Sobre as actualizações deste Fanfic » Eu, neste momento tenho 2 fics
‘base’, que são as
‘Almas Gémeas’ e o
‘Hitotsu Dake’.
Sem contar com as outras histórias que tenho incompletas, estas duas são as mais importantes, por isso tenho que actualizá-las mais depressa e como eu agora comecei o 10º ano e vou ter que dar tudo por tudo eu só vou puder actualizar de 15 em 15 dias.
Numa semana irei actualizar a história
‘Hitotsu Dake’ e noutra semana irei actualizar a história
‘Almas Gémeas’.
Espero que não fiquem zangados comigo, please! Mas eu preciso de estudar, também!
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Notas de Autora: Gomeneee pelo atraso (e que atraso! ), mas não culpem a mim, culpem ao Ryoma!
Ryoma: O que é que foi que eu fiz desta vez?
AHH!! Grande susto, não? E o que fazes aqui? Isto, que eu saiba, é a categoria de Card Captor Sakura, não de Prince of Tennis!
Ryoma: Vim, para me defender! ù_ú E eu que pensei que depois de veres o episódio 19 tinhas deixado de disser “Ryoma no baka”!
Já te disse que eu sou imune a esses olhares!
Ryoma, meu Ouji-sama!! n.n Podias cantar o Rising para me dar forças para escrever este capitulo?? n.n
Ryoma: Nem morto!
Mau! ù_ú Junko-san!! n.n
Junko: Sim?? n.n
Podias cantar o Rising?? *y*
Junko: Claro!! n.n Sem problemas! n.n
Bem feito Ryoma!! = P Eu não preciso de ti para cantar a música Rising!! = P
Ryoma: Chee!
Bem, bem! Podias-me cantar também a música (com uma lista enorme na mão) Never End; Yume no Arika; Between You & Me; THERE; FLYNG BICYCLE; ...
Junko: Eu já percebi a ideia! n.nUU É melhore dares-me a lista.
Mas, mas... mas espera! Isto só as músicas que eu gosto + do CD Cool E! Falta a Dreaming on the Radio, muito importante! Também a Everything…
Junko: Sim, sim! Eu não me esqueço de nenhuma! n.n
Arigato!! *_* Tu és a única que me compreende! Porque é que o Ryoma não é igual a ti?! Só a voz é igual!
Junko: De nada! Mas vamos fazer um acordo: Eu canto todas as músicas que estão aqui na lista e tu começas a escrever o capitulo, está bem? n.n
Claro!! *_*
VAMOS COMEÇAR!! 1ª música = Never End!! *_* Vai Junko-san!! ^o^
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Sumário: Dois mundos diferentes, dois destinos entrelaçados, duas almas gémeas que se encontram vida a pós vida...
Umas vezes juntos e outras separados... Qual será o final desta história de amor desta vez? ~ SxS
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Almas Gémeas
Capitulo 5 – A decisão
By Sakura Lee
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“Sinto-me confusa. Por mais que tente encontrar
uma responda eu não consigo encontra-la!
Qual das duas “conclusões” eu irei escolher? A... primeira ou a segunda?
”
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Uma informaçãozinha antes de lerem:
» É oficial! Eu mudei o apelido Lee, que eu costumo utilizar no Syaoran, para Li, como no anime! ^o^
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Começado às 17:20:14 de 9 de Agosto de 2007
O seu cabelo castanho e longo balançava à medida do vento. À algum tempo que estava em frente da mansão Kinomoto, mas parecia que todos pareciam ocupados demais para não virem lhe abrir a porta principal da mansão. Alguns segundos depois do seu pensamento, ouviu um barulho de uma porta velha a abrir-se.
Uma cabeça apareceu pelo buraco da porta e ao ver a senhorita à sua frente, abriu a porta, completamente, e deixou passar a menor dos Kinomoto.
- A sua mãe espera-a na sala de estar. – avisou a empregada que lhe abriu a porta.
- Obrigada por me avisar. – agradeceu e começou a caminhar em direcção à sala de estar.
- Senh... Senhorita, não quer que a acompanhe? – perguntou a empregada.
