Notas de Autora: Olá!! Decidi levar Prince of Tennis a sério e decidi escrever um fic de PoT, sem ser uma one-short! n.n
É a primeira fic (de capítulos) que escrevo nesta categoria! Espero que gostem! n.n
Junko: Eu estou ansiosa por ler! Andaram-me a disser que vai haver muuuitas mudanças! n.n
Sip! Muitas mudanças e o Ryoma é o primeiro! XD
Ryoma: Alguém disse o meu nome??
Claro que não! Achas? Porque é que eu deveria estar a falar de ti?
Ryoma: Talvez a falares mal de mim!
‘Tá descansado que eu estou feliz pela cena que houve antes de tu partires. *y*
Junko: O romance está no ar... *_*
E eu estou a pensar deixá-lo no ar por mais algum tempo, pelo menos até acabar esta história, para poder ver o nosso querido RyoSaku juntos, né? = D
Junko: Concordo plenamente! n.n
Ryoma: Do que estão a falar? Quando vocês as duas se juntam só pode dar em problemas! u_u
De nada, de nada! Esquece esta conversa, estás bem?
Ryoma:
Bem, vamos começar, senão nunca mais saímos daqui! n.n
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Nota: Para os leitores que estão a ver os episódios de Prince of Tennis pelos fansubs portugueses, ou por um site de animes (mas que os episódios sejam em português), por favor leiam esta nota. Este fic é a continuação do anime. No fim do anime (episódio 178) Ryoma volta para os EUA para participar na US Open (um campeonato de ténis). Mas não vou me basear no OVA, porque depois do anime existem OVA’s, que estão a ser feitas ainda. E como as OVA’s de Prince of Tennis (como continuação do anime) não acabaram, eu terei que começar a escrever pelo fim do anime.
Espero que não esteja muito confuso. Se estiver avisem-me, ok?
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Disclaimer: Os personagens de Prince of Tennis; Tennis no Oujisama; TenniPuri não pertencem a mim, mas sim ao senhor Takeshi Konomi.
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Sumário: Passou seis messes deste que Ryoma partiu para os EUA, mas agora ele volta para o Japão. Novos torneios, amigos e até amores. Um RxS (ExR), SxT (HxO) e, no futuro, TxA (MxT). É uma típica história de adolescentes! Amor e Ódio; Amigos e Inimigos. Preciso disser mais? Por favor leiam e deixem reviews!
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Hitotsu Dake
Tu és o Único
Capitulo 01 – Um novo aluno
By Sakura Lee
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“O que é que significa o ténis na minha vida?
Será que nunca aprenderei o ‘jeito’ do ténis?
Mou... E será que eu voltarei a encontrar o meu Ryoma-kun?”
Ryuzaki Sakuno
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Dedico este Fanfic a Luciano Pavarotti » Embora eu não seja uma fã-fã dele, eu, praticamente, cresci a ouvi-lo. Eu, pela nacionalidade, devia estar a dedicar isto para a Amália ou até outra pessoa, mas foram as músicas de Luciano Pavarotti que eu ouvi e entristece-me saber que ele partiu. Por isso dedico-lhe este fanfic. Sei que é pouco, mas é dado do fundo do meu coração.
Dedico este Capitulo a Junko Minagawa » Pelo seu trabalho. Eu sei que é pouco provável que ela algum dia leia isto, mas aqui fica. Eu sou tua fã e adorei o trabalho que fizeste em Prince of Tennis e ainda vou ouvir o Drama de
Edward Elric de FullMetal Alchemist!
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Começado às 23:47:34 de 30 de Agosto de 2007
Uma rapariga de cabelos castanhos e compridos, até ao fim das costas, que estavam presos por duas tranças, olhava para um enorme edifício. Ouviu um grito e virou-se para trás, revelando os seus olhos castanhos.
-. Saku-channn!! – uma rapariga, da sua altura, corria na sua direcção.
-. Tomo-chan? O que aconteceu? – perguntou, preocupada, a rapariga de tranças.
