. Eu quero falar com ele. Vai logo chamá-lo.

(Eudoxos) Não vou incomodar meu senhor.

(Máscara, empurrando Eudoxos) Sai da frente, caramba.

(Milo, descendo a escada, de bermuda e chinelos) Epa! Que negócio é esse? Alguém convidou você para entrar na minha casa? E que jeito é esse de falar com meu criado?

(Máscara) Quero conversar com você.

(Milo) Não tenho nada para falar com você, portanto, rua!

(Máscara) É sério, cara.

(Milo) Então fala logo o que você quer.

(Máscara) Bom, eu quero... eu quero... eu quero...

(Milo) Fala!!

(Máscara, em tom baixo e bastante rápido) Eu quero pedir desculpas pela brincadeira que fiz com você.

(Milo) Brincadeira?? Aquilo foi ridículo, ofensivo e de mau-gosto...

(Máscara, interrompendo) Tá, mas você também pediu, né? Precisava ficar gozando meu nome?

(Milo) Quem mandou você se chamar Emanuele?

(Máscara) A minha mãezinha que escolheu! E é lindo! Mas não vim aqui pra falar sobre meu nome! Eu errei, sim, mas pensei bastante e resolvi pedir desculpas.

(Milo, muito desconfiado) Isso não é uma armação, é?

(Máscara) Claro que não!!

(Milo, coçando o queixo) É que é muito estranho você vir aqui pedir desculpas.

(Máscara) Estranho coisa nenhuma!

(Milo) Foi o Mestre quem mandou você pedir desculpas, né? Ele forçou você a ouvir intermináveis lendas chinesas, até você se render e aceitar pedir desculpas?

(Máscara, muito irritado) Não é nada disso! Aceita minhas desculpas ou não, idiota? Já estou perdendo a paciência.

(Milo) Hum... (cruza os braços; pausa longa; Máscara da Morte olha-o com ansiedade) Aceito... afinal, nem foi tão grave assim.

(Máscara) Ah! Que bom!!

(Milo) Mas se está pensando em pedir desculpas ao Shura pode tirar o cavalinho da chuva. Ele não vai te perdoar, não, caranguejo.

(Máscara) Bom, vamos ver. Vai lá, comigo?

(Milo) Vou, né? Eu não vou perder o show, caso ele resolva encher sua cara de porrada.

E os dois saem em direção à casa de Shura, Máscara da Morte ainda arrumado, Milo só de short e chinelos. Os dois batem à porta do cavaleiro. Ele mesmo abre.

(Shura, emburrado) O que é?

(Milo) O Máscara tem um negócio pra falar com você.

(Shura, impaciente) Fala logo.

(Milo) Calma, cara.

(Shura) Não foi você quem passou vergonha por causa desse energúmeno.

(Milo) Como não? Esqueceu daquela coisa cheia de purpurina dourada correndo atrás de mim?

(Máscara) O nome dela é Nicoletta Madonna, tá bom?

(Milo) Que importa??

(Máscara) Eu sei que errei, mas me desculpa, cara.

(Shura) Eu te perdôo porque eu não sou de recusar perdão a quem se arrepende de seus erros.

(Máscara) Cara! Parece o chato do Dohko falando!

(Shura) Mas você vai ter que provar que merece ter minha confiança de volta.

(Máscara) Papo de Dohko outra vez... Que saco. O que você quer?

(Shura, sorrindo) Estou brincando. Fico feliz por fazermos as pazes. E tenho certeza que você não vai aprontar mais.

(Milo) Aêêê! Já podemos voltar a ir para a “night” em bando!

(Shura) É! Estava sentindo falta!

(Máscara) Bem que podíamos sair agora. Estou na fossa...

(Shura) O que foi dessa vez?

(Máscara) Aquele pé no saco daquele Dohko fez alguma coisa com a Fatma e ela não me quis hoje.

(Milo, malicioso) Alguma coisa... sei... (gritando a plenos pulmões) O Mestrão tá pegando a enfermeira mais rodada da Grécia!!

(Shura) Fala baixo! Olha, se estiver mesmo saindo com a Fatma, só posso dizer “coitado dele”. Mas então, vamos sair ou não vamos?

(Máscara) Por mim, vamos!

(Milo) Por mim também! Vamos chamar o Camus?

(Máscara, berrando) Nãããããããooooo!

(Milo) Ué? Por quê?

(Máscara) Ah, o gelinho é um chato. Ele não sabe se divertir.

(Milo) É por isso que temos de chamá-lo, para ele aprender com quem sabe!

(Máscara) Vai, vai. Tá bom... Eu agüento seu amiguinho gelado.

(Shura) Enquanto vocês vão lá chamá-lo eu vou me arrumar.

(Máscara) Certo.

Máscara da Morte e Milo vão até a casa de Camus. Já da porta um cheirinho inconfundível de pão assando faz os dois salivarem. Milo toca a campainha. De avental, Camus vem abrir a porta.

(Camus) O que querem?

