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[Harry Potter] Ousada Conquista

Capítulo 6: Aproveitando os Resultados


Autor: ~lyachan

Categoria: Livros/Harry Potter

Gênero: Hentai/Ecchi/Seijin - Yaoi/Lemon/Dark Lemon - Yuri / Romance e Novela. / Shoujo (Romântico)

Tags: gina, harry

Personagens: Gina Weasley, Harry Potter

Classificação: 18+

Adicionado em: 26/03/08

Comentários/Favoritos 9/9

Caracteres: 24.941

Exibições: 1.213

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Nota: Nota: 5 

 


N/A: Só para lembrar, as partes em itálico são narradas pelo Potter. Boa leitura!! n.n

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Ousada Conquista



Capítulo 6 – Aproveitando os Resultados

Sexta-feira

“Ao mesmo tempo que as estratégias mostradas são fundamentais para fisgar seu homem, a regra mais importante é ser você mesma. A segunda é aproveitar os resultados." Fisgue Seu Homem


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- Bom dia! – cumprimentei Gina assim que abriu a porta do apartamento.

Era incrivel como ela continuava linda, mesmo descabelada e vestindo um roupão enorme que assentaria melhor no Slughorn.

- O que faz aqui a essa hora? – sibilou, com os olhos quase fechados.

- Trouxe o café-da-manhã!

Ergui o pacote que tinha em mãos sem me deixar intimidar pela nada calorosa recepção da ruivinha. Sabia muito bem o quanto ela odiava acordar cedo.

- Veio a minha casa antes das sete só pra isso? – resmungou, mas mesmo assim se afastou me dando passagem.

- Na verdade, achei que você ia querer dar um abraço na sua mãe antes de ir trabalhar. – Com os olhos acompanhei Gina se arrastar até o sofá e se deixar cair de bruços, afundando o rosto no estofado e ficar imóvel por alguns instantes. - Gina! Acorda!

- Hmm, já vou. – resmungou, sem nem se mover.

- Levanta, Gin!

Emburrada, Gina levantou e se arrastou até o quarto. Cerca de quinze minutos depois, ela entrou na cozinha com os cabelos molhados e exalando um delicioso cheiro de amêndoas. Entreguei uma xícara fumegante de café.

Fiquei observando ela soprar a café por um tempo e depois levar a xícara à boca. Eu não conseguia tirar os olhos dos lábios dela. Não fazia idéia de onde havia surgido essa atração que eu estava sentindo nos últimos dias, mas era quase incontrolável. Continuamente me obrigava a lembrar quem era ela. Além de minha amiga, era irmã do meu melhor amigo.

- Perfeito. – murmurou.

Sorri internamente. Havia colocado um pouco de chocolate meio-amargo como sabia que ela gostava.

- O que tem aí? – ela apontou para o pacote em cima da mesa.

Abri o pacote e ofereci um brownie a ela, que sorriu de puro prazer.

- Não vai comer? – ofereceu, depois de dar uma mordida.

- Já comi no caminho.

Quando terminou de comer os três brownies, levou os dedos a boca e lambeu-os cuidadosamente. O fato dela não saber o quanto isso era tentador a tornava ainda mais desejável. Me ergui rapidamente, numa tentativa de disfarçar minha perturbação.

- É melhor irmos logo, Gin. – Olhei para o relógio. – Já são sete e meia.

- Vou pegar minha bolsa.



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- Você acha que mamãe desconfia de alguma coisa?

Era uma pergunta um tanto retórica, afinal estava mais do que na cara que ela não só desconfiava, como tinha absoluta certeza.

- Reparou nas caras que ela fazia? Provavelmente não quer que a gente saiba que ela já descobriu a festa surpresa!

Harry tinha acabado de estacionar o carro no Centro de Convenções, depois de passarmos o inicio da manhã com minha mãe.

Nessa manhã, eu estava feliz e ao mesmo tempo frustrada. Sim, estava frustrada. Porque desde que eu abri a porta do meu apartamento e dei de cara com esse indivíduo, ele não fez nem ao menos uma tentativa me beijar.