-. Nada, nada! É que eu pensei que iria chegar tarde. Sabes como é? A medida que os meus irmãos gémeos crescem, eles ficam piores. – respondeu enquanto a sua cara ficava com uma expressão sombria.
-. Como podes disser isso? – perguntou surpreendida a outra – Eu acho eles tão fofos! Quem me dera a mim ter, pelo menos, um irmão. – disse num ar sonhador.
As duas começaram a caminhar, em direcção à sua sala. A rapariga de tranças chamava-se Sakuno Ryuzaki. Ela era neta da treinadora de ténis na escola Seigaku, Sumire Ryuzaki. A outra, de cabelos castanhos e olhos da mesma cor, mas com o cabelo apanhado com dois totós, como a
Pipi das Meias Altas, chamava-se Tomoka Osakada. As duas tinham, aproximadamente, o mesmo tamanho, um metro e sessenta.
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Várias promessas queimaram no meio do verão
Nós balançamos nos olhos longínquos
Adormecida ou acordada, a nossa alma caprichosa
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Ao entrarem na sala de aulas, cumprimentaram os seus colegas e sentaram-se nos seus lugares. Acharam estranho, pois havia um pequeno grupo de raparigas num canto da sua sala. Com curiosidade, aproximaram-se do pequeno grupo.
-. O que se passa? – perguntou Tomaka enquanto entrava no pequeno grupo.
-. Ainda não ouviram a boa nova? Parece que haverá um aluno novo na nossa turma. Pelo que se ouve ele é um rapaz! – disse, emocionada, umas das raparigas.
-. Sim, sim! Era muito bom se ele fosse daqueles rapazes muuuito giros! – disse outra, prolongando a palavra
muito.
-. Sim, e como sempre irias andar de roda dele, não? – perguntou outra num tom sarcástico.
-. Ei meninas! Não estejam a discutir por uma pessoa que nunca viram. – disse, calmamente, outra.
Mas elas não tiveram tempo para recomeçar a briga, pois o seu professor tinha aberto a porta, repentinamente, alertando a sua presença. Automaticamente, todos se sentaram nos seus lugares e esperaram que o professor lhes falasse. O professor era Takayuki Kondou. Tinha cabelos curtos e azuis e olhos castanhos. Devia ter uns 33 anos.
-. Bom dia. – cumprimentou com o seu tom de voz grave.
-. Bom dia professor! – responderam os seus alunos em conjunto.
-. Parece que todos estão presentes. – disse enquanto olhava para o livro de turma e para os seus alunos. Vendo que ninguém dizia nada, continuou. – Hoje lhes apresentarei um novo colega de turma. – um
ohh foi ouvido por toda a sala, enquanto murmuravam – Pode entrar, por favor. – pediu o professor e a porta de entra da sala abriu-se automaticamente e de lá apareceu um rapaz de 13 anos. Tinha os cabelos curtos e negros e os seus olhos eram incrivelmente azuis... azuis escuros, como o céu nocturno
(n/a: um verdadeiro Kamui de X).
Vestia o uniforme masculino, de inverno, de Seigaku, que fazia com que se notasse o brilho dos seus olhos com mais clareza.
O professor escreveu o nome do novo aluno no quadro e depois olhou para os seus alunos, começando a apresentação - Este é Ryoutaro Suzuki. Ele vem de Shizuoka. Sejam simpáticos com ele. – disse, e procurou um lugar naquela sala – Há! Ali ao fundo, na segunda fila do lado esquerdo, à um lugar vago.
Ryoutaro olhou para o lugar que o professor tinha lhe indicado e olhou para a carteira do lado direito e viu uma rapariga de cabelos castanhos com duas tranças, que o olhava de uma forma curiosa. Aproximou-se do lugar que o professor lhe indicou e sentou-se, colocando a sua mochila em cima da mesa.
O professor começou a aula, era a aula de Inglês e a turma não parecia muito animada, principalmente um rapaz, de 13 anos, de cabelos curtos e castanhos. Ele chamava-se Satoshi Horio e, como ele próprio dizia, tinha 3 anos de experiência no ténis!
