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› Autor: ~hita
› Gênero: Ação, Aventura e Luta / Ficção e Fantasia / Lírica
› Classificação: Livre
› Adicionado em: 07/12/07
› Comentários/Favoritos 1/0
› Caracteres: 7.731
› Exibições: 92
Nota:
essa fic foi escrita pelo Lars e por mim. bem... mais por ele que por mim... só que não mais! >=D retomei a escrita.
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Os orks cercavam-na de longe, pareciam apreensivos à aproximação. Mantinham distância segura. Porém havia muitos dos homens encapuzados de vermelho para compensar a falta de bestas.
-Olha essa árvore! Senhor Lars, você acha que devemos nos aproximar?
-Não. É muito perigoso. E... Ela me lembra alguma coisa... Uma história...
- História? Qual?
-E... Você também conhece! É a arvora que a Aadelina contou!
-Que? Er... AH!!! A Árvore! Do tal do pergaminho e que... Ta, mas é essa árvore mesmo? É tão fácil assim?
-E esses homens encapuzados... Parecem os que agente seguiu na estrada.
-Sim, mas eles são assustadores. Acho melhor que rondemos a cidade à procura de sobreviventes. Eu sei, além da magia de fogo, um pouco de magia de cura... mas é tão pouco que fica irrelevante.
- Acho que devemos ir ao castelo. Você sabe chegar lá?
- Sei. Aprendi hoje, mas fazer o que?
- Ver se estão sendo atacados, Horas!
- Então tudo bem. Quando eu rondava o lugar hoje percebi que o castelo é todo rodeado de água. Porém tem um ponto que o castelo passa por cima da calha. Nesse ponto tem uma portinhola baixa por onde jogam o lixo, sem ter que baixar a ponte levadiça.
Lars e Rita seguem até o castelo e chegam ao ponto que Rita descrevera. Era um buraco do tamanho de um barril a três ou quatro metros do chão, pois o lixo era jogado em carroças.
Lars retira da bolsa outra bobina com gancho, que ele chamava de “besta”, e atira no vão. Os dois escalaram a corda e entraram no castelo.
A saída de lixo era um túnel estreito por onde jogavam o lixo das cozinhas. Rita achou um método muito inteligente te tirar o lixo e agradeceram que ninguém estivesse jogando nada. Quando chegaram no topo do buraco se depararam com um senhor bigodudo muito simpático.
Lars sussurra para Rita:
- Está bem vestido, deve trabalhar para o Rei.
- Sim – ele respondeu – mas não me orgulho disso. Faço parte da resistência contra esse senhor de terras. Sou espião como cozinheiro.
- E por que o senhor está nos contando isso.
- Que eu saiba, ninguém que é a favor do senhor entraria pela lixeira. Hahaha!
- Por que não se orgulha?- e num sussurro ainda menor- Droga ele ouviu!
- Porque esse lorde maldito mandou matar meu irmão.
- Nossa! Que crueldade! E como o senhor ainda não conseguiu matá-lo?
- Não consigo. Não sou como ele.
- Ah! O senhor me desculpe a indelicadeza. Eu sou Lars, um bardo, e essa é minha aprendiz, Rita.
- Prazer, eu me chamo Reweth.
Ele era um senhor de volumosa barba castanho-escura e avental de cozinheiro. O avental estava bem sujo e gasto, mas os olhos do dono eram muito negros e vivos. Ele possuía braços possantes, era alto e tinha uma voz rouca e grossa. Quando se levantou dava para reparar eu sua grande força física, além de grande força de vontade.
- Senhor –começou Rita, encabulada – sabe alguma coisa relacionada àquela árvore? Se existe alguma lenda relacionada ou... Ah! e sabemos da cituação da cidade, mas...
- Sem problema. E você está perguntando da Árvore Deus?
- Ah, provavelmente sim.
- Claro! Ela tem milhares de anos, dizem até que tem o poder de parar o tempo e congelar os céus! É um grande carvalho que tem, também, poderes de cura. Segundo minha avó se você tomar um chá com as folhas da Árvore Deus vcoê fica curado independente da doença, seja peste seja gripe.
