Aiaiaiaiai...
20 dias né???
Desculpem-me, por favoooooooooooooor...
Gostaria de agradecer a compreensão de todos...
Teve o lance da viagem, e lá se foi uma semana.
Meu monitor resolveu se estrupiar, lá se foi mais uma.
Mas, finalmente, eu voltei pra AS...
Capítulo mais ou menos escrito por mim.
O próximo é da mestre então, não se preocupem, ela já escreve denovo...
^_^'
Vamos lá então!!!
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A trepidante viagem dos dois casais teve reinício assim que Karol e Aya puseram Sousuke sobre o chão da carruagem.
Um dos bancos interiores estava ocupado pelo corpo de Aoshi, que jazia novamente sobre o colo da mulher de cabelos negro-azulados. O outro banco estava desocupado mas Aya, que guiava os cavalos em direção ao destino dos quatro, não podia segurar o noivo para que ele não caísse ao chão. As duas acharam melhor forrar o chão da carruagem com todas as mantas e toalhas que tinham disponíveis e o deitar alí, entre os dois bancos internos.
O balançar da carruagem fazia os dois espachins, que tentavam se recuperar dos violento ferimentos, rangerem seus dentes e torcerem suas expressões, muito embora estivessem desacordados e o fizessem por exclusivo reflexo muscular.
O sofrimento de ambos esmigalhava o coração das garotas, mas elas sabiam que aquela viagem noturna era mais do que necessária, pois eles precisavam atingir seu destino o mais rápido possível. Ficar parados no meio da floresta só aumentaria a chance de serem encontrados por policiais, caçadores de recompensa ou pior, por soldados do clã Agura.
Imersa em seus pensamentos, Aya sequer ouvia a voz de Karol que a chamava incessantemente. Tentava imaginar o que seria do futuro dos dois, caso fossem pegos pelo inescrupuloso Morioko Agura. Aya se preocupava com os dois, mesmo sabendo que Aoshi havia massacrado a única família que ela conhecera.
Os Shizuka haviam cuidado dela desde muito tempo atrás. Ela não havia conhecido sua família verdadeira, mas era considerada por todos os Shizuka como uma das filhas do líder da antiga família de comerciantes. Nos últimos anos ela havia se distanciado deles, mas continuavam sendo sua única família, a única que ela havia conhecido. Ela sabia que eles não eram sua família verdadeira e, talvez por isso, ela não tenha sofrido tanto com a perda deles naquela noite na casa de retiro dos Agao.
Os pensamentos respeitosos de Aya para com os Shizuka foram interrompidos pela voz de Karol que, um pouco mais forte, chamava pelo seu nome:
- Aya-chan, Aya-chan... Você está me ouvindo??
- Oh... Me desculpe, Karol-chan. O que foi?? Como estão os dois?
- Não estão muito bem não... - Comentou Karol um mais pouco triste do que anteriormente. Depois ela continuou. - Aya, para onde estamos indo??
- À casa de um velho amigo de Aoshi e de Sousuke. - Rspondeu Aya, enquanto golpeava violentamente os cavalos que puxavam a carruagem, para que eles ficassem sabendo da pressa que a acometia.
- Este amigo... Ele é médico, não é? - Perguntou Karol, com os olhos brilhando de desespero.
- O que é isso Karol-chan? Não se preocupe com Sousuke-kun, muito menos com Aoshi-san... Pelo que sei, os dois já estiveram em todos os tipos de situações adversas, e continuam aqui... Não é?
Aya sorria ternamente, na frágil esperança de acalmar um pouco o espírito de Karol. Ela sabia que mesmo que chegasse à seu destino no tempo programado, a chance dos dois sobreviverem era muito pequena. Ela temia pela vida de seu noivo, e pela de Aoshi também. Apesar disso, sabia que revelar tudo que sentia naquele momento só iria inquietar e apavorar ainda mais a bela e desesperada Karol.
Karol sorriu afirmando com a cabeça. No fundo, ela tinha que concordar com a garota. Aoshi era um homem muito forte, assim como Sousuke, e nenhum deles haveria de deixar este mundo tão facilmente sem lutar bastante contra a morte. Karol fitou novamente a face do rapaz que estava em seu colo, enquanto continuava acariciando os cabelos negros do mesmo.
A expressão de Aoshi ficou um pouco menos carregada com o passar do tempo, e Karol não sabia se aquilo significava um acontecimento bom ou ruim. Aya e Karol seguiram o caminho por mais de uma hora sem trocar sequer uma palavra. Ambas estavam muito preocupadas com os rapazes, mas nada podiam fazer, a não ser torcer para que o misterioso destino brotasse rapidamente à frente da carruagem.
Mais algum tempo se passou antes que a carruagem diminuísse o ritmo. Os cavalos foram acalmando, e em poucos minutos a carruagem havia parado. Karol conferiu novamente a respiração de Aoshi e observou Sousuke, ambos continuavam vivos.
Aya fez sinal para que Karol ficasse com os rapazes, depois saltou rapidamente da carruagem. Correu velozmente em direção a uma casa grande que se encontrava atrás de uma modesta cerca de bambú, e lançou ambos os braços violentamente de encontro à porta principal do edifício.
- Senhor Tatsu!! Senhor Tatsu!! Precisamos de sua ajuda agora!! Aoshi e Sousuke estão mortalmente feridos!! O senhor precisa ajudá-los agora!!
Karol não pôde resistir à curiosidade que os gritos de Aya lhe provocavam e também saiu, lentamente, de dentro da carruagem. Identificou, alguns metros adiante, a jovem espancando uma enorme e imponente porta de carvalho puro. Ela berrava com todo o seu fôlego, mas Karol não prestava atenção nas palavras da jovem e sim na casa que se erguia diante dela.
O prédio era grande. Possua dois ou três pavimentos, e tinha janelas largas e muito limpas em sua fachada. Luzes brilhavam no interior da casa demonstrando a presença desperda de alguém. O quintal na frente da porta principal era modesto, mas muito bem cuidado. As pessoas que moravam alí deveriam ser muito cuidadosas e habilidosas, pois todas as flores e arbustos cresciam vívidos e atraentes.
Depois de mais duas ou três esmurradas, a porta se abriu lentamente. De seu interior saiu uma figura sombria e que, envolto em uma capa vermelha e sob um capuz de mesma cor, dirigiu a palavra à Aya:
- Senhorita Aya... O que houve?? Onde estão meus amigos Aoshi e Sousuke??
- Oh... doutor Tatsu, finalmente conseguimos chegar, que bom que o senhor está aqui... Os dois estão logo alí, o senhor é nossa última esperança... Por favor, nos ajude, doutor Tatsu... - Disse-lhe a jovem garota, com os olhos cheios de lágrimas.
Continua...
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Bom gente...
Capítulo curtinho né??? enfim, a idéia era só levar os nossos heróis todos estrupiados até a presença do nosso amigo Binário...
Bom...
No próximo cap:
Dr. Tatsu atende os dois espadachins estrupiados...
Mais novidades sobre o misterioso alquimista, sobre Sousuke e Aoshi...
N percam...
Nesta mesma bat-hora... Neste mesmo bat-canal...
=P~~
Ah... Kero pedir desculpa denovo...
Prometo fazer de tudo pra n ter um recesso tão grande novamente...
^_^'