Quer sair comigo?
Immortal love
Capítulo 16
-Mas mesmo assim Kouga, você não pode ter visto o Naraku!
-Mas Kagome...
-Kouga ele já morreu! Você deve ter visto um sósia ou nem isso afinal o viu tão rapidamente.
Ele ficou em silêncio por alguns instantes.
-É talvez você tenha razão... – embora não estivesse totalmente convencido.
-E como foi à reunião de ontem à noite? – mudando de assunto.
-Foi ótima! Adivinhe quem é o mais novo diretor executivo de produção?! – cheio de si.
-Parabéns Kouga! Você mereceu e muito essa promoção!
-E o casamento? Correu tudo bem? – com uma expressão estranha.
-Perfeitamente bem. Estava tudo maravilhoso! Um sonho, ainda mais por que o Inuyasha estava lá! – ela se surpreendeu por ele não se mostra espantado ou no mínimo curioso – E então não vai dizer nada? Pensei que iria me bombardear de perguntas.
-Layla havia me advertido que isso iria acontecer – deu um breve sorriso triste – Mas eu ainda tinha esperanças... Eu nunca te escondi que desejava que fosse minha mulher... Pensei que com o tempo...
-Kouga eu nunca lhe ocultei que só o via como amigo, mas se de alguma forma eu dei a entender...
-Não Kagome. Você sempre foi bastante clara, eu é que sonhei com uma bela vida ao teu lado, mas que no fundo não passava de um sonho que agora eu sei que é impossível.
-Kouga...
-Não vou fazer nada contra, mas se ele a fizer sofre novamente eu acabo com aquele cara de cachorro!
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“Ora o que esta acontecendo comigo?”
Inu encontrava-se no seu escritório. Por mais que tentasse não conseguia se concentrar. Já tentara ler mais de três vezes o mesmo relatório, mas não entendia o seu conteúdo. Tudo por que pensava nela.
Talvez tenha sido um beijo e nada mais
Mas eu fiquei assim
Talvez...
O teu perfume não me deixa em paz
Você ficou em mim
Aquela garota, que do nada surgira e invadira sua mente, e embora não tivesse certeza, talvez o seu coração. Queria vê-la. Sentir aquele cheiro invadir seus pulmões; tocar aquela pele macia e sedosa; provar novamente aqueles lábios doces e cálidos.
Por que eu só penso em você
Preciso te encontrar
Mas uma vez te ver
Eu quero tanto te falar, atende que sou eu
Me apaixonei
Talvez...
Ah! Diz pra mim,
Tudo aquilo que preciso ouvir da tua voz
Ah! Diz pra mim,
Que você também andou pensando em nós
Decidiu ligar para ela. Pegou o telefone e discou o número.
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Kagome entrou em casa. Retirou os sapatos e calçou os chinelos. Depois de ligar o computador, dirigiu-se a cozinha. Pegou, na geladeira, a comida que a empregada deixara pronta e esquentou no microondas.
Antes que pudesse ao menos provar, o seu celular começou a tocar.
Talvez...
Tenha sido um sonho e nada mais,
Mas eu fiquei assim
Talvez...
O teu sorriso não me deixa em paz,
Você ficou em mim.
-Alô?
-Kagome, sou eu Inu.
-Oi Inu. Como está? – embora tentasse disfarçar seu coração bateu mais rápido.
-Estou bem... – não sabia o que dizer – conseguiu resolver o problema de ontem à noite?
-Ah? Sim. Fui ver o Kouga hoje pela manha e creio que tudo já estar normalizado.
-Que bom – “Kouga. Outra vez o nome desse cara!” – Kagome eu gostaria de saber se podemos... Quer dizer se você pode... E quer... Sair hoje à noite... Esta passando um ótimo filme no cinema... Gostaria de assistir comigo? – “ufa! Saiu!” ·
-Eu adoraria Inu – sorrindo.
-Então eu passo aí às oito? – aliviado.
-Às oito esta perfeito. Então até a noite.
-Até!
Por que eu só penso em você,
Preciso te encontrar,
Mais uma vez te ver,
Eu quero tanto te falar,
Atende que sou eu,
Me apaixonei
Talvez...
Ah! Diz pra mim,
Tudo aquilo que eu preciso ouvir da tua voz
Ah! Diz pra mim,
Que você também andou pensando em nós
Estava muito feliz. Poderia gritar de felicidade. Ele queria vê-la novamente. A convidara para sair. Passariam a noite juntos. Talvez tornassem a se beijar...
Pegou seu prato e sentou-se na cadeira em frente ao computador. Abriu os o Messenger e percebeu que duas novas mensagens lhe foram enviadas.
A primeira era Souta, seu irmão, que queria saber como estavam às coisas e avisando que tão logo o semestre na faculdade terminasse, ele voltaria a cidade para ver a irmã e a mãe.
A segunda fora enviada por Houjo. Há dois meses ele fora transferido temporariamente para o oeste do estado, onde iria auxiliar na preparação de um relatório sobre os impactos do aquecimento global no Japão.Durante o tempo que estivera fora, eles não deixaram de se comunicar. Todas as noites conversavam através do computador. Ele lhe contara sobre o
progresso de seu trabalho e ela falava de como estavam às coisas em Tóquio.
Na mensagem que lhe enviara, ele perguntava onde ele se encontrava (nos últimos dias ela andara muito ocupada ajudando Rin e treinando a nova gerente. Quando chegava em casa estava muito cansada e ia dormir) e o motivo do sumiço. E anunciava as boas novas: que no dia 13 estaria retornando e esperava poder vê-la logo.
Ela colocou o mouse sobre a data do computador no canto da tela. Treze de junho. Tomou um susto. Houjo voltava hoje!
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-E agora você vai me contar tudo Kagome! – impaciente.
-Contar o que? Eu não tenho nada para conta! – divertida.
-Ai! Kagome para de enrolar e me conte tudo que aconteceu ontem vai! E não venha me dizer que não aconteceu nada demais. O Mirok viu o Inuyasha saindo de fininho hoje de manhã!
-E com a mente pervertida dele eu não quero nem saber o que vocês estão pensando de mim. Mas afinal não aconteceu nada demais Sango – super vermelha – ele apenas me beijou – tentando parecer normal, mas só de lembrar sentia o sangue ferve.
-Ele te beijou e você não queria me contar – quase magoada.
-Não é nada disso! É claro que eu ia te conta! – agitando as mãos tentando acalmá-la – É que...
E contou a ela tudo que acontecera na noite passada, enquanto s arrumava para o encontro com Inu. Colocou uma calça deans escura, uma blusa de alça branca com uma estampa negra na frente, calçou um par de botas de salto fino mediano e uma jaqueta preta bem grossa por causa do frio.
Continua...