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› Autor: ~MaryJane
› Gênero: Ação, Aventura e Luta / Comédia / Hentai/Ecchi/Seijin - Yaoi/Lemon/Dark Lemon - Yuri / Mistério / Romance e Novela. / Shoujo (Romântico)
› Personagens: Kagome, Inuyasha
› Classificação: 18+
› Adicionado em: 10/10/07
› Comentários/Favoritos 14/17
› Caracteres: 39.219
› Exibições: 1.174
Olá ... depois de algum tempo finalmente retornei ... me perdoem pela demora, não tive realmente tempo para vir postar. Bom espero que curtam o capitulo .. bjokas
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JOGOS DE SEDUÇÕES
O INÍCIO - CAPÍTULO 3
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O quarto era dominado pelo silencio e a escuridão. Lá fora o sol já havia nascido há algumas horas, mas a pessoa dentro do quarto continuava a dormir profundamente sobre a enorme cama sob os cobertores vermelho vinho. O silencio é quebrado por uma vibração e uma música a tocar. A pessoa até então adormecida mexe-se desconfortavelmente na cama.
O fruto do meu vizinho,
Parece melhor que o meu
Seu sonho de ir lá em cima
Garanto que é engano seu.
- Mais o que diabos esta acontecendo aqui? Que música é essa? – Inuyasha estava dormindo, era domingo, e o seu celular começou a tocar, o despertando, mas aquele não era seu toque – KAGOME ... SUA PIRRALHA, QUEM MANDOU VOCÊ MUDAR MEU TOQUE PRA ESSE DA PEQUENA SEREIA? – Ele tinha certeza que era a sua prima que tinha feito isso, tinha ficado com dó dela por ter a visto tão deprimida no dia anterior pela partida dos amigos, mas agora ele não queria nem saber. Uma raiva surgia em seu interior
Você tem aqui no fundo
Conforto até demais.
É tão belo nosso mundo.
O que você quer mais?
Ele vira-se e vê as horas são – O que? Oito horas? Qual é cara, porque ultimamente todo Domingo eu acordo nesse horário. Feh – Pega o celular e o atende – moshi moshi.
- INUYASHA, ONDE VOCÊ SE METEU, FAZ UMA SEMANA QUE NÃO APARECE, TENTO FALAR CONTIGO MAIS PARECE QUE ESTA ME EVITANDO? E QUE HISTÓRIA É ESSA DO MCFLY TA AI E VOCÊ NEM PRA ME CONVIDAR? TÁ DOIDO? O QUE VOCÊ TEM SEU IDIOTAAAA ...
A essa altura o celular já estava longe de suas sensíveis orelhas, deu uma bufada demonstrando toda sua raiva e começou a falar – acabou com o escândalo Ayame? Você sabe que horas são? Você é que ta doente em me acordar a essa hora de um domingo, por favor, da um tempo. Já to de saco cheio dessa vida.
- O que você quer dizer seu baka? Não importa em meia hora eu vou estar ai. To afim de tomar um sol e curtir meu namorado. Esteja pronto.
- Mas ... – Tarde demais, ela já tinha desligado. Ele tenta se controlar para não explodir – Mulheres, quem as entende? – ele começa a se levantar, mas ouve a porta se abrir, aparecendo sua prima usando uma camisola preta muito decotada, um sorriso malicioso adornava seus lábios, ela o olha de cima a baixo e fecha a porta, de costas ainda encarando o hanyou, e gira a chave trancando-a. Se aproxima lentamente do local da cama onde ele esta sentado, da uma leve abaixada de forma a encará-lo nos olhos, fazendo com que seu decote se tornasse mais ousado. Ele confuso com a situação nada disse, em transe se encontrava como em todas as vezes que era pego de surpresa pela prima. – Tive a impressa que me chamou... priminho. O que você deseja da minha humilde pessoa?
O que ele desejava?Não era difícil de adivinhar, sua cara demonstrava surpresa e satisfação com a situação em que se encontrava. Era difícil se segurar para não agarrá-la naquele momento. Tão sex, no quarto dele ali na sua frente sorrindo-lhe em desafio, era disso que ele gostava. Aquele jogo estava só começando então ele levantou da cama e a puxou pela cintura de forma a ficarem com os corpos colados, ela nada disse apenas acentuou mais o seu sorriso. Ele se aproxima lentamente de seus lábios mais não os toca, para a milímetros de distância, a olha bem no fundo e diz – Sim eu te chamei priminha, e se eu dissesse o que realmente desejo de ti sairia correndo desse quarto como uma cachorrinha assustada. Em todo caso, sei que foi você que trocou o toque do meu celular, porque fez isso?
Agora era a vez de ela agarrá-lo pelo pescoço e começar a deslizar suas mãos pelas costas formando um caminho com suas unhas, um arrepio percorreu pelo corpo do rapaz – Já te disseram que você fica muito sex nesse calção de dormir? ... Inuyasha
- Sim, varias garotas já disseram antes de você, mas completavam dizendo que eu ficava melhor sem – ele sorri desdenhosamente.
- Ora, ora. Quem disse que eu acho isso? Só perguntei se já tinham te falado isso. Só queria te dizer que isso não combina nada com você.
- Hum, e o que pretende fazer a respeito disso?