A exposição iniciava às nove e meia. Chegamos lá com a vantagem de vinte minutos. Os integrantes da equipe já estavam lá, com exceção do Dino.

- Já era hora! – exclamou Simas. – Pensei que nós dois teríamos que nos virar sozinhos. – Ele indicou Luna que estava sentada com fones de ouvido e de olhos fechados, fazendo movimentos ritmidos com as mãos, os pés e a cabeça. Eu abafei o riso, enquanto Simas revirava os olhos.

- Não tinha muito o que fazer, afinal já está tudo arrumado. - disse Harry. - Achei que vocês três poderiam se virar sozinhos.

- Como você pode ver somos só nós dois. – disse Simas, sacudindo os ombros.

- Harry, será que eu posso falar com você um instantinho?

Ele se aproximou de mim. Tinha quase certeza que ele era o responsável pela ausência do Dino.

- O que foi?

- Você me disse que acertou as coisas ontem com o Thomas. Por que ele não está aqui?

- Eu que sei? – Ele deu de ombros, evitando me encarar nos olhos. – Provavelmente perdeu a hora. Já deve estar chegando.

- Harry! – ralhei.

- O quê?

- Não se faça de desentendido! Quero saber exatamente o que falou para o Dino!

- Não acho que isso tenha importância. - ele deu de ombros.

- É claro que tem, Harry!

- Não me olhe como se eu tivesse feito algo de errado! Dino não é homem
para você e eu não quero que você saia com ele!

- Você disse isso a ele?

- Claro! O que queria?!

- Que deixe que eu escolha com quem eu quero ou não me relacionar!

- Se soubesse que era assim tão apaixonada por ele, não teria interferido!

- Eu não sou apaixonada por ele, Harry! E o senhor não podia despedi-lo só porque eu aceitei uma carona!

- Ah, eu podia sim! Caso tenha esquecido, ele é meu funcionário, Gin.

Era impressão minha ou o Harry estava começando a se divertir com aquela discussão? Oo Não, não era impressão, não. Realmente um sorriso de canto estava começando a se formar.

Dei um urro de frustração, apertando os punhos ao lado do corpo e me virei de costas com a intenção de me afastar.

- Cuida... – BAM! - ...do.

Eu havia trombado em alguém que vinha com uma pilha de caixas de tamanhos variados. Neville Longbottom e eu nos desequilibramos e caímos sentados, com as caixas espalhadas ao redor. Várias pessoas de outros estandes olhavam para nós, rindo. A cena até que poderia ser hilária, mas só se eu não fizesse parte dela. Senti meu rosto queimar.

- Você... está... bem? – aparentemente Harry estava tendo dificuldades para falar ao mesmo tempo que tentava segurar o riso.

- Estou, mas não graças a você! – resmunguei.

Luna se apressou a ajudar Neville e recolher as caixas. Simas estava de costas para nós fingindo ajeitar uma das faixas e parecia estar com tanta dificuldade quanto Harry de conter a risada.

Harry estendeu a mão para me ajudar, mas eu ignorei e levantei sozinha.

- Você está bem, Neville? – me virei para ele preocupada.

- Estou sim, obrigado. E você?

- Também. Me desculpe por isso. – pedi envergonhada.

- Não esquenta. Não foi culpa sua. Eu também não vi por onde ia.

- O que tem nessas caixas? – Harry apontou para as caixas, ainda sorrindo.

- Uma é de pedidos de compras, outra de panfletos e as outras duas de amostras. Thomas ligou para o escritório avisando que tinha perdido a hora e portanto iria se atrasar. – Harry me lançou um olhar do tipo ‘eu-não-disse?’. Eu o ignorei e continuei prestando atenção em Neville. - Ele pediu que trouxesse mais pedidos, então Slughorn me mandou trazer logo as outras caixas também.

- Então o Dino está vindo? – indaguei, ansiosa.

- Sim, está a caminho.

O sorriso de Harry estava se tornando irritante.

- Ótimo.

