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[Naruto] Uma História de Amor

Capítulo 2 - Entre os relatórios


Autor: ~kagura

Categoria: Animes/Naruto

Gênero: Ação, Aventura e Luta / Romance e Novela. / Shoujo (Romântico)

Personagens:

Classificação: 16+

Adicionado em: 21/11/06

Comentários/Favoritos 1/1

Caracteres: 7.715

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Nota: Os personagens não pertencem a mim...Mas ao senhor Kishimoto...


Capítulo 2 - Entre os relatórios...

—Muito bem, o próximo a entregar o relatório pode se aproximar da mesa. — falou, já cansada, a examinadora. “Que dia cansativo...” — Ande logo, antes que tenha que esperar a próxima missão...

— Estressada, Anko-san? — falou um jovem professor, sorrindo, estendendo-lhe um relatório muito bem confeccionado.

Ela sorriu pra ele.

— Um pouco. Mas nada que eu não possa resolver, Iruka-san. — ela anotou algo em seu caderno, antes de dirigir-lhe novamente a palavra. — está certo. E muito bem feito, como sempre. — em seus olhos, um brilho malicioso, que ele engoliu seco. — O que acha de tomarmos chá, após minha saída?

Sei bem o que tem em mente, Anko, mas não cairei tão fácil desta vez...”, pensou, enquanto dava as costas à mulher, que ainda sorria.

— Talvez, eu combinei um treino com Kakashi, e, se ele não se atrasar, quem sabe...

— Não fuja de mim, Iruka.

Quando percebeu, Anko estava à sua frente, com as mãos pra trás, fitando-o, com aquele olhar. Que o atrapalhava a pensar. Aproximou-se dele, a ponto de sentir o coração dele disparado.

— Eu... preciso de você! — tascou-lhe um beijo fumegante, antes que ele pudesse fazer qualquer outro movimento. Abraçaram-se, encostados na parede do escritório central. Logo, os lábios tímidos, mas nem tanto do professor buscaram a pele quente dela, fazendo-a suspirar, as mãos em seus cabelos, querendo mais do que o local permitia. — Iruka...

A voz rouca dela trouxe-o de volta a realidade, fazendo-o soltá-la, afastando-se um pouco. Ainda ofegante, desvencilhou-se dos braços dela, balançando a cabeça e sorrindo.

— Você não tem jeito, garota...

E bem a tempo, pois neste instante, a Quinta adentrava o escritório, resmungando, juntamente com Shizune e Sakura. Nem se dando conta dos dois ali.

Recompondo-se, Anko sorriu, e, dando a volta nele, foi até Tsunade.

— Vejo que está de ótimo humor hoje, Hokage-sama!

— Oh, você ainda está aqui, Anko-kun. Pensei ter dito que queria sair mais cedo. — percebeu outra presença na sala. — Como vai, Iruka-kun! Espero que seus alunos estejam indo bem também... Você já disse a ele, Anko?

Ele aproximou-se da mesa, onde Anko sentar-se cruzando de propósito as pernas na frente dele, e balançando-as.

— Ainda não, Tsunade-sama. Pensei que gostaria de dizê-lo a senhora mesmo.

— E o que seria, Hokage-sama? — inquiriu jovem, ajeitando a gola da blusa, e fazendo sinal com os olhos pra que a moça se comportasse na presença da Quinta. Mesmo que fosse uma Jounnin não era motivo pra desrespeitar assim à líder dos ninjas.

— Não se preocupe com ela, Iruka... — ele ficou vermelho, e voltou sua atenção completamente pra Hokage, que sorria. — Quero dizer-lhe que EXIJO sua presença em um time da Anbu — viu o olhar do rapaz arregalar-se. Ele nem sequer era um Jounin! Membro da ANBU? A Hokage, com todo respeito, só poderia estar ficando doida... — Pra isso, avisei à Jiraya-sama, aquele pervertido mentalmente, que irá lhe dar algumas orientações, e também Kakashi... Estou cansada de ver você jogado por aí... Mente vazia é oficina pra coisas ruins...

