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› Autor: ~Nyx-
› Gênero: Comédia / Romance e Novela. / Shoujo (Romântico)
› Personagens: Shikamaru, Temari, Gaara, Ino, Sasuke, Sakura, Naruto, Hinata, Neji, Tenten, Itachi, Kimimaro, Kiba, Anko, Shino, Sasame
› Classificação: 12+
› Adicionado em: 01/01/08
› Comentários/Favoritos 37/56
› Caracteres: 36.011
› Exibições: 3.524
Nota:
Agradecendo á todos que comentam ou têm a fic nos favoritos.
Capítulo com muito ShikaTema...
Fun In The University
Cap. 6 Reencontro
Ambos os casais trocavam olhares questionadores, mas, obviamente, Shikamaru e Temari controlavam o jantar. O rapaz se belos cabelos negros fitava os olhos verdes da moça, que esforçava-se para quebra o contato visual. Não teve muito êxito na realização da tarefa, mas a outra dama se fez ouvir pela primeira vez na noite. Gritou de dor ao, acidentalmente, levar um pisão no pé da Sabaku, que deu um amarelo sorriso.
Anko-Acho que isso era para você, Shika! –A jovem disse, sentindo que levara um chute no joelho em seguida. Gritara novamente de dor, enquanto a loira tentava desculpar-se. Shikamaru dava indícios que ia dormir, mas o Aburame chamava seu nome toda vez que isto ia acontecer. –Tudo bem! Chega com essa palhaçada! Por que vocês dois estão com esse clima horrível? Fica ruim até para quem está perto!... Temari! Para de vadiar nos pensamentos e preste atenção!
Shino-Não é correto tirar conclusões sem fundamento a respeito do relacionamento dos outros, Mitarashi. É contra as regras. –Disse. Shikamaru bufou, fazendo menção de rir. Temari deu um pequeno risinho, pronunciando-se antes da morena.
Temari -Vocês dois é que não pararam de discutir desde que chegamos aqui! –Riu-se a loira, ao ver que o garçom finalmente aproximava-se. –Finalmente! Vou te contar, viu? Esse serviçinho vagabundo só aqui nessa universidade! Até o Shikamaru é mais rápido! –Exclamou. Shikamaru resmungava alguns “problemáticas”, enquanto o assustado garçom aproximava-se. Anko reclamava de mais um chute da loira, que ria ao desculpar-se.
Garçom-Boa noite, eu serei o seu garçom hoje. O que desejam? –Shikamaru agora dormia profundamente, resmungado ao perceber que Temari finalmente conseguira acertá-lo.
Shino-Vocês têm lagartas ao... Unf! –Resmungou ao levar um chute da Mitarashi por baixo da mesa. –Quero camarão.
Temari-Ah! Eu vou dividir o camarão com ele! Para beber queremos White Horse. –Pronunciou-se a loira, acertando mais um chute em Shikamaru, tentava a todo custo sair da mesa. Shino discursava sobre o respeito com as pessoas á mesa, e a decência de pelo menos pedir licença para retirar-se.
Shikamaru-Problemáticos! Estou cercado de problemáticos! –Resmungava, sentando-se. –Nós vamos querer lagosta, e para beber o mesmo que eles... –Concluiu, passando o braço ao redor da cadeira de Anko, que sorriu abertamente. O rapaz envergonhou-se, logo o retirando. –Shikamaru... Não seja covarde... Covardia é muito problemática... O seu negócio é com a Temari... Fazer ciúmes para ela e magoar a Anko é ridículo...
Garçom-Somente? –Os quatro assentiram, voltando ao mortal silêncio. Para Shino, Anko estava diferente. Parecia que não interessava-se em ficar com ele. Para Anko, Temari e Shikamaru escondiam algo. Para Temari, os minutos pareciam horas que se arrastavam. Para Shikamaru, não havia ninguém naquela sala além dele e de Temari.
Anko-VOU NO BANHEIRO! –Berrou, levantando-se bruscamente de sua cadeira. Todos a olharam, um pouco surpresos. –Er... Tema, não importa-se em me acompanhar não é? –A loira não fez menção de que ia levantar-se, então a morena completou. –Não é um pedido. Vamos! Puxou a loira, lançando seu melhor olhar 43 á Shikamaru.
Shikamaru-Nunca vou entender essa mania problemática de mulher de ir ao banheiro todas amontoadas! Se forem quatro mulheres a cada homem, o banheiro delas é bem maior! –Disse, entediado. Shino quase sorriu, apenas murmurando um “hum”.–Tava com saudades desses momentos em grupo da gente. De você, das meninas... Parece que a gente nunca...
Shino-Se distanciou. Sinto a mesma coisa. Devo dizer que eu e Anko não nos damos muito bem hoje em dia. Mas mesmo assim, parece que quando estamos reunidos eu esqueço. –Disse, colocando os óculos na mesa. Seus olhos negros brilhavam. Quis soar frio, mais não podia esconder o tom saudoso que a frase impôs. Shikamaru riu, batendo de leve no ombro do rapaz. Shino fez uma cara horrível, para em seguida sorrir com escárnio.
