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› Autor: ~Sakura-Lee
› Categoria: Animes/Sakura Card Captor
› Gênero:
› Personagens: Syaoran, Sakura
› Classificação: 14+
› Adicionado em: 18/03/08
› Comentários/Favoritos 7/2
› Caracteres: 18.800
› Exibições: 170
Nota:
Notas de Autora: Yo, minna! Acabo de vir de um torneio de ténis mas mesmo assim não deixei de actualizar! ^o^ Esta semana é só baldar à escola! XD Bem, vamos passar ao que interessa! «- Agora já estou de férias! XD
Drab são fics com final em aberto! Estive a comprovar e esta é o significado de ‘drab’ ou ‘drabble’ – é por isso que eu escrevo sempre fics com o um final aberto! XD
Mas também vou escrever one-shorts!
O próximo é uma one-short!
Isto de escrever ‘drabs’ é rapido! XD O terceiro drab não era para ser este – já tinha dois one-shorts em fila de espera – mas este foi o que eu acabei mais rápido! XD Por isso este é o terceiro drab! A ideia apareceu-me mesmo de repente. Espero que gostem!
Vemo-nos nas notas finais!
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Colecção de Drabs de SxS
Drab 3 – Dia dos mil e um acontecimentos
By Sakura Lee
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Começado às 17:45:44 de 8 de Março de 2008
Precisava mesmo de descontrair! Só os meus pais para pensarem numa festa ‘boas vindas’ a uns amigos seus. E depois tinha que sobrar para a filha! O que queria disser: eu.
Sentei-me num dos bancos de jardim que haviam no parque Rei Pinguim. Era um bom espaço para descontrair porque era bastante calmo e os vários tipos de plantas pareciam ajudar nisso.
Pus-me em forma de Buda, como se estivesse numa aula de yoga, e respirei aquele ar enquanto pensava nas minhas viagens de sonhos. Tudo parecia bastante calmo até ouvir um grito.
-. Hey, cuidado! – gritou alguém, mas eu só tive tempo de sentir algo bater em cheio na minha cabeça.
Tudo parecia escuridão até que eu voltei a ficar consciente e consegui escutar uma voz infantil.
-. Será que ela morreu? – perguntou num tom aflito.
-. Claro que não! Ela só está inconsciente, né nii-chan? – perguntou outra voz infantil.
-. Sim, ela apenas desmaiou quando a bola lhe acertou. – desta vez era uma voz mais adulta.
Abri os meus olhos lentamente e a primeira coisa que vi foi um rapaz de cabelos castanhos e olhos da cor de um âmbar.
-. Parece que ela recuperou a consciência. – disse o rapaz que estava à minha frente.
-. Viste como ela estava apenas inconsciente! – pude perceber melhor que aquela voz infantil era de uma menina – Eu sabia que ela não tinha morrido!
-. Des, desculpe! – disse, timidamente, o menino que estava ao lado da menina que antes falara.
Depois de observar tudo ao meu redor e recordar o que tinha ocorrido antes de desmaiar disse:
-. Não te preocupes, pequeno. – disse enquanto lhe fazia um carinho no cabelo.
Ele apenas afirmou, envergonhado, e eu sorri pela sua cara tão infantil e inocente.
-. Eu tentei avisa-la, mas acho que foi tarde de mais, não? – virai-me novamente para o rapaz que estava ao lado das crianças. Ele sorria abertamente para mim. Correspondi ao seu sorriso e ele ajudou-me a levantar do chão em que eles deviam ter-me colocado depois do desmaio.
-. Acho que já estou melhor. – respondi algum tempo depois. Na realidade aquela tontura que eu sentira antes estava a desaparecer pouco a pouco.
-. Nii-chan! Será que ela pode jogar connosco? – perguntou a menina.
-. De certeza que deve ter algo mais para fazer. – respondeu o rapaz, suavemente.
-. São seus irmãos? – perguntei com curiosidade.
-. Verdadeiros? Não. Acho que é algo normal aqui, neste pais. – respondeu-me.
-. Está a querer disser da mania que as crianças costumam ter de chamar ‘irmão’ ou ‘irmã’ a pessoas que na realidade não o são? Deve ter feito alguma coisa para eles gostarem de si e tratarem-lhe por essa espécie de diminutivo. – respondi admirada por toda aquela cena ‘familiar’.
-. Sim! – desta vez foi o menino que respondeu – Ele está a jogar connosco à bola! Disse que se conseguíssemos marcar seis golos e que ele não conseguisse defender nenhum iria ensinar-nos a lutar como aqueles na televisão. – o menino deu socos no ar, tentando imitar os movimentos que ele via em filmes animação ou até em animes.
