Como você sabe meu nome? – perguntou, mas viu a gargantilha que seu padrinho havia dado. -
Quem é você? perguntou, pois ela queria saber o nome do homem que a fez amar mais uma vez.
Os lábios do rapaz se tocaram no dela, e uma força maior do que esperado parecia que os unia de forma firme, mas objetiva, parecia que ambos união sua alma em uma só, ela não consegui explica o motivo daquilo, não sabia dizer o por que de esta assim com alguém que nem sabia o nome, mas ele parou olhou para ela com seus lábios próximos ao dela falando como num sussurro baixo, onde a respiração quente dele poderia ser sentida por ela, e os lábios sendo tocados a cada movimento das palavras.
Sou aquele que descobriu quem era, antes mesmo de saber quem sou, mas se deseja saber meu nome deve tentar tirar isso de mim. – disse ele dando um sorriso malicioso e sinistro ao mesmo tempo.
Olhando para o rapaz ela parecia imóvel aquele hálito quente e aquela voz forte em seu ouvindo, seu corpo parecia se render tão facilmente aquele toque em sua costa e aquele corpo nu, junto ao seu próprio corpo. Ela saiu do devaneio.
Diga-me quem és ou o matarei antes que possa fazer qualquer gracinha. – falou ela colocando uma de sua unhas afiadas no pescoço dele.
Acalme-se raposa, nada tema, mas se quer mesmo saber meu nome eu lhe direi, somente se passar em uma prova. – falou ele envolvendo ela novamente em uma abraço mais forte não ligando para a unha dela.
Realmente gosta de joginhos, mas isso para mim já chega. – disse ela empurrando ele para longe o fazendo cair na água e de sua mão uma bola negra se formava. –
Pare de brincadeira e me diga seu nome, ou morrera agora mesmo. – disse isso com autoridade e força na voz.
Tudo bem, se não gosta de joginhos eu lhe direi meu nome. – falou ele se levantando. -
mas é uma pena que não goste de joginhos, pelo que soube as raposas amam fazer joginhos antes de devorar suas presas. E eu não ligaria de ser devorado por uma raposa assim. – falou com um sorriso malicioso nos lábios e passando a língua pela boca. -
Meu nome é Shura, sou um dos poucos guerreiros verdadeiros dessa terra que chamam de Makai. – disse com desdém.
Ela ficou olhando para ele, ainda um pouco distraída, sabia que conhecia aquele nome de algum lugar. Em outro lugar algo acontecia...
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Kyo corria como uma bala em direção ao castelo de yusuke tinha que falar com ele, nem que lhe custasse à vida. Algo parecia que não estava certo e ele temia que o Makai estivesse em sérios perigos realmente. Depois de muito correr pela arvores sem fazer barulho, somente viu de relance duas pessoas conversando na pequena cachoeira, e pelo reflexo da lua ele viu quem era a mulher, seus olhos ficaram frios e sua fúria somente aumentava, mas não poderia parar.
Desviou seus pensamentos daquilo e correu em direção ao castelo carregando consigo um de seus subordinados, que estava gravemente ferido.
”Ela ainda vai ter que me explicar isso.” – pensava ele, enquanto corria para o castelo que era a poucos quilômetros dali.
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Angel no Ningenkai somente olhava as horas no relógio e nada de sua filha voltar para casa, já estava aflita, era muito tarde para ela não ter voltando ainda. Algo em seu coração lhe alertava, sabia que a filha já não era mais uma criança e que estaria aproveitando seu aniversario, mas sabia que a mesma era responsável, olhava para o relógio compulsivamente na cozinha enquanto, com a luz apagada fazia um chá para se acalmar. A luz se acende de repente e ela armasse em modo de luta, quando ver que era Kurama que entrava na cozinha e voltara ao normal.
Eu lhe assustei não foi, me desculpa e que virei na cama e não lhe vi, achei que estava aqui como sempre, quando Sakura resolve sair muito tarde. – falou ele abraçando a mulher por trás. -
Vamos dormir, Sakura já é grandinha e saber muito bem se defender. – falou ele beijando o pescoço da esposa em forma de carinho.
Desculpe a mim, eu deveria esta ao seu lado e não preocupada com nossa filha. Como disse ela é grandinha. – falou não resistindo ao beijo no pescoço. -
Mas em meu coração existe um pesar que não quer sair, deve ser apenas cisma minha, agora que nossa filhote esta grandinha, e uma detetive espiritual e não precisa mais da gente. – falou com uma voz triste. -
Realmente nossa menina cresceu. – falou dando um suspiro.
