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› Autor: ~Beltante
› Gênero: Hentai/Ecchi/Seijin - Yaoi/Lemon/Dark Lemon - Yuri / Romance e Novela. / Shoujo (Romântico)
› Personagens: Inu Yasha, Kagome
› Classificação: 18+
› Adicionado em: 10/12/07
› Comentários/Favoritos 15/13
› Caracteres: 12.475
› Exibições: 7
bem gente pra quem não sabe está foi minha primeira fic...^^
Relembrando:
Os braços dele entrelaçaram-na e trouxeram-na para junto do peito, ficando seus corpos colados. Sua boca fechou-se sobre a dela.
- não...por favor – kagome murmurou, tentando empurrá-lo
- Relaxa, princesa, e faca o que tanto deseja – Inu Yasha pediu, beijando-a suavemente.
cap. 2
Os braços dele entrelaçaram-na e trouxeram-na para junto do peito, ficando seus corpos colados. Sua boca fechou-se sobre a dela.
- não...por favor – kagome murmurou, tentando empurrá-lo
- Relaxa, princesa, e faca o que tanto deseja – Inu Yasha pediu, beijando-a suavemente.
Deslizando uma das mãos, ele prendeu um dos seios dela e com o polegar fez caricias sobre o mamilo intumescido.Pela segunda vez naquela noite ( a primeira foi ir ao leilão), alias, segunda vez em toda a sua vida, Kagome fez o que nunca tinha feito antes.
Entregou-se aquelas caricias sem a menor resistência. Deu um gemido tão sensual e queixoso que provocou o aumento da circulação sanguínea de Inu Yasha. Ela abraçou-o pelo pescoço, ficou na ponta dos pés e encostou os quadris nos dele.
Foi a vez de Inu Yasha gemer. Sua boca, faminta, capturou a de Kagome. Desceu as mãos pelos quadris, segurou as nádegas roliças, ergueu-as para tocar no membro enrijecido e moveu-se contra Kagome, fazendo-a emitir, entre um beijo e outro, gritinhos e gemidos de prazer.
Beijou-lhe o rosto avidamente, mordiscou-lhe o pescoço, os ombros, sugou a curva dos seios que o vestido decotado revelava. Introduzindo as mãos sob a saia curta, deliciou-se ao deslizá-las pelas coxas, movimentá-las para cima e encontrar, como havia sonhado, alem de meias finíssimas, apenas um pedacinho de renda, nada mais. Articulou um som ininteligível quando enfiou a mão sob a renda e apertou-a sobre a feminilidade de Kagome.
Ela estava quente. Úmida. O cheiro dela e sua respiração entrecortada deixaram-no ardendo de desejo. Mais do que nunca ele soube que precisava daquela mulher como precisava do ar para respirar.
A essa altura, Kagome descera os braços e segurava Inu Yasha pelos quadris, para que ficassem bem unidos.
- Kagome...- Inu Yasha murmurou, a voz enrouquecida.
- Sim...por favor...
Ele soube que poderia, ali mesmo, possuí-la. Bastaria abrir o zíper, arrancar aquele pedacinho de renda e penetrar nela profundamente...
Alguém riu. Tanto Kagome como Inu Yasha ficaram enregelados.
- Oh, céus – ela sussurrou.
- Fique calma – Inu Yasha falou suavemente.
Abraçou-a e notou que estava tremula.
O riso soou novamente. Inu Yasha percebeu que nada tinha a ver com eles. A pessoa estava distante. Então, a névoa que lhe cobria o cérebro dissipou-se e ele teve consciência de que se encontrava naquele degrau com uma mulher que conhecera a menos de duas horas, que passavam pessoas e carros pelas ruas. E por pouco ele não ...
A mesma coisa ocorreu a Kagome, ela tentou livrar-se dos braços que a envolviam e murmurou, agitada:
- deixe-me ir!
- Fique quieta!
Era uma ordem. E sensata, pois um grupo de pessoas se aproximava. Com um pouco de sorte, se eles ficassem calados e imóveis ninguém os notaria. Portanto, Kagome obedeceu. Fechou os olhos e pensou nas reações que aquele estranho tinha provocado nela instantes atrás e no que iria permitir que eles fizesse.
Para que tudo aquilo? Para provar que Kouga estava errado?Que ela não era uma mulher fria?
Seu estomago revirou. Exatamente.Ela provara tudo isso da maneira mais humilhante possível. Provara a si mesma e aquele homem que não conhecia, um homem que simplesmente havia estado no lugar certo, no momento certo em que ela precisava desesperadamente fazer de conta que podia sentir desejo...
Os passos e vozes se distanciaram.
- eles já foram. Esta tudo bem – Disse Inu Yasha, voltando a abraçá-la.