-. Well, Horio, read the paragraph five of the page twenty-three, please.
(n/a: Bem, Horio, leia o parágrafo cinco da página vinte e três, por favor.) – pediu o professor Takayuki Kondou enquanto olhava para Satoshi.
Satoshi sentiu-se nervoso ao ver que o professor tinha lhe perguntado algo. Olhou à sua volta, implorando com o olhar que alguém o ajudasse. Ryoutaro pareceu perceber a seu
pedido de ajuda, pois levantou a sua mão direita e esperou que o professor lhe perguntasse o que queria.
-. Can I read the text, teacher?
(n/a: Posso ler o texto, professor?) – pediu Ryoutaro assim que o professor lhe deu autorização para falar.
O professor Takayuki achou um pouco estranho, mas deixou. Assim, Ryoutaro leu o texto por Satoshi. Livrando o rapaz com 3 anos de experiência no ténis de um
menos nas anotações do professor de Inglês.
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-. Hei! Obrigada por aquilo, na aula de Inglês. – disse Satoshi enquanto andava ao lado de Ryoutaro.
-. De nada. Pareceu-me que precisavas de ajuda, por isso eu ajudei-te. – respondeu Ryoutaro – Mas podias fazer-me um favor em troca. – disse enquanto olhava à sua volta.
-. O quê?- perguntou, curioso, o rapaz ao seu lado.
-. Podias me mostrar a escola, não? Como sou novo aqui não sei onde fica o quê. – disse Ryoutaro como se fosse a coisa mais lógica no mundo.
-. Há! Sim, claro! – respondeu Satohi sentindo-se um pouco envergonhado por não ter apercebido logo no inicio o que Ryoutario lhe pediria.
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Ainda em tempos passados, aguaceiros com chuva
Amanhã clareará, não haverá necessidade para decorar
Um pensamento de planície franco, seguramente se perguntares
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Começaram pela escola. As salas do 1º, 2º e 3º ano. O bar, as mesas onde os vários alunos da escola Seigaku comiam ou até estudavam. Deram volta à escola toda e por fim chegaram ao terraço, o que mais agradou a Ryoutaro.
-. Uau! Esta escola parece ser demais, né? – disse num tom divertido ao seu colega.
-. Sim, mas o melhor está por vir! – disse num tom convencido.
-. Hã? Ainda não acabamos? – perguntou, surpreso, Ryoutaro.
-. Não. Falta a melhor parte. – respondeu Satoshi e os dois desceram as escadas do edifício escolar e caminharam até às quadras de ténis da escola Seigaku.
-. Ténis? – perguntou, surpreso, Ryoutaro.
-. Sim! Não me digas que vieste a esta escola sem saberes que aqui ensinavam ténis! – exclamou Satoshi com surpresa.
-. Sim! Eu pensei que fosse apenas uma escola normal. – disse – Mas se o assunto é ténis...
-. Não me digas que jogas ténis? Em Shizuoka? – lembrou-se de algo – Por acaso tenho um primo em Shizuoka, será que não o conheces? – perguntou-lhe.
-. Um primo? Talvez depois podemos falar sobre isso, mas agora eu tenho uma enorme vontade de jogar ténis. – disse correndo para uma das 4 quadras de ténis que possuía a escola Seigaku.
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Ainda que te sintas desesperado, Deus deu
Dias chatos, chute-os para longe
Quando eu realizei aqueles tempos eu forcei-me debaixo de um ‘nunca voltei’
Não existem mais lugares para fugir
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Dois alunos do 3º ano jogavam um
amigável jogo de ténis. Pareciam levar aquele jogo bastante a sério, pois via-se fogo no olhar dos dois jogadores.
Satochi aproximou-se de Ryoutaro com mais dois alunos do 2º ano.
-. É o Kaidoh-sempai! – disse um de cabelos curtos e escuros.