- Viu, ruivinha? Não tem com o que se preocupar.

- Por enquanto não. – Me aproximei mais e apontei o indicador para ele, ameaçadoramente. - Mas se eu souber que andou ameaçando despedir mais alguém por minha causa, você vai ficar seriamente encrencado!


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Harry depositou um copo de água em cima da mesa bem à minha frente.

- Toma.

- Pra mim?

- É.

- Hmmm. Está muito prestativo hoje. – observei sorrindo. Levei o copo a boca e bebi tudo de um só gole. – O que você está querendo?

- Eu tenho cara de interesseiro?! É lógico que eu não quero nada. – Em seguida, apoiou as mãos na mesa e se inclinou em minha direção. – Por enquanto. – acrescentou com um sorriso malicioso, me fazendo corar levemente, apesar de saber que ele estava brincando.

- Acho que está na hora de você ir almoçar.

Eu fiquei de pé e sai de trás da mesa para atender um casal de meia-idade que se aproximava.

- Tem certeza que não quer ir com a gente? - perguntou.

- Tenho.

Como a exposição estava muito cheia, eu decidi que Harry e Simas almoçariam primeiro e trariam algo para mim e, quando voltassem, seria a vez de Luna e Dino.

Ele chamou o Dino e eles saíram do Centro.

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- Você demitiu mesmo o Thomas só porque ele ofereceu uma carona para a Gina?

Eu levantei o olhos do meu prato e encarei Simas que estava sentado a minha frente.

- Sim, por quê?

O rapaz deu de ombros.

- Ainda bem que você não é meu chefe.

Larguei o garfo e recostei na cadeira, cruzando os braços. Era só o que me faltava. Mais um idiota interessado na ruivinha.

- Por quê? Também está interessado na Gina? Porque se estiver, saiba que sou muito amigo do Sirius. Além disso, o Slughorn considera muito a Gin, eu poderia ter uma conversinha com ele e...

- Não, cara, eu não estou interessado nela. – apressou-se em dizer. – Mas essa sua atitude não é muito profissional, você sabe...

Respirei fundo.

- Dino ainda tem o emprego. – Simas me olhou surpreso. – Se ele souber se comportar, pode permanecer no cargo por muitos e muitos anos.

- Ou seja, se ele não se meter com a Gina, então terá o emprego garantido. – Eu assenti, voltando a me concentrar na comida. – É uma indireta pra mim?

- Não. Apenas um conselho amigável. - dei um sorriso sarcástico.

- Se gosta tanto da Gina, porque não larga a Cho e fica com ela logo de uma vez?

- Eu não gosto dela da maneira que está pensando!

- Ah, não?! Então por que tem tantos ciúmes?

- Não é ciúmes! – Claro que não era ciúmes!... Ok, talvez fosse... – Vamos fazer assim, Finnigan, você cuida da sua vida e eu cuido de mim e da Gin, ok?

- Certo. – Ele ficou quieto por poucos segundos e então voltou a falar. – Se você for pôr no olho da rua cada cara que chamar a Gina pra sair então vão precisar fazer uma reciclagem total de pessoal.

Será que ele não sabe a hora de parar, não? ò.ó

Irritado, afastei o prato, totalmente sem apetite a essa altura.

- Acho que está na hora de voltar para a feira.

- Mas eu ainda não terminei de comer! – protestou.



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- Vamos, Harry! – Com uma das mãos tentava puxá-lo e com a outra
acenava para Luna e os outros. - Tchau, queridos, até amanhã!

- Para quê tanta pressa?

- Sexta-feira... Vinte seis de maio... Aniversário da minha mãe... Isso te lembra alguma coisa?

- São seis e meia ainda. A festa será às oito.

- Às oito já temos que estar lá, porque é mais ou menos nessa hora que mamãe vai chegar!

Ele revirou os olhos.

- E leva-se uma hora e meia para se arrumar?

- Quando se quer uma superprodução, sim.

- Mas você não precisa de uma superprodução para ficar linda.

Eu sorri sem graça.