Ela sorri mais ainda e o empurra até a parede – Tenho alguma coisa em mente – ela diz já arrancando muito sensualmente o calção, percorrendo todo o abdômen dele com a língua. Ele por sua vez não acreditava no que acontecia. Estava só de cueca na frente daquela garota que tanto queria possuir. Sem mais agüentar a agarrou pelos braços a jogando desesperadamente para cima da cama, ele tentava a beijar, mas tudo que fazia era em vão. Ela fugia de seus beijos. Suas respirações estavam ofegantes, Kagome também tentava se segurar para não cair naquela tentação que era aquele corpo, ele a desejava mais que tudo naquele momento, mais do que já desejou alguma mulher na vida – Não seja afobado priminho. Eu tenho um joguinho para você primeiro. – Ela diz muito próxima das sensíveis orelhas dele, que notou a voz tremula que esta adquirira, sorri, estava curtindo muito tudo aquilo. Solta um gemido de aprovação quando ela lhe da uma leve mordida na ponta de suas orelhas.
- E o que seria esse jogo?
- Quero que se deite na cama e... Feche os olhos com esta venda. Aliás, deixe que eu fecho – Ela pega o lenço preto e se posiciona em cima do abdômen do primo, com uma perna de cada lado. – vamos feche os olhos. – Ela sorri maliciosamente, ele obedece, estava adorando tudo aquilo. Ela tampa seus olhos com a venda. Logo em seguida pega seus braços prendendo-os nas grades da cama com algemas que havia trazido e escondido por baixo da camisola. Começa então a beijar o pescoço dele fazendo uma trilha até seu umbigo, dando leves mordidas e o fazendo gemer e se contorcer de prazer. – Não conhecia esse seu lado Kagome.
Ela da uma risada silenciosa, adorava ver o primo naquele estado, e mais ainda no que estava por vir. – Você não sabe de nada Inuyasha.
- Então me mostre. Estou louco para ver. Não posso mais agüentar eu te quero agora.
- Se você realmente insiste.
Ela ri internamente, pega uma maquina fotográfica que estava ali por perto e ri mais ainda. Começa a tirar umas fotos. Ele se assusta
- O que esta fazendo?
- Nada demais, só quero guardar uma recordação desse momento tão inesquecível.
Ele ri, nunca imaginara sua prima desse jeito, tão safada, no fim ele pensava o quanto ela era fácil, talvez mais que as outras, ri internamente.
Ela pega um saquinho com um liquido que também tinha trazido consigo e começa a despejar no corpo de Inuyasha. Ele sente o liquido percorrer seu corpo e pensa ser algo que ela vá lamber depois, mas então ele começa a sentir uma coceira forte – O que é isso? Kagome o que fez? O que jogou em mim?
Ela ri muito, muito mesmo. – Oras priminho, digamos que isso é uma pequena vingança sobre o que você falou de mim e meu pai. Aprenda a respeitar mais os outros – Ela se aproxima da orelha dele – Ou então terei que te forçar a fazê-lo. E a propósito, não tente quebrar as algemas, eu as envolvi com minha energia de miko, só tornaria mais torturante a meia hora que ficará trancado aqui dentro se arrependendo de seus pecados, antes que elas percam seu encanto.
- Sua retardada, sua vadia...
Ele ia continuar os xingamentos, mas com um movimento de mão o lenço que cobria os olhos dele envolveram sua boca o impedindo de fala, seus olhos dourados agora encaravam os sedutores verdes. – Não queremos que ninguém te interrompa enquanto medita sobre seus atos não. E mais uma coisa, fui eu sim quem mudou o toque do seu celular, a intenção era que tocasse na frente de seus amigos, mas infelizmente a sua namorada foi mais rápida. Não se esqueça de me apresentar a ela quando chegar ok! Se cuide... Gatinho. – ela sorri divertida e da uma piscadela saindo do quarto muito sensualmente.
O corpo dele quase queimava. Queria mata-la. Como ela conseguia ter tal domínio sobre ele? Mas ela não perdia por esperar. Era só ele se libertar e ela teria seu troco. Sorri internamente. Apesar de tudo era ele mesmo que começara aquele jogo de seduções, e agora estava perdendo. Murmurou alguma coisa incompreensível e decidiu por esperar a meia hora se passar sem reclamar.
OoOoOoOoOoOoOo
- Não se preocupe Ayame, ele logo vai descer.
- Mas senhora Izayoi, deixe-me subir para ir vê-lo, estou com muitas saudades.
- Querida, não fica bem uma garota subir ao quarto do namorado não é. – Izayoi tentava manter a garota longe do filho, não por não gostar dela, mas por ter a leve impressão de que sua sobrinha tinha alguma coisa haver com a demora dele. E nesse momento entra na cozinha uma Kagome muito animada. Usava um mini shorts jeans e uma blusa branca por cima do biquíni preto, o cabelo preso em um rabo-de-cavalo e um chinelo havaiana branco. Todos pararam o que faziam para olhá-la. Estava tão radiante que era de se desconfiar.
- Bom Dia tio, tia, sesshy e ... Ayame não?
- Você? – Ayame olhava incrédula para ela, era a garota que Inuyasha babava no aeroporto.
- Eu? – Kagome olhava com falso desentendimento
- A garota do aeroporto.