-. E o Momo-chan-sempai! – disse o outro.
-. Hã? Quem são
Kaidoh-sempai e
Momo-chan-sempai? – perguntou Ryoutaro sem saber do que aqueles dois alunos do 2º ano diziam.
-. O Kaidoh-sempai e o Momo-chan-sempai são dois dos oito titulares da escola Seigaku. – explicou Satoshi.
-. Humm... Então quer disser que se eu quiser ser um titular posso? – perguntou curioso.
Satochi não pode resistir e riu – Claro, mas para isso terias que ir para o Raking e terias que, pelo menos, ganhar a algum dos titulares. – disse.
-. Bem. Eu acho que não sou tão bom assim, mas sempre posso tentar. – respondeu Ryoutaro, calmo.
-. Horio-kun, quem é? – perguntou um dos dois rapazes que o acompanhavam.
-. Há! Que cabeça a minha! Esqueci-me de vos apresentar. Ele é um aluno novo que entrou na minha turma hoje. Este é Ryoutaro Suzuki e estes são Katsuo Mizuno - apresentava um rapaz de cabelo escuro e rapado – e Kachiro Kato – apresentou um rapaz de cabelos escuros e curtos.
-. Olá. – disseram os dois.
-. Oi! – disse Ryoutaro – É verdade que esses dois sempais são titulares? – perguntou.
-. Sim, só que eles, deste o 1º ano, são rivais. – comentou Kachiro.
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-. 5-5 – disse um aluno do 2º ano, que era o juiz daquele jogo.
Takeshi e Kaoru olharam-se de uma forma muito pouco amistosa. Com os olhos em chamas, Takeshi fez o serviço.
-. 6-5 – disse novamente o juiz do jogo.
Era a vez de Kaoru servir, mas este não queria perder por nada e a
Boomerang Snake ajudou-o nisso.
-. 6-6 – disse o juiz do jogo.
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-. Os jogos entre eles os dois são sempre assim? – perguntou Ryoutaro – Já estão no segundo
set e continuam empatados.
-. É sempre assim, e no final acabam por empatar. E por isso continuam a jogar, sempre. – respondeu Katsuo.
-. Mas aprendemos sempre qualquer coisa vendo os seus intermináveis jogos. – disse Kachiro.
-. Agora parecias o Inui-sempai, Kachiro-kun. – comentou Katsuo.
-. Talvez. – respondeu num tom divertido.
-. Inui-sempai? – perguntou Ryoutaro.
-. Sim, ele era um dos oito titulares de Seigaku, mas depois tornou-se o
treinador pessoal de Seigaku. – disse Satoshi – Lembram-se? – virando-se para Katsuo e Kachiro – Que ele foi titular até que o Echizen apareceu por cá. Tornou-se um titular e ficou com o lugar do Inui-sempai.
-. Hei! Já não precisamos de chamar o Inui de
Inui-sempai. – recordou Kachiro.
-. Há! Pois, é! Mas já é o costume. – disse Katsuo.
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-. Vamos! Saku-chan! – pediu Tomoka, enquanto puxava a sua amiga.
-. Mas Tomo-chan... – começou a disser Sakuno, mas foi interrompida.
-. Vamos para a quadra de ténis e ponto final! – disse Tomoka.
-. Mou... – suspirou cansada.
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-. Olhem, rapazes, aquelas não são a neta da Ryuzaki-san e a sua amiga? – perguntou Satoshi ao reparar nas duas raparigas que se aproximavam deles.
-. Há! Pois são! – disse Katsuo.
Ryoutaro virou-se de costas e olhou directamente para Sakuno. Tomoka pareceu perceber isso, pois parou de andar imediatamente e puxou a Sakuno até puder falar ao seu ouvido.
-. Sakuno! Aquele rapaz está a olhar para ti! Aii!! Que inveja! E olha que ele é bem bonitinho!! – sussurrou Tomoka.
-. Hã? – disse como se estivesse em marte.
-. Sakuno! – disse num tom zangado – Não ouviste o que eu te disse?