As meninas não voltaram do banheiro.
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Acordou-se com uma terrível dor de cabeça, assemelhando-se á milhões de pássaros emitindo terríveis sons ao mesmo tempo. Faziam mais de três semanas desde a dormida das garotas em sua casa, e, por ventura, apenas encontraram-se de passagem. Era-o estranha a sensação de que apenas ele e sua namorada falavam-se normalmente. Riu-se com esses pensamentos, mexendo em seus curtos cabelos.
Afinal, não era sua namorada. Desceu as escadas até chegar a cozinha. Certamente, toda aquela Vodka que havia engolido no dia anterior não fizera-o bem. Seus pensamentos novamente foram invadidos pela moça. Perguntava-se como conseguia estar a fim de uma garota e ainda conseguir descobrir-se puro para ajudá-la com outro homem. Ainda assim, o Uzumaki sabia com que gostaria que ela estivesse. Mas sabia com quem ela deveria estar, e, com toda a certeza, não era consigo.
Naruto-Isso tudo me faz pensar que não estudei devidamente noite passada... Assim, eu vou me ferrar e não vou poder alcançar os meus amigos, as minhas amigas... A Hina... –Perdido em seus pensamentos sobre a Hyuuga, não escutou que mais alguém entrara na cozinha, apenas percebendo quando este se encontrava á seu lado. Com o susto, derrubara a jarra com suco que segurava nos pés do pobre coitado do Neji. –AH! POR FAVOR, NÃO TIRE MINHA DIGNIDADE!
Neji-AI! Seu punheteiro virgem e seboso! Não sabe nem segurar mais um jarro, é? –Enfureceu-se o moreno. Naruto suspirara, mais envergonhado pelo que revelara do que pelo pé do pobre e puto Hyuuga Neji, que dera um forte murro em seu rosto.
O loiro resmungara coisas incompreensíveis, até que se lembrara de um pequeno questionamento que fazia a si mesmo há dias. Recolhendo os cacos de vidro, “cuidadosamente”, fizera uma pergunta que certamente piorara o humor do amigo.
Naruto-Oe! Neji! Por que nós não saímos mais em grupo como fizemos antes? Com as meninas? –Perguntou. O Hyuuga tomado pela raiva o metera a frigideira no rosto, saindo da cozinha. Ainda no batente na porta, em um sibilo, disse:
Neji-Não há motivos para fazer o que lhe desagrada, há menos que seja uma obrigação. Além do mais, Hinata ainda está com vergonha de mim. –Retirara-se permanentemente da cozinha, deixando um pobre e quase desmaiado loiro ao chão, roendo-se de raiva. Apenas fizera uma inocente pergunta, e o que recebe em troca? Uma frigideira de aço no meio da testa. Bem que gostaria que o cara-de-cachorro houvesse levado uma dessas no meio das fuças.
Bom, Kiba não era muito agradável de tomar posse de seus pensamentos. Pegara-se novamente pensando em coisas relacionadas á Hinata. Precisava afastá-la de seus pensamentos antes que perdesse o controle. Acabaria estragando tudo para a moça se não se controlasse. Mas hoje teria um encontro para fazer ciúmes ao Inuzuka. Balançara a cabeça. Hinata novamente.
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Poderia apenas tê-la desafiado. Mas não Hyuuga Neji, pensava a morena, enquanto atirava mais uma flecha, acertando em cheio. Fez questão de enfatizar seu tombo em seu último desafio, apenas para desmoralizá-la. Riu-se com estes pensamentos ao constatar que agora o mesmo homem que a tirara de sua compostura a observava impressionado.
Mais uma flecha direta no alvo, mais um suspiro de arrependimento do rapaz. Talvez, arco e flecha não fosse uma opção tão feliz para mais um de seus joguinhos com a Barbie.
Tenten-Poderia fechar a boca por uns segundos, Hyuuga? É que desse jeito vai acabar assustando os outros clientes desprovidos de guarda-chuva! –Completou, novamente soltando uma flecha. O rapaz sorriu sarcasticamente, levantando-se e tomando o arco e flecha das mãos da moça. Em suas mãos, uma propaganda de jogo de sinuca.
Neji-Por que você mesma não me cala, Barbie? Ou será que sinuca não dá para você?... –Disse, cruamente virando-se de costas para a moça. Sentiu que uma mão o puxava, para encontrar uma mulher com um confiante sorriso. –Hn... Vamos logo, então. –Rude como de costume, puxava a garota pelas delicadas mãos até sua moto.
A moça arqueou as sobrancelhas, rindo nervosamente. Pôs-se a andar pela calçada, quando escutou um assobio. O rapaz a fitava como se estivesse dopada, apontando para o veículo.