- Bom já fui tachada por nomes mais bonitos, tipo a princesinha da França, mas se você diz quem sou eu.
Ayame já ficava vermelha de raiva, como podia a garota que seu namorado secava estar na mesma casa que ele?
- O que faz aqui sua va... – Sesshoumaru foi mais rápido e a puxou pelo braço a impedindo de continuar.
- Mais respeito com minha prima Kagome.
- Você é a prima dele? Mas ele me disse que era uma baranga.
- Bom acho que meu irmão tem uns gostos meios esquizofrênicos, veja você.
- Filho, pare com isso – Inutaisho tentava evitar uma discussão.
Sesshoumaru da de ombros – Venha Kagome, sente-se aqui e coma algo – ele oferece a cadeira a seu lado.
Ayame continua quieta digerindo o que acabara de acontecer, muito brava estava e só queria arrancar os cabelos daquela garota que entrara na sua vida. Então uma idéia passou pela sua cabeça – Onde está o Inuyasha, o que fez com ele?
Todos olham para ela com cara de “o que essa garota ta falando?”. Kagome por sua vez levanta, olha em baixo da mesa, no bolso, levanta os cabelos, debaixo da cadeira, nos armários da cozinha nos bolsos de sesshoumaru. Todos olham intrigados a cena.
- O que procura querida, perdeu algo? – Pergunta a tia.
Kagome com a cara mais seria do mundo responde - Não tia, eu não, to procurando o Inu-kun pra Ayame. Acho que ela quem perdeu.
Todos tentam segurar um riso, mas não conseguem. Ayame fica P da vida e se levanta.
- Quem você pensa que é garota?
Ela por sua vez vira pro Sesshoumaru e fala como se tivesse sussurrando só para ele ouvir, mas todos ouviram – Aff, ela é lerda assim mesmo? O Inuyasha ta decaindo cada vez mais heim? – Ele sorri de canto e confirma com a cabeça, ela vira-se e com um sorriso responde a pergunta da outra – Meu nome é Kagome higurashi, muito prazer.
Agora ninguém consegue segurar, o riso é geral, Kagome finge de desentendida, Ayame fica bufando e resolve ficar quieta.
- Não vai comer Kagome? – Inutaisho pergunta.
- Hum, to pensando ... tia Tem morango ai?
- tem sim, na geladeira, quer que eu pegue?
- Não pode deixar.
E lá vai ela pegar os morangos já lavados e prontos para se come. Em vez de se sentar se encosta na pia e começa a come-los muito devagar, a fim de saboreá-los. Era o que ela mais gostava de comer logo de manhã. Nesse momento Inuyasha entra na cozinha só de bermuda e camiseta regata, e seus olhos dão direto com a cena de sua prima comendo os morangos. Não tinha nada demais naquilo, era muito normal, mas para ele era muito sex vê-la comendo-os, saboreando-os, sugando-os. Ficou ali parado alguns instantes e pode jurar que ela sorria para ele e fazia de propósito. Despertou com a voz da namorada que não deixara passar despercebido o fato de eles estarem se olhando.
- Inuyasha.
- Que foi?
- Ta atrasado. O que aconteceu?
Ele olhou para a prima que o olhou maliciosamente e comentou – É mesmo Inu-kun o que aconteceu?
Era um desafio, ele sabia disso. Mas não ia deixar as coisas desse jeito. – Nada demais, só estava com muito sono e demorei a sair da cama. – ele puxa a namorada para mais perto e a abraça dando um sorriso para Kagome, que retribui na mesma intensidade.
- Tia, espero que não ligue, mas eu convidei uma amiga para vir aqui para gente tomar um sol e curtir a piscina.
- Tudo bem querida.
- O que? Mas nós íamos curtir a piscina hoje. – Fala uma Ayame já desesperada, não queria aquela garota perto do namorado dela, poderia estragar seus planos.
- Ora, eu acho que tem espaço para todo mundo não é verdade? – Resolve Inutaisho.
- Tem razão pai, pare de ser infantil Ayame, tem espaço para ... todos – Ele sorri maliciosamente para a prima.
OoOoOoOoOoOo
- Sango - chan, não te vejo a tanto tempo, tava morrendo de saudades. – Kagome parecia mais uma desesperada correndo em direção a amiga.Sango era uma bela morena de longos cabelos lisos e cor de chocolate assim como seus olhos, era uma bela mulher assim como Kagome.
- Não seja dramática, faz só uma semana. – Ela sorri, mas no fundo também sentia muitas saudades da amiga.
- Pois para mim pareceu uma eternidade – Dessa vez foi miroku quem falou para a garota, aproveitando-se da ocasião para matar a saudade de certas partes da garota.
POF
Só via-se miroku voando para dentro da piscina. Uma gota apareceu na cabeça de Kagome – Sango, assim você vai matar meu irmão.
- Ele me deixa possessa. TA OUVINDO SEU HENTAI, APROXIME-SE DE MIM DESSE JEITO E JÁ ERA.
Mas não dava para ele ouvir, estava boiando na piscina, desacordado, a sorte é que ele já estava com roupa para nadar. Ou seja, só de bermuda, demonstrando que possuía um corpo invejável. Mas a atenção da jovem não estava mais voltada para ele e sim uma outra pessoa do outro lado do jardim.
- Aquele que é seu primo Inuyasha a quem você falou que ...
