Oi gente!!!
Quero reforçar que o que vocês vão ler aqui não tem nada haver com as pessoas minha e do Aoshi_ e sim somente entre as perssonagens da fic.
Se Aoshi_ San sentir-se ofendido, eu retiro esse capítulo na hora do ar!
Aproveitem a leitura.
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Karol sente o calor do corpo de Aoshi próximo ao seu e o leve toque de uma de suas mãos em seu ombro esquerdo.
Já com a agulha e a linha na outra mão preparadas e pronto para usá-las, Aoshi avisa a moça ao pé de seu ouvido:
_Vou refazer a sutura do seu ferimento agora.
Com uma das mãos, Shinomori segura o braço de Karol e com a outra inicia o processo, a dor era inssuportável e inevitável, mas deveria ser feito. A cada vez que Aoshi havia de perfurar a pele do ombro da jovem, ela franzia o cerno o que acabava causando um sentimento de compaixão no coração do homem que sofria conssigo por não poder poupá-la de tal martírio.
Mesmo tentando conter-se, a moça deixa um gemido escapar de seus lábios, isso fora o suficiente para que Shinomori parasse e pergunta-se:
_Podemos parar um pouco, mas já está acabando, alguns pontos e termino.
_Pode continuar.
Karol diz tais palavras com um sorriso esboçado em sua face olhando diretamente o rapaz. Ela leva a mão direita e coloca sobre a mão de Aoshi que segurava seu braço. A moça pressiona-a um pouco. Shinomori compreende que deve continuar.
Mais alguns pontos que demoravam para ela como uma eternidade para serem feitos e logo acabaria. No último ela novamente não se contém e deixa escapar-lhe mais um gemido. Ao fazê-lo, ela é surpreendida por Aoshi que solta a agulha, a envolve com o braço que segurava-a e toca sua face com a mão que fazia a sutura dizendo:
_Acabou.
Aoshi traz para perto de sí o rosto de Karol e toca seus lábios com um beijo cândido cheio de ternura, como se aquele fosse uma espécie de recompenssa por ter ela suportado tão valentemente a sutura do ferimento.
Apenas ouve-se o vento do lado de fora da cabana, já estava escuro e a lâmparina com querosene luzia sobre a velha cômoda de cedro iluminando o ombro da jovem para que Aoshi pudesse suturá-lo. O silêncio era absoluto apenas quebrado com os grilos e o barulho da respiração de ambos que de certa forma tornara-se ligeiramente ofegante perante os fatos.
Nem um e nem o outro tenta afastar-se ou cessar com o beijo. Aos poucos, Aoshi abraça definitivamente Karol etrelaçando ambos os braços ao tronco da jovem, por sua vez ela faz o mesmo.
Depois de algum tempo, lentamente, Aoshi afasta seus lábios aos de Karol e pergunta em tom de sussurro:
_Por que não foi embora Karol Chan?
Ela, de olhos fechados responde mais baixinho ainda:
_Por que cheguei a triste conclusão de que eu não consseguiria mais viver sem você ao meu lado Shinomori Sama.
Aoshi, mais uma vez beija os lábios de Karol que não abre os seus olhos nem sequer um instante, ela tinha medo de que aquilo fosse um sonho e que ao abrí-los despertaria , porém deste, ela não desejava acordar naquele instante.
Shinomori não sabia ao certo o que fazia naquele momento, ele fora tomado de impulso pelo aroma inebriante da jovem e por sentir o calor de sua pele ao tocá-la ao ombro, tão macia e tão perfumada.
Aos poucos, ele traz o corpo da moça mais próximo ao seu instintivamente puxando-a para sí até tocarem seus corpos um ao outro. Karol tenta erguer seus braços para envolvê-los em torno do pescoço de Aoshi, porém, este ligeiramente a impede dizendo:
_Não faça isso, ou a sutura romperá novamente, deixe-o imobilizado o maior tempo possível e...
Mal conssegue terminar a frase e Karol o interrompe com mais um beijo. Ela ponhasse apoiada em seus joelhos avançando por sobre Aoshi que estava sentado ao chão, ambos ao lado da lareira.
