Androchan (^^): Cá estamos de volta com mais um capítulo de “Hogwarts”...
Esmeralda (girando no lugar): Aleluia! Aleluia! Aleeeluuuiaaa...
Androchan (¬¬): Certo, mande a fic...
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Recapitulando:
Ao dizer isso ela correu até o marido e a família que lhe recebeu com abraços. Sakura e Shaoran se deram as mãos ao assistirem àquela cena, e recomeçaram a caminhada para se encontrarem com os outros no Gringotes.
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No caminho para Gringotes, Touya e Yukito decidiram que seria melhor esperarem n’O Caldeirão Furado. Então foram, Fujitaka, Shaoran e Sakura, pro Gringotes. Chegando lá, se encontraram com Yelan e as meninas que os esperavam em frente ao banco. As três haviam ficado preocupadas com o casal, e preocupação era o que o chinês não gostava de causar em sua mãe. Ele á olhou com receio esperando por alguma reação, então ela lançou um olhar de desaprovação e desapontamento. Shaoran sentiu-se péssimo por ter saído sem avisar sua mãe, e ficou cabisbaixo enquanto entrava no banco repleto de duendes mal-encarados.
Sakura ficou preocupada com Shaoran e sentiu-se culpada, afinal, fora ela quem se perdera e pelo que via, Shaoran fora quem primeiro percebeu sua ausência e sem pensar duas vezes foi á sua procura, se esquecendo até de avisar aos outros. Sakura já pensava em falar com sua futura-sogra sobre o que realmente ocorrera quando se deparou com mais de uma dúzia de duendes trabalhando em livros-caixa, e muitos outros duendes andando pra lá e pra cá, acompanhando bruxos tanto para dentro quanto para fora de portas logo atrás de cada duende.
Yelan se dirigiu até um duende que estava á quatro duendes de distância da porta. E Sakura novamente teve uma grande surpresa por parte de seu pai e Yelan.
-O que?! – perguntou Sakura.
-Eu e a Sra. Li decidimos que seria bom abrir uma conta conjunta para os dois – disse seu pai com o seu costumeiro tom sereno – e também o faremos em Hong Kong e em Tomoeda .
-M-mas é que... – Sakura olhou para o seu noivo em busca de apoio, mas este continuava envergonhado pelo o que fizera sua mãe passar e não ousava contrariá-la, então Sakura deu-se por vencida – está bem então, se é o que vocês dois acham melhor?
-Ótimo – disse Fujitaka com simplicidade, com o seu costumeiro sorriso no rosto, e de olhos que discretamente demonstraram admiração pelo tipo de relação que havia entre as duas crianças.
Depois de abrir a conta, trocar a moeda, depositar o dinheiro e pegar o suficiente para as compras daquele dia, o grupo saiu do banco. Enfrente ao edifício, Yelan dividiu o grupo numa dupla e num quarteto. O quarteto, que era formado por Sakura, Tomoyo, Shaoran e Meilin, iria comprar o uniforme, as varinhas e os animais que os acompanhariam em Hogwarts. E a dupla, que era formada por Yelan e Fujitaka, iria comprar os livros, os caldeirões, os conjuntos de frascos, os pergaminhos, as penas, os tinteiros, os malões, os telescópios e as balanças. Mas antes de se separarem, Sakura decidiu falar com Yelan o que realmente ocorrera pra Shaoran ter saído sem avisá-la. Depois de tudo ser esclarecido, Yelan lançou um ultimo olhar á Shaoran, antes de se separarem.
-Sakura – chamou Shaoran timidamente enquanto eles andavam para a loja de vestes Madame Malkin’s.
-Sim? – atendeu Sakura com o seu mais lindo sorriso estampado em seu rosto.
-Obrigado.
Sakura ficara tão confusa com o que acabara de ouvir que parou de andar. Shaoran, que também parara de andar, ficou frente á frente com Sakura, que ainda o encarava confusa.
-Por que? – perguntou Sakura quase falhando a voz.
Shaoran então pôs suas mãos nos ombros de Sakura, e com um lindo sorriso sincero disse.
-Você fez minha mãe lançar aquele olhar pra mim.
-Olhar? Mas você...
-Ele está falando daquele olhar que ela lançou á Shaoran depois que você contou á ela o que realmente tinha acontecido – disse Meilin, que também parara quando os viu conversando.
