ANIME SPIRIT FANFICS

 

1.306 Visitantes Online

› Comunidade

Tenha um login para poder acessar todas as opções do site:


 Lembrar Login?


Cadastrar

Nova Senha

› Favoritos (10)

Veja todos

› Ferramentas

 Imprimir esta página

› avisos




› Divulgue

Fanfics

[Original] A Rosa entre Espinhos

Capitulo XIV


Autor: ~JosianeVeiga

Categoria: Misc/Originais

Gênero:

Tags: amor, paixão, assassinato, terror, fantasmas, sexo, policia, castelo, monarquia

Personagens: Mairi, Ian, Allan

Classificação: 18+

Adicionado em: 10/03/08

Comentários/Favoritos 14/10

Caracteres: 19.245

Exibições: 285

Url:

Embed:

AnimeSpirit:

Nota: Nota: 5 

 






A Rosa entre Espinhos

Capitulo XIV

Por Josiane Veiga

Nota da Autora: Petit nos presenteia com mais um fanart da REE (Rosa Entre Espinhos). Amada, te agradeço de coração! Ficou lindo! Mairi e Ian^^ Obrigada a todos que estão acompanhando a historia. Não esperava tanto carinho e fico realmente agradecida!



Mairi colocou a farinha na bacia e começou a juntar os outros ingredientes para preparar a receita. Bolo de amendoim, o preferido de Allan. Esperava que ele encarasse o agrado como forma de reconciliação. O amigo saíra de casa sem lhe comunicar nada já fazia dois dias. Os dois nunca ficaram tanto tempo longe um do outro. Já estava sentindo muito a falta dele.

-Tem certeza que quer bater o bolo? – perguntou a sra. Drake.

Ela encarou a mulher que a olhava apreensiva. Quase riu.

-Eu fiz bolos a vida toda, senhora. Pode deixar que eu mesma bato.

-Mas esteve tão doente. E agora grávida...

Mairi sorriu. Era bom saber que a mulher a sua frente vencera os preconceitos e já falava da barriga da amiga do patrão sem problemas. Ambas sabiam que Mairi não era culpada por aquela gravidez, embora no fundo não se sentisse assim.

-Já estou ótima e gravidez não é doença. Além disso, quero dar este presente a Allan.

-Um presente para mim?

As duas olharam em direção a porta. Allan Hatton entrou pela cozinha carregando uma pequena valise. Retornara enfim.

A cena que o loiro viu ao entrar na casa quase o fez desistir de todos os seus absurdos planos. Parecia uma família. Mairi cozinhando para ele, a sra. Drake falando da gravidez com bondade. Enfim, um momento único. Levaria aquilo para sempre.

-Allan!

Mairi correu em sua direção, o abraçou forte e ele quis ficar assim com ela perante a eternidade. Mas não era tolo de expressar esse desejo com palavras ou ações.

-Se eu soubesse que era tão aguardado, tinha voltado antes. –disse sorrindo.

A jovem estava muito emotiva no ultimo mês. Mairi quase chorou ao vê-lo entrar pela porta. O coração já começava a ficar pequeno perto do melhor amigo. Estava feliz simplesmente por perceber que ele não estava com raiva da teimosia dela.

A cada dia que passava, a opinião de Allan a seu respeito importava mais para Mairi. Mas por quê? Ele era homem. E ela nunca seria feliz com homem nenhum depois do que passou nas mãos de Ian. Mas a contradição se colocava a sua frente, pois era feliz ao lado de Allan... Será que estava se apaixonando? Impossível... era um amor fraternal o que sentiam. Ou não? Allan nunca lhe dera nenhuma indicação de que sentisse algo a mais por ela, e deixara claro que se casaria com ela apenas pela criança... Enfim... Ela devia tirar essas bobagens da cabeça antes que colocasse em risco a amizade deles.

-Ainda está zangado comigo? –ela perguntou inocentemente.

Ele deslizou o dedo indicador pela face dela e parou próximo a boca.

-Nunca fico zangado com você.

Alguém pigarreou e ele notou que a sra. Drake continuava na cozinha, observando os dois jovens atentamente.

-E a senhora? – ele perguntou dirigindo-se a mulher mais velha - também não vai me abraçar?

-Poupe-me de seus galanteios, sr. Hatton. Sou velha demais para eles. –ela disse rindo, claramente embevecida.