Tenten-E-eu... N-nós vamos “nisso”?-Perguntou, apontando para a moto. O rapaz suspiro pesadamente, levando os braços aos céus. A moça pode ouvir um “obvio” mais alto do que gostaria, aproximando-se do rapaz em seguida. Montou, e não pôde evitar os calafrios que lhe percorreram a espinha.
Neji-Daí-me forças...
Passou seus braços pela cintura do jovem, que colocava em si mesmo um capacete e o outro na morena. A tensão entre ambos era evidente, o que fez com que Tenten corasse violentamente ao sentir uma das mãos do rapaz tentando prensá-la contra seu corpo para que não caísse. Pelos céus, se ele compreendesse o magnetismo desse ato.
Seus devaneios cessaram quando concluiu que chegavam ao cassino. Desceu apressadamente da moto, jogando seu capacete nas mãos do jovem Hyuuga.
Neji-Não sabia que além de cair feito uma jaca podre no skate você ainda tinha frescura com motos. –Disse, com um sorriso de escárnio em lábios, enquanto pegava um taco de sinuca. A morena invejava aquela habilidade de tirá-la do chão. Claro, a odiava também.
Tenten-Sua presença torna algo prazeroso em “frescura”, Hyuuga. –Disse, pegando um taco para si. Fitou pelo canto dos olhos o sorriso do jovem desaparecer lentamente.
Neji-Correção. Importa-se tanto comigo que minha presença torna algo prazeroso em um desafio de autocontrole sexual. –Disse, enquanto o sorriso voltava á seus finos lábios. Tirou da carteira uma gorda quantia em dinheiro, apontando-o para a cara da Mitsashi. –Vamos tornar isso mais interessante, Barbie?
Tenten-Espero que ainda tenha muito dinheiro no “porquinho”, cabeludo. Eu vou esvaziar sua carteira. Melhor já deixá-la em cima da mesa. –Disse, escolhendo por fim o taco. Umedeceu os lábios sorrindo sensualmente ao vislumbre de seus olhos castanhos. –Gosta de jogos, não é? Está usando o brinquedo errado, Hyuuga...
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Já á tarde, uma moça de curtos cabelos negros observava-o pelo canto dos olhos. Falava com aquela simpática moça de cabelos ruivos e olhos escuros, Fuuma Sasame. Seus olhos, porém, estavam úmidos e vermelhos, entregando-a. Algumas pessoas diriam que era louca, pois amor deixa as pessoas felizes, porém, nada disso importaria. Choraria por amor para sempre, uma vez que seu amor era platônico. Abriu a janela, deixando a brisa da neve entrar. Dentro de poucos meses seria o baile de verão.
Hinata-Naru... P-por que? P-porque?... Ele está vindo, mas não é por mim... Eu estou me encontrando com ele, mas não é por nós... Ele me abraça, mas não me ama... Por que? –Enxugando suas lágrimas, observava o garoto aproximar-se de sua casa. Tirava a neve dos cabelos loiros, sempre com um sorriso. Uma mão o segurou, em seguida tirando o resto de neve dos cabelos do rapaz, que despediu-se alegremente. Como almejava o dia em poderia pegar em seus cabelos. Perdeu-se em seus pensamentos, até que escutou a campainha.
Um tempo depois, passou um pouco de base em baixo dos olhos para disfarçar a vermelhidão, e com seu melhor sorriso, abriu a porta.
Naruto-Hina! Vamos? –Perguntou, esticando o braço para que a loira o pegasse. O Uzumaki vestia um casaco laranja e preto, com uma calça também preta. Hinata vestia uma camisa branca e um chalé de lã lilás, com uma calça bege. O rapaz havia visto Kiba com seu cão Akamaru no parque, para onde se dirigiam agora. –Acho que hoje é o dia em que Kiba vai perder sua compostura de vez! Estamos provocando aquele infeliz... Er, o Inuzuka há quase um mês e meio e o garoto ainda não veio tirar satisfação! Logo uma menina tão bonita e legal quanto você, Hina...
A triste moça apenas assentiu. O loiro examinou suas próprias palavras, engolindo em seco. Não gostava da frase. Embora soubesse perfeitamente que eles não possuíam qualquer relacionamento, a cena o parecia horrível. Sentiu um enjôo terrível, colocando as mãos na cabeça para afastar tais pensamentos absurdos.
Um floco de neve caiu em seus cabelos, enquanto chegavam ao parque. Ia tirá-lo, quando uma mão fora em direção á suas madeixas loiras, realizando a tarefa. Obviamente, era a mão da corada Hinata, que timidamente ajeitava os cabelos do dono dos orbes azuis.
Conversavam, quando Naruto jogou-se com a moça á grama coberta de neve. Esta, corada, observava o loiro rir-se ao fazer horríveis anjos de neve. Riu singelamente, tentando fazer o seu. Naruto ria mais, enquanto ajudava-a á levantar-se do chão.
