Tocar Parar Pedidos & Recados Radio Blast

› Comunidade

Tenha um login para poder acessar todas as opções do site:


 Lembrar Login?


Cadastre-se Grátis

Nova Senha

› Favoritos (2)

› Ferramentas

 Imprimir esta página

› avisos




› Divulgue

Fanfics

[Yu Yu Hakusho] Felicidade

O Amor Roubado da Raposa


Autor: ~KyoriHoshi

Categoria: Animes/Yu Yu Hakusho

Gênero: Shoujo (Romântico)

Personagens:

Classificação: Livre

Adicionado em: 04/11/06

Comentários/Favoritos 5/2

Caracteres: 8.687

Exibições: 194

Url:

Embed:

AnimeSpirit:

 


Felicidade
Capitulo único

O primeiro encontro

Faz sete meses desde a última vez em que vi a luz no quarto de Sachi acesa. A senhora Kani acenou para mim da janela do quarto, na casa vizinha. Eu sorri, mas, por dentro sentia-me entorpecido.
Jamais esquecerei do dia em que conheci Sachi e sua mãe. Eu tinha sete anos e minha mãe me levou para conhecer nossa casa nova, nos arredores da cidade. Minha mãe havia sido transferida e tivemos que nos mudar deixando tudo para trás.
Sentia saudades de meu quarto e de meus melhores amigos, e não conseguia acreditar o quanto estava sendo torturado por minha mãe; eu não acredito sentimentos humanos. A idéia de ter de freqüentar uma escola nova era assustadora. Eu não teria com quem conversar e também não queria fazer novas amizades.
Quando chegamos á casa nova, de dois andares, meus avós estavam lá para nós dá as boas-vindas. Também vi uma mulher abraçando carinhosamente minha mãe. A senhora Kani tinha sido melhor amiga de minha mãe na escola, e agora era nossa vizinha de porta.
Mamãe me levou para conhecer meu quarto, no andar de cima, e eu me deixei despencar sobre cama. Devo ter adormecido, por que quando dei por mim, já estava escurecendo. Pela imensa janela do quarto, entrava uma música ensurdecedoramente alta. Olhei para fora e, em frente a minha janela havia outra. Uma garota de roupas escuras olhava por um telescópio para o resplandecente céu noturno. Imediatamente notei as luzinhas brancas de natal cintilando em seu quarto.
- Oi sou Kani Sashi Setu. Mas pode me chamar de Sashi.
- Sou Minamino Shuuichi, - berrei de volta. “Nossa quanto susto ela me deu!”
Esse foi nosso lindo começo. Naquele mesmo instante percebi que gostava daquela vizinha esquisita. Sashi tornou-se uma irmã para mim, embora fosse dois anos mais nova estava no mesmo nível escolar que eu. Passávamos horas batendo papo e contando histórias um para o outro. E tinha aquelas luzinhas no teto do quarto por que os planetas e as estrelas a vacinavam.
Quando as aulas começaram, fomos para escola juntos. Cuidávamos um do outro, eu evitava que ela se machucasse e ela me mantinha longe de encrencas (na maioria das vezes eu a tirava de várias furadas, Sachi era muito meiga mais tinha um gênio terrível). Mais tarde íamos para o parque brincar nos balanços, mas nosso lugar favorito era o quintal da minha casa. A imensa Cerejeira com tábuas pregadas no tronco, era o nosso refúgio, onde criávamos mil historias, encarnando os mais diversos personagens. Ninguém podia subir ali.

O primeiro dia no hospital

Os verões foram se passando e eu fiz treze anos. Eu presenteei Sashi com as primeiras flores da primavera. Então, a senhora Kani contou aminha mãe que Sashi estava internada com uma doença cardíaca grave e talvez precisasse de um transplante de coração. Quando soube, fiquei tão arrasado, tive a sensação que também precisaria de um.
O hospital era sombrio. Uma prisão de paredes brancas, embora fosse uma dessas pessoas que poderiam passar horas dentro de um laboratório que sempre saíam sorrindo depois de uma grande explosão, Sashi adorava a liberdade, sem falar que a comida era horrorosa. Todas as refeições de Sashi tinham cara de mingau, mais apesar de tudo ela não reclamava, sorria. Prometi que no dia seguinte levaria bombons de iogurte e sei que isso a deixou mais animada, eram os preferidos dela.
Quando Sashi sentia que eu estava ansioso, me mandava olhar pela janela. “Deixe que as luzes do teto do meu quarto lhe digam que sempre estou lá”, falava baixinho. Ela sempre encontrava uma forma de me fazer sorrir, deveria ser o contrário.

