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[Fullmetal Alchemist] A trama

Capítulo 2 - Ataque a luz do dia


Autor: ~Aislyn

Categoria: Animes/Fullmetal Alchemist

Gênero: Ação, Aventura e Luta / Mistério / Romance e Novela.

Personagens: Alquimistas, homúnculos, entre outros

Classificação: Livre

Adicionado em: 28/07/07

Comentários/Favoritos 8/7

Caracteres: 8.397

Exibições: 376

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Bom pessoal, finalmente a continuação. Obrigada a todos que leram os outros capítulos e comentaram. Isso me anima a terminar a fic.^^
Espero que gostem!



______ ###______ Mudança de cena
"..." Pensamentos dos personagens




Ed levantou bem cedo e se arrumou para ir para o quartel. A conversa da noite passada tinha deixado ele com um péssimo humor. E quem descobriu isso foi o Al.

Al: Bom dia, nii-san! – disse alegremente. Era um garoto gentil, conseguia perdoar as pessoas facilmente.

Ed: Só se for pra você... – falou baixo e num tom de ameaça, Al sabia que o irmão não faria nada contra ele, mas deu pra perceber que queria ficar sozinho.

___________ ##### ___________


Roy: Riza – chamou baixinho. – Riza, acorde!

Riza: Hum? O que?

Roy: Acorde, já amanheceu, temos que voltar pro quartel. Antes que os garotos saiam do hotel.

Riza: Hotel? Onde estam... Ah, minha nossa, dormi no meu turno! Sinto muito coronel.

Roy: Tudo bem. Agora vamos.

Ela ligou o carro e partir imediatamente dali. Minutos depois os três saíram do hotel.

___________ ##### ____________


- O trem com destino à Cidade Central sai em dois minutos. Passageiros, favor embarcar! – gritou uma voz de perto dos trens.

Pinako: Se cuida, e liga quando chegar!

Winry: Até breve vovó. Pode deixar que eu ligo sim!

Pinako: Mande um abraço para os meninos.

Winry: Ta bom. Tchau!!!

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Roy: Conseguimos chegar a tempo – disse sentando em sua mesa. – Vou precisar tirar um dia de folga...

Riza: Acho que hoje não será possível coronel. O senhor tem vários papéis pra assinar e alguns outros de autorização...

Roy: Coloque esses documentos aqui na mesa, mais tarde eu dou uma olhada neles.

Riza: Isso quer dizer que vai assinar de novo sem ler nada?

Roy: Não conteste tenente!

Riza: Sim, senhor! – colocou os papéis na mesa e se retirou da sala. “Preguiçoso”.

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No caminho para o quartel...

Yoko: Você não está com uma cara muito boa Edward. Não dormiu bem?

Ed: Não. – limitou-se a responder.

Al: Não ligue pra ele. Hoje acordou de mal-humor.

Yoko: É algo que eu disse?

Ed: Não – respondeu secamente.

Continuaram andando em silêncio. O dia estava apenas amanhecendo e ainda não havia ninguém nas ruas.

Ed: Ai! – gritou levando a mão ao pescoço.

Al: Que foi nii-san?

Ed: Acho que um mosquito me picou. – mas passando a mão na nuca sentiu um pequeno objeto – O que é isso?

Antes que pudesse ver o que era, sentiu-se zonzo, sua vista embaçou. Ao tentar dar um passo caiu de joelhos.

Yoko: Edward! – chamou desesperada – Você está bem?

Al: Nii-san! O que foi? – ele correu para ampará-lo.

Ed estava cada vez mais zonzo, sua visão escureceu completamente, não ouvia os gritos da garota ou de seu irmão. Foi perdendo os sentidos aos poucos, seu corpo amoleceu e ia de encontro ao chão, se não fosse Al para segurá-lo pelos ombros.

Al: Nii-san! Nii-san! Acorde!

Yoko: O que é isso? – ela encontrou o que atingira Ed. – Um dardo? – imediatamente olhou para os lados como se procurasse por alguém.