Ele tenta contê-la, mas não é capaz de o fazer já que assim como ela não desejava que aquilo terminasse por alí. Karol com uma das mãos, derruba o kimono branco que envolvia o corpo de Shinomori naquela ocasião e desfaz o nó da fita que o mantinha preso pela cintura.
Da mesma forma, Aoshi leva uma de suas mãos até a cintura de Karol e desfaz o laço do kimono rosea de ceda que ela vestia. Então, beijando carinhosamente o seu pescoço, com ambas as mãos ele abre o kimono e acariciando o corpo da dama derruba-lhe a peça ao chão.
Com cuidado, ele retira o adorno que mantinha preso os cabelos da moça soltando-os com carinho.
Por um tempo ele os segura sentindo-os escaparem de tão lisos pelos seus dedos. Ela começa a beijá-lo carinhosamente por todo seu tórax até retornar aos seus lábios e diz:
_Não há melhor lugar neste mundo que eu tenha conhecido do que estar entre seus braços Shinomori Sama.
De olhos fechados, ele diz com preocupação:
_O que estamos fazendo?
Ela responde com muita cândura:
_Nada que não seja de nossa extrema vontade nesse instante.
_Não está certo... - argumenta Aoshi perdido dentre os lábios carmim de Karol que não lhe davam sossêgo.
_E o que está certo nesse mundo Aoshi? - ela respondeu um pouco alterada.
Karol afasta-se de Aoshi o fitando com olhos reprovadores, ele, atônito pergunta:
_O que houve?
_Não há nada para ser dito.- Karol responde-o um tanto quanto ríspida.
Ela levanta-se envolvendo-se furiosa com o kimono o que acaba tirando um sorriso de Aoshi ao presenciar aquela cena. Karol esbaforida recolhedo seu kimono e envolvendo-se atrapalhada e espalhafatosamente nele.
Ela percebe os risos de Aoshi e mais furiosa ainda o encara dizendo:
_O que foi?
Ele permanece em silêncio com o sorriso no rosto.
Ela continua o encarando sem compreender aquilo até que é surpreendida por ele que a puxa bruscamente por um dos braços fazendo-a cair sobre sí.
_Shinomori Sama! O que significa isso? _ ela tenta passar-lhe um sermão mas é interrompida por Aoshi que com uma das mãos toca seus lábios de leve e diz:
_Não diga nada!
Em seguida ele lhe dá outro beijo e rola por sobre ela a mantendo ao chão. Irritada ela blasfema:
_Olhe! Eu vou começar a gritar!
Ainda rindo da cômicidade dos atos de Karol, Shinomori conclui:
_Gritar tudo bem, só não fique se debatendo pois seu ferimento abrirá novamente.
Ele então a silencia com um beijo novamente e ambos permanecem alí próximos a lareira por toda a noite iluminados pela penumbra do fogo que vez ou outra balançava suas chamas abruptamente por conta do vento que passava por dentre as gretas da choupana.
A aurora luzia no horizonte, Karol havia adormecido nos braços de Aoshi que permanecera a noite acordado meditando sobre as coisas que haviam ocorrido até então aquele instante.
Os pássaros iniciavam a arrevoada, Aoshi levantou-se com cautela para não despertar a pequena Karol que dormia como um anjo.
Cuidadosamente ele a recolhe em seus braços e a acomoda em uma das camas, em seguida a envolve na velha manta de lã. Aprumando-se com suas vestes ele sai da cabana e observa a linha do horizonte por um instante em silêncio, Aoshi vira-se e observa então Karol adormecida sobre a cama e envolta na manta. Por fim ele apoia-se com um dos braços à beira da porta com o olhar distante.
Continua...
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É isso aí gente! Para bom entendedor, meias palavras bastam! XD
Aoshi_ não fique bravo! Por favor!
E mais uma vez reforço:
Isso não tem nada haver entre eu e Aoshi_! É entre as perssonagens da fic que são baseadas em nossos nomes de login na comunidade!!
Um beijo para todos e espero que não tenha ficado nada muito clichê.