-. Desculpa Tomo-chan. – disse Sakuno enquanto sorria de forma despreocupada.
-. Oh! Eu não sei o que vou fazer contigo. Cada vez estás pior. – disse Tomoka e Sakuno corou, parecia que Tomoka era a mãe e Sakuno era a filha.
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Ser capaz de coleccionar olhares ferventes ou afectos intranquilos
Eu senti que fiquei forte o suficiente
Eu quero segurar, apertando com suavidade, aqueles dias preciosos
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Tomoka puxou a Sakuno até aos quatro rapazes, enquanto ela sorria alegremente, a sua acompanhante, que estava a ser empurrada até aos quatro rapazes, suspirava num tom cansado.
-. Olá! És tu o aluno novo? – perguntou Tomoka enquanto se aproximava de Ryoutaro.
-. S... Sim... – respondeu, Ryoutaro, com alguma dificuldade.
-. Eu chamo-me Tomoka Osakada. – apresentou-se – Áh! E esta é a Sakuno Ryuzaki. – apresentou Tomoka enquanto empurrava a Sakuno para o lado de Ryoutaro.
-. Prazer. – disse sem tirar os olhos daqueles dois mares brilhantes e castanhos de Sakuno.
-. Igualmente. – respondeu Sakuno sem nenhum rasto de vergonha.
O olhar de Ryoutaro ainda ficou preso no olhar de Sakuno até que Satoshi chamou a sua atenção.
-. Suzuki, sabes jogar tenis? – perguntou Satoshi.
-. Sim... porquê? – perguntou, surpreso, Ryoutaro.
-. Queres jogar? – perguntou, novamente, Satoshi.
-. Claro, mas... eu não tenho a minha raquete aqui. – explicou Ryoutaro.
-. Não tem importância... empresto-te uma. – disse Satoshi.
-. Ahmm... Se não houver problema nenhum, tudo bem. – respondeu Ryoutaro.
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Frente a frente. Com a raquete na sua mão direita. A bola de ténis na sua mão esquerda.
-. Vai Suzuki-kun! – pode ouvir um grito e reconheceu a voz. Era a Osakada.
Apertou a sua mão esquerda com uma força quase sub-humana. Ela estava a dar força a
ele. Primeiro o Echizen e agora o Suzuki?!
Apertou mais a bola de ténis, na sua mão esquerda. A sua raiva crescia a cada segundo e ele sabia bem quem era o culpado.
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A razão que tu conheces, que eu podia cantar sobre o significado da minha vida é
Porque eu encontrei-me contigo
Esta será a última noite em que eu chorarei pelo passado
Então abra aquela porta
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À algum tempo atrás descobriu o que realmente sentia por Osakada. A razão de ele sempre querer mostrar que era o
melhor em tudo. E aqui estava ele, outra vez, a querer mostrar que era o melhor em algo.
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-. Estou à espera, Horio. – disse Ryoutaro, já na sua posição, pronto para o serviço de Satoshi.
Satoshi apenas apertou mais a bola.
-. O melhor de um
set. Serviço de Horio. – disse Katsuo, o
júri daquele jogo.
-.
“Vamos lá!” – pensou Satoshi.
Apertou mais a bola e serviu.
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-. Ei!
Mamushi, quem é aquele alí? Que está a jogar com o Horio. – perguntou Takeshi, curioso.
-. Fushuu – começou Kaoru – Eu é que tenho que saber? – perguntou num tom irritado – Fushuu.
-. Ok! Eu não pergunto mais nada. – disse num tom de gozo.
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-. Uau! O Suzuki-kun é bom! – exclamou Kachiro.
-. Foi o Suzuki-kun que ganhou o primeiro ponto. – disse Sakuno, atenta ao jogo.
-. AI!! Magnifico!! O Suzuki é demais a jogar ténis. – gritou Tomoka.