Kagome permitiu-lhe as carícias. Deixou-o passar as mãos por suas costas, nos cabelos, beijar-lhe o rosto, o pescoço, o vão entre os seios, até sentir-se entregue.
O cheiro masculino, morno , excitou-a Desejou saborear o gosto de Inu Yasha, ter o coração batendo descompassado contra o dele. E, mais que tudo, ansiava por explorar aquele corpo rijo, vigoroso, e sentir novamente, contra o seu, o extraordinário, embriagador e excitante membro enrijecido. Um gemido saiu de sua garganta e Kagome afastou-se dos braços de Inu Yasha.
- tenho certeza de que as mulheres com quem você anda gostam deste tipo de coisa, Inu Yasha.
- O que? – Inu Yasha piscou algumas vezes.
- As mulheres de onde quer que você venha gostam deste tipo primitivo de abordagem.
Inu Yasha estreitou os olhos.
- Ei garota, não sei qual o seu problema, mas não desconte seus ressentimentos em mim.
- Eu gostaria que saísse do meu caminho. – kagome o olhou friamente, e exclamou de nariz em pé.
- Sair do seu caminho? - exclamou Inu Yasha pasmo.
- Foi o que eu disse. Vejo que não tem problema de audição. Agora Adeus.
Os olhos de Inu Yasha se estreitaram de raiva. Ele sentiu o sangue esquentar e seus instintos mais primitivos dominá-lo. Ah ele iria ensinar uma lição a Kagome, uma lição da qual ela nunca se esqueceria.
- Há um nome para mulheres como você. Tenho certeza de que você já ouviu muitas vezes.
Por um instante Kagome ficou lívida e imóvel como uma coluna de mármore. Depois, para espanto de Inu Yasha, ela riu.
- Acredite-me, já fui chamada de nomes piores.
A voz dela tremeu ao pronunciar as ultimas palavras, porém, continuou sorrindo. Foi esse sorriso corajoso, triste que derrotou Inu. Ele desejou jamais ter falado de maneira tão horrível. Tarde demais. Kagome saiu do estacionamento, atravessou a rua e pegou um táxi.
- Kagome – Inu Yasha chamou-a – Princesa, espere!
Mas ela já havia entrado no táxi que se afastou e desapareceu na noite.
(no dia seguinte)
Em sua casa na praia, Inu Yasha andava de um lado para o outro, estava furioso, inquieto e frustrado.Inu yasha foi a varanda. O dia estava lindo, céu azul, a águas do oceano límpidas.
Inu Yasha pensou em Kagome. A beldade lhe proporcionara uma visão do paraíso, provocara-o até deixá-lo fora de si, enlouquecido, e então, lhe dera as costas e desaparecera.
Os lábios de Inu Yasha se comprimiram. Fez o maior esforço para relaxar mas as lembranças da noite anterior o perseguiam.Para o inferno com tudo aquilo. Desta vez a princesa do gelo encontrara o cara errado.
Indo até o quarto, pegou o telefone e ligou para Sango.
- Sango, preciso que me passe o endereço da Kagome!!!
- Lamento, Inu Yasha, mas se a Kagome não lhe deu o endereço dela, não cabe a mim te dar – Sango falou meio desconfiada.
- Tem toda razão Sango – Inu Yasha concordou, com a voz muito agradável – Isso nem seria necessário, pois a Kagome deu –me o endereço e o numero de telefone em um pedaço de papel. O problema é que não o encontro. Receio ter perdido. Se a Kagome souber disso pensará que foi pouco-caso da minha parte. Você compreende?
Minutos depois, Inu Yasha seguia no seu Porsche na direção da Mansão de Kagome.
Eram cinco e meia, quando Kagome acordou. Encontrava-se sozinha em sua casa, tinha dispensado todos os empregados. Desceu tomou seu café.Olhou pela janela, e vieram lhe a mente as lembranças da noite anterior. Quando gemera de prazer nos braços de Inu Yasha.
Também sonhara com ele. Sonhara que estava de pe, no Hall de sua mansão. Não era um castelo. Esperava alguém; estava descalça e tinha os cabelos soltos. Subitamente, a pesada porta do castelo abriu-se e surgiu um cavaleiro, usando armadura negra, montado em um cavalo negro.E ele tinha a cara de Inu Yasha. Era só o que faltava nem em sonho ele a deixaria em paz.
De repente Kagome foi retirada de seus pensamentos com uma batida na porta.
Pensou no cavaleiro de seu sonho e riu. Deduziu que deveria ser o carteiro, pois as vezes eles apareciam aos sábados. Correu até o Hall, destrancou a porta e abriu-a com um sorriso.
Ao ver quem era Kagome fechou a porta depressa e encostou-se nela. Não era o carteiro quem estava a sua porta era, Inu Yasha.
Ouviu um barulho. A porta tremeu com o murro de Inu Yasha.
- Kagome abra esta porta!!!!
