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[Saint Seiya] Escute Seu Coração

Capítulo V


Autor: ~ChiisanaHana

Categoria: Animes/Saint Seiya

Gênero: Comédia / Romance e Novela. / Shoujo (Romântico)

Tags:

Personagens: Shiryu, Shunrei, Shun, Saori, Seiya, Shina, Ikki, Hyoga, Marin, Eiri

Classificação: 14+

Adicionado em: 30/11/07

Comentários/Favoritos 1/3

Caracteres: 18.084

Exibições: 255

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Os personagens de Saint Seiya pertencem ao tio Kurumada e é ele quem enche os bolsinhos. Todos os outros personagens são criações minhas, eu não ganho nenhum centavo com eles, mas morro de ciúmes.

ESCUTE SEU CORAÇÃO

Chiisana Hana

Beta-reader: Nina Neviani

Capítulo V


Tóquio.

Na saída do cinema, Shina, Seiya, Shaka e Seika concordam num ponto: estão mortos de fome. Mas, como nem tudo pode ser perfeito nesse grupo, não entram em acordo quanto ao lugar onde vão comer.

(Shina) Qual é, Seiya? McDonalds de novo?? Pelo amor de Deus!

(Shaka) Estou com a Shina. Já me submeti a esse lugar que não pode ser chamado de restaurante uma vez, agora me recuso terminantemente. Aquele negócio de frango não tinha gosto de nada. E vocês sabem, eu não como carne bovina. Estou disposto a pagar se formos a qualquer outro lugar que não seja um fast food.

(Seiya) Vocês são complicados demais! Não gostam de comida japonesa e o McDonalds é o único lugar que eu conheço onde servem comida não japonesa!

(Shina) Pois fique sabendo que tem um restaurante italiano na rua atrás do cinema.

(Shaka) Gostei. (segurando a mão de Seika) Vamos?

(Seika) Com a fome que eu estou, qualquer coisa serve.

(Seiya) Hein? Como é que você sabe disso, Shina?

(Shina) Eu ja jantei lá, ora essa!

(Seiya) Quando foi isso????

(Shina) Quando você estava no hospital.

(Seiya) Jantou lá com a Marin?

(Shina) Não. Jantei com o Dohko.

(Seiya) Com o mestre de Shiryu???????????????????????

(Shina) Ele agora é o Mestre do Santuário.

(Seiya) Como você não me conta uma coisa dessas?????????

(Shina) E por que deveria contar? Na época do jantar eu era solteira.

(Seiya) Sim, mas uma moça sozinha jantando com um homem como o Dohko...

(Shina) Que tipo de homem é o Dohko?

(Seiya) Bom, ele é vivido. Muito vivido. Na verdade, até demais. Duzentos anos e cassetada quase vegetando...(pensando) Eu só tenho quatorze anos e estou com tesão acumulado, imagine ele... ui... melhor nem pensar!

(Shina) Deixa de bobagem. Primeiro, ele é um cavalheiro. Segundo, eu sei me cuidar, tanto que não dou mole pra você.

(Seiya) Pois é, essa parte eu lamento...

(Seika) Vocês vão ficar brigando???? Eu e Shakinha estamos morrendo de fome!

(Seiya) Tá, vamos logo pra esse tal desse restaurante italiano... Vocês venceram.

(Shina) Ótimo.

No restaurante, os quatro se acomodam numa mesa. O garçom traz o cardápio e serve torradinhas com patê.

(Shina) Então, o que vamos comer?

(Seika) Qualquer coisa. Eu não sei o que é mesmo.

(Shaka) Algo sem carne bovina.

(Seiya) Quando eu estive na Sicília, comi um negócio estranho.

(Shina) Negócio estranho? Traduza.

(Seiya) Era um macarrão e não era.

(Shaka) Então era o quê?

(Seiya, coçando o queixo) Era preto e comprido.

(Shina) Macarrão com tinta de lula.

(Seiya) É?

(Shina) Provavelmente. Tem dois pratos com esse macarrão. Os mais caros do restaurante. Está disposto a pagar?

