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› Autor: ~Kuchiki-Sama
› Gênero: Hentai/Ecchi/Seijin - Yaoi/Lemon/Dark Lemon - Yuri
› Personagens: Shoushiro, Ichiguri, Souta
› Classificação: 18+
› Adicionado em: 04/04/08
› Comentários/Favoritos 5/4
› Caracteres: 13.846
› Exibições: 213
Nota:
Essa é a história de Kohaku Shoushiru, um estudante japonês do ensino médio morador da cidade de Karakura que vivia uma vida pacata até começar a se sentir atraído por colegas do mesmo sexo. Depois da morte de seus pais, Kohaku Shoushiro passou a viver com a sua tia Kohaku Yumi, e cresceu junto com o seu primo de mesma idade, Togaru Koia. No final do último ano, o armador reserva do seu time de basquete o fez experimentar novos desejos que despertaram prazeres inesquecíveis em Shoushiro, o pivô titular do mesmo time. No inicio o seu sentimento por Tanaka Ichiguri, agora atual armador titular do time, foi meio confuso. Durante uma crise de pensamentos, o pivô foi dar uma espairecida num parque próximo a sua residência, e foi assim que Makaru Souta, um shinigami, cruzou o seu caminho pela primeira vez. Depois de salvar a vida do garoto espírito, Shoushiro teve a sua própria vida salva por Souta, que através da sua zanpakutou, transferiu parte de sua energia espiritual para o garoto Kohaku. Acontece que Shoushiro sugou quase toda a energia de Souta, deixando o shinigami sem forças para enfrentar os hollows – espíritos do mal que ameaçam constantemente o equilíbrio entre o mundo espiritual e o mundo dos humanos. Desde então, Shoushiro passou a substituir Makaru Souta em sua função, e se tornou um shinigami substituto sob a supervisão do garoto shinigami. Juntos eles protegem a cidade de Karakura dos hollows que são uma ameaça tanto para almas perdidas quanto até mesmo para os humanos.
Karakura amanheceu nublada e chuvosa.
Embora o clima cinzento não trouxesse um clima de solidão para Shoushiro. Muito pelo contrário, pois o garoto Kohaku mal estava então acreditando que havia despertado essa manhã ao lado de seu colega de time, Tanaka Ichiguri, e que ambos se encontravam tão juntinhos em posição de concha sobre a cama quente e macia do novo armador do time de basquete. Era uma manhã de sábado especial para Shoushiro. Sua semana também foi bem especial, pois passou a maioria dos dias em que antecederam este, sempre junto com o seu amado armador. Mesmo tendo que dar desculpas esfarrapadas quando algum hollow surgia quebrando o clima, ele havia se saído muito bem durante essa semana. Na noite anterior, havia ido a uma exposição de videogame com Ichiguri, e como iam voltar um pouco tarde, pediu a sua tia para que o deixasse dormir na casa do amigo, pois na manhã seguinte teriam treino de basquete logo cedo.
A noite de sexta para sábado foi umas das melhores noites que Shoushiro já teve em sua vida. Ele e Ichiguri ficaram se amando, trocando caricias a madrugada inteira, e depois dormiram que nem dois bebês, abraçadinhos em concha.
Shoushiro nunca havia se sentido tão relaxado pela manhã.
Ele abriu os olhos e virou lentamente para não acordar Ichiguri. O pivô estava tranqüilo, pois sabia que Ichiguri era filho único e além do mais, os pais do garoto viviam fora de casa, viajando a negócios. Por alguns segundos Shoushiro ficou assim, perscrutando seu amante e sorrindo sonhador. Sua mão esquerda então passou a acariciar a face redonda do armador delicadamente. Foi então que Ichiguri abriu os olhos de vagar e sorriu ao notar uma expressão satisfeita no rosto de Shoushiro. Os dois continuaram ali, deitados sob o edredom aconchegante de Ichiguri, até que Shoushiro se lembrou de alguma coisa bem de repente:
- O treino! - Ele disse se sentando na cama com um único movimento.
- Que horas são? - Ichiguri disse procurando o despertador no criado mudo ao lado.
Ele então viu que o despertador estava apagado. Tentou ligar o abajur para confirmar a sua suspeita e então teve certeza de que a energia havia ido embora. Olhou em seguida a janela e somente então foi perceber que estava chovendo lá fora.
- A luz acabou - Ichiguri disse se voltando para Shoushiro. - Perdemos a hora.
- O treinador Matsumoto vai nos matar. - Shoushiro disse fazendo uma careta.
- Acho que não - Ichiguri disse voltando a se encobrir com o edredom e se aconchegar de modo a ficar mais pertinho de Shoushiro. - Não haverá treino na quadra externa com essa chuva e também não poderemos jogar na quadra coberta sem iluminação. O treino de hoje certamente foi cancelado.
- Não tenha tanta certeza assim...
Bip... Bip... Bip...
