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› Autor: ~Megumi
› Gênero: Comédia / Hentai/Ecchi/Seijin - Yaoi/Lemon/Dark Lemon - Yuri / Shoujo-Ai
› Classificação: 18+
› Adicionado em: 13/01/08
› Comentários/Favoritos 8/7
› Caracteres: 18.581
› Exibições: 320
Nota:
Obs da autora: Em itálico depois da retrospectiva é hentai. Se você não se sente bem em ler, ou tem menos de 18 anos por favor não leia. Mas quem esta com receio, não se preocupe não esta TÃO pesado
Boa Leitura!
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- É, pois é... – o telefone dela tocou. – Alô? Oi, minha filha que saudades! Como? EU SEREI BISAVÓ? MAS EU SOU NOVA DEMAIS
- Entenda mulher, você esta velha, sua neta já tem 25 anos – David com cara de felicidade pela noticia.
- Tudo bem, mande felicidades para minha neta. Beijos – desligou – Nossa, eu acho que estamos conservados em formol, David. Bisnetos?
- haha e eu me achava velho por ter netos – disse Lewis
- Ainda bem que minhas meninas não ficam velhas hahahahahahaha – disse Kai com um bom humor
- Como vão elas??? – Disse Saya aparecendo e assustando a todos, que ainda estavam em frente à porta do quarto.
- Saya?! Esta louca?? Aqui só há terceira idade! Como você é capaz de assustar pessoas indefesas assim?? – disse Lewis.
- Não me chame de velha! – disse Julia com uma veia saltando da testa. Assim todos se puseram a sorrir. Horas mais tarde estavam todos indo a Londres.
Capítulo V – Incondicional
Após a estadia cansativa na casa pouco aconchegante nossos heróis foram para Londres. Uma semana agitada para nossa rainha, pois tinha inúmeras pessoas a rever e passear. Conversou muito com suas sobrinhas, escutou as historias e atrapalhadas de Kai, a quem elas chamavam de pai. David e Julia foram para a Alemanha ver a neta, já que a mesma estava prenha. Lewis foi para Nova York rever seus amigos da CIA. Na casa onde Saya estava junto a ela estavam Kai, as gêmeas e Hagi, claro o casal que cuidou de Saya.
- Você tem uma vida excelente aqui, Saya. - Comentou Kai ao olhar a casa e os residentes.
- Saya é nossa família, Kai. Sabemos que ela é importante para você, mas para nos também como uma filha - Disse o homem moreno, que aparentava ter 32, mas na verdade era vivido com seus 45. Ele possuía os cabelos loiros repicados e seus olhos cor do céu o faziam um homem extraordinário, porem respeitoso por sua compostura.
- Mas, todos vocês são bem-vindos aqui saiba disso - um sorriso doce saiu dos lábios da mulher ao lado do belo moreno. Ela era branca tinha os cabelos compridos da cor do fogo. Seus olhos esmeraldas denunciavam o mesmo de seu marido.
- Muito obrigado, Sr. e Sra. Peedle. - Disse Kai com um sorriso de satisfação - Mas creio que é um trabalho demasiado a senhora.
- Ora Kai com quantos anos acha que eu tenho? 80? Hahahahah você que precisa de cuidados - ao dizer isso a mulher fez uma careta para ele, o que fez todos rirem.
- Mamãe tem razão. - Disse Saya acenando com a cabeça para Kai
- É pai não da pra você mais fazer tanto esforço. - Disse uma das gêmeas
- Ora o que é isso? Conspiração contra um velho? Todos resolveram jogar pedra em mim - disse em voz chorosa.
- Ah pai não diga isso. O senhor esta mais vivo do que nunca! Ate o vi um dia desses dando em cima da velinha das flores!! - Todos começaram a rir mesmo Kai que enrubesceu.
- Ora como você pode ser tão mexeriqueira ¬¬°
- Nossa que expressão antiga! - Disse Saya.
- Me recordo de usar com você uma vez Saya, quando eu era pequeno... E olha isso tem uma centena de anos! - Foi a primeira vez que Hagi abriu boca pra fazer o que causou espanto em todos, mas logo desataram a rir pelo comentário.
- Ora seus!!!
- Gente pega leve com ele - disse o Sr. Peedle
- Vamos comer a sobremesa??
As gêmeas logo gritaram que sim. O doce foi servido e logo depois todos foram dormir. No dia seguinte Kai e as meninas partiram de volta Okinawa. Logo o dia se passou e chegou o jantar. Um silencio estava sobre os quatro a mesa. Saya resolveu quebrá-lo.
- Podem me dizer o que aconteceu?
Os Senhores da casa se olharam e nada disseram.
- Por favor, me contem!
