ANIME SPIRIT FANFICS

 

Tocar Parar Pedidos & Recados Radio Blast

› Comunidade

Tenha um login para poder acessar todas as opções do site:


 Lembrar Login?


Cadastrar

Nova Senha

› Favoritos (10)

Veja todos

› Ferramentas

 Imprimir esta página

› avisos




› Divulgue

Fanfics

[InuYasha] O Preço de Um Homem

cap. 5


Autor: ~Beltante

Categoria: Animes/InuYasha

Gênero: Hentai/Ecchi/Seijin - Yaoi/Lemon/Dark Lemon - Yuri / Romance e Novela. / Shoujo (Romântico)

Tags:

Personagens: Inu Yasha, Kagome

Classificação: 18+

Adicionado em: 29/01/08

Comentários/Favoritos 21/10

Caracteres: 15.469

Exibições: 978

Url:

Embed:

AnimeSpirit:

Nota: Nota: 5 

 


ATENÇÃO: GALERA...IREI POSTAR UM CAP. POR SEMANA, ESTOU COM MUITO TRABALHO E SE DEVE ISSO AOMEU ATRASO...SEI QUE A MAIORIA JÁ CONHECE E AGUARDA O CAP.8, GARANTO NÃO DECEPCIONAR...
MAS ESPERO QUE COMPREENDAM QUE ESTÁ FIC, JÁ POSSUI MAIS DE 100 PÁG...T.T DÁ MUITO TRABALHO...HAHAHAHAH

BEIJOS...5º CAP.