Os dois riram ao fitar os anjos de neve. O de Naruto estava uma desgraça, enquanto o da Hyuuga era quase invisível. Parando no caminho, o loiro tirava a neve dos dois, quando perguntou:
Naruto-Hina... Eu posso fazer uma pergunta um tanto constrangedora?-Indagou, enquanto a morena pulou discretamente ao sentir as mãos do loiro em seus cabelos. Corou violentamente, encolhendo-se em seguida. Fitou o chão, nervosa, quando respondeu, por fim. Fitou-o nos olhos, cheia de esperanças.
Hinata-P-pode f-falar, N-naru... –Ainda era difícil á Hyuuga chamar com naturalidade o loiro pelo apelido carinhoso, corando violentamente. O rapaz parou de sorrir, para pegar levemente as mãos da moça e arrastá-la para trás de uma árvore. Estavam ambos vermelhos, devido á temperatura. Obviamente, não só á temperatura.
Naruto-Hina... Está com raiva do babaca do Neji...? Está com raiva... De mim...? –Soltou as mãos da moça, encarando-a seriamente. A Hyuuga fitara o chão, levando suas delicadas mãos a boca. Corava muito, e lágrimas teimavam em cair. Obviamente, morrera de vergonha ao lembrar do ocorrido. Naruto novamente pegou as mãos desta, obrigando-a a fitá-lo. Este deu um leve sorriso.
Hinata-N-naruto... N-não há p-por que ter r-raiva de q-qualquer um d-de v-vocês... A c-culpa f-foi do a-absinto... –Sorriu mais abertamente. O rapaz adquirira um brilho nos olhos ao ouvir aquelas palavras. Apertou um pouco as mãos da moça, sorrindo de orelha á orelha em seguida. A garota assustou-se, corando mais. O rapaz passara a gritar e pular freneticamente.
Naruto-NE, NE! ENTÃO, HINA, QUER IR AO... O cara de cachorro... Não... –Calou-se, apenas para fazer os olhos de uma menina perderem totalmente suas esperanças. O rapaz desceu o olhar para os orbes escuros do outro, que se aproximava. Naruto começara a sussurrar, desapontado. Quase arruinara tudo que estavam fazendo há tanto tempo. –O Cara de... O Kiba vem aí, Hina! Melhor a gente continuar o plano!
Hinata deixou finas e discretas lágrimas escaparem de seus olhos. Por que ele não conseguia entender que não gostava realmente de Kiba? Perdera totalmente o controle, embora tentasse disfarçar. Naruto a fitara, confuso. Segurando suas mãos, abraçou-a fazendo com que um certo rapaz atrás dele rangesse os dentes. O Uzumaki amaldiçoara-se mentalmente por quase acabar com a felicidade de um casal, querendo convidar Hinata para a festa de verão da universidade. Por quase arruinar os planos de sua amada Hinata.
Hinata-M-mas.. N-naru... N-não... –Fora inútil ante os gritos do rapaz atrás de si, que, furiosamente, aproximava-se dos supostos namorados. Suas lágrimas desciam com maior rapidez e vontade, quando sentiu-se desabar ao perceber a situação em que estava. Julgava-se patética. Tentava aproximar-se de um menino fingindo ser apaixonada por outro. Podia, com sua covardia, acabar magoando Kiba.
Kiba-HINA! OE! TUDO BELEZA? –Perguntou-a, procurando esconder sua excitação pela cara horrível que o loiro havia feito ao ver que Kiba puxava Hinata para perto de si. Afundou o corpo da moça em seu peito, onde ela fez com que as lágrimas cessassem. Tinha que esquecer Naruto, e, olhando por um lado, Kiba era um rapaz muito agradável.
Hinata-N... Naru... K-kiba, p-por favor... e-eu p-preciso q-que... q-que... –Saiu dos braços do rapaz, graças ao namorado, que a puxava para perto de si novamente, como se tivesse medo que fugisse. O moreno sorrira maldosamente. Certamente, Hinata e Naruto não seriam mais namorados. Não com o plano que havia bolado. Puxava seu cachorro, enquanto de longe os três eram observados por olhos escuros e maldosos. Ninguém nunca desconfiaria de Sasame. Nunca.
Naruto-Além de burro é cego? Estávamos tentando namorar, cara-de-cachorro! –Tentou fazer a frase soar o menos ofensiva possível, para não chatear sua amada e vermelha Hinata. Pareceu uma tarefa difícil, considerando a irritante face maliciosa do Inuzuka em direção á sua amada. Hinata levantava o rosto, apenas para ver os dois rapazes encarando-se ameaçadoramente.
Kiba-Posso ver... Mas não tenho certeza de que é o que ela merece! Princesas como Hinata merecem mais do que lixo, não concorda comigo? –Alfinetou, segurando firmemente o braço da moça. Naruto gostou de sentir que a moça prendeu-se em seu pescoço, porém estando ciente de que era tudo encenação. Cada abraço. Cada palavra. A moça sussurrou aos dois algo como “P-por f-favor... D-deixe p-para lá, N-naru...”. Ignorado.