E antes de Kohaku Shoushiro terminar a sua frase, uma mensagem chega a seu celular que estava sobre o criado mudo de Ichiguri. O armador pegou o aparelho do colega e o entregou para que Shoushiro pudesse ler a mensagem. Nela, o treinador Matsumoto dizia que o treino havia sido cancelado devido à falta de energia que somente retornaria no final da tarde, pois algumas torres de energias foram destruídas na madrugada por um raio. Shoushiro leu a mensagem em voz alta para Ichiguri e ambos deram um sorriso bem safadinho um para o outro. Assim, entraram para debaixo do edredom e após um abraço bem gostoso se entregaram a um beijo bem molhado. Como já estavam pelados, Shoushiro pôde sentir o pênis de Ichiguri crescer acelerado e vice-versa. Enquanto ainda se beijavam, suas mãos bobas se esfregavam em seus pênis, um punhetando o outro bem devagar. Para Shoushiro esta manhã não poderia ser melhor. O calor de seus corpos aumentava e então jogaram o edredom para o chão e continuaram com o beijo que já estava atingindo a marca dos três minutos.
Ichiguri então passou por cima de Shoushiro e segurou seus braços, esticando-os de modo a ficarem bem separados e firmes. Ele então começou a chupar o queixo do pivô delicadamente. Sua língua logo passou a deslizar pelo pescoço de Shoushiro e a descer em seguida para os mamilos rosados de seu amante. Enquanto isso Shoushiro gemia tão gostoso que deixava Tanaka Ichiguri cada vez mais excitado. A boca de Ichiguri então finalmente chegou a barriguinha lisa de Shoushiro, e demorou ali por alguns segundos, onde o armador passou a brincar com sua língua no umbiguinho do pivô. Tão logo a habilidosa língua de Ichi, escorregou para a cabeça rosada do perfeito pirulito apetitoso de Shoushiro, que de tão excitado já deixava escapar aquele doce meladinho, que escorria até o seu saco também rosado e quase sem nenhum pêlo. Mais uma vez a língua de Ichiguri brincou ali, indo ao saco e depois subindo até a glande, onde parava um pouco e sugava todo o meladinho transparente que não parava de escorrer do delicioso pênis de Shoushiro.
O tesão do pivô estava à mil.
Ichiguri então passou a punhetá-lo e depois olhou para o amante e disse que gostaria de sentir aquele delicioso membro dentro dele mais uma vez e que teria de ser naquele momento. Shoushiro concordou apenas com um movimento de cabeça e esperou que Ichiguri sentasse sobre o seu pau como da vez em que fizeram no vestiário do time no dia do ataque hollow ao prédio estudantil. Mas desta vez Ichi o surpreendeu. O armador tomou o lugar de Shoushiro, segurou suas próprias penas para cima e ficou numa deliciosa posição de franguinho assado. Com uma carinha tão sapeca Ichiguri então pediu a Shoushiro que colocasse todo o seu pau dentro dele, e que ele não precisava ficar com medo de machucar o seu anelzinho, pois já havia se acostumado com o pênis de Shoushiro. Sem pensar duas vezes e quase tendo um troço de tanta excitação, Shoushiro entendeu completamente o recado de Ichiguri, e aproveitando que o seu pinto já estava totalmente lambuzado pelo seu próprio melado, ele então encostou sua glande na entradinha do anelzinho de Ichiguri e ficou brincando ali, tirando gemidos bem estimulantes do novo armador. Só então depois de fazer com que Ichiguri implorasse pelo seu pirulito rosado, Shoushiro deixou com que seu pau deslizasse completamente de uma só vez, atolando seus quase 18cm até o fim e tirando um gemido absurdamente prazeroso de Ichiguri. Shoushiro então percebeu que realmente o armador não estava sentido dor alguma, mas sim um prazer constante que o deixava louquinho pelo membro pulsante do pivô que entrava e sai em movimentos acelerados agora. Ele ficou socando o seu pênis assim por alguns minutos, até que bem devagar parou e então deitou mais sobre o peito de Ichiguri, de modo a conseguir tocar os lábios macios do garoto com os seus. Enquanto passaram a desfrutar de mais um beijo molhado, o pivô voltou a meter com força no buraquinho de Ichiguri. Seu pau entrava e saia facilmente, como se o anelzinho de Ichiguri já até produzisse algum tipo de lubrificante natural. Era incrível e muito prazeroso para Shoushiro estar ali comendo o seu amigo desse jeito e ao mesmo tempo o beijando calorosamente. Ele então deixou os lábios do amante e pôs a olhar profundamente nos olhos do armador enquanto continuava a socar o seu pênis cada vez mais profundamente e forte aos sons dos gemidos de prazer de Ichi. Nesse momento passou pela cabeça de Shoushiro o quanto ele realmente estava feliz e o tanto que ele amava aquele garoto. Ele nunca imaginou que um dia faria uma coisa dessas e que jamais amaria alguém do seu mesmo sexo. Mas aquilo era real, e ele adorava tanto estar ali junto aquele menino que tanto amava.