Quando chegamos no meu apartamento, deixei Harry na cozinha bebendo água e fui até meu quarto separar tudo o que iria precisar. Ao voltar para a sala, me deparei com ele em pé perto da janela.

- Harry! O que ainda faz aqui?! Já são quase sete!

- Está me expulsando?

- Estou!

Tentei empurrá-lo até a porta, mas ele era bem mais forte do que eu e nem saiu do lugar. Finalmente ele se mexeu e segurou meus pulsos, me fazendo recuar até encostar na parede.

- Quer testar a força, é?

Então, repentinamente, ele soltou minhas mãos e começou a me fazer cócegas nas costelas.

- Harry, pá... ra! – eu tentava dizer entre risos. – Pá... ra! Ha... Harry! Não faz... isso!

Poucos minutos depois, ele finalmente parou e eu tentei me afastar. Mas fui impedida por ele, que me agarrou por trás e começou a distribuir beijos pela minha nuca.

- O que está fazendo? – perguntei num fio de voz.

Ele me fez ficar de frente para ele e me olhou intensamente. Seus olhos brilhavam de uma maneira que eu nunca havia visto antes. Eu suspirei e ele me puxou.

- Pergunta errada. A pergunta certa seria: ‘O que pretende fazer?’.

Harry me puxou de encontro a ele e se inclinou lentamente até que nossos lábios se encontraram. O beijo que se seguiu era calmo. Devagar, sua língua pediu passagem entre meus lábios e então começou a explorar minha boca, intensificando o beijo sem perder o ritmo lento. Suas mãos subiam e desciam pelas minhas costas.

- Desejei fazer isso o dia todo. – ele disse com os lábios colados nos meus.

Deixei escapar um sorriso.

Seus lábios depositaram beijos delicados pelo meu rosto até o meu pescoço. Senti suas mãos subirem pelas minhas costas por baixo da blusa. O contato da mão fria me fez despertar do estranho torpor em que estava.

- Harry. – murmurei. - Eu tenho que tomar banho.


- Ok, vamos tomar banho então. – disse com a boca encostada no meu ombro.

- Não ‘nós’! EU! – protestei, tentando afastá-lo. - Pára com isso!

- Eu só estou cobrando pelos favores do dia, ué!

- Harry! Estou falando sério!

Suspirando, ele se afastou um pouco, mas sem me soltar.

- Ok, estou indo. Mas depois da festa você não me escapa! – declarou.

- Prometo nem tentar. – Fiquei na ponta dos pés, segurei o rosto dele e o beijei. – Mas agora você está de saída.

- Te busco vinte para às oito, está bem?

Eu assenti.

Com as mãos no bolso caminhou até a mesa e depositou algo ali. Me deu um último beijo e saiu.

Me aproximei da mesa intrigada e fiquei mais intrigada ainda quando reconheci o objeto que ele havia deixado. Era uma das caixinhas que Harry comprou no outro dia. Ao abrir, me deparei com um lindo colar de prata com um pequeno pingente de esmeralda em forma de folha. Era simplesmente divino. E ia ficar perfeito com o vestido que eu havia comprado.


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- Está parecendo uma fada. – Harry sussurrou no meu ouvido, me causando um arrepio.

O tecido verde fino era justo na região do busto e dali em diante caía solto, dando um certo ar etéreo ao vestido tomara-que-caia.

Eu estava radiante. Desde o início da festa que Harry não saía do meu lado pra nada. Agüentou firme até os olhares interrogativos dos meus irmãos.

- Acho que já bebeu o suficiente essa noite, mocinha. – ele me repreendeu, retirando o cálice da minha mão. – Vou ver se acho alguma bebida não-alcoólica pra você. – Quero você bem sóbria essa noite. – acrescentou próximo ao meu ouvido.

Não pude evitar sorrir ao vê-lo se afastar. Ele estava incrivelmente lindo. Estava sem os óculos, com lentes de contato, destacando os encantadores olhos verdes. O smoking assentava muito bem nele, deixando-o extremamente elegante.

