continuaçao de Entre o Ceu e o Inferno
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- Homem-bomba! – grita batendo com o caderno na cabeça de InuYasha.
- Isso dói. – diz ele tranqüilamente.
- Por quanto tempo você vai repetir isso??!! – aponta para a enorme cratera nos fundos do colégio – Hein??!!!!
- Desculpe. A mina acionou porque apertei o botão errado.
Kagome lhe dá outra ‘cadernada’ em sua cabeça, saindo furiosa para a sala do grêmio. Lá, Ryu conversava com ela sobre as confusões que uns achavam que InuYasha estava causando.
- E você acha que o que ele causa não é nada?
- A questão não é o que eu acho e sim o que os pais dos alunos e os professores acham. Muitos alunos se acham no direito, só porque InuYasha porta, de portar armas no colégio. O detector de metal que ele instalou embutido nos roquetes já abordou muitos alunos portando facas e outras armas.
- E ele vira o salvador da pátria. – balbucia sarcástica.
- Os professores ate entendem, mas alguns alunos no. E querem a ‘cabeça’ dele.
- Serio? – preocupa-se.
- É Kagome-san. – diz Orena. – O problema é muito serio mesmo. A mãe dos alunos está pressionado o diretor. Podem expulsa-lo do colégio.
- Serio?
- E não sei bem o porque, mais você também Kagome.
- Entendo.
- Estou preparando um relatório para a próxima reunião com pais de alunos. Direi os benefícios que InuYasha trouxe ao colégio. Não sei se adiantará muito.
- Eu... tentarei amenizar os prejuízos que ele causa.
- InuYasha já machucou muitos alunos e você sabe que as mães procuram qualquer coisa, pequena que seja, para infer-nizar a vida do diretor. E ele vem infernizar nossa vida.
- A minha você que dizer.
- Não se preocupe, Ka-san... dará tudo certo.
Kagome sorri triste. Sabia desse problema, mas achava que já tivesse sido resolvido. Ninguém sabia alem dela e InuYasha os verdadeiros propósitos do mesmo, e se soubessem certamente ela não mais estudaria no colégio e não queria sair de lá ate se formar. Ela queria fazer InuYasha cair em si e parar de desconfiar de todos. Achava ate que ele não confiava nela.
- Senti-se bem? – pergunta InuYasha enquanto andavam para o trabalho.
- Sim! – diz irritada.
- Por que você ficou brava de repente?
- Não estou brava!
Na lanchonete até mesmo com muitos afazeres, não parava de pensar na possível expulsão de InuYasha e na sua tam-bém. Ele parecia tão tranqüilo sem saber que queria ‘assa-lo’ vivo.
- Kagome-san! – chama Kogure.
- Sim, Issei-baba.
- Quem é velho?!
- Ahá...gomen ne.
- Deixa pra lá. Tome. – lhe entrega uma sacola pequena de cor azul. – Guarde-a para mim como se fosse seu filho. Que nada aconteça a essa sacola. Dê sua vida por ela, que vale muito mais que a sua.
- Não gostei do insulto!
- Que seja! Sua vida depende dessa sacola. No final da tarde você me devolve.
- Sim, senhor! – faz continência.
Kogure sai da lanchonete deixando-a nas mãos de Kagome. A lanchonete nesse dia estava com muito movimento então, pediu a InuYasha para cuidar da sacola para ela, enquanto ela atendia algumas pessoas que reclamavam pela demora. InuYasha cuidaria bem da sacola, era bom em guardar coisas.
Ele a põe em cima do balcão e vai ajudar uma senhora que estava cheia de sacolas. Uma outra garçonete limpando o balcão, guarda a sacola sem InuYasha perceber, numa das prateleiras em baixo dele e tranca a chave. A senhora faz seu pedido e logo sai da lanchonete com suas muitas sacolas de varias cores. InuYasha havia esquecido completamente da sacola azul. Horas depois, Kagome deixa a lanchonete nas mãos de outra funcionaria e vai ate InuYasha que estava parado a porta completamente absorto. Logo Kogure chegaria e não queria desaponta-lo. Ela pergunta para ele sobre a sacola azul e ele atônito, procura por toda a loja.
- Kagome...
- Nani?
- A situação pode parecer um pouco difícil, mas...
- O que é?
- Pode parecer sem solução, mas temos que resolve-la como pessoas civilizadas.
- Êhhh??? – pergunta sem entender.
- Sinto-lhe informar...
- Já estou perdendo a paciência, fale logo!
Ele engole um seco:
- Perdi sua sacola.
Capítulos de [InuYasha]Um sargento chamado... confusão! - Perdendo coisas....