Naruto-DESGRAÇADO! ESTE É O MOTIVO DE ELA ESTAR COMIGO, NÃO COM UM LIXO COMO VOCÊ! –Berrou, apenas para puxar a morena até que esta afundasse em seu peitoral definido, extremamente vermelha. Kiba tentava avançar no loiro, que não tardou as pular em cima dele também.
Claro, o Uzumaki estava esquecendo-se completamente do plano.
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Fitava intensamente seu copo de Whisky, enquanto passava seus dedos pela borda do mesmo. Marcas de batom estavam lá, mas não era isso que tanto a intrigava. Levou-o novamente de encontro com seus lábios, que sorriam ao sentir o conhecido gosto de White Horse passar por sua língua.
Ino-Precisava de um tempo para o seu ego... –Fitou novamente o copo, contando continuamente as bolhas de espuminha que se formavam á bebida. Seu nome fora pronunciado repetidas vezes, até que alguém tocava seu braço euforicamente. –Perdão, mas estou ocupada contando bolhas, será que não vê?... O que foi?...
Orochimaru-Minha pequena serpente, acho que não está me escutando bem. Acabei de anunciar que vamos ter a oportunidade de acompanhar o crescimento dos alunos com uma peça para o festival! –Exclamou animadamente, sorrindo. Ino odiava aquele tipo de sorriso sustentado pela própria vaidade e ego extremamente desproporcionais á sua real importância. Porém, interessou-se pela peça, sorrindo apenas para ver que o professor tirava seu copo de Whisky. –Cobrinhas, lembrem-se de que bebidas alcoólicas não são permitidas em classe!
Pior do que o sorriso, apenas os apelidos relacionados á cobras. Meio doente, esse cara.
Ino-Peça... Essa pode ser a oportunidade perfeita para mostrar do que eu sou capaz no teatro!... –Sorriu gostosamente, fitando suas próprias e alvas mãos. –Com licença, Orochimaru, mas qual será a peça? –O professor a fitou, lambendo os lábios com uma desumana língua, como sempre fazia. Seus olhos denunciavam sua excitação com a pergunta. O homem foi ao chão, puxando consigo um cartaz que se abria.
Ororchimaru-HAMLET, VÍBORAS! HAMLET! –Gritava euforicamente, agitando os braços. Um sensual sorriso crescia nos lábios avermelhados da moça, que se levantava ao constatar o fim das aulas. –Os testes para os papéis serão amanhã, meus preciosos ofídios. Tragam seu talento e ...Caham... Originalidade para a aula! –Sibilou, observando a retirada de todos. Dobrava desajeitado o cartaz, rindo-se com os afiados dentes á mostra.
Como a moça podia não sorrir abertamente? Acabara de travar uma meta, que seria conseguir o papel de Ophelia, a dama que apaixona-se por Hamlet e suicida-se após o assassinato do pai pelo mesmo. Não sabia o por que de naquela aula todos a tomarem por louca, como se sorrir não os fosse normal. Seu orgulho intocável fazia-a a pensar que sua confiança não era tão capaz como a dela.
Parou uns instantes para observar a lua. Fitou o céu, na esperança de encontrá-la cheia. Minguante, porém ainda assim bela. Sorria singelamente, lembrando-se de seus orbes verdes preferidos. Caiu sentada em um banco, ainda observando a lua que lhe parecia perfeita pela primeira vez. Ouviu passos. Seus olhos encontraram –se com alguém inesperado.
Kimimaro-Tem que usar essa mini saias para aprender também? –Seu tom era sério, como sua expressão sempre fora, mas denunciava claramente suas intenções. A loira riu-se, aproximando-se do dono de melenas brancas de tamanha beleza.
Ino-Normalmente joga seu orgulho para o alto assim? –Ria aberta e sensualmente, Este se aproximou segundos depois, fitando a loira. Em seus lábios havia um sorriso esperançoso. –O que faz por aqui?
Por que nunca veria esse sorriso sair da boca de Gaara, parecia-a muito atraente fingir. Enganara inúmeras pessoas durante sua vida, e com o ruivo não seria diferente. Fingir que o odiava era a melhor alternativa.
Kimimaro-Esse prédio é dividido em Música, Artes Plásticas e Artes Cênicas... –Disse, observando a moça sentando-se. -Parece animada com algo... –Concluiu, sentando-se ao lado da mesma no banco. O sorriso em seus lábios sumiu, dando lugar á costumeira expressão de “nada”. A loira riu, ajeitando sua saia. –É um namorado? –A moça desmanchou o sorriso, fitando incessantemente os orbes verdes água do rapaz.
Ino-Acho... Que ainda não nasceu homem que me prenda, Kaguya... –Os olhos do rapaz sorriram, enquanto aproximava-se da moça mais do que esta desejava. –Contudo, é nas universidades que as maiores aventuras acontecem... –Disse em um tom malicioso, rindo em seguida. O rapaz sorria pelo canto dos lábios, que tremiam involuntariamente. –Na verdade, vamos representar um a peça que gosto muito, Hamlet.