- Não entendo porque o Harry tem que ficar grudado em você o tempo todo. – resmungou Rony, me fazendo revirar os olhos.

- Ele deve fazer isso para que as mulheres não voem em cima dele. – retruquei, enquanto observava intrigada Hermione derramar o resto de sua bebida em um vaso de plantas discretamente.

- Sei.

- Rony, poderia pegar uma bebida pra mim? – perguntou Mione mostrando o cálice vazio.

Eu já disse que adoro essa menina? n.n

- Por que não pediu ao Harry?

Ela apenas lhe lançou um olhar imperativo, que foi o suficiente para ele concordasse e fosse à caça de uma bebida. resmungando, mas foi.

- Não acredito que você fez isso! – ri.

- Tinha que aproveitar a oportunidade pra falar com você sem o Harry por perto. Pelo visto as coisas evoluíram, hein?

- É, acho que sim.

- Você acha?! Querida, ele não desgrudou de você nem um segundo na última hora! E você devia ver como ele olha pra você!

Eu fiz uma careta.

- Não fique me dando esperanças, Mi!

- Eu estou falando sério! – Seus olhos adquiriram um brilho sonhador, que era bastante atípico nela. - Vocês ficam tão perfeitos juntos!

- Harry está voltando. – avisei. – Vamos mudar de assunto.

Mas antes que eu pudesse pensar em algo para falar, ele chegou e me estendeu um copo.

- O que é isso?

- É coquetel de pêssego. – Foi Mione quem respondeu. - Sem álcool.

- Pensou em tudo, hein, Mi?

- Foi idéia da Fleur. Estando grávida ela não deve beber nada alcoólico.

- Sua mãe está radiante. – Harry comentou olhando para a direção onde ela estava.

- Foi muito engraçado vê-la fingindo estar surpresa com a festa. – lembrou Hermione, rindo.

- "Nossa, vocês me enganaram direitinho!" - imitei teatralmente, levando a mão desocupada ao peito. - "Nem fazia idéia do que estavam aprontando!" Imagina então se fizesse!

- Do que estão rindo? - Rony se aproximou com cara de poucos amigos e entregou um copo à noiva.

- Rony, vamos ali falar com a Fleur, querido? Ainda não tive oportunidade de falar com ela.

Mione praticamente arrastou meu irmão para longe dali, que saiu lançando um olhar enviesado ao amigo.

- Qual o problema do seu irmão?

- Como se você não soubesse!


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- Pra onde está me levando?

- Para casa.

- Mas você passou direto pela entrada que levava à minha casa...

- Nós vamos para a minha casa.

Eu fiquei quieta tentando digerir a idéia. Enquanto parecia que uma centena de borboletas dançantes deslizavam em minha barriga. Não sei se era de ansiedade ou resultado das várias taças de vinho que eu havia tomado.

Recostei a testa no vidro da janela e fiquei imóvel até ele entrar com o carro na garagem.. Desci do carro e bati a porta, mas quando fui andar, algo me puxou de volta. Era meu vestido que havia ficado preso na porta.

Rindo, Harry se aproximou para me ajudar.

- Tudo isso é nervosismo? – debochou, enquanto abria a porta e liberava meu vestido. – Pronto.

Eu comecei a andar ao lado dele com passos meio vacilantes. Ele respirou fundo e se virou para mim.

- Está bêbada. – acusou.

- Não estou, não. - Eu meneei a cabeça exageradamente, o que fez com que eu ficasse mais tonta. – Bem, talvez eu esteja um pouco. Mas ainda estou em pleno controle das minhas faculdades mentais.

- Isso eu ainda vou decidir. – resmungou, tirando a chave do bolso e abrindo a porta em seguida.

Assim que entrei na casa, descalcei as sandálias. Harry retirou a gravata, mas quando começou a tirar o paletó, eu me aproximei por trás e o ajudei. Me coloquei a sua frente e comecei a desabotoar a camisa, ansiosa por tocá-lo. Quando estava no terceiro botão, ele segurou minhas mãos e me beijou. Eu o abracei pelo pescoço, aprofundando o beijo.