- Não. Eu posso ir sozinha. – respondeu docemente, Sakura.
Continuou o seu caminho até que a sua vista captou uma grande porta, que naquele momento estava aberta. Observou o interior como se fosse uma menina pequena, curiosa por saber o que encontraria no seu interior e alí estava. Sentada numa das poltronas estava Nadeshico Kinomoto, à sua espera.
Os seus passos eram inseguros mas por fim conseguiu entrar na grandiosa sala de estar da mansão Kinomoto.
- Onde a menina esteve? – perguntou Nadeshico sem se virar, para olhar a sua filha nos olhos.
- Etto... bem... eu saí um pouco. O dia estava tão lindo que não me apeteceu ficar a manhã inteira fechada nas quatro paredes do meu quarto. – respondeu de forma indiferente.
- Há! Então era isso que eu devia ter dito quando o Yukito apareceu aqui de surpresa para visitar-te. – respondeu de maneira irónica.
- Desculpe mãe. Eu não fazia ideia que ele passaria por cá, mas eu tenho a certeza que o Yukito compreenderá. – respondeu de forma segura.
- Eu sei, minha querida, mas é que eu fiquei preocupada por ti. Quando o Yukito passou por cá eu tinha lhe dito que, de certeza que, estava cá e uma das empregadas diz-me que tu saíste de manhã e ainda por cima sem me avisares! Sakura... eu fico preocupada. – disse num tom baixo.
- Desculpe. – disse, também, num tom baixo.
- Bem! Mas chega de falar de coisas “tristes”! – levantou-se da poltrona e finalmente olhou a sua filha – Vamos almoçar? – perguntou.
- Claro! – sorriu, com um estranho brilho nos olhos que pode ser notado por Nadeshico.
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Tinha esperado por tanto tempo aquele momento e agora que ele tinha chegado ela não estava nem um pouco ansiosa.
A modista dava voltas e mais voltas. Via cada detalhe e consertava algumas coisas. A sua mãe, que estava em pé, um pouco afastada dela, via tudo com um brilho de fascínio nos olhos.
A sua mente naquele momento estava distante... muito, muito distante. Pensava, com clareza, nas palavras de Syaoran Li, mas cada palavra que ele “dizia” na sua mente deixava cada vez mais o seu coração, não mente, mais confuso.
Cada palavra, cada frase e até cada sentido das mesmas. Ela podia concluir que sim, ele era a sua verdadeira alma gémea, mas, por outro lado, poderia concluir que ele era um louco e que as suas palavras não tinham sentido nenhum. Mas o problema era... qual das duas conclusões era a correcta? Isso deixava-a cada vez mais confusa.
A modista tinha concordado com a cabeça e chamado-a. Foi assim que tiraram-na dos seus, confusos, pensamentos.
- Maravilhoso! Maravilhoso! – exclamava a modista com orgulho enquanto via o vestido de noiva que Sakura utilizava.
- Minha filha! – apenas pode disser, pela emoção, Nadeshico.
Sakura aproximou-se do espelho mais próximo que vira e viu a beleza daquele vestido branco. Um vestido comprido, com as mangas transparentes e com alguns efeitos na cintura e a saia era rodada e comprida até aos pés.
Não lhe ficava mal. – pensou – Mas estaria disposta a casar-se com Yukito Li? Escolheria a segunda conclusão? Talvez... talvez fosse melhor assim! Ainda estava confusa, pois a batalha que se travava no seu interior mal tinha começado.
A sua mente pedia para ela escolher a conclusão 2. Disser que o primo da Hanny era maluco e casar-se com o Yukito. Todos ficariam felizes com essa opção.
Mas o seu coração implorava que escolhesse a conclusão 1. Disser que sim, que acreditava no Syaoran e que sim, o amava. Deixar tudo para trás e partir. Começar uma nova vida! Todos ficariam infelizes e desapontados com essa opção.
Por isso é que era difícil decidir! – olhou com decisão para o seu reflexo no espelho – Já tinha tomado a sua decisão! Esqueceria, por um momento, a velha frase dos seus pais, “Ouve sempre o teu coração”, e ouviria, pela primeira vez, a sua mente.