-Do que você ta falando? – perguntou Sakura, ainda sem entender nada.
-É que o olhar que minha mãe lançou era um olhar de grande orgulho – respondeu Shaoran.
-Hã?
-É que a tia Yelan raramente lança esse olhar pro Shaoran, então...
Meilin parara de falar quando sem aviso, Shaoran abraça Sakura. Meilin, Tomoyo e principalmente Sakura ficaram espantadas com a coragem do jovem Li de abraçar alguém em público, ele era tímido demais para fazê-lo. Sakura, que ficara assustada no começo, passou á sentir-se nas nuvens logo depois. Só depois que soube dos sentimentos que sentia por Shaoran que percebera o quanto os abraços de seu amado lhe faziam bem, e prometera á si mesma aproveitar todos os abraços que receberia dele no futuro, pois ela sabia que voltariam á si ver e ficariam juntos para todo sempre. Separaram-se ao ouvir uma exclamação.
-Mas que cena mais linda! – disse Tomoyo os filmando.
-Tomoyo! – exclamou o casal corando violentamente.
Meilin começou á rir.
Eles chegaram ao Madame Malkin’s logo depois. Chegando lá, uma bruxa os atendeu, depois pôs Sakura e Shaoran lado á lado em cima de banquinhos. A bruxa quase foi á loucura quando fazia as vestes de Sakura, pois Tomoyo sempre sugeria algum enfeite como laços e babados para as vestes de Sakura. A solução foi Meilin levar Tomoyo pra fora antes que a bruxa á transformasse em um ratinho silencioso. Depois de pagarem pelas vestes eles saíram agora em direção á loja de varinhas Olivaras. No caminho, eles passaram por uma aglomeração de garotos que admiravam uma vassoura exposta numa vitrine.
-Por que tanto olham para aquela vassoura? – Sakura perguntou expondo toda a sua curiosidade.
-Eu também gostaria de saber – comentou Meilin se mostrando tão curiosa quanto Sakura.
-Eu vou ver – disse Tomoyo correndo até os garotos logo em seguida.
A garota foi até um dos garotos e perguntou sobre a vassoura da forma mais meiga e encantadora que pôde; o resultado? Três garotos disputaram para exibir seus conhecimentos sobre o artigo. Após as grandes explicações, Tomoyo voltou para o seu grupo.
-Parece que aquela vassoura se chama Ninbus 2000, e é o modelo mais novo de vassoura de corridas, e a melhor pro Quadribol.
-E o que é Quadribol? – perguntou Sakura.
-O esporte mais popular entre os bruxos. Até mesmo no Oriente – respondeu Shaoran.
-Como eu nunca soube disso? – perguntou Sakura com um ar de desconfiança.
-Você era a única maga em toda a região de Tomoeda, seria impossível você saber...
-E por que você nunca me falou sobre isso, Shaoran?
-Ah, por vários motivos, um deles é que apesar de eu ter crescido ouvindo sobre esse esporte, eu nunca me interessei muito por ele, então, por que eu contaria sobre algo do gênero que nem me atrai tanto...
-Ora, poderia me por á par do mundo bruxo...
-Ora, isso nem me passou pela cabeça, pelo menos não até estar em Hong Kong e minha mãe falar sobre Hogwarts...
-Hã... e você foi me contar assim que...
-Assim que eu soube – completou Shaoran com um sorrisinho.
Sakura sorriu corando ligeiramente, saber que Shaoran sempre lhe conta tudo á confortava de maneira... nem ela tinha palavras para descrever a sensação que tinha naquele momento. Era uma mistura de alegria, conforto, alívio e felicidade, e isso... era demais!
Enquanto que o casal caminhava lado á lado, suas mãos foram atraindo-se como se estivessem magnetizadas, logo elas estavam unidas. Tomoyo captou a cena de forma esplendorosa.
Após mais alguns minutos caminhando, eles finalmente chegaram á loja do Olivaras. Um sino foi ouvido em algum lugar no fundo da loja quando eles entraram no estabelecimento. Com a exceção das prateleiras e caixas, o lugar era vazio. O único objeto lá encontrado era uma cadeira alta e estreita onde Meilin se sentou. O local estava silencioso até...
-Boa tarde – uma voz foi ouvida tão de repente que pregara um grande susto nos visitantes.