Kimimaro-Ser ou não ser - eis a questão. –Disse, rindo. A loira percebeu que o rapaz atrevidamente colava-se ao seu corpo. Empurrou-o com a cintura.
Ino-Será mais nobre sofrer na alma pedradas e flechadas do destino feroz ou pegar em armas contra o mar e angústias - e combatendo-o dar-lhe o fim? –Riram-se ambos.
Silêncio.
Kimimaro-Foi muito interessante sua invasão á minha casa umas semanas atrás. Poderia acontecer com mais freqüência. –Ambos riram-se, mas os lábios do rapaz aproximavam-se perigosamente. A moça sentiu-se prensada contra o banco, debatendo-se para que o rapaz a libertasse. –Não quer também... Ino? –Sussurrou sensualmente. –Claro que quer... Por que não realizamos uma aventura hoje?
Ino-N-não... Kimimaro... –Obviamente, seus apelos não eram atendidos. Seus pulsos eram segurados com força, quando sentiu os lábios do rapaz impostos aos seus violentamente. A moça tentava gritar, mas ninguém ouviria. Sua boca mantinha-se tapada, seja com mãos ou com desejosos lábios do Kaguya, estava sempre fechada. Ninguém poderia ouvi-la.
Qual não foi sua surpresa ao ver Gaara dando um murro no rapaz?
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Por que sorria se não se sentia bem? Talvez andar muito com Temari e Ino tenha aumentado consideravelmente seu amor próprio. Mas era idiotice fingir estar bem. Com certeza era. Ainda mais por estar sozinha, logo, fingia para si mesma. Trabalho que estava tornando muito difícil.
Sakura caminhava lentamente para fora do prédio de medicina, até que seus olhos passaram discretamente pelo prédio de Direito. Sentiu-se tentada a ir lá. Parou em frente á construção. O sol fazia com que sua visão se tornasse fraca, as permaneceu em frente ao prédio por minutos. Virou-se para ir embora.
Itachi-Sabia que tinha um presente pelo meu desempenho, mas pensei que fosse um caso. –Seus olhos arregalaram-se ao ouvir a voz do Uchiha mais velho. Este permanecia sério, mas o tom de sua voz soou malicioso aos ouvidos da moça. –Olá, Saki.
Sakura-Devíamos ter mantido contado desde a festa... Quero dizer, é um pouco estúpido considerando que vocês moram á nossa frente... Então, se quiser dar um “Pulo” na nossa casa acho que... Oi. –Riu, nervosa. Seus olhos denunciavam tudo o que se passava por sua cabeça. O rapaz sorriu levemente, pegando a mão da moça.
Itachi-Vamos dar uma volta. Você parece estressada. –Concluiu, puxando-a. A moça nada fez para impedi-lo, caminhando apressadamente. O rapaz a fitou, confuso, interrompendo um pouco a caminhada. –Saki... Está muito apressada e nervosa. Incomodo?
Sakura-NÃO! Imagine, Itachi... –A moça sorriu timidamente após o grito, e o rapaz entendeu aquilo como uma permissão para aproximar-se. A Haruno afastou-se ainda sorrindo sem graça. Apenas percebeu o que aconteceria quando outra voz soou ás suas costas. Não é preciso dizer que a moça tremeu ao ouvi-la.
Sasuke-Correndo para não esbarrar comigo... Tsk... –Sibilou, caminhando lentamente. O mais velho sorriu com escárnio, dando um passo para frente.
Sakura-Maldição! Eu podia ter passado direto, mas não! –Sasuke parou ao lado dos dois, encarando ameaçadoramente Itachi. O irmão o tratava com indiferença, fitando momentaneamente os olhos verdes da moça. –Não é nada disso. Eu não tenho nada contra você, Uchiha. Somos adultos e já resolvemos nossos problemas.
Itachi-Irmãozinho tolo... Mal chegou no lugar e já arruma brigas inúteis com lindas garotas... –Disse, puxando a dona dos cabelos róseos para perto. Sakura corou com o comentário, e Sasuke percebeu.
Sasuke-Mas você obviamente acha que as mulheres não existem se não estão dando para você... –Disse, indo em direção á Sakura. Itachi franziu o cenho, apertando-a contra seu peito. –Na verdade, Haruno, eu queria me desculpar melhor.
Os dois arregalaram os olhos ante a revelação de Sasuke, que parara em frente ao casal. Itachi procurava esconder sua irritação, com sucesso. Mas a Haruno ficou vermelha de raiva ao lembrar dos acontecimentos.
Sakura-Está bem, então... Eu já tinha esquecido, Uchiha. Afinal, nós só ficamos não é? –Disse, confiante. Itachi arregalou levemente os olhos. Sasuke tinha ficado com Sakura, afinal? Sentiu que a raiva tornava-se maior, puxando a menina para se afastarem. O Uchiha assentiu, dando as costas.
Itachi-Saki... Queria te levar ao cinema... –Disse, fitando os olhos da mesma. Esta assentiu, sorrindo radiante.