-. E quanto é que vocês conseguiram marcar? – perguntei.
-. Ia fazer o sexto golo quando eu rematei mal e a bola foi parar à cara da senhorita. Desculpe. – pediu novamente.
-. Não precisas de te desculpar. – dei um leve soco na parte superior do crânio – Vês como estou bem?
-. Que bom! – respondeu.
-. Então quer disser que vocês conseguiram marcar cinco golos seguidos? – perguntei com admiração enquanto observava o rapaz pelo canto dos olhos. Ninguém conseguiria ser tão ‘zero à esquerda’ para não conseguir defender uma bola de um miúdo de cinco anos – que era a idade que eles pareciam ter. Isso mostrava como ele tinha jeito para crianças. Devia ser engraçado ver este menino rematar a bola e, como esta vinha lentamente para o lado direito, o rapaz ia para o lado esquerdo e fingia um ar decepcionado ao ver a bola entrar na baliza que tinha sido criada com pedras para marcar onde começava e onde acabava. Hilariante.
-. Hum, hum! – respondeu, com orgulho, o menino.
-. Gostaria imenso ver-te a jogar! – sorri logo após dize-lo.
-. Sim! Irei dedicar este golo a ti, nee-chan! – virou-se para o rapaz – Vamos jogar, nii-chan!
Ele apenas sorriu e caminhou em direcção à baliza improvisada.
Eu juntei-me à menina que fazia de claque. Vi como o menino rematava a bola, tudo tinha acontecido como eu teria previsto, só que desta vez a bola tinha ido pelo lado esquerdo e o rapaz tinha ido para o lado direito. De resto tudo tinha acontecido como eu imaginara. A menina, que antes estava ao me lado, correu até ao menino e eu aproveitei a comemoração entre os dois pequenos e aproximei-me ao rapaz que via toda aquela cena com um sorriso radiante no rosto.
-. As crianças parecem ter algo especial que nos capta a atenção. – comentou quando me sentiu ao seu lado.
-. Sim, tem razão. Eu reparei que a sua defesa não parecia muito ‘verdadeira’. – comentei enquanto o observava.
-. São apenas crianças, não? – observamos um ao outro durante algum tempo.
-. Pelo que eu percebi não é de cá. – tentei falar sobre algo.
-. Sim, tem razão. Cheguei hoje da minha terra natal, Hong Kong. Passei por este jardim até que vi este dois irmãos. Sabia que eles são irmãos gémeos? Enquanto eu brincava com eles algo aconteceu e a sua mãe teve que ir embora, mas ela fez-me jurar que ficaria a tomar conta deles. – contou.
-. Hong Kong? – perguntei.
-. Sim, porquê? – pareceu curioso.
-. É que eu passei umas férias de Verão lá. Lembro-me vagamente porque tinha dez anos, mas lembro-me que fui com os meus pais. – comentei, tentando me lembrar daquelas férias. Tudo parecia vago.
-. Talvez tenhamos visto alguma vez. – comentou com alguma graça na voz.
-. Talvez. Nunca se sabe! – respondi.
-. Nii-chan, nee-chan! Ganhamos por isso o nii-chan irá ensinarmos a lutar como aqueles na televisão. – fez estranhos movimentos com as mãos.
-. Eu também posso aprender? – perguntei.
-. Claro, mas não sei se esse vestido ajudará muito. – respondeu o rapaz que antes estava ao meu lado.
-. Se for por isso não há problema! – sorri e observei o meu vestido. Era de tiras e com texturas de xadez. A saia era quase rodada, contendo vários tecidos no interior, como a saia que a vocalista dos ‘HIGH and MIGHTY COLOR’ utilizava no vídeoclip ‘Ichirin no Hana’. A textura de xadrez tinham cores entre o tom verde escuro e o tom verde claro, combinado com os meus olhos. Subi a saia, mostrando uns calções próprios para ginástica, pretos – Nunca se sabe quando pode aparecer algum tarado que te levante a saia, né? – comentei, envergonhada.
-. A nee-chan é super inteligente! – exclamou a menina, admirada.
-. E se for por sujar não há problemas. É sempre bom divertirmos. – disse.
Depois de ele dar os truques básicos começamos pelo mais simples. Os socos.
Enquanto ele mostrava a forma correcta de socar eu dava pequenos socos no ar, mas eu própria achava os meus socos muito estranhos. Até que ele aproximou-se e viu a minha triste figura.
-. Hey! Estás a fazer gestos ou coisas assim? – perguntou-me num tom divertido, agarrando-me pelas ancas e segurando os meus braços logo a seguir – Tens que fazer assim. – movimentou, lentamente, os meus braços de frente para trás e de trás para a frente.