À volta

Depois de um mês no hospital, Sashi voltou para casa. Foi á primeira vez em que entrei em seu quarto e tive uma sensação esquisita era tudo muito arrumadinho, sempre imaginei que fosse o caos. Depois de saltar sobre a cama e atirar um travesseiro sobre mim, confessou que tinha sentido saudades do quarto. Eu confessei que tinha sentido ainda mais saudades dela. Ficava perturbado com a possibilidade de nada mais ser como antes, mas, em duas semanas Sashi estava de pé e fazendo misérias. Tive certeza de que o problema tinha sido superado quando Sashi subiu até meu quarto e comeu pizza comigo.
Antes que nos déssemos conta, Sashi e eu estávamos começando o segundo grau. As aulas e as garotas me mantinham ocupado (como me arrependo disso hoje), mas ela sempre estava por perto. Apesar de ter que trabalhar, sempre passamos verões ensolarados juntos, menos quando ela viajava seus irmãos sempre tentavam rouba-la de mim. Como sempre os dias vividos ao seu lado corriam rapidamente. Então ela voltou a adoecer.
Durante o segundo semestre de nosso último ano, Sashi foi internada pela segunda vez. Primeiro achei que se trava de um alarme falso, mas acabou sendo mais grave do eu podia imaginar. A única coisa que eu podia fazer era rezar para que ela melhorasse, Sashi me proibira terminantemente de cometer qualquer loucura para tentar ajuda-la, me fizera prometer, disse que se eu quebrasse a promessa me odiaria pelo resto dos seus dias e que voltaria para me assombrar, podia não parecer mais ela sabia exatamente o que fazer para que as pessoas fizessem o que ela queria (embora raramente usasse esse dom), odiava quando ela fazia aquilo.
A escuridão do quarto em frente ao meu me lembrava constantemente de que ela estava longe. Eu a visitava sempre no hospital, mas nunca sabia direito o que dizer. Falar que tudo ficaria bem era mentira, mais consolava nós dois.
Seu natal foi passado num quarto frio de hospital. Ela estava decidida a ir à formatura comigo e eu lhe garanti que iríamos.
Mais ela piorou quando ficou sabendo que a nova esposa de seu pai estava perseguindo sua adorada mãe com ameaças.
Todos os seus planos de reunir seus pais foram destruídos depois que ela soube do terceiro casamento de seu pai com a sua primeira esposa, mãe de seus amados três meio-irmãos, eles iam visitá-la no hospital, Senshi, Yoru e Hiru eram legais eu só não gostava quando eles a atiravam de mim. A agenda dela era muito apertada também com o trabalho que ela tinha bem, mas essa é outra história, a questão é que ela chorou e tremeu muito quando soube que o aquela bruxa (nem seus propios filhos gostavam dela preferiam a dona Sahra, a mãe da Sashi) estava fazendo. Ela não agüentou.
Segurei sua mão e olhei no fundo em seus olhos até eles pararem de fitar os meus. Nenhuma palavra foi dita. Ambos sabíamos o que estávamos sentindo. Ela me pareceu serena ao se despedir, mais eu sabia que ela estava triste seu pai de quem ela sempre me falava bem não a fora visitar uma única vez em que ela adoeceu, sem falar de que estavam em continentes separados ainda tinha a desgraçada da esposa dele que não gostava nada, nada da minha Sashi, ela não tinha medo de chamá-la de múmia paralítica e monstro do lodo.
Gravei seu rosto em minha memória, naquele momento, por mais que doesse a minha alma. Ela se foi, e a minha primeira sensação foi de que aquilo não podia estar acontecendo.
Era um absurdo.
Como podia uma amiga, uma pessoa que sempre estivera comigo e que me fazia feliz, me deixar para sempre? Eu não tinha mais ninguém para me consolar.
Naquele momento, enquanto eu olhava para a janela de seu quarto e para as estrelas e planetas colados no teto, compreendi que ela sempre estaria ali: no meu quarto, no meu coração e nas minhas lembranças. O problema é com quem vou me casar e ter nove filhos, brincadeira. Enxuguei as lágrimas e vi uma garotinha acenando para mim na janela em frente a minha. Até hoje, não consigo compreender por que não consegui dizer “eu te amo” para Sashi, nem mesmo no último segundo talvez por saber que ela sentia o mesmo.
Eu logo partirei para a faculdade e estou triste por ela não estar por perto para rir das minhas piadas ou me consolar quando eu estiver triste. Mas por obra de uma garotinha que olhava o infinito céu noturno com um telescópio, hoje sei que a amizade se estende além do tempo. Eu sempre me lembrarei de Sashi e a luz de seu amor me diz que ela sempre estará por perto.


Nota da autora - essa é minha primeira fic e não sei se ficou realmente bom. Por favor, se eu fiz algo errado me digam.
Sashi quer dizer felicidade, eu queria fazer algo como se ela fosse à felicidade do Kurama, eu queria que além da mãe ele sentisse em amor tão grande por outra mulher, um amor suficiente para fazê-lo desejar estar no lugar dela somente para não vê-la sofrer.


Capítulos de [Yu Yu Hakusho] Felicidade

[04/11/06] O Amor Roubado da Raposa


Faça seu Comentário

Login

Para ter acesso a todas as funções disponíveis na AnimeSpirit, é necessário que você esteja cadastrado na nossa Comunidade e esteja logado no sistema. Utilize o formulário abaixo para efetuar seu login:




Lembrar Login?


Parceiro: Hyrule Legends - FanFic Parceiro: Nyah&--33; Fanfiction

Melhor visualizado em: 1024 x 768 pixels
Navegador: I.E. 7.x, Firefox 2.x ou Opera 9.x

XHTML 1.0 CSS 2.0 Firefox Brasil PHP Postgre SQL
AnimeSpirit - Fanfics
http://fanfics.animespirits.net
Página gerada em 0.42 segundos - 22 consultas ao Banco
Parte integrante do Portal AnimeSpirit © - Copyright 2001-2008
O AnimeSpirit, em seus termos e regras de cadastro, salienta que somente aceita trabalhos de fans, originais e autorizados. Por isto não responsabiliza-se por quaisquer conteúdos irregulares dos usuários, devendo tais conteúdos serem reportados!