-Quanta bobagem, o amor não tem idade – ele a abraçou, mas logo a soltou olhando a bacia – o que é isso?

-Bolo de amendoim – respondeu Mairi – estou fazendo pra você.

Ele a olhou intensamente. Mairi sentiu os pêlos do braço arrepiando-se. Naquele momento ela soube que algo estava errado.

-Allan...

-Vou tirar a poeira da viagem – ele a cortou rapidamente - mais tarde desço para comer seu bolo, querida.

ººººººººº


Sim, ela iria odiá-lo. E Allan não sabia se estava pronto para perder a confiança de Mairi. Como contar a ela? Como ver a decepção em seus olhos?

...Como viver sem ela?

Por mais que estivessem juntos no castelo de York, não poderia mais ter a mesma liberdade. E nunca mais se permitiria em pensar nela como mulher, em tentar amá-la, sabendo que ela pertenceria aos olhos de Deus, a seu próprio irmão. Seus mais sublimes sonhos teriam que ser atirados ao mais secreto lugar de sua alma. O fim deles estava próximo.

E Mairi? Seria feliz ao lado de Ian? Ela dizia que não o amava mais, mas ele via o sentimento escondido em seus olhos e o olhar de uma mulher nunca mente. Sabia que ela podia estar confusa, depois de tudo que houve, mas Mairi e Ian foram feitos um para o outro. Ela voltaria a amá-lo, tinha certeza disso. Já o irmão, nunca a esqueceria.

Um enlace perfeito. Um final digno de um livro. Se não fossem as circunstâncias, ele estaria se congratulando pela criatividade de uni-los. Mas não podia estar feliz. Seria Ian que a teria, seria dele os filhos que ela gerasse.

Allan afundou-se na tina enorme. Nem o banho quente ajudava. Escorregou para baixo propositalmente e afundou o rosto na água. Devia ficar assim para sempre. Mas se fizesse isso, quem obrigaria Mairi a se casar com Ian?

Não...ainda não era o momento certo dele morrer.

Quando emergiu, passou as mãos no rosto tentando tirar a água. Ainda com os olhos fechados, apalpou a cadeira ao lado para pegar a toalha. Não encontrando, abriu os olhos e tomou um grande susto ao ver Mairi parada em sua frente com a toalha na mão.

-Mairi! –ele não sabia se ficava zangado ou feliz com a audácia dela. – você enlouqueceu? Estou tomando banho!

Ela estendeu a toalha a ele, muito séria.

-Allan, onde esteve nesses dois dias que ficou fora?

Ele pegou a toalha. Na banheira, a espuma escondia seu membro, mas seria impossível se levantar sem que ela lhe visse nu.

-Quer se virar?

-Não a nada aí que eu já não saiba como é. Esqueceu que seu irmão já fez questão de me mostrar da pior maneira possível?

Ele quase riu.

-Mairi, você está louca realmente! O que a faz pensar que eu e Ian somos iguais sem roupa? Não se esqueça que nosso estereotipo é muito diferente.

-Onde esteve?

-Vire-se!

Contrariada ela virou-se de costas. Céus, Mairi era uma mulher completamente doida, mas estranhamente excepcional! Ele levantou-se da banheira e enrolou a toalha em volta da sua cintura. Tentou não olhar para ela, porque na condição em que se encontrava, não conseguiria esconder uma possível reação imprópria.

-Já se tapou? – ela perguntou.

-Em um segundo? – ele perguntou – está doida. Mal tive tempo de me enrolar na toalha, quanto mais de conseguir a façanha de ficar apresentável.

Sem prévio aviso ela virou-se de frente. Engoliu seco em ver o loiro apenas com uma toalha que pouco escondia sua masculinidade.

Allan realmente era lindo. Um anjo como ela já o havia definido. A beleza era tão arrebatadora que ela perguntou-se como nenhuma mulher ainda não havia o conquistado e se casado com ele. O tórax era totalmente definido e o peito trazia poucos pêlos claros, que se escureciam levemente em direção a barriga. As coxas eram fortes e também musculosas. O que ele fazia para ficar em tão boa forma sendo advogado?

-Acabou a inspeção?

Ela sorriu.

-Estava pensando que você é um pedaço de mau caminho!

A franqueza dela o divertiu. Estava ficando insustentável essa situação, mas ele resolveu brincar com o perigo.