(Seiya) Pago. Eu sou rico!

(Shina) Então tá.

Shina chama o garçom e faz o pedido.

(Seiya) Ei, não é papel do homem fazer o pedido?

(Shina) Que papel o quê? Temos que tirar a barriga da miséria logo.

(Shaka, pensando) Bonitinha, mas bruta...

Meia hora depois, o garçom serve o jantar.

(Garçom) Tagliatelle negro com ragu de lagosta(1)Para beber, recomendo um Sauvignon Blanc. (2)

(Seiya) Não tem refrigerante?

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Tóquio.

Dia seguinte. Saída de um motel de luxo.

(Ikki) Aí, qual o seu nome de verdade?

(Pani) É Pani mesmo, senhor.

(Ikki) Pensei que fosse o nome de guerra. Mas Pani, devia ter criado outro nome. Não se usa o nome de verdade nessa profissão.

(Pani) Achei melhor usar o meu mesmo...

(Ikki) Você que sabe. Onde é que você mora? Vou levá-la em casa.

(Pani) Não precisa, senhor.

(Ikki) Aproveita que hoje eu estou bom.

(Pani) É na periferia.

Ikki dá a partida no carro e segue até a periferia. Pára em frente a um prédio extremamente velho, com a fachada suja e caindo aos pedaços.

(Pani) Obrigada.

(Ikki) De nada. Olha, toma mais uma grana por fora. Compra uma coisa pra você. Sei lá, uma coisa que você queira muito.

(Pani) Valeu!

(Ikki, pensando) Coitada...

Ikki volta ao apartamento em que mora com Shun e se joga na cama. Minutos depois...

(Ikki, muito irritado) Que merda é essa??? Shun está derrubando a casa??? Por que esse barulho todo? Enlouqueceu? São seis horas da manhã e você arrastando os móveis!

(Shun) Eu estou arrumando a casa. June chega hoje e tudo tem que estar perfeito. (recolhendo uma camisa que estava atrás do sofá) Por favor, não deixe suas roupas espalhadas por todos os cantos da casa.

(Ikki) Não dá pra arrumar essa merda sem fazer barulho?????

(Shun) Não, não dá. E já que você acordou, pode me ajudar?

(Ikki) Tenho mais o que fazer.

(Shun) O quê, por exemplo?

(Ikki) Tentar voltar a dormir. Estava tão bom... eu estava começando a sonhar e você atrapalhou.

(Shun) Vai, preguiçoso... Ainda tenho que encomendar o almoço... A June gosta de carne... Um dia ainda faço ela abandonar esse hábito troglodita.

(Ikki) Aproveita e encomenda o meu almoço também.

(Shun) Cadê sua namorada? Não vai fazer seu almoço hoje?

(Ikki) Nós brigamos no motel e ela se mandou.

(Shun) E você fala isso assim nessa tranquilidade?

(Ikki) Você quer que eu chore? Mulher é que nem biscoito, vai uma, vêm dezoito! Nunca ouviu esse ditado?

(Shun) Se fosse a Esmeralda você não diria isso.

(Ikki) A Esmeralda não era uma mulher, era um anjo.

(Shun) Que lindo... Mas ainda bem que a Pandora não está aqui para ouvir isso.

(Ikki) É... Relaxa. Estou brincando. A Pand volta. É só uma questão de tempo.

(Shun) Me ajuda aqui com essa mesa?

(Ikki) Tá, eu ajudo. Parece que não vai dar pra dormir mesmo.

Depois de muito mexer na posição dos móveis, Shun decide que está tudo bom. Ele encomenda o almoço e Ikki finalmente vai tirar seu cochilo.

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Casa de Agatha. Ela e as meninas acabam de chegar de Las Vegas.

(Agatha) Bom, meninas, esse vai ser nosso novo lar pelos próximos meses. São três quartos, um é meu e do Chaos. Vocês dividam os outros dois. O esquema é o mesmo de sempre. Não quero bagunça, não quero sujeira e, principalmente, não quero brigas.