Ao se virarem para ver quem falara, se depararam com um velho de grandes olhos claros que impressionaram á todos.
-Certamente vieram comprar suas varinhas, não? – perguntou Olivaras.
-Sim, eu e Sakura precisamos de varinhas.
-Sim – então Olivaras se voltou para Sakura – Então, senhorita, quer ser a primeira?
-S-sim, claro – respondeu Sakura tentando parecer o mais calma possível diante daqueles olhos.
-Qual é a mão da varinha?
-Bem... eu sou destra – disse Sakura estranhando um pouco a pergunta.
-Estique o braço, por gentileza, minha jovem – pediu Olivaras retirando uma fita métrica do bolso.
Sakura fez o que lhe foi pedido. Olivaras começou á medir o braço de Sakura. Enquanto isso o Olivaras falava.
-Toda varinha Olivaras tem um miolo feito de uma poderosa substância mágica. Usamos pêlos de unicórnio, penas de cauda de fênix e cordas de coração de dragão. Não há duas varinhas Olivaras iguais, como não há unicórnios, dragões e fênix iguais. E é claro, os senhores jamais conseguirão resultados tão bons com a varinha de outros bruxos.
Sakura então percebeu que a fita a media sozinha na cintura, enquanto que o Olivaras descia caixas das prateleiras.
-Já chega – ordenou Olivaras e a fita caiu no chão formando um montinho, então Olivaras se aproximou de Sakura lhe estendendo uma varinha – certo, Srta. Sakura, experimente esta. Salgueiro e pêlo de unicórnio, vinte e dois centímetros. Boa e flexível.
Sakura pegou então a varinha. Tomoyo se preparou para filmar algo magnífico. Mas antes que Sakura fizesse qualquer movimento com a varinha, o Sr. Olivaras retirou o artigo de sua mão.
-Não, essa não serve – falou Olivaras, pegou outra varinha e á entregou á Sakura – Agora experimente esta.
Sakura experimentou mais de dez varinhas, mas Olivaras nunca parecia ficar satisfeito. Entretanto, quanto mais varinhas, Sakura experimentava, mais ele parecia ficar entusiasmado. Então disse o Olivaras após pensar um pouco.
-Hum... talvez eu tenha a varinha perfeita para a senhorita, e se for o que eu to pensando, então encontramos a varinha do senhor. Assim espero – disse Olivaras indo para o fundo da loja.
Sakura e Shaoran entreolharam-se confusos, afinal, o que ele quisera dizer com aquela afirmação?
O Sr. Olivaras voltou então segurando duas caixas compridas. Ás pôs sobre a cadeira – Meilin agora estava em pé ao lado de Tomoyo. O vendedor pegou uma das caixas, abriu-a e retirou uma varinha de seu interior. Depois a entregou á Sakura.
-Pegue. Cerejeira com diamante estelar. Vinte e dois centímetros. Maleável e boa. Experimente.
Então Sakura segurou a varinha, e no momento em que á firmou em sua mão, um calor repentino subiu pelo seu braço. A menina teve um bom pressentimento sobre a varinha, olhou para o Olivaras e ele também parecia confiante, e após o vendedor acenar com a cabeça que ela poderia experimentar, Sakura fez o movimento. A varinha subiu e desceu cortando o ar e causando um zunido e jorrando uma torrente de faíscas douradas e rosas. Não houve dúvidas, Sakura encontrara a varinha certa.
-Maravilha! – exclamou o Sr. Olivaras, e depois acrescentou – a varinha á escolheu. Agora, a varinha do senhor...
-Shaoran Li – respondeu Shaoran.
-Bom Sr. Li, quando o senhor e a senhorita...
-Kinomoto – respondeu Sakura.
-Sim, quando o senhor e a senhorita Kinomoto entraram na loja eu tive uma ligeira impressão que os dois tinham uma forte ligação. Será que poderia me confirmar essa suspeita?
-Bom... – Shaoran corava violentamente, junto de Sakura – Eu e a Sakura somos... noivos...
-Sim, bom saber. Só por curiosidade, quando foi o noivado?
-Foi no dia dezesseis de julho...
-Oh... meus parabéns aos dois pelo noivado – disse Olivaras aos dois, e após o casal lhe agradecer timidamente, Olivaras entregou a outra varinha para Shaoran – Experimente esta varinha. Carvalho com cristal lunar. Vinte e cinco centímetros. Forte e boa.
