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› Autor: ~Key-rvt-lupi
› Categoria: Animes/Tokyo Mew Mew
› Gênero: Ficção e Fantasia / Mistério / Romance e Novela. / Shoujo (Romântico)
› Tags: romance, mundo alternativo
› Personagens: Zoe, Brigite, Wesley, Elliot, Mark
› Classificação: 16+
› Adicionado em: 17/02/08
› Comentários/Favoritos 3/2
› Caracteres: 7.035
› Exibições: 137
Nota:
N/A: Desculpem demorar tanto a postar, estava tentando organizar meus horários de aula, acabei ficando sem tempo!
Mas não abandonei a história!
Espero que gostem, o terceiro capítulo postarei no próximo domingo!
O clima era de tensão, Anne continuava tratando a mãe como se não existisse, então Anne falou que estava sem fome e que preferia ir para o quarto. Sua avó a levou até o quarto onde ela iria ficar, mas antes que a avó pudesse falar, Anne disse que estava precisando ficar sozinha, a avó respeitou e depois desceu as escadas e no caminho encontrou sua filha e seu marido.
-Anne foi se deitar!
-Ela não pode ficar sem comer – Lilian falou exasperada indo à direção as escadas - eu vou até lá e a farei descer... – mas foi impedida pela sua mãe que se pôs na frente dela.
-Lílian, você está muito nervosa... - sua mãe falou firmemente - quando Anne tiver fome ela desce... – olhou seriamente para a filha e falou com serenidade - vamos jantar... Depois vamos conversar sobre o que está acontecendo! – Lílian se deu por vencida e seguiu os pais até a sala de jantar, ao terminar levou seus filhos para o quarto de cada um, parou na frente do quarto de Anne ficou pensando se abria ou não, então desceu onde seus pais a esperavam.
Parou um pouco e ficou a observá-los, eles estavam sentados no mesmo sofá, seu pai segurava a mão de sua mãe, num gesto delicado e elegante levou a mão aos lábios e depositou um suave beijo, sua mãe sorriu singelamente para ele e então recostava a cabeça no ombro dele, Lilia sorriu aqueles gesto a faziam lembra da infância, eles sempre faziam aquilo depois do jantar como um ritual e Lílian achava aquilo tão bonito que não queria interromper, mas acabou sendo flagrada por seu pai que ao perceber a presença da filha lhe deu um sorriso e falou.
-Venha até aqui querida! – Mamãe também voltou seu olhar para ela e lhe ofereceu um sorriso, viu a filha se aproximar e sentar na poltrona a frente deles.
-Então querida o que está acontecendo? – falou a mãe - Acredito que a Anne não está zangada assim só por causa da mudança para tem mais alguma coisa?
-Ai mãe tem sim... – Lílian colocou a mão no bolso e de lá tirou um anel de brilhante e com um sorriso triste continuou – O Jullian me pediu em casamento, depois que nos transferiram para cá...
-Quando pretendia contar para seus pais? – perguntou o pai arqueando, Lílian suspirou e falou tristemente.
-No mesmo dia em que em que a Anne falou que eu estava traindo a memória do pai dela!
-Oh Querida venha até aqui! – falou a mãe oferecendo um espaço entre ela e o marido, Lílian anihou-se entre os pais não segurando as lagrimas, sentia-se tão frágil que aceitou sem pestanejas os carinhos da mãe – Lili, mas a Anne aceitava o namoro de você, lembro que ela adorava o Jullian!
-Eu sei...por isso eu não sei o que fazer – Lílian suspirou e disse – As vezes penso se não estou traindo mesmo a memória do Pete...
-Lili tenha certeza que onde o Pete estiver ele gostaria de vê-la feliz! – Falou seu pai enxugando a lágrimas - Não se preocupe querida, você pode viajar amanhã em paz e sem pressa nós cuidaremos dos nossos netinhos! – Lílian voltou olhar para a mãe e falou receosa.
-Eu não queria dá trabalho a vocês, mãe! Principalmente com a Anne está tão rebelde!
-Que isso filha! Vai ser um prazer, lembre-se que fomos nós que insistimos para ficar com eles, além do mais... – a Mãe deu um sorriso enigmático para o marido, o que não deixou de ser percebido pela filha –...tenho algo especial para a Anne e tenho certeza que vai ajudá-la a aceitar que as vezes as mudanças são inevitáveis! – Lílian olhou interrogativa para a mãe, mas antes que pudesse formular alguma pergunta a mãe continuou – Já é tarde é melhor irmos dormi e já passa da hora a senhora tem que dormi!
-Eu já sou crescida! – falou cruzando os braços fingindo estar emburrada fazendo bico.
-Para seus pais nunca vai crescer! – o pai falou fingindo seriedade, fazendo-a sorrir enquanto a ajudava a levantar-se – Pra cama mocinha! – eles viram a filha subir as escadas então seguiam para o quarto deles.
NO DIA SEGUINTE ...
Amanheceu, já passava das nove, Anne não estava muito a fim de descer e encontrar com a mãe e ter uma nova discussão. Anne não era do tipo de garota rebelde, ela era uma garota alegre e até um pouco desajeitada, mas naquele momento estava se sentindo traída pela mãe, até aceitava que ela namorasse com o Jullian, mas casar? Para Anne era demais.
Sua barriga começou a reclamar, a final já passava das dez horas e ela não tinha comido nada desde ontem. Decidiu engolir o orgulho e descer para comer alguma coisa, percebeu que a casa estava silenciosa, isso então queria dizer que eles estavam provavelmente na praia.
Sentiu-se um pouco mais aliviada, entrou na cozinha o cheiro de pão caseiro e bolo atiçou ainda mais sua fome, de repente assustou-se quando alguém atrás de si lhe cumprimentou.
-Bom dia querida! – falou sua avó, mas Anne não respondeu então a avó continuou – Você deve estar com fome, já que não comeu nada ontem! – falou em quanto colocava a vitamina de morando no copo sobre a mesa.
-Aonde foram todos? – perguntou com desinteresse.
-Foram à praia com seu avô, acho que só vão voltar a tarde! – falou enquanto virava costas para neta para pegar a frigideira com ovos, virou novamente para a neta e pondo a frigideira sobre a mesa e dando lhe um sorriso - Pedi que fossem se distrai um pouco... e assim é melhor, pois o que tenho um presente para lhe dá e é melhor que estejamos sozinhas!
A avó virou novamente para o fogão onde esta o café pegando-o e pondo sobre a mesa e sentando-se em frente à neta que ainda permanecia em pé com a cara desconfiada.
– Sente-se querida se não a comida vai esfriar - Anne sentou-se e encarou a avó.
- Presente? Que tipo de presente? – perguntou desconfiada tem alguma coisa errada – Se a senhora está pensando em me convencer... – mas a avó acabou por interrompê-la
- Coma primeiro depois conversamos, querida!
A voz de sua avó era suave, mas firme, Anne entendeu que aquele não era um pedido e sim uma ordem, ela não ousava desobedecer, não por medo, mas por ter muito respeito por sua avó e porque estava realmente com fome, mas sabia que depois a avó iria lhe explicar o que estava acontecendo e que presente seria esse?
N/A: no próximo capitulo a Zoe vai aperecer!:D
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