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[Fullmetal Alchemist] Conhecendo a família do coronel

Uma noite tranqüila


Autor: ~Shii-sensei

Categoria: Animes/Fullmetal Alchemist

Gênero:

Tags: Família

Personagens: Roy Mustang, Seus subordinados, Elysia, Thomas, Edward Elric, Alphonse Elric

Classificação: 12+

Adicionado em: 17/04/08

Comentários/Favoritos 3/3

Caracteres: 7.171

Exibições: 128

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AnimeSpirit:

Nota: Nota: 5 

 


Disclaimer: Fullmetal Alchemist não me pertence, estou juntando dinheiro para comprá-lo.

Capítulo 3 – Uma noite tranqüila


Al: Vuuuuuummmm! O avião vai pousar Elysia.
Elysia: Péra, a pista.
Ed: Sorte que o Al tem jeito com crianças.
Breda: Não é só o Al, olha lá.
Lá estava o meu subordinado, brincando com o meu sobrinho como se fosse um babá (ca). Queria saber onde o Havoc aprendeu a cuidar de crianças, mas o bom ele ficar longe da minha irmã, senão eu o carbonizo antes que eu possa dizer “É bom ficar longe da irmã do coronel.”
Fuery: Parece que o coronel terá um novo cunhado.
Roy: Calado.
Breda: Hora de dormir Elysia.
Elysia: Ah, tio gordo. Num tô cum sono.
Roy: Ah, está sim. Vem cá, voando para cama mocinha. Cuidem do Thomas.
Breda: Ei Havoc. Divide ele com a gente.

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Colocar a Elysia na cama parece relativamente fácil como mandar o Edward passear pelo país.
Roy: Vou apagar a luz e vou para sala, tá?
Elysia: Não. Cantah uma música, papai sempre canta. Num vai embora, não.
Roy: Música. Errr... Pode ser o Hino Nacional?
Elysia: Nããããão.
Roy: Uma música, uma música... pode ser uma história?
Elysia: Pode.
Roy: Vamos ver. Era uma vez, uma princesinha. Seu pai era obcecado por ela e não a deixava brincar com o amigo da mesma idade. Então (...)

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Havoc: Será que já está na hora dele dormir?
Fuery: Criança dorme rápido, é só deixar ele deitado.
Havoc: Deitado onde?
Breda: No berço que está no quarto do tenente-coronel e da senhora Gracie. Eu vou estar na cozinha, se ele reclamar de fome, é só me avisar.
Fuery: Eu vou estar aqui na sala, se precisarem de alguma coisa é só me chamar.
Havoc: Vocês dois vão me ajudar a fazer ele dormir.
Ed: Viu? Eu disse que iria sobrar pra gente.
Al: Ed não reclama. Se estamos aqui, vamos ajudar.

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Roy: (...) e fim.
Elysia: Num gostei do final da história, tio Roy.
Gastei vinte sete minutos contando uma história e ela não gostou do fim. Tudo bem que eu deveria deixar isso a cargo dos meus subordinados, afinal o trabalho pesado fica para os peões, enquanto o rei observa e manda. Só que à rainha que faz o que acha certo e não me obedece muitas vezes.
Roy: Então, como você acha que deve ser o final? Conta pra mim.
Elysia: Ta. Era uma vez... Viveram felizes pra sempre. Tio Roy é assim. Tio Roy? Ele dumiu. He, He! Vô dumi também.