-. Isto não parece ser tão difícil assim. – comentei algum tempo depois.
-. Sim, só precisas ter jeito... – sim, tinha compreendido exactamente o que ele queria disser com essas palavras e um pontapé certeiro nas suas partes baixas foi a resposta.
-. Parece que eu tenho mais jeito do que parece, não? O que tenho que fazer é descobri-lo. – ri ao ver como ele contorcia-se com dores.
-. Que eu sabia ainda não tínhamos passado para os pontapés. – disse com dificuldade.
-. Pensei saltar uma lição. – ri, divertida.
-. Ai é? Agora já és expert nestes assuntos? – perguntou-me, recuperando-se do meu chute.
-. Talvez... quem saiba. – disse mostrando um sorriso vitorioso.
Ele fez-me uma pequena rasteira e eu cai no chão, mas agarrei-o pelos braços e ele caiu em cima de mim. Se eu caísse ele também cairia! Bem... mas a posição em que estávamos não era uma das melhores.
-. Nee-chan, nii-chan! – os pequenos correram na nossa direcção ao verem-nos cair. Ele levantou-se e puxou-me.
-. Está tudo bem! – disse – Porque não passamos ao próximo exercício?
-. Sim! – os mais novos responderam em coro enquanto eu tentava esconder a vergonha que era visível no meu rosto.
Passamos o resto da tarde a aprender alguns golpes ‘ninja’ – era assim que os pequenos lhe chamavam às artes marciais – até que vi o sol começar a pôr-se e lembrei-me do jantar familiar que teria naquele dia. Estava tão bem alí. Com aqueles três desconhecidos. Principalmente o desconhecido mais velho.
O que é que eu estou a pensar?! Impossível!
-. Nee-chan, fica mais um pouco! – pediram os gémeos depois de lhes disser que tinha que ir embora.
-. Não posso chibis. – respondi-lhes e eles mostraram-me uma cara decepcionada. Não gostava de vê-los assim – Eu... prometo que venho cá amanhã, sim? – perguntei e os seus olhos brilharam pela minha promessa.
-. E o nii-chan também verá, né? – perguntou o menino.
-. Porque não? – disse depois de suspirar.
-. Então fica combinado à mesma hora, sim? – perguntei com um sorriso radiante. Era tão bom passar um dia com crianças! Era... rejuvenescente...!
-. Sim! – disseram os gémeos.
Ele aproximou-se e disse:
-. Vemo-nos amanhã então. – piscou-me o olho.
-. Vê lá se queres levar outro chute. – ameacei.
-. Okay, okay! – disse com sotaque – Ficarei com eles até a sua mãe chegar, afinal prometi-lhe.
-. Vejo que és um homem de promessas. – comentei – Ganhaste uns pontos na minha consideração.
-. Que bom... – disse maliciosamente.
-. Adeus! – disse enfurecida. Quem ele pensa que é?!
Ao entrar em casa a minha mãe reprovou-me com o olhar. De certeza que era pelo vestido sujo de terra. Desculpei-me e entrei no meu quarto disposta a tomar um banho e trocar de roupa.
Estava a escolher outro vestido do mesmo género só que com tons castanhos quando ouvi a campainha. Os convidados tinham chegado!
Quase de imediato ouvi um toc toc e uma empregada apareceu, avisando-me que a minha mãe queria que eu descesse. Apenas disse para esperar mais cinco minutos e calcei umas sandálias castanhas com um salto alto e arranjei o meu cabelo, prendendo-o com uma espécie de mola. Alguns cabelos ficaram soltos mas isso dava mais graça e para finalizar coloquei alguns acessórios.
Dei uma volta à frente do espelho que tinha no meu quarto e apenas disse ‘Perfeito!’.
Saí do meu quarto e desci as escadas. A minha mãe estava à minha espera no fim das escadas e ao chegar ao pé dela reparei em três pessoas que estavam sentadas na sala de estar, assim como o meu pai.
-. Este é Hien Li, a sua esposa Yelan Li e o seu filho Syaoran Li. – apresentou-me – Acho que não deves recordar-te porque eras pequenas mas já os conheces de antes, quando fomos fazer aquelas férias a Hong Kong...
Mas eu já não conseguia escutar mais nada... apenas observava aqueles dois âmbares que observavam-me com a mesma admiração.
Afinal aquele jantar não seria tão mau como eu tinha imaginado...
E algo me dizia que não seria a última – ou até a penúltima ou antepenúltima – vez que o veria...
FIN
Terminado às 10:27:44 de 8 de Março de 2008
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Notas de Autora: Acabei este rápido! Como o anterior! u_u
Este fic é bastante diferente de todos o que eu já pensei, mas gostei bastante de fazê-lo!