-Você acha? –ele deu um passo a frente.

E ela não recuou.

-Onde estão as mulheres da sua vida, Allan? –perguntou de repente

Este assunto era um tabu para eles. Mairi nunca perguntara sobre possíveis amantes e ele nunca falara delas. A futura mamãe sabia que um homem não vive sem satisfazer certas necessidades, mas Allan nunca dera mostras de nenhuma amiga mais íntima.

-Uma delas está lá em baixo. A sra Drake é como minha mãe, já que a mesma infelizmente eu não conheci. –ele respondeu sorrindo – a outra é você. E também essa pequena aqui – falou colocando a mão no ventre dela.

Mairi sentiu os olhos enxerem-se de lágrimas.

-Estou falando de mulheres reais. Não de fantasmas!

-Você não é um fantasma na minha vida. É a pessoa mais importante do mundo para mim. Entende isso?

Ela mordeu o lábio inferior e ele se aproximou mais.

-Você entende Mairi? Eu faria qualquer loucura para vê-la feliz. Mas você não sabe onde esta a sua felicidade. Eu sei...

O assunto foi tão estranho que Mairi ficou alguns segundos o encarando sem nada dizer. Então ela percebeu que Allan aproximava seu rosto do dela. Céus, ele iria beijá-la! E pior, ela queria isso!

Envergonhou-se. Que tipo de mulher era que podia ter sentido desejo por dois homens diferentes? E sendo esses homens irmãos, deixava a situação muito mais constrangedora!

Ainda pensando nisso, Mairi sentiu a boca de Allan encostar-se à sua. Ele segurou seu queixo e aprofundou o beijo. Era tão casto, mas tão gostoso. Ela levantou a mão, indecisa se o acariciava o rosto ou lhe empurrava. Aos poucos foi perdendo a noção de tudo, a não ser de o corpo atlético dele, praticamente nu, encostando-se ao seu e a língua quente deslizando por seus dentes. Então ela sentiu a rigidez dele contra seu ventre. Aquilo destroçou o momento.

Assustada, ela afastou-se e andou para o outro lado do quarto. Allan imediatamente percebeu que o encanto se quebrara.

-Me desculpe, Mairi...

-Eu que peço desculpas Allan. Mas não posso dar a você o resto de mulher que Ian me transformou.

-Eu aceitaria... –ele balbuciou.

Então, de repente ele virou-se em direção ao armário. Tirou as roupas de lá e foi a uma sala anexa se vestir. Mairi sentou-se na cama e o aguardou. Ele foi rápido e logo voltou.

Ela mal conseguia encará-lo e estava prestes a chorar.

-Voltando ao assunto de antes – ela falou ainda desconsertada, tentando manter a calma – onde esteve?

Ele aproximou-se da cama e sentou-se.

-Precisamos conversar.

-Eu sei disso – Mairi respondeu.

-Fui a York.

Allan aguardou os gritos, a explosão, mas nada veio.

-Por quê? – ela perguntou simplesmente.

-Você me disse que não posso pagar uma dívida que é de Ian. Então ele terá que quita-la. Ele vai se casar com você. Já está tudo combinado.

Ela engoliu a raiva que começava a brotar em si.

-Então você me traiu? – ela perguntou apertando os lábios.

-Existem coisas que mesmo um homem leal tem que fazer Mairi. Você esta confusa e não pensa claramente agora. Mas no futuro me agradecerá. Seu filho ou filha não será humilhado pela sociedade como eu fui.

-Allan... você não me entende... não posso nem olhar para ele...

Ele franziu a testa.

-Terá que ser forte.

-Allan... Como pode fazer isso? –ela levantou-se exasperada - Vai me largar sozinha? Vai me abandonar?

Ele levantou-se também e a prendeu entre os braços.

-É isso que pensa? Que eu seria capaz de deixá-la a mercê de Ian depois de tudo que ele fez? Eu disse que você se casará com ele por causa da criança, e não que precisará ser uma esposa no sentido real da palavra.

-E como você impedirá que ele me force novamente?

Ele a soltou.

-Existe um contrato de casamento. Eu serei uma espécie de tutor. E prometo que Ian jamais colocara as mãos em você novamente... A não ser...

-A não ser o quê?

-Que você queira.

-E você acha que eu quero?

-Agora não, mas talvez no futuro.