Shaoran pegou a varinha, e assim como aconteceu com Sakura, também sentiu um calor repentino subir-lhe o braço. Então o garoto repetiu o movimento da noiva. A varinha subiu e desceu cortando o ar e jorrando uma torrente de faíscas verdes e prateadas. Novamente Olivaras festejou.
-Eu sabia! – disse Olivaras enquanto pegava as varinhas das mãos de seus novos donos, e estava embrulhando as caixas quando comentou – Sabe, as substâncias que as duas carregam são extremamente raras. Eu ás encontrei por sorte. No caso da varinha da senhorita Kinomoto, eu escapei de ser atingido pelo diamante estelar quando eu tropecei numa raiz da cerejeira de onde tirei a madeira para formar o corpo da varinha. Notei que a substancia parecia reagir com a madeira, então eu as juntei formando a varinha. Já a varinha do Sr. Li, eu encontrei o cristal lunar dentro do carvalho de onde tirei a madeira para fazer a sua varinha. E como aconteceu com a varinha da senhorita Kinomoto, a substância parecia reagir bem á madeira do carvalho. E sabem o que é mais incrível?
Todos abanaram a cabeça enquanto digeriam as informações, e Olivaras entregava as varinhas aos novos donos.
-Ambas as varinhas parecem reagir quando juntas, ou próximas. Elas parecem ter uma ligação, talvez já soubessem que seus futuros donos tivessem uma forte e inquebrável ligação.
Com a revelação na cabeça, eles pagaram as varinhas e partiram da loja após agradecerem á Olivaras. Recomeçaram a caminhada. Faltavam apenas os animais de estimação.
-Shaoran? – chamou Sakura.
-Sim?
-Que animal você acha que é melhor?
-Coruja, com certeza.
-Coruja?
-Sim – respondeu Shaoran com simplicidade – sapo com certeza você não vai querer...
-De jeito nenhum! – respondeu fazendo careta.
-Gato será inútil em Hogwarts, e já basta a bola de pêlos...
-Não fale assim do Kero, Shaoran – respondeu Sakura – Pelo menos não quando ele não ta por perto pra se defender.
-Certo, tentarei não falar mal do boneco quando ele não estiver presente, mas não garanto nada – Sakura sorri com a colocação de Shaoran – então, será coruja, é melhor e mais eficiente.
-Então ta, se é o que você diz...
Shaoran sorriu em saber que Sakura confiava nele. E junto com aquela sensação de felicidade veio também o receio em decepcionar Sakura, e com medo que isto ocorresse, prometeu á si mesmo nunca decepcioná-la. Logo atrás do casal vinham as duas garotas que pareciam estar mais concentradas nos primos. Tomoyo estava feliz, pois ela praticava seu hobby favorito que era filmar sua Sakura nos momentos felizes de sua vida. Mas Meilin não parecia tão animada.
Continua...
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Esmeralda (pulando de alegria): Finalmente! O capítulo cinco!
Androchan (dançando loucamente): Ai, ai! Eu to tão feliz! Feliz! Filiz! Fliz!
Esmeralda (^^): Ah, eu queria te agradecer por... (Ò.Ó) EXPOR MEUS PENSAMENTOS MAIS ÍNTIMOS NAQUELA JOÇA DE PERFIL NO SEU JORNALZINHO FULEIRO!!
Androchan (^_^’): Ai, ai! Ela não vai esquecer assim tão rápido... .~.~.~.~.~.~.~.~o// (sai correndo)
Esmeralda (Ò.Ó): Pode fugir e se esconder no monte Fuji, to nem aí pra você!
Androchan (gritando do monte Fuji): Por que você não fala com os nossos queridos leitores?
Esmeralda (^^): Ótima idéia! Vamo lá! É o seguinte! Este capítulo seria mais longo se a Androchan não achasse que seria bom cortar a história com a Meilin parecendo triste...
Androchan (ò.ó): Ô! Não precisava caguetar não, viu?
Esmeralda (^^): Androchan! Fique aí por mais alguns capítulos que o povo agora ta se reunindo aqui embaixo pra te pegar!
Androchan (^_^’): Valeu pelo toque...
Povo (com foices, forcas e tridentes): Queremos a Androchan! Queremos a Androchan!
Androchan (^_^’): Ai, ai!