Mas como àquela hora não havia ninguém na rua, também não havia suspeitos.

Yoko: Temos que sair daqui rápido!

Al: Mas quem faria isso? E por quê?

Yoko: Talvez estejam atrás da gente, é perigoso ficar aqui.

Al: De quem você está falando?

Foi fácil para Alphonse perceber que algo estava muito errado. Ela sabia quem estava atrás dela e ocultar isso estava se tornando muito perigoso.

Yoko: Temos que tirar o seu irmão desse lugar, já!

Ela chamou a atenção de Al para o irmão, só assim poderia continuar escondendo seus segredos dos garotos.

Mas quem a perseguia não era mais um segredo para Edward. Pois ele os conhecia muito bem.

Al: O quartel não está longe, vamos pra lá.

Levantou com Edward desacordado em seus braços e correu para o quartel com a garota atrás de si.

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Winry: Ah, que bom! Finalmente cheguei. – disse descendo do trem – Essas locomotivas deveriam ser mais confortáveis para uma viagem tão longa. – espreguiçou-se - Agora tenho que procurar o Ed e o Al.

E saiu andando pela plataforma.

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Enquanto isso, num terreno abandonado...

Lust: Bela mira Wrath!

...alguns homúnculos se reuniam secretamente.

Envy: Então ele acertou mesmo o chibi?

Wrath: Mas é claro que sim! E foi certeiro!

Lust: Agora a segunda parte.

Envy: Deixa comigo... – e sai com os olhos brilhando maleficamente.

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Roy: Eles estão atrasados... – resmungou o coronel de sua mesa, enquanto assinava alguns papéis.

Riza: Já devem estar chegando. Não se preocupe. – respondeu a tenente saindo da sala – Estarei na sala de armas, se precisar de mim – avisou antes de se retirar.

“Se soubesse o quanto preciso de você...” pensou Roy.

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Finalmente chegaram ao quartel.

Al: Coronel! Coronel! – ele saiu gritando por Roy desde que entrou no quartel. Se alguém ali poderia ajudar era ele.

Yoko: Calma, Alphonse, vai ficar tudo bem. – ela vinha logo atrás, tentando acalmá-lo.

Conseguiram chegar até a sala do coronel. Entraram correndo e chamando por ele.

Al: Coronel!

Roy: Mas que bagunça é essa? – então seus olhos se depararam com Ed nos braços de Al. – O que houve? Vocês foram atacados?

Yoko: Não...

Al: Sim! Por favor, coronel, temos que ajudá-lo!

Mustang sai de trás de sua mesa em direção aos garotos.

Roy: O que aconteceu?

Al: Nós estávamos vindo pra cá, quando alguma coisa atingiu o nii-san na cabeça e ele desmaiou.

Yoko: Era um dardo. - e retirando-o do bolso estendeu ao coronel. – Será que está envenenado?

Al: Envenenado? Não pode! Não...

Roy: Fique calmo, Al. Coloque-o aqui no sofá. Vamos ajudá-lo. – voltou para sua mesa e pegou o telefone. – Tenente Hawkeye, venha à minha sala, rápido e traga um médico!

Do outro lado da linha...

Riza: O que? Sim senhor!

Roy: Não se preocupe Al. Vai ficar tudo bem.

Mas parecia que o próprio coronel precisava se convencer disso. Estava com um olhar muito preocupado.

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Winry: Cheguei! Por que o quartel tinha que ser tão longe? Agora... onde será que eu vou encontrar aqueles dois? – parou, olhou ao redor pensando – Ah, sim! Na sala do fósforo galanteador, quero dizer, na sala do coronel. u.u’

E saiu andando em direção ao interior do quartel.

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Em cima de algum prédio próximo...

Sloth: Não vou permitir isso. Você vai me pagar!

Com certeza ela queria se vingar...



Mas isso vocês só vão descobrir no próximo capítulo ^^
Espero que estejam gostando. Críticas e sugestões são bem-vindas!



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