cap. 5

Quase duas semanas se passaram. Inu Yasha saiu da cabine de seu Piper Comanche e pisou no solo do Rancho Taisho, onde estivera pela ultima vez havia dois anos.
Era uma abafada e quente manhã de junho. Insetos zumbiam na relva que cobria a área de estacionamento. Quando seu irmão Sesshoumaru, ligara lhe dizendo que seu pai queria vê-lo ate se surpreendera.
Assim que entrou na casa, Inu Yasha se dirigiu a biblioteca, o lugar favorito de seu pai.
Encontrou seu pai lá cercado por meia dúzia de senhores. Era uma reunião de homens que disputavam entre si para saber quem era o maior no mundo do poder e da liderança. O cômodo recendia a Bourbon de alto preço, a charuto cubano e colônia finíssima.
- Inu Yasha - Inu no Taisho chamou o filho ao vê-lo entrando na biblioteca.- Sim, pai.
Um senhor, candidato a um cargo político que estivera falando e fora interrompido, ia prosseguir, mas Inu no Taisho disse polidamente:;
- Cavalheiros, mais tarde continuaremos nossa conversa.
O grupo saiu. Inu no Taisho atravessou devagar a biblioteca com o piso coberto por tapetes navajos tecidos a mão e fechou a porta. Voltando, dirigiu-se ao filho:
- Espero que você não tenha vindo me dizer novamente que os anos da sua infância e adolescência foram um desastre.
- Eu nunca disse isso – Inu Yasha foi ate o aparador de mogno, abriu uma garrafa de água mineral e despejou em um copo com gelo – Que trabalho é esse que você quer que eu faça? Mas já lhe aviso não tenho interesse nenhum nele.
- Mas eu não falei em nada de trabalho.
- Vamos lá Inu no Taisho, meu pai, lhe conheço muito bem, não nos vemos a dois anos, e de repente do nada você sente saudade?O que você quer?
Inu no Taisho sorriu.
- Pensei que você não estava interessado.
- Talvez não esteja. Mas não custa ouvir os detalhes. Se for alguma coisa que me obrigue a sair da cidade por algum tempo posso pensar no assunto. Estou querendo mudar de cenário.
- Problema com mulher – Inu no Taisho encostou-se na parede e cruzou os braços.
- O que o faz pensar assim?
- Vi você em uma revista. Beijando aquela moca. A filha do senador. A moca parecia querer engolir sua língua. Acertei?
Inu Yasha riu.
- Acertou, pai. Mas há um modo mais romântico de dizer uma coisa dessas.
- Quanto a você dava a impressão de um touro interessado em uma vaca.
- Pai, a sua percepção no que diz respeito a minha vida amorosa é muito interessante, mas...
- Vida sexual rapaz – Inu no Taisho corrigiu – Não confunda sexo com amor. O que um homem sente por uma mulher vem diretamente do que ele tem entre as pernas. O problema começa quando se mistura desejo com amor.
Inu Yasha terminou de beber a água e serviu-se de Bourbon.
- Sua esposa adoraria saber disso.
- Não estou dizendo que não tenho afeição por minha mulher. Estimo minha esposa. Mas um homem que se julga apaixonado esta encrencado.
O Inu no Taisho tinha o olhar perdido na distancia e sua voz tornou-se inexpressiva.
- Você fala como se tivesse experiência – Inu Yasha observou.
Por um instante Inu no Taisho permaneceu imóvel e calado, depois respondeu:
- Um homem com a minha idade já viveu o bastante para reconhecer um imbecil assim que o vir.
- Por que está fazendo tanto rodeio e não diz logo que tipo de trabalho quer que eu faça ?
Inu no Taisho sentou-se na sua poltrona de couro favorita. Inu Yasha percebeu que o pai já não tinha a mesma agilidade de antes. Estava realmente ficando velho. Surpreendeu-se ao sentir uma ponta de compaixão.
- O assunto é o seguinte: - Inu no Taisho começou –Estou querendo comprar uma empresa no Napa Valley.
- Napa Valley é a região do vinho, pai. Você quer entrar nesse ramo de negócios?
- Sim,estou pensando em fabricar vinhos. Você sabe que a fortuna dos Taisho esta investida em muitas coisas.
- Se a questão é ter um advogado para cuidar da compra e do contrato, posso indicar alguns colegas competentes.
- Quero você. Sei que entende de vinhos.
- Conheço um bom vinho, mas nada entendo de vinicultura ou ...
- Tenho a meu serviço vários administradores de empresas – Inu no Taisho interrompeu o filho - , mas nenhum deles é capaz de distinguir um Zinfandel de um Beaujolais.
- Francamente pai, estou admirado de ouvir tais palavras fluindo de sua boca.
Inu no Taisho levantou-se, foi até o aparador, também se serviu do excelente Bourbon e virou-se para o filho.
- Vou precisar de você por um dia ou dois. Quero que vá a Napa Valley para verificar os contratos de compra e financiamento.
- Trata-se de um assunto especifico, de uma atividade que não entendo. – Inu Yasha alegou irritado.
- O que há com você? Parece que pisou em um formigueiro. É tudo tão simples. Bastará você examinar os relatórios financeiros que meu pessoal já preparou para ficar a par da situação.E, em Napa Valley, você deve apenas fingir que entende de coisas como manutenção em tonéis de carvalho, vinicultura...-Inu no Taisho riu – Tudo isso está estampado na sua cara, rapaz. Você é capaz de convencer qualquer um.
Inu Yasha também não conteve o riso.
- Você não pára de me surpreender, pai.
- A vida é cheia de surpresas. E então? Você atenderá ao pedido do seu velho pai, não?
Alguns dias no norte, a oitocentos quilômetros de distância, parecia uma ótima oportunidade para tirar Kagome da cabeça. Além disso ele gostava de Napa Valley, entendia muito de vinicultura e até já tinha pensadoem investir um bom dinheiro em uma empresa vinícola.
- Sim, pai- decidiu-Irei a Napa Valley. Envie-me todos os relatórios que mensionou para eu analisa-los.
- Já tenho tudo comigo- Inu no Taisho apertou a mão do filho – Eu tinha certeza de que você não iria perder a chance de provar que era o advogado competentíssimo e grande entendido em vinhos.
- Qual o nome da vinícola? – Inu Yasha lembrou-se de perguntar.
Antes de responder Inu no Taisho foi até a escrivaninhae tirou uma pasta da gaveta.
- Aqui está. Vinícola Shikon. Era administrada por um tal de Kouga, que nada entendia de vinhos.
- Nunca ouvi falar dele.
- A plantação e a vinícola pertencem a ex-esposa dessa Kouga. Eles se divorciaram. O nome dela de solteira é ...- Inuno Taisho revirou alguns papéis - Aqui está. O nome da proprietária é Kagome Higurashi.
Inu Yasha teve a sensação de que o chão lhe faltara. Deve ter demonstrado sua perturbação, pois, Inu no Taisho perguntou-lhe:
- O que foi rapaz? Algum problema?
- Não – Inu Yasha respondeu calmamente, tendo conseguido controlar-se – problema nenhum.