Sobre a história em si todos deve estar a perguntar-se ‘aquele rapaz é mesmo o Syaoran? OoO’ Pela quantidade de vezes que ele sorri no fic! XD Mas também não vamos pôr o Syaoran como um Ryoma de ‘Prince of Tennis’ – isso é de mais para o coitadinho! u_u
Gostei bastante da parte dos ‘golos’ em que o Syaoran era ‘o bom da fita’ e deixava os miúdos marcarem e tal! Até a Sakura gostou! XD E só a surpresa no final? Talvez alguns já tivessem à espera desse final à medida que iam lendo o fic, mas mesmo assim foi diferente, né?
Gostei bastante dos gémeos e eu até era para ‘dar’ uma boneca – tipo peluche – em que ela segurava e o seu irmão que queria aprender a lutar como os da televisão para defender a ‘irmã mais nova’ dos tipos maus! Fofo, não? +.+
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Comentários:
Obrigado! n.n
Sim, também me aconteceu a mim! O meu melhor amigo vir a disser-me que gostava de mim...! OoO Sim, isso deixa mesmo uma pessoa sem fala e acaba sempre por lhe dar uma oportunidade. Mas umas vezes corre bem e outras corre mal. Ainda hoje penso no quando ele sofreu – porque eu dei-lhe uma oportunidade, mas depois terminei com ele. As coisas entre nós eram bem estranhas. Tipo, ele estava sempre muuuito tímido e já não era aquele rapaz divertido e tal! E também nessa altura não sabia o que era o ‘amor’. E agora ainda não sei o que é, apenas sei pelas histórias de amor que se contam e coisas assim...! Adorei as tuas palavras e elas dizem tudo! ‘Essa fic diz essa verdade nua e crua, ou seja, o amor tem várias "receitas" e modos de preparo. E assim como há amores que nascem em um olhar, existem também os que precisam aparecer lentamente.’
Claro que eu ia ler o teu comentário! n.n Fico à tua espera para saber a opinião deste!
Beijos!!
Sakura Li: Ahh! Consegui confundir-te! XD Até porque tu costumavas sempre ser a minha ‘lê mentes’ e se te confundi é um bom sinal, não?
Pois! Eu não gosto muito de pôr a Meilin(g) no papel de má ou reutilizar o nome ‘Megumi’ para ser má – já chega o que ela sofre com as fãs maníacas do Syao! XD Acho que isso saiu com a Tomoyo porque ultimamente – acho eu! XD – tenho lido fics em que a Tomoyo é que é a má – e acho que o Eriol também entra, na realidade já não me lembro bem! XD Ou será que sou eu que estou a inventar? o_o? Eu não me lembro disso, mas ainda me lembro da matéria de Geografia! XD Ok, passamos à frente!
Sim, é por isso que eu escrevi o final assim, acho que dá para sentir o que na realidade o Syaoran sente. Mas já não há aquele ‘amo-te’ das duas partes.
Continuação? Deixa-me pensar nisso primeiro, mas nunca se sabe!
Sabes que é sempre bom quando dizem que choraram ou iam chorando ao lerem o nosso fic, se quisesses eu até te pagava os lenços todos só para chorares! XD Brincadeira, brincadeira! Né, a Sakura é sempre a fofura de todos os fics, neste é o contrário! Até porque eu vou faze-lo sofrer muito num certo fic sobre este mesmo assunto! u_u
Sim, eu demoro mais tempo a adicionar aqui porque demora mais tempo os comentários a aparecer e deixo sempre passar um fim-de-semana, mas acabo sempre por adicionar com – mais ou menos – uma semana de diferença.
Chegaram as férias e agora é que eu não vou mesmo acabar de escrever! A ver se toco na ‘descoberta do amor’ – que já deve estar cheia de teias de aranha – e de almas gémeas e mais algumas que estão aí espalhadas pelos meus documentos! XD
Txau e beijos!!
Nara-chan: Obrigado!
Já me pediram uma continuação e eu estou a pensar nisso, não posso disser que foi fazer, mas talvez…
Beijos!
Espero pelos vossos comentários! Irei responder a TODOS no próximo drab!
Cliquem no ‘GO’, porfa! (é a mesma coisa que disser ‘por favor’! XD)
Matta ne!
Chus...
Sakura Lee
PS. Ainda estou a escrever o 4º Drab...
PS. 2. Também estou a escrever o 5º Drab...
PS. 3. Deste que ouvi – já voltamos aos ‘ps sem fim’? – o refrão da música ‘Lottery’ de Chris Brown eu estou com vontade de criar um drab com ligação a esse refrão! Não sei se esse será o ‘4º drab’, é como sempre, o primeiro a acabar é o que vai!
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