Podia sentir seu coração batendo descompassado junto ao meu. Eu me afastei o suficiente para terminar de desabotoar a sua camisa e jogá-la longe. Acariciei o tórax super-definido do Harry, enquanto ele dava mordidinhas no meu pescoço.

Senti suas mãos descendo até encontrar a barra da saia do vestido. Tocaram minha pele e foram deslizando para cima, fazendo o vestido levantar. Deixei escapar um gemido quando passou um dedo pelo elástico da calcinha.

Eu me desvencilhei e o empurrei até que caísse sentado no sofá. Ele se ajeitou e eu me inclinei sobre ele, beijando-lhe o pescoço. Vagarosamente, fiz uma trilha, usando os lábios, a língua e os dentes, pelo seu tórax até chegar a barriga. Deslizei os dedos pelo cós da calça, arrancando-lhe um gemido. Quando comecei a abrir a calça, ele deteve minhas mãos e me puxou para seu colo.

- Minha vez.

- Mas eu ainda não terminei. – protestei, mas fui ignorada.

Enquanto beijava meu pescoço, Harry soltou meus cabelos e se afastou para me fitar.

- Assim está melhor. – sussurrou.

Juntou sua boca à minha com voracidade e levou as mãos às minhas costas para abrir o zíper do vestido. Quando este começou a deslizar, eu fiquei tensa.

- Relaxe. – sussurrou próximo ao meu ouvido.

Ele me beijou até que eu voltasse a descontrair e então começou a descer os lábios até meus seios, agora expostos. Eu me segurava em seus ombros com força, enquanto ele mordiscava e lambia, produzindo sensações que até então eu desconhecia.

Finalmente ele voltou a se apossar dos meus lábios e começou a me deitar no sofá. Só parou para terminar de tirar meu vestido.

Com um pouco de dificuldade, ele se livrou da calça e afastou minhas pernas, deitando-se sobre mim. Beijou meu pescoço, meus seios e minha barriga. Quando tentou descer mais, segurei seu rosto para impedi-lo. Ele compreendeu e voltou a se estender sobre mim.

Uma de suas mãos desceu pelo meu corpo até chegar ao meio das minhas pernas. Retirou minha lingerie e começou a mover ritmicamente dois dedos.

- Não... – comecei a protestar, mas fui calada com um beijo.

Logo minha mente estava atordoada demais para que eu protestasse. Fechei os olhos e arqueei o corpo, arfante, desejando que aquilo não acabasse nunca. Perdi a noção do tempo que se passou até que senti meu corpo estremecer de prazer.

Observei ávida Harry se erguer para se livrar da última peça de roupa e pegar um pequeno pacote de dentro do bolso da calça que estava jogada no chão. Colocou o preservativo, afastou minhas pernas e voltou a se deitar sobre mim.

Seus olhos exprimiam um desejo tão intenso que me fez estremecer. Ele pareceu ficar meio incerto.

- Se quiser parar...

Não importava se era apenas sexo. Pelo menos por uma noite da minha vida, eu o teria.

- Não. - Meneei a cabeça com força.

Ele abaixou o rosto e me beijou ardentemente, deslizando as mãos pelo meu corpo até chegar aos quadris. Cuidadosamente, começou a me penetrar.

Ao mesmo tempo em que eu reprimia um gemido de dor, ele estacou ao encontrar a barreira e me olhou surpreso.

- Você nunca...?

Mordi os lábios, tímida, e sacudi a cabeça.

Ele pareceu ficar incerto por um instante e então sorriu, satisfeito. A luz da lua iluminou seu rosto lhe dando um ar místico.

- Você é minha. – disse passando um dedo sobre meus lábios. - Só minha.

§§§Continua§§§

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Oi, pessoas!!
É, eu sei que demorei mais uma vez pra postar!! Pra compensar tah aí um capítulo um pouquinho maior!! n.n

Muito obrigada pelos comentários!!! XD

Espero q gostem desse capítulo!! E continuem acompanhando!!

bjnhux



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