Hagi fez menção a se levantar, mas o gesto da Senhora o fez parar.
- Olha Saya - disse o homem - Nós achamos que esta na hora de seguir sozinha na sua vida. - Ele fitava Saya nos olhos - Desde que chegaram aqui, a mantemos sobre nossas asas e acredito que todos os outros que a acolheram fizeram o mesmo, mas queríamos dar liberdade a você! De ter uma chance de vida, não ser manipulada.
Saya o olhava com atenção, mas tinha uma expressão indecifrável no olhar.
- Então, nós resolvemos dar a você a nossa casa em Oxford. Já que aquela era a sua preferida. - A casa que ele se referia era a verdadeira mansão do século XIV. Tinha dois andares cinco quartos cada um com banheiro uma suíte máster, biblioteca, escritório, sala de jantar, sala de jogos, cozinha ampla, sala de estar. Por fora era toda adornada por um jardim super colorido. As paredes da casa eram lilás, mas faziam contraste com as plantas que subiam sobre si. O jardim era gigantesco, com estalagens para cavalos e mini jardins equipados com chafariz e bancos de madeira. Essa "casa" ficava bem no campo uns 10 km do centro da cidade. A casa era ocupada também por um cozinheiro, empregadas e uma governanta.
- Mas aquela casa é...é é...
- Sim Saya sabemos você é nossa filha, de coração, mas é. Tem todo direito de herdar a casa e temos o grande prazer em deixá-la em suas mãos. - Disse a matriarca
Uma felicidade gigantesca tomou conta do rosto de Saya, mas logo foi trocada por uma expressão triste.
- Do que adianta eu ter a casa dos meus sonhos se eu não sei por mais quanto tempo foi ficar acordada. Não posso aceitar.
- Por mais que durma, queremos que passe os seus dias Lá! E você ira amanha. Pode levar consigo quem quiser. Claro que vamos visitá-la - respondeu o pai
Ela então olhou pra Hagi que a enviou um olhar de encorajamento, assim ela sorriu.
- Tudo bem. Mas... - ela se levantou e abraçou os dois - Obrigada!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
No dia seguinte pela tarde Saya já se encontrava na mansão. Haji a acompanhara. Eles foram recebidos com muita festa pelos empregados.
- Seja bem-vinda Srta. Peedle! - disse Jane, a governanta.
-Obrigada Jane! E já disse para não me chamar assim. - tentou fazer uma cara feia.
-Ora, menina, continua a mesma! - assim as duas se puseram a rir. - Já mandei ser tudo providenciado a suíte máster é sua! A casa esta brilhando o jardim perfeito, mas - olhou para Hagi - suponho que vai acompanhá-la não é Hagi?
-Ah sim o nome dele é Hagi, ele veio me acompanhar na minha estadia.
- Oh não sabia que a suíte era para dois, mas pode deixar que eles arrumem bem rápido tudo!
-Ficarei em um quarto mais próximo do dela não se preocupe. - Disse Hagi no mesmo tom de sempre. A governanta não se importou com o comentário, mas Saya o sentiu com grande força. Queria te-lo dormindo junto de si depois de terem se encerrado todas as barreiras, ainda havia aquela, mas ela pareceu não hesitar.
- Ele ficara no meu quarto, Jane. Por favor, peçam que o arrume logo estou cheia de dor de cabeça.
- Sim menina - e saiu
Ela girou sobre os calcanhares e dei de cara com Hagi.
- Por que disse aquilo? - Havia um tom de impaciência na voz dela.
- Achei que não me queria tão próximo. - respondeu simplesmente
-Minha presença o desagrada tanto assim?
-Saya não comece, só tirei uma conclusão precipitada só isso.
- Tudo bem. - ela virou-se novamente em direção ao sofá e se jogou nele. Alguns minutos mais tarde a governanta avisa a Saya que esta tudo pronto para uso. Saya e Hagi subiram para a suíte. Seus pertences já estavam todos em seus devidos lugares. Saya resolveu tomar um banho enquanto Hagi foi até a um dos jardins tocar sua melodia. Era final de tarde quando, Saya desceu até o encontro com Hagi. Ela usava um vestido amarelo, até os joelhos, estava extraodinária com as luzes dos últimos raios solares do dia batendo sobre ela. Saya se sentou ao lado de Hagi que logo parou de tocar seu violoncelo.
-Por favor, continue. - Ele prosseguiu. Ela encostou a cabeça no ombro dele o que o fez parar.
-Saya...
-Sim...?
-Nunca a vi tão radiante! - ela corou ante o comentário.
-O-obrigada. - Hagi pos o instrumento de lado e se levantou, inclinou-se para ela e deu um beijo em sua bochecha.