Ele passou as mãos no cabelo. Estava confuso. Também não queria entregá-la a Ian. Se ela forçasse mais um pouco, ele desistiria.

-Tenho outra opção? –ela perguntou baixo.

-Minha proposta de casamento ainda esta de pé.

-Não posso Allan.

Então ela começou a chorar. Já fazia algum tempo que ele não a via assim, tão agredida pela necessidade. A pegando nos braços, ele a ninou como a uma criança. Ficaram algum tempo assim, abraçados, entregues.

ºººººººººººº


O vento frio já anunciava que o inverno estava próximo. As árvores já haviam derrubado suas folhas, e a pequena névoa que cobria toda a Inglaterra não dava lugar ao sol. Sempre fora assim naquele lugar do planeta. E se, para muitos era fantasmagórico, para outros, como Mairi, era romântico.

Se bem que romantismo nada tinha a ver com o momento. Ela passou a mão nos cabelos, tentando evitar que o vento desmanchasse a grossa trança que fizera. Os olhos ainda estavam úmidos. Chorara durante os dois dias anteriores a sua ida a YorkShire e agora que se encontrava lá, sentia vontade de agir como criança e se sentar no chão, negando-se a levantar.

Mas não podia fazer isso. Já abusara demais de Allan! Ele também a desejava. Ela sentira isso no beijo que eles se deram, e por este motivo, não podia continuar ao lado dele, o incentivando, mesmo inconsciente. Teria que dar um jeito de ele achar que ela se apaixonara novamente por Ian e fazer ele ir embora. Allan não merecia os restos de outro homem. Ele merecia alguém melhor que ela. Uma moça pura que lhe fosse totalmente fiel.

Ela olhou para frente. A pequena paróquia emergia belamente entre as árvores altas e secas. Seria o lugar de sua morte. Ali entregaria a vida às mãos do homem que mais odiava.

Confusa ela tentou não pensar, mas as idéias surgiam na sua mente. Será mesmo que odiava Ian? Será que viver novamente ao lado dele não a faria voltar a sentir o mesmo carinho e amor que sentira antes? Mas como perdoar o que ele lhe fez?

-Mairi... – Allan a chamou.

Ela encarou o amigo e sentiu vontade de bater nele. Mas reconhecia que sua intenção era a melhor possível.

-Precisamos entrar.

Eles dirigiram-se ao prédio. Allan entrou primeiro e abriu espaço para Mairi passar. Ela pensou que fosse sentir um ódio mortal ou um medo descontrolado quando olhasse Ian, mas vê-lo levantar-se de um banco, a fez notar que ali na sua frente estava apenas um homem e não um monstro como sua imaginação criou.

-Mairi... – o ouviu chamá-la baixo.

Allan a levou até próximo a ele.

-Quero que saiba que eu jamais concordaria com essa loucura se não fosse pela criança. –ela reagiu fria.

Não lhe dando a chance de responder, ela afastou-se um pouco, tirou a grossa capa que a protegia do frio e a colocou sobre um dos enormes bancos do templo.

Ian mordeu o lábio inferior. Deus, ela estava tão linda quando entrara na igreja. Uma beleza única, incomum. Os cabelos acobreados presos, a pele pálida e a boca convidativa.

“Pare com isso!” ele recriminou-se. O amor deles já tinha chegado ao fim.

Viu ela se afastar para tirar a capa e olhou Allan. O melhor amigo loiro não o encarava.

-Mandei preparar seus aposentos no castelo, Allan... –ele explicou, tentando quebrar o incômodo silêncio.

-Agradeço. – respondeu Allan num murmuro.

Quando Mairi virou-se sem a capa, Ian quase caiu para trás. A barriga dela ainda não estava grande, mas já se percebia que teria um filho. O filho dele! Não merecia essa criança! Que injustiça! Fora um covarde e ganhara um presente. Mas não conseguia deixar de ficar feliz em saber que ela tinha uma parte dele dentro de si.

Quando levantou os olhos, viu que Mairi percebeu sua emoção ao ver-lhe o ventre.

-Vamos acabar logo com isso. –disse Allan, aparentemente bem incomodado.

Um senhor idoso que estava em um canto se aproximou.

-Quem é o noivo?