- Psiu ... aqui as paredes tem ouvidos, aliás os ouvidos de meus primos é que são muito desenvolvidos se você me entende. Não quero que escutem certas coisas, ainda mais o que eu digo sobre ele.
Do outro lado da piscina inuyasha se encontrava deitado na cadeira ao lado da namorada e ouvindo a conversa da prima. E rira ao sabe que a prima não queria que ele ouvisse certas coisas. Estava gostando daquilo, o que será que ela havia falado dele? Resolveu investigar mais tarde. E se vingar também.
OoOoOoOoOoOoOo
- Kagome, agora que já cheguei podemos dar inicio a nossas atividades não?
Estavam as duas sentadas na beirada da piscina só de biquíni agora, balançando os pés na água. Kagome abaixa a cabeça muito pensativa, tinha muitas coisas a fazer, mas não fazia idéia de onde começar. Além do medo que a invadia.
- Esta com medo Kagome?
- Hai
- É normal, eu também estaria. Mas não se preocupe miroku e eu, estaremos te ajudando.
- Por isso tenho medo, mais por vocês do que por mim. Sozinha, sei que posso lidar com quaisquer situações, mas se pegarem vocês, não sei se poderei protegê-los.
- Não seja besta Kagome – Esta levantou o rosto assustada com o tom de voz bravo da amiga – Estamos juntos com você até o fim, é escolha nossa, não poderá nos impedir de fazer isso.
Ela da um sorriso triste e abraça a amiga – Sabe Sango, não sei como isso vai terminar, mas só saber que você e o meu irmão estão por perto já me deixa muito mais confiante de que eu possa encontrar uma alternativa melhor do que a que temos.
Sango a solta rapidamente – Não diga besteiras, aquilo não é uma alternativa aceitável. Acha mesmo que fazer isso pode resolver alguma coisa Kagome? Acha que pode deixar todos para traz e não provocar fúria e tristeza a quem você ama?
Ela sabia de tudo isso, mas não podia evitar. Começaria a agir, na calada da noite onde as piores criaturas aparecem. Assim poderia ter uma noção de como andavam as coisas.
- Você tem visto os noticiários?
- Sim tenho, apesar de ter chego hoje tenho acompanhado.
- Três mortes completamente absurdas e desumanas, cinco seqüestros todos de antigos historiadores, nove antiquários assaltados. Tudo em menos de uma semana. As coisas não estão nada bem.
- Sim , é verdade, não podemos mais adiar as coisas.
- A culpa é minha, enquanto me divertia com o Tom essas pessoas sofreram por aquele cretino.
- Não pense assim maninha – miroku chegava com uma bandeja contendo três sucos de erva cidreira bem gelado.
- Como não, não vê as mudanças climáticas que vêem ocorrendo? De dia esse calor e a Noite só falta nevar. Escutem o que digo, aproveitem o sol de hoje, pois as coisas tendem a ficar frias a partir de agora. Ele tem mexido com coisas além de sua compreensão, nem mesmo eu entendo. Por isso temos que descobrir o que ele quer.
- você não faz idéia do que seja? – pergunta Sango
- Sim, idéias eu tenho, e muitas, umas mais improváveis que as outras.
- As vezes você me assusta amiga.
- Oras Sango não seja boba, me conhece a tanto tempo e ainda se assusta?
- Não me acostumo com a idéia da minha melhor amiga ser uma ...
- Chiu ... ta querendo que todo mundo descubra o que levou anos para esconder?
- Ta, perdão. Mas o que fará com o Inuyasha? Ele não é bobo, vai descobrir a verdade uma hora, pelo menos a verdade que todos pensam conhecer.
- Nisso você tem razão Sango, já tentei convence-la a contar logo para ele, mas ela insiste em evitar esse momento.
Ela suspira cansada. – Conhecem ele, se soubesse da verdade já teria ido atrás de encrenca a muito tempo, já teria fugido da barreira que protege essa casa e essa família, e poderia estar morto. Não, entendam, tenho que retardar esse momento o máximo possível. Sei que é inevitável, mas a hora certa chegará.
- Mais Kagome, ele é forte, poderia ajudar. Quem sabe você não precisasse fazer aque...
- Já disse para não falarem dessas coisas. Eu já me decidi. Não vou envolve-lo nisso. Eu o amo muito para desejar que se machuque. Por isso vou continuar com esse jogo. Não que não goste de estar com ele, e aproveitar tudo como se fosse uma pessoa normal, mas devo me lembrar que isso não passará de um jogo de sedução, um jogo de mentiras onde só eu posso vencer. – Ela pega o suco e começa a toma-lo evitando olhar a amiga e o irmão, sabia que esse jogo poderia por em risco muitas coisas.
- Kagome Higurashi, já te disse que esses jogos são perigosos demais para você. Sabe muito bem o que acontecerá se acabar por ceder a seus desejos. Não poderá mais controlar as coisas do jeito que vem fazendo.
- Eu sei Miroku, mas é única forma. Não quero machucá-lo. Preciso dele vivo e seguro. É isso que mantém meu coração puro e forte para enfrentar meus maiores temores.
- Amiga, reconsidere. As coisas começaram a se complicar a partir de agora, não poderá se controlar por muito tempo, as coisas aconteceram muito rápido. Passará a correr risco maior do que já viveu na França.