Então, de repente, Kohaku Shoushiro não agüentou mais segurar e começou a gozar dentro de Ichiguri, mas o pivô pediu para ele tirar o pinto e gozar o resto em sua barriga e peito. Shoushiro então atendeu o pedido do menino e o lambuzou completamente com o seu leitinho doce e quente. Depois ele começou a passar a sua língua exatamente onde a sua porra caiu, para espalhar ainda mais sobre o corpo de Ichiguri. Sua boca então não resiste e engoliu por completo o membro rígido de Ichi que já estava mais que melado pelo seu sêmen e ainda mais agora pela saliva misturada com o próprio gozo de Ichiguri. O pivô já estava ficando experiente demais com a sua boca e língua, e tirava suspiros de Ichiguri que teve que segurar forte no lençol para não gozar ali no momento. Ele não queria assim, queria também era despejar o seu leitinho quente na bundinha de Shoushiro.
Ichiguri então pediu para que Shoushiro parasse de lhe chupar e ficasse de quatro sobre a cama. A princípio Shoushiro disse que tinha medo dessa posição, pois já ouviu falar que doía muito, mas Ichiguri o tranqüilizou dizendo que seria completamente delicado e que não o machucaria. Depois de dar um beijo em Shoushiro, Ichiguri então o virou de quatro e começou a lamber o seu anelzinho com sua língua experiente. Shoushiro gemia e já começou a pedir pelo pênis de Ichiguri que ele tanto aprendeu a gostar dentro de si. Ichiguri então passou a esfregar a cabeça de seu pau na entradinha de Shoushiro, logo seu pinto já foi completamente sugado pela bunda gulosa de Ichiguri que não parecia mais sentir dor com as penetrações de seu colega armador. A cada estocada de Ichiguri Shoushiro pedia por mais pica, e se perguntava por que nunca havia experimentado essa incrível posição antes. Ichiguri metia com vontade agora que sentia que não estava mais machucando o seu amado Shoushiro. O pivô então pediu para Ichi espalhar todo o seu leite dentro dele, e não demorou muito para que seu desejo fosse atendido. O armador Ichiguri gozou tanto que mesmo após tirar o seu pênis de dentro do buraquinho de Sho, sua porra ainda escorria de sua glande e também deslizava do anelzinho de Shoushiro para suas pernas. Ichi então lambeu o restinho de seu sêmen que escorria pelas pernas de Shoushiro e em seguida deitou ao seu lado. Os dois então viraram de barriga para cima e gargalharam como crianças. Depois se puseram de lado, um de frente para o outro, se beijaram, trocaram carinhos, e, cansados, acabaram adormecendo mais uma vez. Shoushiro e Ichiguri só foram acordar novamente as 12:00, quando o celular do pivô tocou e seu primo Koia falou que sua mãe, a tia de Shoushiro, já estava ficando preocupada pela sua demora.
O sol havia surgido por entre as nuvens cinzentas. Shoushiro então deixou a casa de Ichi com um sorriso enorme estampado do rosto, e prometeu voltar mais vezes para passar a noite com ele, sempre quando seus pais viajassem novamente. Depois de se despedirem com um selinho discreto antes de Ichiguri abrir a porta de sua casa, Shoushiro cruzou o portão e se foi. Durante o caminho para casa ele foi pensando em como foi bom a noite que passou ao lado do menino que ama. Pensou também seriamente que Ichiguri podia ser a pessoa que ele queria para sempre ao seu lado, e passou por sua cabeça querer pedir ao armador para que pudessem namorar. Tantas coisas alegres agora competiam um lugar sem sua mente, mas para sua infelicidade, já quando estava quase chegando em casa, Makaru Souta surge em seu caminho e não parecia nada bem.
O garoto estava fora de seu gigai, em seu estado shinigami. Suas veste rasgadas e sujas, e também havia manchas de sangue em seus braços, pernas e rosto. Sua katana não estava visivel para o pivô. Shoushiro então foi correndo em direção ao shinigami e o segurou antes que Souta caísse.
- O que houve com... Aaargh!
Antes mesmo de terminar a sua frase, uma lâmina cumprida perfurou o seu peito e saiu em suas costas. Seu sangue jorrou pela calçada, chamando a atenção de várias pessoas que ali passavam. Entretanto as pessoas não conseguiam ver o shinigami que por algum motivo havia atacado Shoushiro. Elas viam apenas uma ferida que se abriu no peito e nas costas de Shoushiro, além de todo aquele sangue escorrendo do garoto. O braço esquerdo de Souta se transformou em uma lâmina de espada segundos antes do momento do ataque. Shoushiro então notou o rosto do garoto se também se transformar no segundo seguinte. Uma máscara começou a se formar na face antes ensangüentada de Souta. E antes de apagar por completo Kohaku Shoushiro percebeu que não estava diante a Souta, mas dim de um hollow. Um hollow bem diferente dos que já destruiu.
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