Allan bem sentiu vontade de gritar que era ele que merecia se casar com ela. Que ele a amaria e que dele, ela nunca precisaria temer nada, mas apenas afastou-se. Ian e Mairi ficaram lado a lado ouvindo o sermão que se iniciava. Os dois estavam com o pensamento longe. Ele na criança, ela no terror que podia ser sua vida dali a diante.

-Mairi...

Ela levantou os olhos para o pastor. Percebeu que ele havia falado com ela.

-Aceita este homem como seu legítimo esposo e promete amá-lo e respeitá-lo, na saúde e na doença, na riqueza ou na pobreza até que a morte os separe?

Por alguns segundos ela pensou em dizer não. Mas então colocou as mãos sobre o ventre dilatado.

-Aceito.

Ouviu Ian respirar aliviado do seu lado. Teve que reprimir um riso. Então o arrogante Lord Ian McGreggor sentia medo de ser abandonado no altar? Temia que uma simples empregada órfã o recusasse?

Ian também repetiu os mesmos votos e após trocarem alianças, Ian deu-lhe um beijo na testa.

O contato foi assustador para ela, mas não recuou. Não era mais a menina boba que um dia lia romances com ele. Aquela Mairi morreu.

Os contratos foram assinados e os três saíram da paróquia para o vento frio da manhã.

-Como vieram? –ele perguntou a Allan.

-Com um coche de aluguel. Sabíamos que você teria uma carruagem aqui para após a cerimônia.

Pareciam três estranhos, quando, no entanto tinham sido os melhores amigos. Era uma situação terrível e desafiadora. Ian sabia que teria que lutar muito para recuperar o respeito e admiração do melhor amigo e de Mairi, sua esposa.

Esposa...

Estendeu a mão e a ajudou a subir na carruagem. Depois Allan entrou e sentou-se do lado dela. Ian ficou na frente dos dois.

O coche era um veículo fechado, muito bem aquecido com tecido de camurça e veludo, e também bastante espaçoso. O cocheiro ficava em um banco na parte da frente e não tinha nenhum contato com os passageiros.

A viagem transcorreu tranqüilamente. Os três em total silêncio, sem nenhuma provocação. Mas será que seria assim no castelo? Por quanto tempo essa paz reinaria?

Continua...


Capítulos de [Original] A Rosa entre Espinhos

[03/12/07] Introdução

[12/12/07] Capitulo I

[17/12/07] Capitulo II

[24/12/07] Capitulo III

[30/12/07] Capitulo IV

[07/01/08] Capitulo V

[14/01/08] Capitulo VI

[21/01/08] Capitulo VII

[28/01/08] Capitulo VIII

[06/02/08] Capitulo IX

[11/02/08] Capitulo X

[18/02/08] Capitulo XI

[25/02/08] Capitulo XII

[03/03/08] Capitulo XIII

[10/03/08] Capitulo XIV

[17/03/08] Capitulo XV

[25/03/08] Capitulo XVI

[31/03/08] Capitulo XVII

[07/04/08] Capitulo XVIII

[14/04/08] Capitulo XIX

[22/04/08] Capitulo XX

[28/04/08] Capitulo XXI

[05/05/08] Capítulo XXII

[10/05/08] Capítulo XXIII

[16/05/08] Capítulo XXIV

[26/05/08] Capítulo XXV

[03/06/08] Capítulo XXVI

[10/06/08] Capítulo XXVII

[18/06/08] Capítulo XXVIII - Final


Faça seu Comentário

Login

Para ter acesso a todas as funções disponíveis na AnimeSpirit, é necessário que você esteja cadastrado na nossa Comunidade e esteja logado no sistema. Utilize o formulário abaixo para efetuar seu login:




Lembrar Login?


Parceiro: Hyrule Legends - FanFic Parceiro: Nyah&--33; Fanfiction

Melhor visualizado em: 1024 x 768 pixels
Navegador: I.E. 7.x, Firefox 2.x ou Opera 9.x

XHTML 1.0 CSS 2.0 Firefox Brasil PHP Postgre SQL
AnimeSpirit - Fanfics
http://fanfics.animespirits.net
Parte integrante do Portal AnimeSpirit © - Copyright 2001-2008
O AnimeSpirit, em seus termos e regras de cadastro, salienta que somente aceita trabalhos de fans, originais e autorizados. Por isto não responsabiliza-se por quaisquer conteúdos irregulares dos usuários, devendo tais conteúdos serem reportados!