Kagome se levanta nervosa e com um rosto frio assustando a todos até mesmo a Inuyasha e Ayame que se encontravam do outro lado do jardim – Já basta de tanta besteira, deveríamos discutir coisas mais úteis e importantes do que essas bobagens – Miroku abre a boca para falar, mas é interrompido pela garota que o olha intensamente – Já tomei minha decisão Miroku, não voltarei atrás. Preparem-se – Diz isso e vira-se para retornar para dentro da casa.
- O clima deve estar mesmo muito ruim não é miroku. Nunca a vi desse jeito.
- Entenda, deve ser muito difícil ter tantos sentimentos opostos e energias diversas colidindo entre si dentro do próprio corpo. Fica difícil manter-se equilibrada. Mas, está com medo Sango. – Ele a olha preocupado.
Ela retorna o olhar – Deveria?
- Não, sempre vou te proteger – a abraça forte, permanecem ali perdidos em seus próprios pensamentos e aflições.
OoOoOoOoOoOoOo
Kagome percorria a casa pisando pesado, não suportava mais toda aquela situação. Estava perdendo controle de seu corpo, já vinha sentindo isso desde que chegara ao país – Sim ele já sabe que estou aqui, por isso começou a agir. Sabia que voltaria, e só estava aguardando o momento apropriado não é? Mas dessa vez verá, não vacilarei como da última. Sou uma mulher agora e estou pronta para enfrentá-lo. – Estava tão absorta em seus pensamentos que nem percebera que foi parar em frente a porta do quarto de Inuyasha. A olhava confusa e então uma dor terrível invadiu seu peito, colocou uma mão na porta e fechou seus olhos como se pudesse sentir e reviver tudo que aquela pessoa vivera no tempo que estivera fora. A dor era muito forte, já não conseguia segurar as lagrimas que teimavam em cair, ainda com a mão na porta começou a descer até seus joelhos tocarem o chão e coloca a mão no coração – Porque dói tanto? Porque? – Então ela sente um par de mãos em seu ombro, levanta o rosto tomado pela angustia e visualiza seu tio, com uma expressão carinhosa, sem nem pensar o abraça forte como se fosse a última vez que o veria como se o mundo fosse acabar, como se ele pudesse fazer sumir toda a dor que continha em seu coração. Ele acariciava docemente seus longos e negros, de forma a poder suavizar a dor que a garota sentia.
- Minha pequena, o que eu te fiz? Dói tanto assim?
- Dói tio, é como uma faca fincada no meu peito e nada posso fazer para passar, nada... nem ninguém.
- Tem coisas que me esconde Kagome, eu sei disso. – Ela o olha bem fundo – Não se preocupe, não quero saber se você acha que não devo. Mas será que algum dia poderá me perdoar pelo que fiz a 15 anos atrás?
- Se eu estivesse na sua posição faria o mesmo. Já te perdoei a muito tempo. Desde o momento em que você me encontrou naquele porão enfrentando-o daquele modo.
- Não me esqueço daquela cena. Você tão criança, tendo de enfrentar sozinha um monstro, Naraku, não sei como pude agüentar a dor de me separar de você depois daquilo, a queria do meu lado, para que pudesse te acalentar a noite quando tivesse medo, minha pequena.
- Não seja tão duro consigo mesmo. Eu te amo. E nada pode mudar isso.
- Mesmo ter te separado da pessoa que mais amava? – Nesse momento ela se afasta dos braços protetores do tio
- Foi melhor assim. Não queria que ele se envolvesse numa guerra que não é dele. Agora chega disso. Não posso ser fraca. Sou forte e agora mais ainda, pois estou com minha tão amada família. – esboça um lindo sorriso.
Ele sabia que não adiantaria falar nada, somente retribuiu o sorriso e se levantou e a ajudou também- Certo, então vamos até a cozinha. Sua tia mandou a empregada fazer aquela torta de maçã que tanto gosta, talvez padeçamos roubar alguns pedaços antes da janta.
- a titia vai ficar uma fera. – Da um sorriso travesso
- Ai, é que se encontra toda a graça.
- Certo, vamos nessa.
E correram furtivamente até a cozinha e a encontraram vazia por sorte.
- Caminho livre tio. Atacar.
Pareciam duas crianças roubando aqueles pedaços de torta. Riam muito e conversavam bastante, até que então ouvem som de passos, tentam esconder rapidamente a torta.
- Não adianta esconder, sei muito bem o que estão fazendo e seu também que Izayoi não ira gostar nada disso.
- Oras Sesshoumaru não me assuste. – Fala uma Kagome com cara de assustada e uma mão no coração tentando se acalmar.
- Filho, venha junte-se a nós.
- Aff, parecem até duas crianças desse jeito.
- Não seja tão arrogante Sesshy. Venha aqui – Kagome começa a arrastá-lo para perto deles.
- Certo certo, mas não estou com fome.
- Pois eu sim, tava morrendo de saudades dessa torta de maçã da kaede obacha.
- Muito boa né – Falava Inutaisho com a boca cheia.
- As vezes me surpreendo de ser seu filho.
- Não seja tão serio primo. – Kagome sorri lindamente deixando o Youkai apreensivo.
- Bom meu queridos, tenho coisas a fazer, aproveitem a torta. – despede-se o mais velho.