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A raiva de Satoshi crescia cada vez mais. Como é que aquele rapazito tinha coragem de roubar a
sua namorada?! Quer dizer... A Osakada não era sua namorada, nem algo parecido e Suzuki não andava atrás dela como um cachorrinho. E a coisa mais importante. Ele
não estava com ciúmes! Da Osakada não! A causa devia ser uma daquelas faces que os rapazes da sua idade passavam. O inicio da adolescência podia deixar os rapazes meio malucos e isso explicaria a sua
repentina obsessão por Tomoka Osakada.
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Nós iremos numa jornada, Amanhã é o último aniversário
Todos tem tristeza nas suas costas com voes pois eles não são mais do que caçadores de sonhos
À muito que a diversão desapareceu, brincando como se fosse um sonho
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Olhou para ela e nem percebeu a bola de ténis que vinha na sua direcção.
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-. 15-0 – disse Katsuo.
-. E... ei! Isso não valeu eu, eu... – não pode acabar a sua explicação. O que diriam se Satoshi Horio diria que perdera de amores por uma rapariga? Ei! Espera! Deste quando é que ele se
perdera de amores por Osakada?
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-. 6-0 – disse, por fim, Katsuo.
Ryoutaro aproximou-se à
barra que separava as duas partes do campo. Estendeu a sua mão, esperando que Satoshi imitasse o seu gesto. Ao não ver sinal da mão do seu companheiro, olhou em busca de Satoshi e encontrou à saída da quadra, pronto para ir aos balneários masculinos.
-. E.. ei! – gritou, mas, mesmo assim, Satoshi continuou o seu caminho sem se virar para trás.
Kachiro, Katsuo, Sakuno e Tomoka aproximaram-se do vencedor.
-. Parabéns! – disse Kachiro.
-. Obrigado. – disse Ryotaro mostrando um sorriso.
-. Desculpa o Horio-kun. – começou o Katsuo – Mas eu não sei o que se passa com ele hoje. Nunca foi assim.
-. Eu perdoo. Não faz mal. Até porque ele me tratou bem, só que quando começamos a jogar... humm... pareceu outra pessoa.
Completamente. – disse Ryoutaro.
-. Bem, mas espero que entres no clube de Ténis. Até porque és bom. – disse Katsuo.
-. Bom... humm... eu não me considero
bom, mas sim com
sorte. – disse Ryoutaro com um sorriso inocente.
-. Áh! Suzuki! Foste um MÁXIMO!! – gritou Tomoka enquanto se agarrava ao pobre rapaz.
-. Ah... sim... pois... obrigado. – disse Ryoutaro enquanto tentava se separar de Tomoka.
-. Sim, parabéns! – exclamou Sakuno enquanto sorria.
-. Obrigado. – respondeu Ryoutaro e aproximou-se de Sakuno – Sabes jogar ténis? – perguntou curioso.
-. Hã... bem... humm... etto... Eu sei um pouco... quer disser, quase nada, mas sei jogar! – respondeu Sakuno indecisa.
-. Isso é uma resposta? – apenas disse Ryoutaro.
-. Bem... ensinaram-me ténis, só que eu não tenho jeito nenhum. – disse, tristemente, Sakuno.
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Nunca te esqueças disto
A razão que tu conheces, que eu podia cantar sobre o significado da minha vida é
Porque eu encontrei-me contigo
Esta será a última noite em que eu chorarei pelo passado
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-. Toda a gente tem jeito para todas as coisas. Basta querer! O que eu acho é que esse teu
professor não sabe nada de ténis. – disse Ryoutaro num tom chateado.
-. Não é nada! – gritou, de repente, Sakuno – Ele é o melhor do mundo! – gritou furiosa.
-. Des... desculpa... eu não queria enfurecer-te. Desculpa. – pediu Ryoutaro de forma assustada.
-. Des... desculpa! – pediu Sakuno – Mou... – suspirou, cansada e olhou para a quadra de ténis, onde antes o Takeshi e o Kaoru jogavam – Desculpa... – disse, novamente, num tom mais calmo.