- Vou subir, o jantar será servido em breve. Enquanto isso quero que pratique no violoncelo.
-Ma-mas, Hagi eu, não sei tocar mais isso.
-A nota vem do seu coração para o meu. Se treinar um pouco conseguira - então ele saiu deixando-a sozinha com o grande instrumento.
Poucas horas mais tarde Saya desistira de tentar segurar o violoncelo, deixando-o como Hagi pusera. O jantar foi servido, e por sinal estava uma delicia ambos desfrutaram bem da comida. Ao final Hagi perguntou:
-Conseguiu algo?
- Aquele trambolho não fica em pé!
- Venha - Ele se levantou e estendeu a mão para ela que logo aceitou. Hagi a conduziu ate onde o violoncelo estava. Ajustou o espigão ¹ para uma pessoa menor que ele, Saya olhava atentamente a todos os movimentos dele, ate que lhe ofereceu a mão de novo, Haji a puxou para seu colo a deixando muito vermelha. Com gestos rápidos ele depositou sobre a mão de Saya o arco ² e sobre o ombro direito o braço do cordofone³.A mão esquerda dela ficou sobre as cordas.
- Vou acompanhá-la bem devagar. - Disse rente ao ouvido dela o que a fez estremecer. Ele depositou a mão sobre as dela e começou bem devagar. Aos poucos Saya foi fazendo mais ainda estava tensa.
-Escuta esqueça seus problemas e o mundo de fora, pense em nós e no instrumento. Apenas nós três - disse próximo mais ainda do ouvido dela. Isso a fez estremecer tanto que soltou o arco da mão.
-Hagi não faça isso... - disse ela com os olhos fechados.
-Você gosta disso? - Disse baixinho no ouvido dela, fazendo-a pendurar a cabeça para trás. Ele beijou os lóbulos da orelha dela, enquanto tirava o violoncelo de cima dela e deixando ao lado do banco. Hagi pos suas mão sobre a barriga dela a acariciando.
-Vamos subir, Hagi? - não respondeu apenas a pegou no colo a levou ate o quarto. Ele a pôs em pé e desatou a beijá-la nos lábios com uma necessidade absurda, foi correspondido na mesma intensidade. A única luz do quarto era da lareira que havia num canto. A boca de Saya foi invadida pela língua de Hagi, que explorou todo o território e fez uma pequena dança com a língua de ambos. Ele desceu o beijo indo ate o pescoço e colo. Ele deu um leve sorriso recendo em volta um sorriso mais encantador ainda de sua amada.
- Quero beijá-lo!
- Quero te-la para mim!
Hagi tomou-a num abraço. As chamas da lareira faziam estranhas sombras pelas paredes, pelo piso de madeira, sobre a cama, e espalhavam pelo dormitório uma luminosidade difusa colorida de azul e escarlate. Ele acariciou o rosto de Saya com a ponta dos dedos e, sem pressa, debruçou-se sobre o corpo dela, investigando-lhe os olhos com um olhar persistente.
De repente, ela teve a impressão de que o ar lhe faltava. Hagi estava tão próximo, tinha o corpo tão quente, acarinhava-lhe o rosto com tanta delicadeza... Fechou os olhos ao sentir os lábios dele nos seus. E se encantou com a língua que procurava a sua num assalto persuasivo, sensual, insistente, incansável.
Deitada sob ele, Saya tentou relaxar os músculos tensos, mas não conseguiu. Aquele homem despertava alguma emoção misteriosa e a fazia sentir-se... Mulher. Uma mulher de verdade, feminina, ardente, voluptuosa.
Sentiu as mãos dele pelo corpo, livrando-a das roupas que ela usava. Hagi continuava a beijá-la com crescente voracidade; os lábios que haviam se despregado dos dela agora lhe trilhavam o pescoço, percorriam-lhe o colo abrasado, contornavam um seio e depois se dirigiam ao outro para sugar um mamilo túmido. Saya deixou escapar um gemido de puro deleite quando experimentou uma leve mordida sobre a pele, que ele passou a acariciar atrevidamente com a ponta da língua. A boca úmida lhe afagava os seios, mas era no mais íntimo do seu ser que provocava uma labareda de inflamado desejo.
De olhos fechados dela levou as mãos aos cabelos de Hagi num gesto instintivo. Ao se dar conta do que fazia, pensou em afastá-lo de si; o ardor da paixão, porém falou mais alto, e ela enfiou os dedos por entre as mechas muito escuras, acariciando-lhe também a nuca e os ombros.