- Sim capitão – Kagome bate continência.
Sesshoumaru olha de canto para a garota que ria para o tio e soltou um suspiro.
- Que foi?
- Você não tem jeito mesmo. Nem sei por que insisto em te conquistar.
Ela olha para ele rindo ainda – Você já me conquistou Sesshy.
- Mas não do jeito que quero.
- Já te disse, não sou eu quem você quer. Não sou eu quem você vê em seus sonhos.
- Sei muito bem de meus sonhos. Eu os tenho com uma garota idêntica a você desde que me conheço por gente, mas você insiste em não acreditar. – Ele a olha muito serio, sabia muito bem o que sentia, toda vez que via a prima perdia-se na imensidão dos seus olhos e seu coração batia mais rápido.
- Então me diga qual a cor dos olhos dessa tal garota?
Ele gelou, a única diferença, a única coisa que a fazia diferente da garota dos sonhos eram os olhos, os da garota a sua frente eram um verde raro, meio misturado com o caramelo, parecia uma pedra preciosa, mas o da garota do sonho os olhos era um escuro profundo, cheio de amargura e tristeza.
- Não vem ao caso. Sei o que sinto Kagome, não sou mais criança, eu te quero do meu lado eu te a...
Ela fica seria de repente e o cala com os dedos – Xiii ... não sabe o que diz Sesshoumaru. Não sou a garota. Eu posso dizer que a conheço e que sim você a encontrará. Posso dizer que parte dela está em mim por isso pensa que me deseja. Mas não diga algo do qual possa se arrepender.
Ele fica em silencio. Na verdade não entenderá metade do que ela dissera. Deixou ela se virar para ir embora, tentaria com ela mais tarde, precisava muito sentir o gosto de seus lábios.
Kagome virou-se decidida a sair dali, mas uma voz soou em sua mente pedindo que lhe desse a oportunidade de um beijo, ela relutava contra essa voz, pois não era ele quem ela realmente queria beijar, mas sabia que seria impossível controlar, sabia que com o passar do tempo estava perdendo o controle do seu próprio corpo e isso só comprovava o fato, suspirou cansada e se virou o encarando.
Ele já havia desistido do momento e se assustou quando a viu o encarando tão intensamente, e mais ainda quando se aproximava lentamente, quando chega perto segura o rosto do rapaz com as mãos e ficou nas pontas dos pés, aproximando-se dos lábios tão sedentos de amor do rapaz. O coração dele batia rápido, estava agitado com a aproximação, e não se lembrou de quando foi que a tomou pela cintura a trazendo mais para perto, olhou seus olhos e por um momento pareceu vislumbrar os olhos escuros que tanto via em seus sonhos, mas não teve tempo de pensar, pois finalmente a união de seus lábios havia se realizado, um beijo cheio de amor, de desejo. Era tudo que ele mais sonhara, ter aquela garota só para si, não precisar dividi-la com ninguém. Sua Kagome.
Eles se separam e Kagome o olha vermelha, ainda abraçados ele lhe pergunta – Porque fez isso? – Ela sorri, um sorriso terno – Se dissesse teria de te matar.
Ela sai de seus braços e se retira da cozinha, sem olhar para traz, suspirou cansada, porque afinal de contas aquilo tinha de acontecer? Era cruel fazer tal coisa com ele, não sentia nada por ele além de um amor de irmão. Tomou o ar pela boca e começou a subir as escadas a fim de ir para o quarto descansar, afinal teria uma noite e tanto. Precisava estar bem disposta. Abriu a porta e logo a fechou se trancando no quarto, jogou-se na cama e só então percebeu o quão estava cansada de tudo aquilo.
- Porque você não me deixa em paz?
Logo adormeceu, e assim permaneceu seu quarto, em silencio, como se o mundo parasse para admirar aquela bela jovem descansar e a acalentar.
OoOoOoOoOoOo
A noite logo chegou, junto com um frio intenso. A janela do quarto da bela jovem estava aberta deixando que a luz da lua a banhasse e o vento soprasse sobre sua pele a livrando das impurezas da alma. Ela dormia profundamente e mesmo não estando coberta parecia não sentir frio, da janela do quarto via-se que não só a lua a admirava, mas também um hanyou com lindos olhos dourados e cabelos prateados. Ele tentava entender de onde vinha tanta beleza, tanta sedução, mesmo quando ela dormia o seduzia, suas posições, seu corpo tudo o entorpecia. Mas desde que chegara aquele quarto seus olhos se fixavam nos tão desejados lábios da indefesa garota, sentira o cheiro de seu irmão ali, como também no corpo dela, não gostara nada daquilo, sentia como um leão quando entram em seu território, pronto para atacar. Porém sua ira foi se esvaindo enquanto observava a observava docemente, não sabia quando foi que começou a se interessar tanto pela prima mas não parava de pensar nela um segundo sequer, tanto que tivera uma longa discussão com a Ayame por tê-la chamado de Kagome, já estava incomodado com a situação, seu corpo era como um imã que o chamava, e era exatamente por isso que estava ali a admira-la, sentira seu cheiro no ar e não resistiu. Com um sorriso perverso lembrou-se de que ainda tinha de se vingar dela, mas esperaria o dia nascer, tinha uma ótima idéia para atormentá-la. Ele notou que ela se mexia, provavelmente estava acordando pois já dormia a muitas horas, virou-se para sair do quarto antes que ela mas um sussurro em sua orelha o fez congelar.