(Máscara, rindo) Hahuauaua! Você fica ridículo de avental!!

(Milo, também rindo) Tenho que concordar.

(Camus) Pouco me importa o que vocês pensam. Vão falar logo o que querem ou não? Tenho uns croissants assando e eles vão queimar se eu ficar de papo furado com vocês.

(Máscara, imitando Camus) “Tenho uns croissants assando. Ui, ui, ui.”

(Camus, ameaçando fechar a porta na cara dos dois) Bom, se não têm nada importante a dizer...

(Milo, segurando a porta) Espera! Viemos convidar você para sair.

(Camus) Eu não saio mais com vocês.

(Milo) Ah, Camus! Vamos comemorar o retorno do Máscara ao nosso grupo!

(Camus) Já esqueceu o episódio do travesti?

(Milo) É... eu estava mesmo sentindo falta do Manu.

(Máscara) Manu??

(Milo) Relaxa. Não estou gozando com seu “lindo” nome.

(Camus) Não posso ir.

(Milo) Por quê? Seus croissants não estão no forno? É o tempo de você se arrumar.

(Camus) É. Mas...

(Milo) Mas o quê? Vamos!! Deixa de procurar desculpa!

(Camus) Está bem. Acho que preciso mesmo sair de casa.

(Milo) Isso! Então eu vou me arrumar. Encontre-nos em frente à casa do Dohko.

(Camus, intrigado) Por quê lá?

(Milo) Porque o Emanuele estacionou o carro lá. Muito mal estacionado, por sinal. Praticamente no meio da rua.

(Máscara) Olha só quem fala! Você enfiou o outro carro num poste.

(Milo) Não foi culpa minha! Vocês me atrapalharam!

(Máscara) Ah, que seja! Vai logo trocar de roupa você também! Vou esperar lá no carro!

(Milo) Certo!

Meia hora depois, os quatro se reencontram em frente ao carro.

(Milo, olhando para a casa de Aldebaran, que fica em frente à de Dohko) E se a gente chamasse o Deba, hein?

(Máscara) Por que motivo chamaríamos?

(Shura) Ah, o Deba é gente fina. Vamos chamá-lo?

(Camus) Por mim, tudo bem.

(Milo, descendo do carro) Perdeu, Emanuele. Vou lá. (toca a campainha. Itimbira abre a porta) O Deba está?

(Itimbira) Está sim, mas está ocupado vendo a novela.

(Milo, perplexo) Novela?

(Itimbira) Exato.

(Aldebaran, gritando do sofá) Entra aí, Milo! Vem ver a novela!

(Milo, olhando a tela) Onde é que passa isso??

(Aldebaran) Não passa aqui. A tia do Iti grava e manda para a filha, e ela empresta as fitas pro Iti. Não é o máximo?

(Milo) Você é meio grandinho pra gostar de novela, não?

(Aldebaran) Claro que não! Não tem idade para gostar de novela.

(Milo) Tá... Ô Debão, não quer dar uma volta com a gente? Máscara, Shura e Camus já estão lá no carro.

(Aldebaran) Só depois que acabar a novela.

(Milo) Ô retardado, é no video cassete! Você pára a fita e vê depois.

(Aldebaran) Mas está no meio do capítulo!

(Milo) Ah, não quer ir, não vai.

(Aldebaran, levantando-se do sofá) Tá bom, eu vou!

(Milo, parado) Não vai se arrumar?

(Aldebaran) Já estou arrumado.

(Milo) Você está de bermuda florida e camisa amarela.

(Aldebaran) Então, estou arrumado! A camisa do Brasil é a roupa mais linda do mundo. Iti, cuida da Feijoadinha.

(Itimbira) Sim, senhor. Se me permite uma sugestão, por que não vão ao bar onde minha prima trabalha?

(Aldebaran) Hum... é uma boa. Quero mesmo conhecer o lugar. Eu não sei onde fica, então você vem com a gente, Iti.

(Itimbira, muito animado) Claro, senhor.

(Aldebaran) Espera aí, Milo. Vou só dar um abraço na Feijoada.

(Milo, batendo a palma da mão direita na testa) Retardado! (sai da casa e vai até o carro) Re-tar-da-do!!

(Máscara) Cadê o gigante? É pra hoje, meu irmão! Desse jeito a gente só chega na balada na hora do café da manhã.

(Milo) O tonto foi dar um “abraço” na cachorrinha... E ele vai levar o criado porque quer ir num bar onde a prima do criado trabalha.

(Camus) Contanto que não demorem...

(Máscara) Contanto que a prima seja gostosa...

(Kanon se aproxima do carro) O que estão aprontando?

(Máscara, seco) Nada.

(Kanon) Nada não é resposta que preste. Vocês vão para onde?

(Shura) Só Deus sabe.

(Kanon) Hummm... Posso ir também?

(Milo) Pode, né? Vamos lá na garagem pegar outro carro que não cabemos mais nesse aí.

(Máscara) Daqui a pouco vamos ter que ir de ônibus.