- Adorei! – apenas respondeu.
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Ah... Como era bom passar um fim de tarde num jardim tão belo como os dos Kinomoto. Existiam vários tipos de flores. Deste Estrelicias a Bigornias. Aquelas variadas cores pareciam dar vida à mansão Kinomoto.
Respirou fundo o ar puro dado por sete pinheiros que rodeavam o jardim. Olhou para o céu. Não sabia porquê, mas um extremos desejo de voar apoderou-se da sua mente. Levantou o seu braço esquerdo o mais alto que pode enquanto os seus olhos alcançavam o céu azul.
De um momento para o outro sentiu uma mão quente e rígida a cobrir a sua. Arregalou os olhos e virou-os para o seu lado esquerdo e viu uma estrutura varonil. Levantou-se rapidamente. Deu o primeiro passo, mas só aí é que reparou que as sua mãos ainda estavam juntas. Tentou separa-las mas pareceu impossível.
-. Onde pensas que vais? – perguntou uma voz masculina.
-. Hã...? Eu preciso ir... Lembrei-me que tenho algo para fazer... – disse lentamente.
-. E será que esse
algo pode esperar um pouco? – perguntou como se a palavra
algo fosse na verdade a palavra
alguém.
-. Não! Não pode. Com sua licença Senhor Li. – Sakura fez uma pequena vénia antes de se virar.
-. Para quê tanta formalidade Sakura? Por acaso esqueceste-te do nosso último encontro? – perguntou enquanto a raiva apoderava-se da sua voz.
-. Por deus! – exclamou – O motivo disso foi pressão! Sim... A pressão do casamento! Falta menos do que uma semana e isso costuma pôr as mulheres nervosas. E mulheres nervosas não sabem o que fazem. - tentou explicar.
-. Deixa de tentar arranjar desculpas para o que aconteceu! Eu sei bem que a razão não foi um simples
nervosismo. Há! E uma última coisa. Não haverá casamento. – disse Syaoran enquanto os seus olhos se escureciam pela raiva.
-. Estás a ameaçar-me?! – gritou Sakura, começando a perder a razão.
-. Se estiver irás chamar o delegado desta cidade? A quem irás disser? Ninguém acreditará Sakura! É a tua palavra contra a minha e sabes a quem darão a razão e não será a ti. – avisou-a.
Sakura começou a andar por trás, mas Syaoran impediu-a.
-. Por favor... Tu sabes que me amas, tu sabes que sentes algo por mim quanto eu... – tocou, cuidadosamente, na sua face e Sakura sentiu a sua pele estremecer – Ou quando eu... – aproximou a sua face à dela e juntou os seus lábios com suavidade. Sakura pareceu perder a razão naquele momento. Entreabriu os lábios dando permissão a Syaoran para que ele aprofundasse o beijo.
Foi nesse momento que Syaoran soube que tinha ganho a batalha, ao afastar um pouco os seus lábios dos dela, podendo ouvir um leve gemido. Afastou-se completamente dela enquanto pode ser notado o incrível brilho dos seus olhos que há muito tinha desaparecido.
Sakura respirava rapidamente e olhava para Syaoran com os olhos arregalados –
“Que sensações foram aquelas?” – perguntou-se mentalmente –
“Nunca senti algo assim, no entanto parece-me tão familiar.” – pensou Sakura.
-. Sakura... – sussurrou Syaoran - ... vem. – disse enquanto uns olhos verdes o hipnotizavam.
Estendeu a sua mão, esperando o peso de outra. Mas não chegou a sentir.
-. Eu, eu não posso! Desculpa! – disse Sakura, de repente.
-. Mas porquê? – perguntou Syaoran.
-. Não posso! Os meus pais... a tua família... o Yukito... e até a Hanny... nenhum deles me perdoaria... nenhum... – disse, tentando chamá-lo à razão.
-. Sakura... – tentou começar.
-. Não consegues compreender?! – quase gritou – Não posso... não podemos...