(Violet) Podemos ficar nós três num quarto e Angélica, Celina e June no outro.

(June) Pra mim tanto faz. Não vou passar muito tempo aqui. Tenho que ver meu namorado! Aliás, é isso que vou fazer daqui a pouco. Ele está me esperando para almoçar.

(Agatha) Isso é outra coisa que eu tenho que conversar com você. Nunca me meti nos namoros de vocês, mas toma cuidado, June. Não faça o que eu fiz.

(June) Você...?

(Agatha) Eu tive um filho.

(Violet) Nossa, que bomba! Mas cadê ele, Agatha?

(Agatha) Não importa o que aconteceu com ele. Tenham cuidado. Principalmente você, dona June. Está muito afoita com esse namorado.

(June) Relaxa, Agatha. Eu sei me cuidar.

(Agatha) Eu também achava que sabia. Bom, estão avisadas. Folga amanhã. Depois, treino duro. Lily, eu também quero falar com você.

(Lily) Claro, Agatha.

(June) Vou arrumar as minhas coisas no quarto e depois vou para a casa do Shunzinho!

(Celina) Vamos arrumar nossas coisas também?

(Rose) Vamos... O que será que a Agatha tem pra falar com a magrela?

(Violet) Não sei, nem quero saber. Vou escrever uma cartinha para o meu namorado brasileiro que é o melhor que faço.

(Rose) Namorado? Humpf... você é uma tonta. Acha mesmo que aquele sujeito ainda lembra de você?

(Violet) Claro. Eu conheço as pessoas só de olhar para elas. O Debinha é um bom moço.

(Rose) Você, Angélica e Celina são umas bobas.

(Celina) Eu? De boba é que eu não tenho nada. Eu fiz o que fiz com o Máscara da Morte porque eu estava com vontade. Ele não me enganou um segundo sequer. Agora se você é chata demais e não conseguiu ficar com o outro lá, não venha descontar na gente.

(Violet) Boa, Celininha.

(Rose) Naquela festa não tinha nenhum homem bom o suficiente para mim. E vocês são mesmo umas bobas. Coitadas.

(Violet) Vai dormir, vai, sua chata.

(Angélica, aproximando-se, com papéis coloridos e um estojo nas mãos) O que foi?

(Celina) O de sempre, a chata implicando.

(Angélica) Ah, normal...

(Celina) Aonde vai, Angie?

(Angélica) Escrever uma cartinha pro Shura. Telefonar fica caro.

(Violet) Eu também estava indo escrever pro Debinha. Angie, me dá umas folhas daquele papel rosa cheio de fadinhas?

(Angélica) Claro.

As meninas vão para a varanda. Celina as acompanha.

(Angélica) Também quer papel para escrever pro seu namorado?

(Celina) Não é namorado. É ficante.

(Violet) Escreve uma cartinha pra ele.

(Celina) Eu não. Só vou ficar aqui para ver as coisinhas românticas que vocês vão escrever.

(Angélica) Então, tá. Toma as folhas, Violet.

(Violet) Beleza. Tem caneta verde? Tem amarela?

(Angélica) Tenho todas!

Enquanto isso, na sala, Agatha conversa com Lily.

(Agatha) Eu quero saber o que está acontecendo com você. Sempre foi calada, mas agora está beirando a mudez. E esse olhar de cachorro pidão? O que é isso, Lily?

(Lily) Eu não sei... estou triste...

(Agatha) Quer me contar o motivo? Tem que haver algum. Lily, vocês todas são como filhas pra mim e eu não quero ver nenhuma triste.

(Lily) Olha pra mim, Agatha. Tão magrelinha. Ninguém reparou em mim na festa. Ninguém nunca repara em mim.

(Agatha) O que é isso, querida? Você é magrinha, mas não é por isso que tem que ficar triste. Não ligue para a implicãncia de Rose.

(Lily) Ela tem razão. Eu pareço uma vassoura.