Sasuke aos poucos se afastava, tornando-se menor aos seus olhos. Deixava suas pegadas na neve, em um longo caminho que só tendia a aumentar.
Sakura fitava o rapaz afastando-se, deixando duas lágrimas escorrerem pelos cantos de seus olhos. Estas não foram percebidas por Itachi, que caminhava apressadamente para que se afastassem do irmão mais novo.
Sasuke-Idiota... Vou perder a aposta...
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Passara tanto tempo com raiva. Tanta angústia. Tanto sofrimento. Por que agora seria diferente. Fitara as nuvens. Livres e belas, como sempre haveriam de estar. Só havia duas coisas que prezava mais do que estas. Cigarro. Porém, em primeiro lugar... A mulher que lhe causara tanto sofrimento, e a pior, insônia. O que, lhes garanto, era-o extremamente raro. Suspirou, batendo pela vigésima vez á porta. E, pela vigésima vez, nenhuma resposta obtivera. Porém, ficar sem dormir era demasiado problemático.
Fitou a campainha tentadora e lentamente, ameaçando tocá-la de novo. Porém, fora desnecessário, uma vez que alguém abrira a porta. Com um suspiro, preparara-se para fitá-la e soltar tudo que estivera pensando, mas segurou-se.
Na porta, Aburame Shino o fitava confuso, como se perguntasse o por que de estar invadindo seu território. Apenas se percebia isso por sua boca e testa franzida, pois como sempre seus óculos cobriam seus misteriosos olhos. O moreno sentiu seu chão sumir, junto com a cara de pau que arrumara para declarar-se, ao fitar o homem á porta. Parecia muito desconfortável com ele.
Shino-Deveria cumprimentar melhor amigos que não vê há tempos, Shikamaru. –Soltou. Era típico de sua personalidade soltar frases como essa para envergonhar seus amigos, o que funcionara apenas nesse momento com Shikamaru. Preparava-se para questionar o motivo de estar na casa de Temari. Obviamente, este incômodo detalhe não passou despercebido pelo moreno preguiçoso. Porém, alguém surgira da porta, abraçando o moreno delicadamente, nada vulgar.
Temari-Shin... Vista um casaco! Vai nevar! –Riu-se a loira, ao usar o velho apelido do amigo. O moreno pareceu confortável ao ser envolvido por seus braços, o que deixou o até então invisível Nara desconcertado. Era demais para agüentar de uma vez só, visto que estava pronto para declarar-se para a loira. Esta, finalmente percebendo a presença do outro rapaz, não mostrou-se abalada. Apenas o cumprimentou friamente coma cabeça, dizendo: -Nara. –O moreno riu de lado. A loira realmente amava aquele sorriso de lado dele.
Shikamaru-Problemática. –Soltou, tentando soar natural. Veias saltaram da testa da loira, enquanto que, com os olhos, o Aburame acompanhava o desenvolvimento do diálogo. –Parabéns pelo namoro, “Shin”. –Ironizou. O Aburame permaneceu calado, enquanto a loira tratava de tentar consertar a situação, visivelmente nervosa.
Temari-Não é nada disso, pateta! Shin e eu somos apenas amigos! Estamos muito bem! Tenho certeza de que ele nunca tentaria nada comigo, em prol de nossa amizade! –Enfatizou a última frase, com a bem sucedida intenção de mexer com o amigo, que logo desmanchou o sorriso. O rapaz de óculos escuros fez-se ouvir.
Shino-Nara, não é correto acusar pessoas de terem relacionamento amoroso umas com as outras se, por ventura, não tiver provas concretas do fato e concordância do casal. É contra as regras. –Discursou. O moreno franziu o cenho, recordando-se do seu “encontro á quatro”. A Sabaku riu-se, enquanto entregava-o um casaco.
O rapaz abaixara um pouco os óculos, de modo que seus olhos mostraram-se pela primeira vez á moça. Shikamaru assistia pacientemente á cena. A loira abraçara-o novamente.
Temari-Amanhã poderemos tomar café, Shin! –Beijou-o no rosto, como não incomodava-se em fazer com seus amigos. O rapaz, sempre delicado, despedira-se com um beijo na mão da moça, que ria ante a cordialidade do mesmo. Shikamaru deu-o tapinhas nas costas, e este, naturalmente, retribuiu atrapalhado ao gesto. Os restantes riam amigavelmente dos modos do amigo, até que voltaram á fitar um ao outro. A moça abrira um pouco mais á porta, mais não pedira a entrada do amigo.
Shikamaru- Está indo bem na faculdade de Direito, problemática? –Indagou, apenas entrando no local. A loira bufou. Seria-a uma tarefa difícil demais fazê-lo sair agora.
Temari-Estou. Pare de me chamar de problemática, seu mal educado! Está em minha casa! –Disse, sentando-se e bebendo um pequeno gole de seu chocolate quente. O moreno fitou-a como se esperasse uma pergunta, a qual a loira estava muito ciente. –O que faz aqui? –Disse-o, estendendo a xícara de chocolate quente á mesa. O moreno ia pegá-la, quando a loira tomou de suas mãos frias. –Shin usou este. Pegue o meu.