— Mas... e a academia, eu ...me sinto bem com as crianças e...

— Não irá atrapalhá-lo, não se preocupe com isso... Será bem recompensado.

Isso, eu garanto...” pensava a jovem à sua frente, sorrindo, feliz pelo amigo...Colorido, é verdade...Mas um bom amigo.

— E agora, vocês dois podem sair, que tenho que dar um bom sermão em duas figuras... — fuzilou as outras moças com o olhar. — Até logo. E, Anko... — a moça girou de volta pra senhora. — Tome cuidado com suas roupas... Deste jeito irá fazer o pobre Iruka desmaiar... E olha que ele nem é como Jiraya-sama.



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— Você tinha que fazer aquilo, não, Anko? Onde é que estava com a cabeça... — repreendia-lhe Iruka, enquanto caminhavam pelas ruas de Konoha.

— Você adorou...Confesse... — falou ela, insinuantemente, enquanto agarrava-se ao braço dele. — E eu não faço isto com qualquer um. — piscou pra ele, deixando-o constrangido. — É só pra pessoas especiais, como você, I-ru-ka-kun! — disse bem devagar, enquanto o sorriso de ambos aumentava.

— Maluca.

— Pode dizer que me adora...

Sem jeito, ele passou o braço ao redor dos ombros dela, fazendo-a parar.

— O que foi?

— O... Chá... está de pé?

— E sobre Kakashi... — perguntou ela, sorrindo e estreitanto os olhos claros.

— Ele poderá esperar até amanhã... — respondeu, vermelho.

Anko riu, passando o braço pela cintura dele.

— Desta vez, o “chá” será por sua conta...E risco...

— Ora, mas você que me convidou... — murmurou ele.

— EU vou... — aproximou os lábios do ouvido dele. —...Dar-lhe a parte mais importante... — beijou-lhe o rosto. — Não é suficiente?

Os olhos dele mudaram. E, pegando-a no colo, foram pra sua casa. Mal entraram e já estavam sobre a modesta cama do professor.


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— Você não é tão inocente assim...Sensei... — sussurrou ela, após cair exaurida ao lado dele.

Iruka sorriu, mantendo os olhos fechados. Aos poucos sentiu sua respiração acalmando-se, e só então se virou na direção dela, exposta aos últimos raios solares, que contornavam seu corpo, desenhando uma silhueta negra. Viu que ela sentava-se, ajeitando os cabelos. De implicância, puxou-a pelo braço até que, desequilibrada, viesse cair em seu peito.

— Onde pensa que vai, Anko-chan? — beijou-lhe o cabelo. — Ainda não tomamos chá... — falou numa voz cansada, sentindo que ela sorria.

O que se confirmou quando ela ergueu a cabeça pra ele, mordendo os lábios, com um semblante doce.

— Eu apenas vou usar o banheiro, discípulo de Jiraya-sama... — viu que ele ficava corado. — Depois o pobre Kakashi-san é que é Pervertido...Onde já se viu... — seus lábios foram beijando-o até colarem-se nos dele, demorando-se ali, brincando com as reações no corpo masculino. Sua cintura estava segura pelas mãos dele. Quando finalmente separam-se, ela ainda sorria.

— Preciso ir ao banheiro...seu pervertido...! — gracejou a jovem.

Levantou-se e caminhou até o banheiro, “sem o menor pudor...”, pensava, apavorado e deliciado ao mesmo tempo o pacato ninja.

— Iruka-kun! — (gota!) gritou ela. — Não há uma única toalha neste toalete...Faça-me o favor de arrumar uma!

Suspirando, ele ergueu-se vestindo a calça. Logo encontrou uma toalha, deixando-a sobre a bancada. Nem ousaria dizer que estava ali, senão...Riu. “Começará tudo outra vez... Anko... o que está fazendo comigo?”


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N.A.: Aqui mais um capítulo desta viagem que estou fazendo em Naruto.
Agradeço aos colegass os comentários, emocionada por gostarem do inusitado...

Aos que leram- Thanks!

Até semana que vem, se Deus quiser.



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