Enquanto percorria os longos caminhos ladeados de videiras, da propriedade Shikon, Kagome pensava em Inu yasha.
Sabia que depois do leilão tinham surgido inúmeros comentários e especulações sobre ela e Inu Yasha. Porem isso não a perturbara.
Os sonhos, sim.
Vinha sonhando seguidamente com Inu Yasha. Sonhos eróticos tão reais que acordava quente, úmida, com os lençóis torcidos entre as coxas, os lábios trêmulos como se tivessem sido beijados avidamente.
O grito de um falcão fez com que Kagome olhasse para cima. Apreciou e invejou a liberdade da ave. Nunca se sentira livre. Quando solteira vivera cerceada, dominada pelo pai, depois pelo marido. E aceitara isso sem protestar.
Fotra educada para não questionar seu papel. Devia ser uma filha obediente e quando adulta se casaria com um homem da mesma posição social. Seria uma esposa exemplar, excelente anfitriã, capaz de organizar uma refeição elegante para dez pessoas ou duzentos convidados. Acostumada a atender aos desejos do pai, e, depois aos do marido, ela talvez continuasse casada, mesmo detestando o casamento, se não tivesse voltado para casa certo dia e encontrado Kouga na cama com outra mulher.
Tudo mudara naquela sexta-feira, duas semanas atrás, quando fora para os braços de um estranho.
O mais importante, depois de sua experiência com Inu Yasha, foi que despertará para a vida. Compreenderá que seu tédio era falta de trabalho e de um interesse verdadeiro. O primeiro passo fora inteirar-se da situação da vinícola que tinha sido posta a venda havia meses e não aparecera uma única oferta e compra.
Kagome parou no final de uma das fileiras do vinhedo. Não sabia porque se sentia indecisa sobre a venda de Shikon. Era uma sensação nova que chegava a assustá-la. Fora sempre tão tranqüila, sua vida era metódica, tinha tudo o que desejava sem precisar fazer muito esforço. Passara a se sentir diferente depois do leilão em que dera o lance para arrematar Inu Yasha.
Rugas marcaram sua testa:ela endireitou os ombros e continuou a caminhar. Não era o momento de dar asas ao pensamento. Nunca mais veria Inu yasha (nota da autora: é o que ela pensa hahaha).Agora teria que se concentrar no advogado, representante do comprador da propriedade, que esperava na grande casa vitoriana.
O que iria dizer a ele? O que iria exigir? Bem ela seria assessorada por um dos advogados da vinícola, mas fazia questão de participar da negociação. Pelo menos sabia julgar as pessoas.
A brisa tinha desmanchado algumas mechas do elegante coque que o seu cabeleireiro fizera pela manhã e Kagome alisou o penteado com as mãos. Olhou para os pés calcados com sandálias italianas e viu que estavam sujos de terra.
- Que belo começo, Kagome – murmurou.
Parou de repente, o coração batendo forte.
Havia um porsche preto estacionado na frente da casa, do lado do sedan que ela alugara. Seu advogado dirigia um carro preto, mas era um cadillac. Inu Yasha tinha um porsche preto. Kagome riu. O país estava inundado de Porsches pretos. De mais a mais, o que um caubói poderia querer em uma vinícola.
O telefone celular tocou assim que Kagome chegou a varanda da casa. Ela atendeu. Era o advogado.
- perdoe-me srta. Higurashi, mas estou muito atrasado. Receio não poder chegar a Vinícola Shikon para a reunião. Sendo assim sugiro que converse com o sr. Inu Yasha para saber o que ele tem a dizer.
O sangue de Kagome gelou. Não tinha perguntado o nome do representante do comprador.
- Quem?
- O sr. Inu Yasha. Eu não sabia que vocês dois se conheciam, srta Higurashi, mas ele afirmou que ambos eram velhos amigos.
- Velhos amigos – Kagome murmurou, a voz estrangulada.
- Foi o que eu disse ao seu advogado. Não me ocorreu outra coisa –uma voz grave, bem conhecida soou as costas de Kagome.
Virando-se sobressaltada, ela viu Inu Yasha a porta do hall. Ele usava calça jeans, camiseta e botas.
- Não somos velhos amigos, Kagome?
Os olhos dela se fixaram no homem com quem ela havia sonhado tantas vezes. Eles não eram nem sequer amigos.
- Kagome? – o advogado chamou-a
- Sim- ela respondeu – É verdade...somos velhos amigos. O sr. Inu Yasha e eu.
- Ótimo- o advogado alegrou-se – Ouça apenas a proposta dele. Não aprove e nem decida nada, claro srta. Higurashi.
As mãos de Kagome tremiam quando ela desligou o telefone e o guardou na bolsa a tiracolo. Dirigiu-se a Inu Yasha, a voz gélida.
- Inu yasha, eu gostaria que explicasse qual o motivo da sua presença aqui.
- Explicar o que? Estou aqui pra comprar a propriedade. Seus advogados não lhe disseram isso.
- Você? Quer comprar a vinícola Shikon? Você deve ter enganado meus advogados, mas não pode me enganar. O que está fazendo aqui, realmente?
Inu Yasha lutou contra o desejo de tomar Kagome nos braços e beijá-la para tirar aquela expressão desdenhosa de seu rosto. Tinha esperado com tanta ansiedade aquele encontro, ela estava mais linda do que nunca, porém a atitude dela o estava deixando furioso. Controlando-se, respondeu calmamente:
- Estou aqui para tratar da compra da vinícola.
- Ah, sim. A lua é feita de queijo azul.
- É mesmo? Sabe que eu estava curioso para descobrir se isso era verdade?
- Olhe aqui, Inu Yasha, não estou convencida de que você veio até interessado em comprar esta propriedade.
- Bem, não exatamente.
- Então admite que enganou meu pessoal para atrair-me até aqui...
- Represento as Empresas Taisho – Ele tirou da carteira um cartão de visitas – Aqui está meu cartão. Sou sócio da firma de advocacia Tessaiga. É Inu no Taisho, meu pai, quem está interessado na vinícola.
- Então, você é advogado.
Para a satisfação de Inu Yasha, a expressão desdenhosa de Kagome desapareceu e ela mostrou-se confusa.
- Sou especialista em direito empresarial. Você deve ter ouvido falar sobre a minha firma.
Kagome conhecia a firma, tinha a mesma reputação e influência daquela que a representava.
- E seu pai...
- É ele está interessado na vinícola – Inu Yasha foi para a varanda e olhou ao redor – Bem, talvez eu deva dizer que ele estava interessado. Mas pelo que já vi desta propriedade, não estou inclinado a recomendar-lhe a compra.
Essas eram as ultimas palavras que Kagome desejava ouvir. Perguntou em tom agressivo:
- Por que não?
- Você entende de vinicultura?
Os olhos de Kagome se estreitaram.
- Não.
- Bem, nesse caso, será complicado explicar de modo que você possa entender.
- Dispenso esse tom condescendente – Kagome cortou.
As sobrancelhas de Inu Yasha arquearam-se. Kagome podia não saber nada sobre vinhedos e produção de vinho, talvez nem tivesse idéia do valor verdadeiro do que tinha herdado. Ainda assim, mantinha o queixo erguido e o tom arrogante. Contudo, ele tinha de admitir que ali estava uma mulher determinada a dar-lhe trabalho naquela negociação. Em todo caso, não tinha importância. A vinícola Shikon era um lugar encantador. E tinha possibilidades. Só que não valia o preço exorbitante que o advogado da empresa pedira.
- E então? Estou esperando para ouvi-lo dizer por que a vinícola não corresponde as suas expectativas, Inu Yasha.
- Creio que seria mais proveitoso conversarmos durante um jantar.
- Eu não vim aqui combinar um jantar!
- Afinal, você quer vender a propriedade ou não?
- Você não falou em desaconselhar seu pai a realizar o negócio?Nesse caso não haverá venda nenhuma.
- Aposto que você nunca esteve no Marrocos. Também nunca foi a um mercado de quinquilharias.
Kagome olhou para Inu yasha como se ele estivesse maluco.
- o que está falando? O que tem o Marrocos e mercado de pulgas a ver com a vinícola.
- Tem a ver com comércio. Negociação. E a primeira regra em vendas é: o vendedor tem que convencer o comprador de que o seu produto é incomparável, é exatamente o que ele precisa.E um grande negócio exige tempo, conversa – Inu Yasha dirigiu a Kagome um sorriso encantador. – Que tal o jantar, Kagome?
Ela hesitou. Sentiu o coração bater descompassado, faltou-lhe o ar. Mas era uma mulher determinada a realizar a venda de uma propriedade. Que mal havia em sair com o cliente para um jantar de negócios?
- Aceito.