- Rita, realmente parece a história da Aadelina, não?
- Sim. Água tem poderes curativos. Deve ser conseqüência do poder do pergaminho.
- Perdão, mas do que estão falando? – Pergunta Reweth curioso.
- Desculpe senhor. Somos bardos, como sabe. E contamos histórias. Rita, conte à ele e seja breve.
- Ta. Vou ler em voz alta no livro que a senhora Aadelina me deu:
“Há muitos e muitos anos o grande deus criador, de nome desconhecido, deixou cinco poderosos pergaminhos no mundo de Midgard, o antigo nome de nosso reino. Os pergaminhos continham os poderes e ensinamentos necessários para controlar todos os cinco elementos da natureza em escala global. A água, o fogo a terral, o ar e a luz / sombra. Nunca se soube por que os demais elementos foram excluídos”.
“Por saber disso muitos homens gananciosos tentaram tomá-los para se auto-intitularem reis do mundo”.
“Temendo isso o grande Rei humano da época, Kazemir, filho de Kazefir, mandou que os mais poderosos magos, sacerdotes e feiticeiros da época destruíssem os pergaminhos. Todos eles, juntos, não tiveram força nem para amarelar os papiros”.
“Foi quando a grande sacerdotisa Sheyla propôs que prendessem os objetos para sempre”.
“A idéia foi aceita e cada pergaminho foi selado em um local onde nunca seria encontrado”.
- Acreditamos que o da água se encontra na Árvore Deus.
- Na Árvore? Eu acho que – começou Reweth, que é subtamente interrompido por um homem que entra gritando na sala. – O que houve?
- REWETH! OS ORKS NÃO VIRÃO!
- Como?
- Nem se aproximaram do castelo!
- Por que? – pergunta Lars.
- Não sei! Mas os criados pretendem matar o lorde antes que cheguem! E... Ei! Quem são esses dois?
- Somos bardos, e estamos do lado de vocês. – responde Rita, estranhamente calma.
- Sim, e confiamos neles. – completa Reweth.
- Vocês irão ajudar? Ótimo! Venham para dentro! Eu me chamo Terian. Vamos matar o rei e livrar a cidade desses monstros!
O homem parecia mais jovem que o cozinheiro, mas tinha braços tão fortes quanto e temperamento impaciente.
- Será que conseguiremos? - perguntou lars à Rita enquanto corriam pelos corredores do castelo. - acho que esses monstros não deixarão sobreviventes. Devemos fujir depois de matar esse lorde, não acha?
Terian ouviu e explicou:
- Não podemos fugir, pois aqui é nosso lar. Vamos ficar e lutar!
- Eu tenho um plano! – disse Rita, quando pararam em uma das salas do castelo, onde havia muitos dos rebeldes – podemos arranjar iscar para serem levadas ao lorde. Quando as iscas ficarem muito perto dele é só que lhe decepem a cabeça. Então vocês tomam o resto do castelo e começam a morar aqui como pessoas livres.
- Muito bem! Usaremos esse plano. Justamente por que partes dele já estão encaminhadas. A maior parte dos vassalos do lorde já foram mortos. – Diz Terian.
Houve um alarde na sala onde todos gritavam a favor do plano.
- Mas quem vai ser a isca? - todos os olhares da sala de voltaram para ela. – o que? EU??????
- Tem que ser alguém desconhecido - explicou Reweth.
- Eu vou junto, não se preocupe, minha discípula assustada. Acho que armados chamaremos mais atenção. Venha,nada acontecerá conosco.
- Então tudo bem. O que acha de irmos cantando então? O plano é distraí-los, não deixá-los bravo. Podemos cantar para que durmam.
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oi! =D
então! me desculpe pela demora, pra quem gosta.
e por favor, divulguem.
e comentem! E adicionem nos favoritos!
ACHO que o próximo capítulo não demora xD
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