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› Autores: ~Devil-Demon, ~Dark-Eyes
› Gênero: Drama (Tragédia) / Mistério
› Personagens: Kai Hiwatari
› Classificação: 14+
› Adicionado em: 14/10/07
› Comentários/Favoritos 4/4
› Caracteres: 4.001
› Exibições: 177
Nota:
Titulo: Rosa Negra
Cap: um (único)
Autora: Helena Hiwatari
Digitação: Riku
Gêneros: angustia e sofrimento. Tristeza e solidão.
Resumo: começará a chuva, mais ele pouco se importava. Não era agora que sofria as duras transformações. Um garoto de 18 anos com uma maldição.
Prefacio:
A rosa negra é um símbolo usado para significar a morte. No qual o significado dela fique mais coerente quando você leitor acabar de ler. De apenas um cap, a historia se passa por um vampiro que foi mordido à pouco tempo. Cada acontecimento ali presente significa algo, então aconselho a ler mais do que uma vez.
Sem mais demoras:
O céu estava com algumas nuvens esta noite. Elas cobriam o brilho maravilhoso das pequenas estrelas. A brisa estava refrescante para essa época do ano, significava que veria chuva logo, logo. O cheiro de terra molhada invadia suas narinas. Sentado na frente de uma casa, Kai Hiwatari mantinha o seu olhar sem vida observando os fios de luz. Pequenas margaridas estavam à sua frente, as pétalas brancas podiam distrair qualquer um. No meio da escuridão daquele jardim, elas brilhavam.
Com seus dedos delicados tocava as pétalas de uma rosa que estava em cima de sua mochila, tão delicada e ao mesmo tempo tão atraente. Sem querer tocou no espinho e sua mão começou a sangrar, manchando a sua bela pele cuidada e branca de vermelho escuro. Apenas aproximou seu rosto com traços delicados, abriu seus lábios e lambeu o machucado. Tinha ouvi falar em algum lugar, que a saliva do próprio paciente podia fazer o machucado raso parar de sangrar. Sentiu o leve sabor de sangue em seus lábios finos e delicados. Desenhados perfeitamente.
Ao sentir o gosto de sangue seus caninos já se transformaram. Ele não estava acostumado com isso, há pouco tempo foi mordido e há pouco tempo sofria essas malditas transformações que perante ao seu pensamento era uma maldição. Condenado à vagar pela eterna escuridão sem ter para onde ir. Vagar sem nenhum destino, simplesmente no nada e não podendo aceitar uma ajuda se quer. Sim, era uma maldição.
Apertou com força a rosa em sua mão. Mais sangue escorria por sua palma e a rosa perdia sua vida. Começou a murchar e a mudar de cor. De vermelha vivo foi para uma preta sem brilho. O vento bateu mais forte em seu rosto pálido. Levantou a cabeça e focou o céu. As nuvens tomaram o céu esta noite.
Ouviu o barulho da chuva chegando. Os pingos se chocando contra o asfalto sujo. Demoraria mais um minuto para ela chegar mais ele pouco se importava. Ouviu dizerem que a chuva limpa o espírito da pessoa e a livra dos pecados cometidos. Por isso as pessoas que leva fé tomam banho de chuva. Ele não tinha fé, ele não acreditava nessas besteiras.
Como previsto a chuva chegou. Calma e tranqüila, os pequenos pingos tocavam o sue corpo. Respirou fundo sentindo o cheiro de terra molhada mais forte. Ouviu por trás do barulho as chuva janelas se fechando e riso de crianças felizes soavam.
Agora a chuva tinha aumentado e a roupa daquele ser amaldiçoado estava ficando colada ao seu corpo magro e bem trabalhado. Se levantou, pegou a mochila e a jogou por cima das costas, sustentando apenas o peso em um dos ombros. Deu um sorriso sem graça e começou a andar. Passos lentos, do nada deu um pulo e parou em cima de um galho forte da arvore do jardim. Uma cerejeira que possuía belas flores. Seus cabelos acompanhavam a o vento e o brilho de seus olhos tinha voltado.
Ao longe viu uma garota andando de cabeça baixa pelo asfalto, arrastando uma mochila pequena e toda surrada. As roupas colavam ao seu corpo e o sobre tudo que usava atrapalhava sua caminhada.
-Hora da caça- finalmente saiu a voz daquela criatura. Fria como gelo mais bastante sedutora para derreter esse gelo todo.
O jogo de quem continua vivo começou.
[14/10/07] Noite eterna
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