Ela afastou- se, como Inu a havia encontrado?
- Abra, Kagome, ou derrubo esta porta com um chute.
- - Vá embora Inu Yasha!!! – gritou Kagome desesperada e excitada.
Tarde demais. A porta abriu-se e Inu yasha entrou.
Olhou para ela, vestida com uma camisola que mal lhe cobria o corpo.Os olhos de ambos se encontraram.
- Kagome! – Inu Yasha falou suavemente.
- Você não é bem vindo aqui Inu yasha, vá embora. – kagome empertigou-se e disse em tom cortante.
Inu Yasha riu. A caminho da mansão tinha imaginado uma dezena de cenários no qual veria Kagome, porem jamais lhe passara pela mente que iria encontrá-la com aquela aparência virginal, usando camisola branca, os cabelos soltos, de pe, no centro daquele Hall suntuoso decorado com pecas do século quinze.
- É assim que você recebe o homem com quem devia passar o fim de semana, Princesa? – Indagou Inu Yasha, empurrando a porta com o pe para fechá-la.
Uma voz interior ordenou a Kagome que fugisse, mas ela não conseguiu mover-se. De mais a mais, sabia que se virasse as costas, Inu Yasha a agarraria. O melhor a fazer era não demonstrar medo.
- Não seja ridículo, Inu Yasha. Eu nunca tive a intenção de passar o fim de semana na sua companhia. Sabe disso.
- Então o que pretendia fazer comigo, princesa?
- Nada. Só dei o lance pensando em contribuir para as instituições beneficentes.
- Instituições beneficentes, hem?- um sorriso frio e perigoso marcou os lábios de Inu Yasha – Que sentimentos elevados, princesa! Quanto a mim, não estou nem um pouco caridoso hoje.
- Pare onde esta Inu Yasha. – Kagome sentiu falta de ar quando Inu Yasha avançou na direção dela – Juro que se você chegar mais perto eu...
Kagome deu um passo para trás, depois outro e mais um.Sabendo que havia uma cadeira pesada de madeira perto dela, estendeu o braço e tateou a procura do móvel, até encostar a mão no espaldar.
- Inu Yasha, não sei por que veio até aqui.
- Não sabe? – Inu Yasha questionou, dando um chute na cadeira.
Perdendo o apoio, Kagome quase caiu. Gritou:
- Policia, alguém me ajude!!!
- Seja realista Kagome nem que você chame o corpo de bombeiros eu saiu daqui – os olhos de Inu Yasha escureceram – Nada poderá impedir o que vai acontecer entre nós.
- Inu Yasha, por favor...
- Repita. Você disse o mesmo ontem a noite.
- Repetir o que?/
Apenas alguns centímetros os separavam. Kagome podia sentir o calor do corpo dele, o perfume do sabonete, da loção de barba, misturado com outro cheiro, masculino, agreste e primitivo, o que fez o pulso dela acelerar.
- Ontem a noite, quando estávamos no estacionamento, fazendo amor, você disse por favor.
- Não fizemos amor! – Falou Kagome excitada
- Sexo – Inu Yasha acariciou o rosto de Kagome, deixando-a sem respiração – Sexo é a palavra certa. Amor implica um romance que dura por toda a eternidade. Eu não acredito nesses contos de fada.
- E eu não acredito em... em fantasias sexuais.
O sorriso dele, sedutor e perigoso, amoleceram os ossos de Kagome.
- Eu também não acredito. Falo sobre um homem, uma mulher e o que ambos desejam. É realidade, não fantasia.
- Pare, eu lhe imploro. Se tiver um pingo de decência...
- Não tenho. Você percebeu isso muito bem ontem a noite.
Ele agarrou-a, mas Kagome deu-lhe um chute na canela e escapou. Saiu correndo para ser apanhada no meio do hall.
- Desta vez não fugirá, Kagome. Você é minha, princesa. Ou melhor, sou seu. Você me comprou e por alto preço.
O tecido frágil da camisola rasgou-se sob a mão dele e Kagome viu-se nos braços musculosos, colada ao corpo de Inu Yasha, os lábios de ambos unidos. Agora estava prisioneira daquele beijo, uma prisioneira voluntária.
[06/12/07] Cap. 1
[10/12/07] cap.2
[03/01/08] cap. 3
[24/01/08] cap. 4
[29/01/08] cap. 5
[29/01/08] [InuYasha] O Preço de Um Homem - cap. 5
[24/01/08] [InuYasha] O Preço de Um Homem - cap. 4
[03/01/08] [InuYasha] O Preço de Um Homem - cap. 3
[10/12/07] [InuYasha] O Preço de Um Homem - cap.2
[06/12/07] [InuYasha] O Preço de Um Homem - Cap. 1
[04/07/07] [Hellsing] Pauvre Belle - Liberdade!!!
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