Capítulos de [InuYasha] O Preço de Um Homem

[06/12/07] Cap. 1

[10/12/07] cap.2

[03/01/08] cap. 3

[24/01/08] cap. 4

[29/01/08] cap. 5


Faça seu Comentário

Login

Para ter acesso a todas as funções disponíveis na AnimeSpirit, é necessário que você esteja cadastrado na nossa Comunidade e esteja logado no sistema. Utilize o formulário abaixo para efetuar seu login:




Lembrar Login?


Parceiro: Hyrule Legends - FanFic Parceiro: Nyah&--33; Fanfiction

Melhor visualizado em: 1024 x 768 pixels
Navegador: I.E. 7.x, Firefox 2.x ou Opera 9.x

XHTML 1.0 CSS 2.0 Firefox Brasil PHP Postgre SQL
AnimeSpirit - Fanfics
http://fanfics.animespirits.net
Página gerada em 0.50 segundos - 21 consultas ao Banco
Parte integrante do Portal AnimeSpirit © - Copyright 2001-2008
O AnimeSpirit, em seus termos e regras de cadastro, salienta que somente aceita trabalhos de fans, originais e autorizados. Por isto não responsabiliza-se por quaisquer conteúdos irregulares dos usuários, devendo tais conteúdos serem reportados!