Oiii pessoal XD
Por favor... sem ameaças... eu sei que demorei... mas ainda estou sem semana de provas. Tirei um tempinho e digitei esse capítulo. Espero que gostem!
Após uma noite chuvosa, o sol nasceu brilhando intensamente. Uma conversa tinha andamento na cozinha.
Az: Ela disse que não queria voltar. Proibiam-na de tudo!
Mãe Az: Eu entendo querida, mas fugir não vai livrá-la dos problemas.
No quarto, Rosette já se encontrava desperta, porém não tinha vontade de levantar. Passara a noite contando os problemas para a amiga, e apesar de se sentir mais leve por desabafar, não conseguiu pregar o olho.
Sabia que mais cedo ou mais tarde deveria encarar a todos, mas adiaria esse momento enquanto pudesse.
Az: Bom dia Rosette! – cumprimentou entrando no quarto – Vem tomar o café!
Ro: Bom dia Az – sua voz não tinha um pingo de emoção. – você falou com sua mãe?
Az: falei sim – ela foi até a janela e abriu as cortinas – Ela entende sua situação, mas disse que era melhor você pelo menos ligar para seus pais e avisar que está aqui.
Ro: Eles viriam me buscar a força – virou o rosto, não pela claridade que inundou o quarto, mas para evitar que a amiga visse seus olhos. – Eu não quero voltar, não agora.
Az: Eu sei – ela sentou no colchão, - mas ligue pra dizer que está bem.
Ro: Eles não se importam – voltou a chorar.
Enquanto as garotas conversavam, havia movimento na cozinha.
Chrno: Bom dia mamãe – deu-lhe um beijo no rosto. – A Az ainda está dormindo? – sentou-se e começou a servir-se.
Mãe Az: Ela já se levantou e foi chamar a Rosette.
Um arrepio percorreu seu corpo, a mãe sabia. Será que ela iria se importar?
Chrno: Ela pode ficar um tempo aqui mãe? – olhou-a receoso da resposta.
Mãe Az: Desde que ela avise que está bem, não vejo problema nenhum – ela sorriu e voltou a seus afazeres.
O rapaz suspirou aliviado. Metade dos problemas estavam resolvidos. Agora vinha a parte mais difícil.
xXxXx
Outra casa tinha um começo não muito bom.
O Sr. Cristopher já se encontrava desperto, estava sentado sozinho na cozinha, virando a segunda garrafa de café.
Com muito custo sua esposa foi tentar descansar, após muitos calmantes e um pouco de insistência.
Satella e o marido saíram cedo, com a esperança de avistarem a garota e também para descontrair um pouco. O clima na casa estava muito tenso.
Sat: Onde será que ela se meteu? Ela nunca fez isso! Ela só me dá trabalho!
Marido Sat: Mas pelo que você disse, ela foi muito oprimida, não é?
Sat: É sim – e suspirou pesadamente. – Comparada a mim, ela foi quase que mantida. Tenho pena dela – e baixou a cabeça.
Uma mão pousou em sua face e levantou seu queixo.
Mar Sat: Se ela for tão forte quanto você não precisa ter pena – e lhe deu um selinho, no que a ruiva correspondeu sorrindo.
xXxXx
Voltando à casa de Chrno...
Az: Vai lá Ro – incentivava a amiga. – É só discar e falar que está bem!
Ro: Eles vão me encher de perguntas! – seus olhos demonstravam todo o medo que ela sentia – Não vão nem me deixar falar...
Chrno: Diga o que precisa e desliga – falou distraído enquanto assistia à televisão. – Rápido e simples.
Ro: Não é tão simples assim – baixou a cabeça, estava se sentindo sem chão.
Az: Ah, não fica assim. Vai dar tudo certo. – abraçou a amiga tentando consolá-la – Vai lá você consegue!
Rosette tinha o telefone em suas mãos, e o encarava como se ele fosse explodir a qualquer momento. Sua mente estava tão perdida no que iria falar que nem notou quando o aparelho foi tirado de si. Mas agora era tarde.
Chrno: Olá, quem? – alguém do outro lado respondeu – Oi, Satella, tudo bem? É o Chrno! – pausa rápida para resposta – Olha, a Rosette está aqui em casa e...
Sat: O QUE??? – o grito foi tão alto que deu pra ouvir de longe.
Chrno: Er... ela está bem, e vai ficar aqui uns dias – de amigável e gentil sua voz se tornou firme e séria – Não adianta vir buscá-la.
Uma pausa mais longa. Ela tentava entender a situação.
Chrno: Uhum – concordou com algo. – Assim que ela quiser eu levo ela de volta. – mais pausas – Ok, tchau!
O sorriso que ele esboçou respondia tudo.
Chrno: Pronto. Ro! – jogou o telefone na mão dela e saiu para o quarto.
A garota fez malabarismo antes de conseguir segurá-lo. Deu um suspiro bem longo e caiu de joelhos.
Ro: Não acredito que ele fez isso! – olhava boquiaberta para onde o garoto estava a pouco tempo. – Como ele consegue?
Az: Meu maninho é dez né?! – fez um cafuné na loira e parou na frente desta – Vamos atrás dele, com certeza ele vai fazer algo divertido. – e pôs-se a andar.
Ro: Di... divertido? – seu coração começou a disparar loucamente, e ela tinha certeza que não era por causa do nervosismo.
Com muito custo, conseguiu se levantar, por o fone no gancho e seguiu a garota.
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Outra garota também depositava o telefone no gancho.
Pai Sat: O que foi? Por que gritou?
Sat: A Rosette, ela está bem.
Pai Sat: Era ela? – perguntou ansioso – Onde ela está?
Sat: Ela... – o certo seria contar, mas ela sabia que a irmã precisa pensar, então decidiu encobri-la. – Ela não disse onde está. Só disse que está bem e está na casa de uma amiga. – ela conhecia o Chrno, pois ele era um dos poucos amigos da garota – E falou que logo voltava, não precisam se preocupar.
Mãe Sat: Como não preocupar? – a mãe também ouvira o grito e fora conferir – Ela some, não dá notícias e pede pra ficarmos calmos?!
Não havia nada que pudessem fazer, a não ser esperar novamente. Ou pela volta dela ou por notícias de que estava bem.
Sat: Bom, agora que estão avisados, eu vou voltar pra casa. Meu marido também deve estar me esperando.
Uma pequena tensão... um momento de alívio...
Remington: Nem pense em terminar aqui!
Irmã Kate: Você viu que ela nem deixou a gente comentar?
Remington: Essa é a vida... meros coadjuvantes y.y
Irmã Kate: Nem o grilo apareceu...
Remington: Acho que ela o matou... x.x
Eu de novo XD
Tá... vocês devem estar cheios de mim... mas vou tentar postar o próximo antes do Natal ou Ano Novo. Tenho um capítulo especial em mente.
Algum leitor: EM MENTE? Quer dizer que nem começou a digitar? ò.ó
Gomen ne... vou fazer o possível.
Obrigada a todos que leram!!!