- O que faz em meu quarto Inuyasha?
O coração dele se acelerou, mas ele tenta parecer impassível. Torna a olha-la
- Não é da sua conta.
- Oras alguém esta nervoso aqui. – Ela o olha divertido.
- Só se for você. - Nesse momento ele a puxa agilmente pela cintura colando seus corpos, ele podia sentir todas as suas curvas em contato com seu corpo, podia sentir também que o coração da moça deu um salto e batia muito rapidamente, seus olhos demonstravam nervosismo e preocupação, era aquilo que ele precisava, sentir-se novamente dono da situação – Eu estou muito bem.
É então que uma das mãos que se encontravam na cintura da moça começa a subir até sua nuca e aperta seus cabelos macios delicadamente trazendo seu rosto mais junto do seu. Kagome estava paralisada com a situação, não esperava aquilo, não poderia para-lo, simplesmente perdera as forças para qualquer ato que não fosse obedecer. Finalmente a unia dos lábios, tão sedentos por aquele contato, a muito privados, um beijo avassalador quente que demonstrava o tamanho do desejo de ambos. O mundo parou naquele momento, para ambos, apenas aquele contato entre seus lábios continuava. Ele a empurra até a parede a prensando ali. O desejo transbordava por seus corpos, ele puxa uma das coxas dela de forma a se encaixarem melhor e poder sentir-se tocar nela. Apesar do frio do lado de fora o calor dominava o quarto, com a outra mão ele passeia pelo corpo da jovem arrancando gemidos da mesma. Ela por sua vez rasga a camisa que ele usava sem desviar um momento sequer do ardente beijo que os dominava, mas precisavam de ar e foi nessa pausa que ele a olha intensamente e diz – Eu te quero muito Kagome. – Se afasta, ambos estão muito ofegantes, ele a olha com um sorriso malicioso – Mas não hoje priminha – Vira-se e sai pela sacada pulando até a do seu quarto, deixando uma Kagome totalmente confusa e pasma. Ela põe a mão no coração tentando controlá-lo e escorrega pela parede até o chão.
- Controle-se Kagome, calma, quase fez uma burrada enorme agora. Isso ta ficando muito perigoso. – Ela respira fundo tentando recompor suas energias – Melhor tomar um banho e me preparar para a noite.
E assim ela fez, foi para o banho, gelado, para tirar aquela sensação do corpo. Vai até o quarto e coloca um conjunto de lingerie preto e um conjunto de calça e blusa (comprida) preto muito colado ao corpo, um coturno preto, prende o cabelo em um rabo de cavalo e coloca um colar com um símbolo de uma borboleta negra e pendura-o no pescoço, coloca o sobre - tudo preto pega as chaves da moto que comprara naquela semana e sai do quarto. Já eram onze da noite mas Kagome sabia que todos naquela casa estavam bem acordados. Passou pelo quarto de Miroku, deu uma batida singela e a porta logo se abriu revelando um homem completamente de preto assim como a mulher a sua frente. Este esboça um sorriso – Pronta maninha.
Ela devolve o sorriso – Demorou.
São interrompidos por Inutaisho que os olha desconfiado. – Onde vão a essa hora?
Kagome olha seria para o tio. – Temos que conversar Inutaisho.
Ele então entende que não é mais uma conversa entre tio e sobrinha.
- Meu escritório venham.
Os dois nada dizem apenas o seguem. Chegam ao escritório.
- O que pretende fazer Kagome?
- Não imagina? Pois bem devo alerta-lo que na verdade isso não será uma conversa e sim um comunicado.
- Prossiga.
- Estou indo eu Miroku e Sango atrás dele, Naraku, pretendo derreta-lo em menos de um mês e para isso não medirei esforços. Ele tem mexido com forças desconhecidas que poderá colocar o equilíbrio da terra em colapso, isto não é bom, sei que você não é tão negligente a ponto de deixar passar despercebido certos acontecimento.
- Correto.
- Pois bem, é minha obrigação ir atrás do que realmente esta acontecendo, colocar as coisas em ordem a fim de que a terra siga seu fluxo normal. Em suma é isso.
Ele anda até a sua cadeira e se senta de forma a fita-la.
- E você espera que eu simplesmente aceite isso numa boa?
- Não espero que aceite numa boa, e sim que aceite, não sou mais criança sei o que faço. Não adianta mais me colocar no primeiro vôo para a França lançar umas barreiras aqui e ali e esperar que as coisas simplesmente se ajeitem. Não pode fechar os olhos pro que esta acontecendo ao seu redor. Não pode esperar que sua família fique a salvo quando aquele monstro esta a ponto de colocar em risco o equilíbrio entre os mundos.
- E como você imagina que ele possa conseguir isso. A única maneira era se aquela pessoa estivesse viva, se sua alma reinasse neste mundo.
- Não pense assim, não é tão simples. Há muitas maneiras dele conseguir o que quer Inutaisho e você deveria saber disso. Não cabe a mim discutir o porque das coisas mas sim impedi-las. Só estou aqui para avisa-lo. Não adianta fechar os olhos e fingir que não é contigo.