-. Eu é que devo pedir desculpas. Por falar mal de uma pessoa que não conheço. – disse Ryoutaro enquanto a observava com tristeza.
-. Não faz mal. – disse Sakuno.
-. Bem, mas... ele continua a treinar-te? – perguntou Ryoutaro.
-. Não... ele partiu à sei messes atrás. – informou, Sakuno, num tom triste.
-. El... ele... mo... morreu? – disse com receio da reacção de Sakuno.
-. Não! – gritou enquanto colocava a sua mão esquerda no seu peito, sentindo o seu coração a bater rapidamente pelo susto. Respirou fundo, tentando manter a calma, e continuou – Ele
viajou para os Estados Unidos. – disse Sakuno – Deste aí nunca mais o vi.
-. Bem... – não fazia a mínima ideia do que podia disser-lhe. Por pouco não ganhara o prémio mundial de
‘A pessoa que faz com que outra tenha mais de 100 colapsos em 5 minutos’ – Que tal marcarmos um dia para me mostrares a tua experiência no ténis, hei?
Sakuno ficou a olhar para aqueles olhos azuis por algum tempo – Porquê que me estás a perguntar isso? – perguntou.
-. Só por curiosidade. Que tal no Domingo, às onze da manhã, em frente do pavilhão de ténis? – perguntou Ryoutaro.
Algumas lembranças apareceram ao recordar aquele lugar... lembranças com o Ryoma... – Sim... Mas ainda agora chegaste a esta cidade e já conheces o pavilhão? – perguntou surpreendida.
-. Sim, é que eu cheguei ontem... – disse Ryoutaro, mas foi interrompido por Sakuno.
-. E és viciado em Ténis. Conheço alguém assim. – disse Sakuno enquanto as recordações lhe inundavam os pensamentos.
-. Bem, viciado não. Gosto de fazer um pouco de tudo e por isso ontem já vi quase a cidade toda, inclusive o Pavilhão de Ténis. – disse Ryoutaro, respondendo à sua pergunta.
Sakuno não disse nada. Apenas olhou para o céu.
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Então abra aquela porta
Meu insubstituível e precioso amor
Quando nós nos encontrarmos novamente, até então...
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Algum dia irei voltar a ver-te, não é Ryoma-kun?
Terminado às 09:44:36 de 6 de Setembro de 2007
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Continua…
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Notas do Capitulo
» A
música do capitulo é
‘Anniversary’ de
Hiro-X e é de
Prince of Tennis. A letra é a
tradução da música de
Japonês-Inglês-Português. A
Lily Ash (uma amiga minha) traduziu de
Inglês para
Português e eu dei uns retoques! Eu vou tentar pôr uma música por capitulo e todas elas serão de Prince of Tennis! Se alguém tiver algo contra, por favor diga!
» Não sei se conhecem, ou se lembram, da
Pipi das Meias Altas. Aquela menina com totós e com meias compridas, como o próprio nome diz.
» O nome do ‘novo aluno’, tirei de dois dos
seiyuus de Prince of Tennis, o que faz a voz do Kunimitsu Tezuka e do Akira Kamio.
» O nome do Professor tirei de um dos
seiyuus de Prince of Tennis, o que faz a voz do Syuichiroh Oishi.
» No episódio
27 o Horio diz que odeia as aulas de Inglês. Para quem não se lembra já sabe onde eu tirei esse ódio pelas aulas de Inglês de Horio.
» Bem, e aqui está uma informação do OVA. No 2º OVA aparece o primo de Horio e este vive em Shizuoka, é por isso que o Horio perguntou pelo seu primo.
» Para quem não viu, ainda, o episódio
29. Aí diz que o Momo e o Kaidoh sempre foram rivais.
» Um
set é uma pontuação, aquela 6-3, ou 7-5. No Prince of Tennis costuma jogar apenas um
set, mas, por exemplo, no
US OPEN os jogadores são obrigados a jogar 2
set’s, mas podem chegar aos 4
set’s se estiverem empatados.