-. Mas queres? – perguntou Syaoran.
-. Ahh...! Sim!! Feliz?! Óh meu Deus! Sim!! Mas... não po... – exclamou enquanto olhava-o com uma surpreendida expressão.
-. Claro que podes! Basta querer! E eu sei que tu queres estar ao meu lado. – afirmou Syaoran.
-. Não pos... – o seu rosto mostrava uma profunda tristeza, mas Syaoran interrompeu-a.
-. Dá-me uma oportunidade! – pediu.
-. Hã...? – Sakura não compreendeu o pedido.
-. Dá-me dois dias para fazer de ti a mulher mais feliz do mundo! – sorriu ao ver a sua reacção – Pois eu não consigo viver sem ti... nem tu sem mim. Tu és a razão de estar vivo e eu sou a razão de tu estares viva. – disse num tom carinhoso
(n/a: ok, definidamente esta música está a fazer-me mal! XD).
Sakura afastou-se, mas Syaoran abraçou-a.
-. Não te afastes de mim, não agora. – disse enquanto a apertava nos seus braços.
A sua primeira reacção foi a surpresa, mas com o tempo se acalmou nos seus braços, relaxando.
-. Isso mesmo... e agora? Tens a certeza que queres casar-te com o Yukito? – perguntou Syaoran enquanto acariciava os cabelos castanhos claros.
-. Não... – disse num murmuro.
-. Era apenas isso que eu queria ouvir. – disse, mais para si, Syaoran.
-. Hã...? – Sakura não compreendeu.
-. Significa que ficaremos juntos... para sempre. – aproximou os seus lábios dos dela.
-. Sim... – sussurrou antes de entregar-se
completamente a ele.
Enquanto Syaoran aprofundava mais e mais o beijo uma exclamação foi ouvida. Quer disser, uma
infantil exclamação foi ouvida, separando os dois amantes.
Hanny estava à frente dos dois, com, pelo menos, 3 metros a separa-los.
Terminado às 14:59:32 de 20 de Outubro de 2007
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Continua...
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Notas de Autora: QUE ATRASOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO!!!!!!!!!!
Ai que eu até fico envergonhada! O////O
Mas é que eu estava a ter uns problemas na parte final! n.nUU
Junko: E que problemas!
Oh! Eu não tenho culpa! u_u
Junko: Tens sim!
Não tenho nada!
Junko: Tens sim!
Não tenho nada! Beeeeeeeeeeem! Pode-se disser que a minha salvação foi uma música que eu baixei na Sexta passada! XD A música é super (para as pessoas que não gostam de rock vão pensar o contrário) e a letra é maravilhosa, super, incrível e linda e... Não sei o que disser mais! XD Mas já deu para perceber como é.
E essa música ajudou-me na parte final, a partir de ‘-. Dá-me uma oportunidade! – pediu.’. A partir daí é tudo inspirado na música (e que linda! *_*). Eu até queria pôr a letra neste cap! XD Mas achei muito apressado e vou esperar para utilizá-lo noutra altura (qual será??).
Bem, para quem quiser saber o nome da música é Lost Reason de Abingdon boys school. Não sei se alguém conhece, por acaso é a 1ª vez que oiço músicas deles e já sou fã! XD Até a outra musica que vinha no CD, a Nephilim, em japonês, também adorei! (claro! É J-music!)
Junko: Ahh... eu adoro!!
Né? Agora aos Comentários!
Agradecimentos aos…
... comentário:
Por causa do apagamento legal do fic
Almas Gémeas não sou puder responder aos comentários, mas vou deixar os nomes em agradecimento!
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No próximo Capitulo:
Hanny encontra o casal numa situação comprometedora... o que irá acontecer? Irá a criança contar ou calar-se?
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Ei, ei! Junko-san? Podias-me cantar a música “LIFE GOES ON”? Please?? *y*
Junko: Claro! n.n
Bem e aqui nos despedimos com a música LIFE GOES ON!! *y* (a letra é d+++)
Vemo-nos daqui a 15 dias (talvez).
Sakura Lee & Junko Minagawa