(Agatha) Parece nada. Cada um tem sua beleza, Lily. Vá dormir e pense no que você realmente sente. Você se sente mal com seu corpo ou é a Rose que faz você se sentir mal?

Agatha vai para o seu quarto, despe-se por completo e enfia-se debaixo das cobertas. Chaos, seu gato preto, procura um lugarzinho perto da dona. Também ele tinha sido encontrado na rua, ainda filhote. Enquanto alisa a barriga peluda do gato, pensa em Saga.

(Agatha, consigo) Será que ele também pensa em mim? Aquele danado mexeu comigo de verdade. Ninguém nunca tinha me deixado assim... Minha filhinha... Está vendo a mamãe daí do céu? Cuida da mamãe, filhinha...

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Mykonos, Grécia.

O iate em que Shiryu e Shunrei estão atraca no pier.

(Christos) Pronto, senhor. Bom passeio!

(Shiryu) Vocês não gostariam de almoçar conosco?

(Christos) Não, obrigado. Os senhores precisam aproveitar a lua-de-mel.

(Shunrei) Vai ser um prazer ter a companhia de vocês.

(Elli) Ah, vamos, Christos! Por favor! Vai ser ótimo.

(Christos) Bom, então vamos.

O quarteto segue até um restaurante indicado por Christos. Servem-se de frutos do mar e salada grega com queijo feta. De sobremesa, frutas frescas com mel. Depois do almoço, eles passeiam pelas ruas estreitas de Mykonos.

(Elli) Esta é a Igreja da Santíssima Virgem Paraportiani.

(Shunrei) Ah, vamos entrar? Eu gostaria de fazer uma prece. (3)

(Shiryu) Sim, por que não?

Os quatro entram na igreja, as moças à frente, os rapazes atrás. Shunrei e Elli ajoelham-se num dos bancos da frente e rezam.

(Shunrei, em pensamento) Senhor meu Deus, quero agradecer por toda a felicidade que estou sentindo neste momento. Tudo está muito melhor do que eu sonhava. O Shi também está muito feliz e eu quero agradecer em nome dele também. Sei que não devia pedir nada, mas não posso evitar. Senhor, quero pedir que nossos dias continuem sempre assim, felizes, quero pedir que, se for de Sua vontade, tenhamos muitos filhos. Quero uma família grande, grande, para compensar a que não tivemos. Eu sei que vou ser uma boa mãe pra eles e que o Shi vai ser um bom pai. Também quero pedir para ele não ficar cego de novo. Eu não me importaria, cuidaria dele como sempre, mas sei que ele não seria completamente feliz se voltasse à escuridão. Não deixa ele ficar cego de novo, Senhor. Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém.

Depois de rezarem, Elli e Shunrei, aproximam-se dos rapazes.

(Shunrei) Pronto.

(Christos) Então vamos, caso contrário só chegaremos a Santorini à noite.

(Shiryu) Claro.

De volta ao iate. Christos dá a partida no motor. Elli está na cozinha preparando um pequeno lanche caso Shiryu e Shunrei queiram algum petisco durante a viagem. Os dois estão deitados na proa do barco, bronzeando-se.

(Shunrei) Olha só, já estou com marquinha de sol.

(Shiryu) É verdade. Eu também, mas bem menos que você. Você é muito branquinha, Shu.

(Shunrei) É. Você também ja está com marquinha...

(Shiryu) Hum... estou... que tal olharmos essas marquinhas com mais cuidado?

(Shunrei) Ótima idéia...

O casal desce para o quarto do iate. Beijando a nuca de Shunrei, Shiryu abre o sutiã do bíquini dela. Desliza as mãos pelos seios alvos que já contrastam com o restante da pele que começa a ficar bronzeada.

(Shunrei, virando-se para ele um pouco corada) Que tal a marquinha?

(Shiryu) Maravilhosa.

Enquanto os dois se amam, Elli vai lá fora falar com o comandante.

(Elli) Eles não são lindos, Christos? Tão apaixonados!