» Eu só no episódio
30 é que percebi que o Sadaharu (Inui) já não era um titular. E não é mesmo, pois Ryoma ficou com o seu lugar.
»
Mamushi quer disser
serpente; cobra em Japonês.
» O Ryoma
ensinava ténis à Sakuno (no Anime e talvez no Mangá também [eu nunca li o mangá de Prince of Ténnis, apenas estou a ver o anime e tirei esta informação de outros fics, que dizem o mesmo]). Todos os
Domingos eles treinavam.
» Para quem leu a
nota no topo do capitulo sabe do que a Sakuno está a falar. O Ryoma partiu para os
EUA para participar na
US OPEN, pois fora convidado para participar.
» O
Pavilhão de Ténis (que na realidade não sabia que nome dar àquilo) é o sitio onde o Ryoma treina no episódio
6. Só para informar para vocês saberem mais ou menos como é o sitio onde eles vão (mas isso é só lá mais para a frente).
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Notas de Autora: OLÁ!!! ^o^
Junko: Eu bem sabia que ia haver surpresas! OoO
Gostaram do primeiro capitulo? Eu achei meio esquecido. Só gostei foi mesmo no final, quando o Ryoutaro estava a falar com a Sakuno sobre o Ryoma. *_*
Junko: Sip! *_* Depois, se quiseres, podias deixar o Ryoutaro para mim, tá? *y*
Nop! Eu ainda preciso dele! u_u
Junko: Ohh! Mas eu gostei desse ‘amor’ entre o Satoshi e a Tomoka! *_*
Gostaste?? Eu também!! *_* Não sei porquê! (Agora a falar em CCSês! XD) Mas quando eu quero escrever algo de Eriol e Tomoyo parece que o meu mundo vai acabar (significa » não consigo)! E eu acho o Satoshi e a Tomoka tão parecidos com o Yamazaki e a Chiharu de
Card Captor Sakura.
Imaginem a Tomoka a bater no Satoshi porque ele está ‘convencido demais’. Eu não sei porquê, mas acho
fofo! OoO
Junko: Eu percebo-te.
E eu acho que também vai ser fácil fazer cenas
Momoshiro x Ann! *_* Não vêem! OoO Eu passei-me, completamente!
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Mas agora umas informações importantes:
Dados pessoais do Ryoutaro
Nome: Ryoutaro Suzuki (ainda não pensei se tem alguma ligação com a marca de carros Suzuki! XD)
Idade: 13 anos
Data de Nascimento: 25 de Março (nenhum dia especial)
Signo: Carneiro (escolhi o signo com a sua personalidade! XD)
Cidade Natal: Shizuoka
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Temporização da História » Estamos no Fim de Fevereiro. Dia 23.
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Sobre as actualizações deste Fanfic » Eu, neste momento tenho 2 fics
‘base’, que são as
‘Almas Gémeas’ e o
‘Hitotsu Dake’.
Sem contar com as outras histórias que tenho incompletas, estas duas são as mais importantes, por isso tenho que actualizá-las mais depressa e como eu agora comecei o 10º ano e vou ter que dar tudo por tudo eu só vou puder actualizar de 15 em 15 dias.
Numa semana irei actualizar a história
‘Hitotsu Dake’ e noutra semana irei actualizar a história
‘Almas Gémeas’.
Espero que não fiquem zangados comigo, please! Mas eu preciso de estudar, também!
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Nunca se esqueça de ler, em cada capitulo » Notas; a frase em itálico;
o texto; as Notas do Capitulo; o Próximo Capitulo
e uma ou outra informação importante.
Porque se não leres estas partes poderás ter algumas dúvidas
na história e eu estou a ajudar, colocando mais informações, para ajudar.
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Próximo Capitulo: Ryoma está indeciso. Será que irá voltar? Será que ficará nos EUA até ao próximo torneio? Uma bola de ténis irá ajudar na sua decisão.
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Bjs e vemos daqui a 15 dias
Dia 24 de Setembro
:3
Sakura Lee