Shikamaru- Vim convidá-la para sair, mas já estava ocupada, presumo, com seus passatempos problemáticos para “adolescentes”. –Tentou ignorar a revelação da amiga, que comodamente bebia novamente o chocolate, com uma descontraída insinuação.
Obviamente, Temari fitou o sofá á sua frente, para deparar-se com revistas femininas de auto-ajuda. Seus rostos estavam avermelhados devido ao frio e á fina camada de neve que chegava com os dias. Onde moravam, era-os comum nevar até em pleno verão.
Temari-Besta! –Riu-se, jogando-o um biscoito na cara. O moreno rira também, tentando disfarçar seu anterior descontentamento. A loira fitara as almofadas ao seu lado, arrumando-as lentamente. –E você, pateta, como se saí na faculdade de Física? Shin disse que seria sua segunda opção, caso sua paixão não fosse Biologia. Claro, não com essas palavras, uma vez que ele é a pessoa mais redundante e cordial que conheço. –Riu. Sua intenção fora descontrair o pesado clima, mas irritara o amigo ao falar no Aburame.
Shikamaru-De novo o Shino? –Disse ao ouvir o nome do rapaz. Nem respondera a pergunta que lhe fora feita, emendando-a á afirmação da moça de cabelos loiros. –A pergunta é: O que ele fazia aqui, problemática. –Ouviu a xícara de chocolate quente que a moça segurava ir de encontro com a mesa, em um forte barulho.
Temari-Não recordo-me de quando me pediu em namoro, para chegar aqui querendo que eu te dê satisfações! –Disse-o, levantando-se bruscamente. Realmente, a neve começara a cair. O moreno levantara também, segurando a mão da moça para que não saísse. Temari o fitou ligeiramente, com raiva.
Shikamaru-Tudo que eu fiz foi uma simples pergunta. Não vejo por que é tão problemática, uma vez que vocês não têm envolvimento amoroso, não apenas respondendo-me. –Disse, apenas para sentir os frios dedos de Temari de encontro com seu rosto vermelho pelo frio. Novamente levara um tapa da moça, o que já tornava-se um hábito. Esta abriu bruscamente a porta, deixando a brisa dos ventos entrarem e, com ela, flocos minúsculos de neve.
Temari-Vejo que a única coisa que provou-me é que não tem maturidade sequer para aceitar os amigos dos outros. Agora suma daqui! –Disse. O moreno, ao contrário do que imaginara a moça, fora em direção á porta. Ao chegar perto desta, fechou-a com força, prensando a loira contra a porta. Fitou-a nos olhos, ameaçadora e sedutoramente. A loira tentava escapar de seus braços, porém ele era-a muito forte.
Shikamaru-Vejo que a única coisa que provou-me é que não tem decência sequer para dizer a verdade á mim quando peço-te! –Confundiu-a. A moça debatia-se, tentando quebrar o ameaçador contato visual com o moreno. –Disse que nunca se envolveria com amigos! Posso imaginar, então, que o “Shin” não é seu amigo, problemática?- Disse-a. A moça acalmou-se aos poucos. –Por que não consegue me amar? Por que tem me do de nossa aproximação? Por que não me deixa te amar, Temari?
Temari-Shika... –Ao seu ver, Shikamaru estava prestes a chorar. Em um impulso, abraçou-o. O moreno beijou sua testa desesperadamente, e deu-lhe um selinho em seguida. A moça não hesitou, correspondendo aos carinhos do moreno. Este conduziu-a até o sofá com as revistas, derrubando-as. Os dois deitaram-se, não interrompendo os beijos. A loira sentiu que as mãos do moreno tentavam passar por sua camisa, parando-o e empurrando-o para longe. –Saia... Por favor... Saia...
Apenas pôde ouvir em seguida a porta se fechar, e, com ela, todas as suas certezas e sentimentos irem embora, como foram as folhas de outono.
Continua...
Desculpa! Nhum tem justificativa a demora que estar sendo na continuação da fic! Mas é por que eu to sem idéia! TT.TT
O cap ficou um nojo, então e coloquei um jornal para vocês darem sugestões...
Por favor, me ajudem! TT.TT
Obrigada, desculpa novamente e feliz ano novo! ó.ò
[28/02/07] Universidade, Aqui Vamos nós! Cap.1
[21/06/07] Cap 2. Caminhos Cruzados
[18/07/07] Cap 3. Estamos bem íntimos não?
[10/08/07] Cap. 4 A Aposta dos Uchihas
[20/10/07] Cap. 5 Tem Algo Pior do que a Universidade?
[01/01/08] Cap. 6 Reencontro
[31/01/08] Cap. 7 Eu Te Odeio...
[04/03/08] Cap. 8 Do Inferno á Realidade
[11/04/08] Cap 9. As Lágrimas, Os Beijos e Os Sonhos
[03/06/08] Cap 10. Universo Paralelo
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