Estremeceu quando ele lhe passou a língua ao redor do umbigo ao mesmo tempo que lhe acariciava as coxas com a palma de uma das mãos. Jamais tinha experimentado sensações tão fortes. tão deliciosamente avassaladoras. Hagi deslizou a mão para o meio das pernas dela e pôs-se a afagar sua intimidade, quase levando à loucura. Longe de satisfeito acomodou a cabeça entre as coxas trêmulas e tomou nos lábios a parte mais sensível do corpo dela.
Sobre o prazer, Saya mordeu o lábio para não gritar. Mesmo assim, um jorro de gemidos e sussurros desconexos lhe escapava da boca, murmúrios que se misturavam à respiração ofegante dele e se perdiam pelo ar.
Pouco depois Hagi estava sobre ela, agasalhando o corpo frágil com seu físico, afastando-lhe as coxas com as próprias pernas, penetrando-a completa e profundamente. Enquanto seus lábios se uniam num beijo apaixonado, tomou as mãos dela nas suas e ergueu-as até que alcançasse o travesseiro. Quando seus olhos enfim se encontraram, ele havia a penetrado de uma forma com a qual Saya não sentisse tanto ardor. Ele procurou vestígios de dor no rosto de Saya, mas esta só sorria para ele, o que o motivou a continuar. Seus movimentos eram fortes, sôfregos, crescentes. Saya podia sentir cada pedacinho da pele suada colada à sua, cada batida do coração descompassado que martelava de encontro aos seus seios. Viu-se então tragada por um torvelinho de fome, de ânsia, de fogo, de paixão... Até que tudo se transformou numa explosão dentro de si mesma, roubando-lhe os sentidos a razão, sentindo somente que Hagi a inundava com jatos de sêmen em seu interior.
Ouviu o fogo crepitando na lareira segundos depois, viu as sombras que antes dançavam quietas. A respiração de ambos estava descompassada, mas aos poucos foi se normalizando. Hagi trocou de posição deixando Saya sobre seu peito descansando.
- Te amo, Hagi.
- Também Te Amo minha, hime.
Eles beijaram-se novamente.
-Hagi, você tramou tudo não foi?
- Uhn? Do que esta falando?
- Sabia que eu não conseguiria tocar. - Tentou fazer cara de brava
- Saya, só tentei fazer diferente - ele deu uma sonora gargalhada.
- Não sabe como eu fico feliz em te ver sorrindo - riu também
- Então irei sorrir todos os dias para você - Ele a beijou com ternura sendo correspondido a altura. Logo depois fizeram amor de novo para então dormirem exaustos e felizes.
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Espigão - haste de metal na extremidade do violoncelo.
Arco - O que se utiliza para produzir som.
Cordofone - O violoncelo pertence aos cordofones que, como o nome indica, englobam os instrumentos em que o som é produzido através da vibração de uma corda, seja ela percutida (piano), beliscada (guitarra) ou friccionada (violino, viola de arco, violoncelo, contrabaixo, etc.).
Fontes: Wikipédia e BonaMusica.
Pessoas !!!
Não me joguem pedras!! .
Minha mana não levou o laptop então não deu pra escrever!!!!
Eu cheguei ontem. O vôo foi adiantado, entao cheguei por volta das 19 horas.
O que deu tempo de comer e escrever até as 3 da madruga só pra vocês !!
Eu mudei umas coisas e acrecentei outras como o hentai.
Eu gostei muito dele. Consegui capitar bem o espírito!
Deve ser a falta do meu namorado p
Bem deixem reviews!!!
Essa semana mesmo eu posto outro.
Só vou demorar um pouco...com o sucessor do próximo cap..pq eu vou viajar de novo!
Mas não se desesperem será só por três dias!
xD
Queria agradecer a todos que estão acompanhando a fic. Ah as pessoas que não queriam...desculpe p
Ta tudo bomm. Mas no próximo cap prepare o seu coração!
Ah...mais uma coisinhaaa...vou fazer uma propaganda da minha miga linda Queenrj. So pq ela é minha vizinha P brincadeiraa.. leiam a fic A Batalha Perdida de Sesshoumaru e Take My Heart, ambos de InuYasha.
Leiam também da minha migaa Carol Coldibeli, "A Amazona de Lince" e "O Retorno da Lince", ambos de CDZ.
No"O retorno da Lince" no capítulo aparece uma personagem chamada Ash Peedle. Sou eu!! o/ hehehehe
Ah para as pessoas que gostam de ouvir um bom programa de rádio sintonize na atlantida ( só para quem mora em Santa Catarina ou Rio Grande do Sul) ou entao pela internet. Eu quando viajei pro Sul ouvi esse programa e é muuuuito engraçado! Vai ao ar de segunda a sabado 18 horas e 13 horas.
Vou nessa ja falei de mais!!!!!!!!!
Beijos meu queriiiidos.
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