Ela vira as costas para se retirar, abre a porta mas é impedida por um forte vento que a fecha imediatamente.
- Não adianta, a única coisa que consegue desse jeito é me irritar. Entenda de uma vez que não pode mais me deter e me esconder. Eu não quero isso, eu sou a dona do meu destino.
- Não posso deixa-la ir novamente. Não quero que se meta nisso.
- Já me meti tio, desde que nasci.
- Porque não confia em mim. Me deixe ir junto.
- Sabe muito bem que se sair dessa barreira morrerá. Fique e se acalme, prometo voltar esta noite. Agora saia da minha frente.
- NÃO ME IRRITE KAGOME, VOCÊ AINDA É UMA CRIANÇA E NÃO SABE DE NADA, NÃO DEIXAREI QUE SE VÁ NOVAMENTE. NÃO PERMITIREI.
- NÃO ME IRRITE VOCÊ INUTAISHO, MEU TIO, EU VOU, TENHO QUE IR E NADA ME FARÁ VOLTAR ATRAS DNA MINHA DECISÃO. SE ME QUER BEM REZE PELA MINHA ALMA, POIS MEU CORPO PONHOP A PROVA. COM LICENÇA.
Ela joga uma energia forte na porta a jogando longe, mas então da de cara com Inuyasha que ouvia atentamente aquela conversa.
- O que esta acontecendo aqui?
- Não interessa Inuyasha. Vamos Miroku, o que esta esperando ai parado como uma estátua. Anda sua lesma.
Este da um sorriso e pensa “Ela fica mesmo insuportável de mau humor”, começa a andar do lado dela e se retiram deixando os dois outros se encarando.
- I ae será que da pra me explicar?
- Sinceramente Inuyasha, tenho coisas mais importantes para me preocupar do que responder as suas perguntas. E já disse que não sou eu quem deve respondê-las e sim Kagome.
- E você quer que eu espere até quando.
- Até ela estar pronta.
- Feh, não entendo, aonde ela foi?
- Se eu soubesse teria ido atrás.
- Essa história ta muito mal contada. Não gosto nada disso. Todo mundo me esconde as coisas nessa casa.
Vai embora ainda muito pensativo.
OoOoOoOoOoOo
O vento soprava frio, o silencio reinava absoluto naquela floresta densa que amedrontava as famílias das redondezas a anos. Ninguém ousava chegar perto, era isolada do resto da cidade e com o tempo foi esquecida e mesmo nas épocas de muito calor uma densa neblina a dominava. Naquela noite fria três pessoas a cortavam em silêncio, entre as arvores.
- Tem certeza que é aqui Kagome – Sango pergunta num sussurro
- Já vim aqui antes, quando tinha 10 anos. Tenho certeza, é só me seguirem.
- Veja seu colar esta brilhando – foi a vez de miroku falar.
De repente uma forte luz saiu do colar apontando para uma direção. No meio da floresta.
- Eu disse a vocês, preparem-se eles já sabem que estamos aqui, pra cima já.
Aquele colar que Kagome carregava continha a força das suas ancestrais, era não só um talismã como também parte dela, um dia parte de sua alma estaria presa ali junto com as outras. Os três rapidamente subiram nas arvores e seguiram na direção indicada pelo talismã. Alcançaram então uma clareira. A olhos normais nada se veria, mas Kagome não era normal.
- Guarda, venho em nome da Mikos negras, Libere a passagem deste mundo para o outro agora a mim e meus servos e nada lhe acontecerá.
Os três se encontrava em cima de galhos de três arvores diferentes, o guarda olha assustado para a garota. Não imaginava que ela um dia voltaria.
- Senhorita Kag...
- Não ouse pronunciar meu nome em voz alta neste lugar, poderia lhe trazer sérios problemas. Vamos abra logo a passagem.
- Você poderá passar e regressar, mas não posso assegurar nada a seus servos.
- Não se importe. Abra vamos.
- Hai
O guarda colocou as mãos no chão e pronunciou palavras em uma língua desconhecida a todos menos Kagome, uma forte luz saiu do chão e ele gritou para que pulassem.
- Vamos, eu seguro vocês – Kagome lançou feixes de energia em volta da cintura dos dois e se jogou.
Enquanto percorria o portal entre este mundo e o outro pensava. “É agora, o Início do fim. Me aguarde Naraku estou chegando.”
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Bom, este é o fim de mais um capitulo, espero que tenham gostado. Quero resaltar que estou mtoooo feliz pelos comentarios recebidos e queria agradecer a tds mto mot obrigada. bjokas até a proxima.
[19/09/07] Uma Mulher Misteriosa - Capítulo 1
[26/09/07] Duvidas - Capítulo 2
[10/10/07] O Início - Capítulo 3
[17/10/07] Capitulo 4 - O Outro Mundo
[30/11/07] Capítulo 5 - Sentimentos
[12/04/08] Capítulo 6 - Uma Grande Explosão
[13/07/08] [InuYasha] O livro - O livro
[12/04/08] [Inuyasha] Jogos de Seduções - Capítulo 6 - Uma Grande Explosão
[30/11/07] [Inuyasha] Jogos de Seduções - Capítulo 5 - Sentimentos
[17/10/07] [Inuyasha] Jogos de Seduções - Capitulo 4 - O Outro Mundo
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