Beijando a esposa sem dizer uma única palavra Kurama a levava de volta para o quarto depois de apagar a chaleira de água que fervia no fogo, mas sentia o mesmo que a esposa quanto ao receio de que estava acontecendo algo.
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Os dois continuavam ali parados um olhando para o outro, sentiram quem alguém os observava por alguns segundos antes de desaparecer, mas não ligaram para isso. Sakura somente o olhava sua frente, ainda nu e molhando pela água da cachoeira. Seu lado raposa parecia se aflorar como nunca acontecera antes em sua vida, para ela aquele lado nunca iria aparecer, agora estava ali com seu lado raposa tomando conta de seu próprio corpo perante aquele demônio a sua frente.
Shura, né? Parece que conheço esse nome de algum lugar e pelo que sei e um nome pouco incomum para um demônio como você. – falou olhando para ele, seus olhos mudavam de cor enquanto dizia isso. -
Pretende o que comigo Sr Shura? – perguntou em modo de ironia.
Shura nada disse somente olhou para ela, se aproximando novamente e indo em direção aos seus lábios, tocando novamente naquele corpo que já estava molhando pela água quando ele a abraçara a pouco tempo atrás.
Apenas lhe beijar novamente, pois não sei o que deu em mim para gostar de uma raposa, ainda mais uma que poderia ser minha inimiga. Mas acho que não será, ou é apenas uma ilusão? – perguntou segurando firme ela sem ver qualquer objeção de ir contra aquilo.
Realmente acha que iria desejar ter os lábios se um desconhecido colado ao meu novamente? Poupe-me sua cantada barata. – disse ela, mas ainda abraçada a ele. -
E o que quer dizer com inimiga? Pelo que ainda sei nada tenho contra você, e se tivesse já estaria morto. – olhou friamente para ele.
Olha, as garras da raposa são afiadas e bem firmes. – disse com ironia. -
Apenas digo que com raposa não devo brincar, pois a um que desejo muito derrotar e pelo que sei o nome dele é Youko. – falou ele assim sem pensar olhando para a face dela.
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Naquele momento kyo chegava ao castelo de yusuke carregando o homem em suas costas, todo ferido e sangrando. Quando se aproximou dos guardas o deixaram passar com urgência e em voz forte.
Rei, Rei, uma emergência, uma grande emergência. – falou Kyo rapidamente.
Naquele momento todo o castelo entrara em alerta, e Yusuke foi convocado naquela mesma hora, pois estava dormindo em seu quarto com keiko. Quando ele descera para o salão viu Kyo colocando o homem no chão.
O que ouve? Por que todo esse barrulho? – falou enrolando prendendo o roupão, olhando para Kyo. -
Me conte o que ouve? E leve esse homem para a enfermaria urgente.
Desculpe chegar assim Rei Yusuke, mas e que todos meus subordinamos formam mortos em batalha a poucas horas atrás, quanto tentávamos capturar um demônio que estava causando confusão no Makai. Ele matou todos eles, somente nos dos conseguimos escapar, graças a um que morreu para isso. – falou Kyo ofegante por ter corrido daquela forma e ainda carregando um homem nas costas.
Para de me chamar de Rei, oh moleque isso não parece nada comigo. – falou ele para Kyo antes de presta a atenção nas palavras dele. –
Isso não pode ser possível, de acordo com Hiei o demônio era classe D e fácil de derrotar, ou será que estávamos enganado. – pensou Yusuke por uns momentos. –
Convoque todos os conselheiros, quero isso agora. E você Kyo, me siga preciso da descrição desse demônio para saber como vamos caçá-lo. – Falou Yusuke para ele enquanto seguiam para um grande salão.
Kyo o seguiu, para o salão enquanto olhava para a frente e tentava lembrar do rosto do demônio, mas somente um rosto veio a sua mente. Todos os conselheiros eram convocados naquele momento, e um a um chegava à sala.
Kurama, Angel, Mukuro, Hiei, Kuwabara e por vídeo Koenma e Genkai. Naquele momento Yusuke falava o que tinha que dizer. Kyo relatava os fatos para eles. Quando finalmente chegara a descrição e somente uma imagem veio a sua mente.
Ele era alto, cabelos pretos curtos, mas ainda longos cortados de um modo estranho, seus olhos eram roxo, e em seu corpo podia ver cicatrizes fortes, principalmente em suas costas, onde uma cicatriz cortava de lado a lado na diagonal, sua orelha era pontuda e fina, tinha o que parecia ser garras e um chifre na testa. – falou para eles, aquela descrição. -
De relance só deu para ver isso, e o encontramos nas pequenas cachoeiras próxima ao palácio... – ele disse aquilo com um olhar distante, e aquela não parecia ser a forma que ele tinha visto antes...
Continua...