(Kanon) Espera. Vou chamar meu irmão. Fica chato não convidá-lo. Você sabe, estamos tentando ter uma relação cordial.

(Máscara) Ih... Não falei? Já está virando bagunça. Coloca logo no alto-falante que nós vamos sair! Fica mais fácil!

(Shura) Ah, Emanuele, vai ser legal sair todo mundo junto. Isso dificilmente acontece.

(Máscara) O gigante, o criado dele, o esquizofrênico, o traidor... Só falta o chinês pé no saco querer ir conosco.

(Dohko, saindo de casa) Que agitação na minha porta!

(Máscara) Maldita boca! Maldita!

(Aldebaran, acenando da porta da sua casa) Mestre!! Não está a fim de um passeio??

(Dohko) Já passei da idade. Obrigado, Aldebaran!

(Aldebaran) Não diga isso! O senhor está jovem outra vez! Vamos? Será uma honra ter a sua companhia!

(Dohko) Bom, já que insiste...

(Màscara da Morte, consigo, bufando) Saco, saco, saco, sacooooo.

(Camus, rindo, dando um tapinha nas costas de Máscara da Morte) Você vai sobreviver.

Casa de Aiolia e Marin.

Ela está na janela, observando o movimento, enquanto ele está deitado na cama.

(Marin) Olia, está a maior agitação lá fora. Vem ver.

(Aiolia, levantando-se da cama, debruçando-se sobre a janela e abraçando Marin) Humm... estão aprontando, com certeza.

(Milo, que passava em direção à garagem, acena para o casal) Vamos passear. Não querem ir conosco?

(Marin, olhando para Aiolia) Vamos?

(Aiolia) Quer mesmo?

(Marin) Quero. Vou adorar sair um pouco.

(Aiolia) Então vamos. (para Milo) Desceremos em alguns minutos!

(Milo) Beleza! (pensando) Bom, o certo é chamar o Afrodite também, então, vamos lá. (batendo à porta de Afrodite; Patricius abre) O Afrodite está?

(Patricius) Sim, senhor. Só um minuto.

Pouco depois Afrodite aparece na sala, de roupão branco, com o monograma VSL gravado em linha dourada.(1)

(Afrodite) Olá, Milo! O que é que está acontecendo nesse condomínio? Da janela vi uma movimentação intensa na frente da casa do Mestre.

(Milo) É uma longa história. O que importa é que eu vim te convidar para a farra. A galera vai sair. Acho que vamos para algum barzinho. Está afim?

(Afrodite) Não faz meu estilo...

(Milo) Certo. Até amanhã, então.

(Afrodite) Não faz meu estilo, mas eu não vou perder! Tenho certeza de que vocês vão encher a cara e vão acabar aprontando alguma. Vou me arrumar.

(Milo) Se demorar, fica!! Estou avisando!

De volta à “concentração” em frente à casa de Dohko...

(Dohko, na casa de Shaka) Então, vai também?

(Shaka) Nem morto.

(Dohko) Todo mundo vai!

(Shaka) Eu não sou todo mundo. Faça bom proveito da sua noite, Mestre, mas eu não aceito o convite.

(Dohko) Está bem. Você decide.

(Shaka) Claro. Eu num barzinho? Era só o que faltava! Tenho mais o que fazer!

(Dohko) Então até amanhã!

Da casa de Shaka, Dohko vai até a casa de Mu.

(Dohko) Seu amigo Shaka já recusou meu convite. E você?

(Mu) Eu aceito.

(Dohko) Está brincando!?

(Mu) Não. Eu aceito. Acho que vai ser bem interessante...

(Dohko) Olha, achei que você não aceitaria.

(Mu) Estou precisando sair um pouco.

(Dohko) Fico feliz por vê-lo animado.

(Mu) Obrigado. Digo o mesmo em relação ao senhor.

(Dohko) Não quer tentar convencer seu amigo Shaka? Eu o convidei, mas ele recusou.

(Mu) Posso tentar, mas duvido que ele aceite.

(Dohko) Vamos lá, então!

Continua...

--S--A--I--N--T--S--

(1) VSL: Victor Sebastian Larsson, o nome que eu uso para o Afrodite.

--S--A--I--N--T--S--


Capítulos de [Saint Seiya] Sorrisos, Segredos e Enganos

[01/09/07] Capítulo I

[14/09/07] Capítulo II

[22/09/07] Capítulo 3

[29/09/07] Capítulo IV

[14/10/07] Capítulo V

[26/10/07] Capítulo VI

[10/11/07] Capítulo VII

[25/11/07] Capítulo 8

[07/12/07] Capítulo IX

[22/12/07] Capítulo X

[30/12/07] Capítulo 10

[14/01/08] Capítulo 11

[26/01/08] Capítulo 12

[09/02/08] Capítulo 13

[09/03/08] Capítulo 14

[23/03/08] Capítulo 15

[05/04/08] Capítulo 16

[18/04/08] Capítulo 17

[04/05/08] Capítulo 18

[20/06/08] Capítulo 19


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