(Chirstos) São mesmo. O rapaz parece ser um bom moço, sabe aquele tipo de pessoa correta, justa? Gosto dele. E a moça é muito meiga.

(Elli) Eles foram lá pro quarto. Acho que estão fazendo amor.

(Christos) Com certeza! Lua-de-mel é pra isso, né, Elli?

(Elli) Nesse ritmo vão acabar tendo um filho logo, logo.

(Christos) É. Imagine o bebê lindo que vai sair daqueles dois!

(Elli) É... (suspirando) Ai, ai, Christos, eu morro de admiração por esse amor que eles sentem. Queria algo assim pra mim.

(Christos) Sua vez vai chegar, Elli.

(Elli) Tomara.

Continua...

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(1) Tagliatelle negro com ragu di lagosta. É um prato feitotalharim fresco, feito com tinta de lula, o que o deixa com a cor bem negra. O termo italiano “ragù” significa literalmente molho, ensopado. Em geral designa um molho encorpado, feito com carne moída ou picada, típico da região da Emília Romagna, onde se localiza a cidade de Bolonha. Por isso o ragu também é conhecido como molho “à bolonhesa”. No caso da fic, o ragu foi feito com carne de lagosta cortada em gomos ao invés de carne moída. Chique no último.

(2) No livro A Grande Cozinha - Massas recomendam o Sauvignon Blanc para acompanhar pratos sofisticados com frutos do mar. É um vinho feito com uma variedade de uva "originária da região de Bordeuax, na França.Produz vinhos secos e refrescantes". Isso é o que diz a Wikipedia. Quanto a mim, “nunca vi, nem bebi, eu só ouço falar!”

(3) Em Rozan existem templos de várias religiões, inclusive igrejas católicas. Então, considerei Shunrei praticante dessa religião. Apesar de a Igreja da Santíssima Virgem Paraportiani ser ortodoxa, não custa nada ir lá rezar, né? Eu iria.


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Oieeeeeeeeeeeeee!

Mais um capítulo!

Abri com o Seiya! Nem acredito! O pior é que mesmo sem gostar muito dele, têm saído umas ceninhas legais. Ele é um bom personagem, é engraçado, tenho que admitir.

Nesse capítulo também rolaram várias cenas com os personagens originais. Tenho que tomar cuidado pra não acabar escrevendo cenas demais com eles. Logopostarei no blog os perfis de Giorgos, Elli, Pani e Christos. Os três primeiros continuarão aparecendo nesta e nas outras fics. Christos eu ainda não sei, pode ser.

Ai, ainda estou feliz com o aniversário do Shi ontem!! As tortinhas chinesas que fiz ficaram ótimaaaas! Uauauauaauau!

Obrigada a todos que estão acompanhando! Fiat Noctum, relaxa, moça! Deixa review quando puder.

Beijins para todos!

Chiisana Hana


Capítulos de [Saint Seiya] Escute Seu Coração

[03/11/07] Capítulo I

[10/11/07] Capítulo II

[16/11/07] Capítulo III

[24/11/07] Capítulo IV

[24/11/07] Capítulo IV

[30/11/07] Capítulo V

[14/12/07] Capítulo VI

[22/12/07] Capítulo VII

[30/12/07] Capítulo VIII

[05/01/08] Capítulo IX

[14/01/08] Capítulo X

[19/01/08] Capítulo XI

[26/01/08] Capítulo XII

[03/02/08] Capítulo XIII

[09/02/08] Capítulo XIV

[16/02/08] Capítulo XV

[09/03/08] Capítulo XVI

[15/03/08] Capítulo XVII

[23/03/08] Capítulo XVIII

[29/03/08] Capítulo XIX

[05/04/08] Capítulo XX

[13/04/08] Capítulo XXI

[18/04/08] Capítulo XXII

[04/05/08] Capítulo XXIII

[12/05/08] Capítulo XXIV

[01/06/08] Capítulo XXV

[20/06/08] Capítulo XXVI

[30/06/08] Capítulo XXVII


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