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› Autor: ~pizzolotto
› Categoria: Misc/Cross-Overs
› Gênero:
› Personagens: Léo, Paulo, Larry, Scar
› Classificação: Livre
› Adicionado em: 21/03/08
› Comentários/Favoritos 0/1
› Caracteres: 4.251
› Exibições: 58
Seres da noite
Capítulo 3: Um Mundo Novo
- Já acabou? - perguntou Léo, desapontado.
- Infelismente sim - respondeu seu pai, referindo-se as jujubas.
- Eu estava falando do escorrega - explicou Léo cansado.
- Ah... - desculpou-se Paulo. As vezes seu filho era tão brilhante que esquecia que ele era uma criança de doze anos.
Eles deram uma olhada no saguão novo.
Parecia algo de outro mundo.
Era um saguão de 120 metros de raio e roda, e estava atulhado de genteconversando e mechendo em computadores ou laptops, ou ainda palmtops.
Todos usavam jaquetas parecidas com as de Léo e Paulo, mas eles eram os únicos com jaquetas pretas e zíperes prateados.
As cores variavam. Vermelho e amarelo, azul e verde, roxo e preto... Dependendo do ranking...
A perede esquerda do saguão estava coberta de telas, mostrando gáficos e informaçoes, mapas e ainda desenhos animados.
- Quem foi o idiota que pôs desenhos animados na tela do computador? - perguntou um agente rindo, sem perceber com quem estava falando, já que estava olhando para o desenho do Tom e Jerry.
- Algum problema? - perguntou Léo ameaçadoramente.
O agente olhou para baixo.
- O... O... O agente... P menor...? - sussurrou o homem.
- Tira essa fantasia ridícula, Scar, é quase pior que a que voce estava usando lá em cima.
- Fantástico... - murmurou ele - você faz os maquiadores chorarem...
- Eu faria se você me dixasse ensinar a eles como se faz uma máscara mágica - murmurou Léo - de qualquer forma, não fui eu, eu só assisto séries Americanas como Friends.
- Então quem...? - ele se interrompeu ao notar que Paulo estava sentado no meio do saguão em um sofá de couro assistindo avidamente o desenho.
- Ora bolas... - suspirou Léo, indo até o mei do saguão e puxando o pai pela orelha até um dos cientistas do lado direito do saguão, que estava atulhado até o teto com cubículos e elevadores de pressão.
Os elevadores foram uma invenção de Léo. Haviam poços enormes e cilindricos abaixo dos elevadores, e cilindros maciços de metal dentro do posso. Você apertava o botão, e os freios dos cilindros se soltavam, diminuindo o espaço ocupado e deixando o elevador descer. Você apertava o outro botão, e os freis se moviam como breaços nos buracos nos cilindros, fazendo-o subir com a pressão dentro de um tubo de vidro gigante. O elevador possuía um buraco que devia ser mantido para o lado do vidro quando não tinha passageiros, e quando você quisesse sair, girava ele para o outro lado, tomando o cuidado para que o chão ficasse no mesmo nível que o chão do andar, se não os ocupantes do andar seriam esmagados.
- Oi Larry - comprimentou Paulo para um dos cientistas que trabalhavam febrilmente em um laptop.
- Oi Ps maior e menor, oi Scar. - cumpromentou Larry, batucando de modo doente nas teclas - vamos lá... Vamos lá... Só mais um pouco...
Léo espiou pelo ombro dele.
Larry estava jogando um joguinho de qualidade real (simplismente real)de corrida.
Ele estava na reta final, em segundo lugar, emparelhado com o de primeiro.
- Pelamor de Deus... - bufou Léo.
- SIM! - gritou Larry, erguendo os braços quando a corrida acabou, enquanto todos os famosos cientistas mundiais, os melhores de todo o mundo e eram muito bem pago (digo realmente em pagos, mais que umtraficante reberia em um ano) choravam por terem perdido a corrida virtual.
- Você queria nos ver? - perguntou Paulo - ou só queria uma audiencia para testemunhar seu discurso de vitória?
Larry realmente parecia pronto para fazer um, mas pensou melhor quan viu Léo balançando perigosamente uma pistola calibre 44.
- Bem, na verdade, a chefe disse que vocês tem uma missão...
Lé e Paulo rapidamente fiacaram atentos.
Uma missão para o ranking SS vermelho era de segurança nacional ou maior.
- Certo - disse Léo prontamente - vamos, hora de ver a chefe.
- Por que? - perguntou Paulo.
Léo contou até dez e desceu o elevador, e entrou pela porte do outro lado do saguão, inda para o corredor que levava para a sala da chefe.
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