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Havoc: Dormiu. Viu rapazes, não foi tão... difícil. Parece que não foi só o Thomas. Recorde: quase um dia inteiro sem fumar. Acho que vou endoidar. – Havoc se pôs a ir para a sala, mas ficou alguns segundos a olhar o bebê que dormia de boca semi-aberta. Voltou a porta e saiu. – Fuery, tá acordado?
Fuery: Estou sim.
Havoc: O que você tá fazendo? – o jovem militar estava quase que debruçado sobre a mesa lendo atentamente, com uma caneta na mão, um folheto.
Fuery: Achei um caça-palavras e comecei a fazer para passar o tempo. O senhor não vai fumar agora, né?
Havoc: Não vou, não. É só pra não perder o costume. – o loiro encaixou o cigarro no canto da boca sem acendê-lo. – Vou ver se o Breda está acordado. Breda você... O que você tá fazendo?
Breda: Fé um foco, Hafoc? – o tenente ofereceu um pedaço de torta que estava comendo. – É fe fêsseco.
Havoc: Pêssego? Não. Por isso que você tá gordo, não pára de comer.
Fuery: Pessoal, vem ver isso.
“Photo Álbum”. Isso estava escrito numa placa pendurada em um armário. Os três olharam para cima, o armário era ou maior que a altura do notório major Armstrong e a largura era maior do que a do tenente ruivo.
Breda: Abre?
Havoc: É claro. Uau, quantas fotos; quantos álbuns devem ter mais de cem álbuns.
Breda: Das milhões de fotos mais da metade deve ser da Elysia.
Fuery: Falando na Elysia, será que ela dormiu?

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Havoc: Só o coronel pra dormir numa cadeira. He, He! Amanhã ele vai acordar com um torcicolo legal.
Fuery: Vamos colocar o coronel no sofá.
Breda: Vai Havoc, não sou eu quem malha todo dia.
Havoc: Valeu pessoal, mas eu não sou burro de carga.

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Havoc: A cabeças do coronel é pesada, por isso é dura do jeito que é.
Breda: O pé do coronel que é pesado.
Fuery: Ele inteiro é pesado, isso sim.
O tenente Havoc segurava o coronel pelos braços do mesmo jeito que o Al segurava o irmão quando este estava tendo um ataque de raiva; o tenente Breda segurava o coronel pelos pés e o sargento-major escorava o superior. Ele foi quase jogado no sofá, os três suspiraram de alivia por o coronel não ter acordado e por eles terem “tirado o peso das costas”.
Havoc: As quatro crianças mais o coronel estão dormindo. Pensei que ia ser uma noite mais agitada.
Fuery: Será que eles vão demorar?
Breda: É lua cheia, está claro. É uma boa noite para se andar até tarde na rua, principalmente se a tenente estiver com o coldre.
Havoc: Breda, você anda lendo livros de poesia, é?
Fuery: A senhora Gracie disse que a cozinha é perigosa a cozinha. Será que é melhor recolher todas as facas?
Breda: É, a Elysia pode acordar de noite e querer comer alguma coisa, pegar uma faca para cortar o alimento e se cortar e a gente leva a culpa se ela morrer.
Havoc: Santo pessimismo, mas é melhor recolher as facas.
O recolher de coisas perigosas se generalizou facas; garfos; produtos de limpeza; remédios; bebidas alcoólicas, tudo sendo jogado em um armário com tranca minuciosamente regulado para que coubesse tudo.
Fuery: Acho que acabou.
Breda: Como o tenente-coronel consegue trabalhar direito com tantos perigos a espreita da Elysia.
Havoc: Se ele trabalhasse, né.
Um grito em plenos pulmões foi ouvido pelos militares, não foi um grito mais sim um choro.
Ed: DÁ PRA PARAR DE GRITAR, PIRRALHO!
Al: Não grita Ed, vai assustar mais ele.
Ed: Só pode ser sobrinho do coronel.
Fuery: O que aconteceu?
Al: Não sei. Ele acordou...
Ed: ME acordou.
Al: Não seja egoísta Ed. E o coronel?
Havoc: Ele tá dormindo.
Ed: Cretino, ele é o egoísta. – rosnou o loiro.
Breda: Vamos ver o que aconteceu. Credo.
Ed: Que fedor é esse?
Fuery: Ele fez cocô.

Continua no próximo episódio...

Aqui está. Agradeço a quem está acompanhando.
Ja ne.


Capítulos de [Fullmetal Alchemist] Conhecendo a família do coronel

[30/03/08] Visita inesperada

[07/04/08] Pedaços do quebra-cabeça

[17/04/08] Uma noite tranqüila

[24/04/08] Uma noite mais comprida do que o esperado

[29/04/08] O fim da noite

[10/05/08] Visita indesejada

[15/05/08] Decisão

[22/05/08] Epílogo


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