Disclaimer: Fullmetal Alchemist não me pertence. Por isso que o Führer conseguiu deixar o coronel entre a vida e a morte.
Conhecendo a Família do coronel
Ninguém conhece a família do coronel, isso sempre foi um mistério. Não que a família dos seus subordinados fosse conhecida nos quatros cantos do mundo, mas alguma coisa era conhecida.
Uma família conhecidíssima era a do major Armstrong. Aquela figura notória não deixava passar a oportunidade de mostrar o quanto sua família era conservadora e que ele também possui técnicas passadas de geração a geração por ele. O Fürer já levou no quartel, seu filho com a babá. A do tenente-coronel Hughes se resumia na sua linda esposa e sua linda e adorável filha. Ah, claro. E sua câmera fotográfica, a maldita câmera fotográfica. Mas e o coronel?
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Relato agora um dia normal e entediante de trabalho. O coronel Mustang ao telefone; a primeira-tenente Hawkeye assinando seus relatórios; os segundos-tenetes Breda e Havoc falando sobre coisas levianas e eu sentado, assinando meus relatórios que não chegam aos pés dos montes e montes que o coronel tem que assinar. A tenente Hawkeye sai para passear e distrair o Black Hayate, já que suas responsabilidades estavam feitas.
Depois de um tempo, a porta se abre com um barulhão. Uma mulher de cabelos negros curtos e olhos também pretos abre um sorriso ao mirar o coronel, este estava olhando pela janela nada menos nada mais que a primeira-tenente Hawkeye em seu treinamento.
??: Roy! Quanto tempo que não o vejo!
Roy: Hein? Ja-Ja-Ja-Jane?! O que você está fazendo aqui?
Jane: Noooosa, que recepção calorosa. Olha como ele cresceu. Tá a sua cara. Vem cá ver.
Nos braços da mulher que não aparentava ter mais de vinte cinto anos, havia um bebê que estava sorrindo e se divertindo com um chaveirinho de ursinho.
Roy: Precisava vir até aqui só para me mostrar o quanto ele cresceu? E vocês aí? Trabalhando.
Jane: Ele já vai fazer sete meses e dá última vez que você foi pra casa ele tinha apenas dois meses. Você não tira férias nunca?
Roy: Você não aprendeu a falar baixo? Oi bebê. Ele cresceu mesmo. Mas aqui não é lugar para uma criança, Jane.
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Havoc: Será o filho do coronel?
Breda: Tadinha da menina se for. Quantos anos será que eles tem de casados?
Havoc: Podem ser separados. Eles podem ter pedido divórcio da última vez que os foi visitar.
Eu fiquei no meu canto, não queria participar da fofoca. Não dessa vez.
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Roy: Depois eu te levo para almoçar, mas você não pode ficar aqui. Ninguém sabe cuidar de crianças, são todos homens.
Eu: Mas coronel a...
Eu resolvi me interferir, mas antes que eu pudesse continuar a porta se abre novamente.
Riza: Coronel, agora não é hora de visitas familiares.
Jane: “Não há mulheres no exército”, né? Sabia que tinha alguma. Ooooi! Eu sou a Jane e esse é o Thomas. Fala oi Thomas.
O garotinho se escondeu atrás das mãozinhas fofas. Como eu adoro crianças. A tenente dei um sorriso. Ela fica muito bonita quando sorri.
Riza: Eu sou a primeira-tenente Riza Hawkeye. Prazer.
Jane: Que nome lindo. E vocês são...
Havoc: Eu sou o segundo-tenente Jean Havoc, subordinado direto do coronel.
Breda: Prazer.Eu sou o segundo-tenente Heymans Breda, também subordinando direto do coronel.
Eu: Muito prazer. Eu sou o sargento-major Kain Fuery, assim como os outros, sou subordinado direto do coronel. O Thomas é muito fofo, posso segurar?
Jane: Ah, claro. É a cara do Roy, não é? Você me parece bem jovem para estar no exército.
Eu: Er... É sim. Eu tenho só dezenove anos.
Jane: Só?! Mais novo do que eu. Estou ficando velha. O mais velho é... deve ser o senhor tenente Breda, né?
O tenente Havoc e o coronel Mustang se mataram de rir. A senhorita Jane ficou sem graça por ter deixado o tenente Breda, com posso dizer, em maus lençóis.
Roy: Te-tenente Hawkeye leve a Jane para a sala de visitas e compre um brinquedo para o Thomas.
O coronel tentava recuperar o fôlego. Entreguei o Thomas para a senhorita Jane e voltei a fazer o meu trabalho.
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Jane: Eu falei alguma coisa que constrangeu o senhor tenente Breda?
Riza: Não fique chateada. Eles adoram tirar sarro uns da cara dos outros.
Jane: O Roy não tem jeito, né? Obrigada por cuidar dele por mim; continua o mesmo molecão teimoso. Admiro sua paciência.
Riza: A senhorita quem deve ser admirada por vir de tão longe para visitar o coronel. Bem, parece ser longe onde a senhorita mora.
Jane: Me chame de Jane, é bom ter com quem conversar. Como você previu, eu vim lá do interior, um pouco mais longe que o quartel general do norte. Riza, posso te chamar assim, né? – esta consentiu com a cabeça. – O Roy continua saindo com muitas mulheres?
Riza: Isso é assunto particular do coronel. Quem pode lhe responder é o tenente-coronel Hughes. – a morena sorriu ao perceber que a tenente lhe ajudou como pôde.
Jane: Tenente-coronel Hughes... O melhor amigo do Roy? É confiável.
Riza: Sim. Agora tenho que me retirar. Ele gosta de cães em forma de urso de pelúcia?
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Sobre o que elas falaram eu não sei, mas o coronel está preocupado. O Black Hayate observa atentamente o coronel assinando os relatórios. Isso é um milagre.
Às horas passaram rápidas, só duas horas, mas rápidas. A porta se abre outra vez, quase se arrebentando da parede. A raríssima concentração no trabalho do coronel voou para longe.
Armstrong: Coronel, por que deixou esta senhorita sozinha com este adorável bebê na sala de visitas?
Hughes: Ele tem quantos meses Mustang?
O coronel os olhava incrédulo. Não sei se é pelo motivo dos dois terem descobertos a Jane e o Thomas ou pelo motivo dos dois estarem ali, se estavam no quartel general central.
Roy: O-o que vocês estão fazem aqui?
Hughes: Isso não interessa, mas falando em crianças... olha o Elysia de vestido novo. Olha senhorita.
Roy: Cadê a tenente Hawkeye?
Jane: Ela foi me buscar um chá?
Riza: A senhorita está aqui. Major Armstrong?
Jane: Desculpe-me por não avisar. Chá bem quente.
Com certeza a tenente não perguntou o que o tenente-coronel Hughes estava fazendo ali, porque não deve ter o visto atrás da montanha de músculos do major.
Hughes: Qual o nome dele? É a cara do Mustang.
Jane: Thomas.
Hughes: Oi Thomas. Que bonitinho seu ursinho e o cãozinho também. Posso levá-lo em casa para ele poder brincar com a Elysia?
Jane: Depois, depois.
Armstrong: Que gracinha. Ele é seu filho coronel?
Continua no próximo episódio...
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Minha primeira fic continuativa. Só tenham paciência.
Muuuuuiiiita paciência.
Ja ne.
Infernus Scholasticus