Gentem...
Minha vez entaum...
oh... kero avisar a todo mundo que, apesar de colocarmos nossos 'nicks' e os nossos personagens aqui nesta fic, ela é apenas uma fic tá??
A interação entre os personagens podem sair um pouquinho da realidade, de modo a deixar a história mais interessante e gostosa, certo??
Não vão ficar pensando besteira hein... ^_^'
Karolzinha...
Se vc achar q eu tou estragando a nossa fic, favor tocar um LAV na minha cara pra longe daqui tá??
=o****
______________
O som aveludado e gostoso do cantigo entoado pela bela senhorita à beira do rio dava um tom muito mais tranquilo ao bosque que guardava a decadente cabana do espadachim chamado Aoshi.
O som suave e agradabilíssimo chegava fraco aos ouvidos do rapaz que repousava no interior da cabana mas ele acabou por despertar lentamente. Abriu seus olhos azulados calmamente e se ergueu da cama, retirando a compressa que havia sido feita sobre sua testa. Olhou em volta afim de descobrir a origem do som que o despertara de forma tão serena e estranhamente deliciosa.
Havia algum tempo que não era acordado de maneira tão sutil e agradável e ele gostaria muito de saudar a dona de tão doce e delicada voz. Correu rapidamente os olhos pela pequena cabana e não encontrou ninguém. O som parecia vir de fora da casa, e o homem se ergueu e caminhou lentamente até a porta. Antes, vestiu um outro kimono claro que estava cuidadosamente colocado ao chão já que, até aquele momento, encontrava-se completamente despido. Chegando à porta, parou cruzando os braços vagarosamente e manteve os olhos fixos em uma pequena jovem que, delicadamente, esfregava um kimono as beiras de um riacho que corria próximo à choupana em que ele vivia.
Não conteve o sorriso feliz ao confirmar que a jovem que lhe lavava o roupão, era a mesma que ele havia salvado alguns poucos dias atrás. A mancha de sangue no ombro da garota preocupou um pouco o homem mas este decidiu não se lançar desesperadamente ao encontro dela, já que ela parecia tão feliz e tranquila cantando e trabalhando na suja vestimenta.
Karol sentiu-se observada e rapidamente voltou seus olhos à cabana de Aoshi. Seus olhos brilharam de alegria ao ver que o rapaz já estava desperto do sono profundo. Ela largou imediatamente tudo que estava fazendo e correu em direção ao homem, que sorria incontrolavelmente.
Pulou no rapaz e, eufórica, lhe beijou o rosto:
_ Aoshi Sama!! Que bom que está acordado! _ disse-lhe enquanto era amparada pelos braços do homem forte, que a suspendia sem muita dificuldade.
_ Karol-chan. Não esperava lhe encontrar por aqui ainda. Que ótima surpresa!
A garota instintivamente tascou outro beijo no rosto do homem, que ficou ainda mais corado. Percebendo o quanto havia sido indelicada, Karol afastou Aoshi com um dos braços e virou-se de costas envergonhadamente.
_ Desculpe-me Aoshi San. Fiquei tão feliz ao vê-lo de pé que não pude me regrar. Perdão pela indelicadeza. _ Disse, com as mão na frente da boca e muito envergonhada.
_ Não se preocupe com isso senhorita Karol. Foi o sinal de afeto mais expontâneo e gostoso que já recebi. _ Disse o rapaz, bastante corado e envergonhado.
Um segundo de silêncio permeou os dois. Karol não sabia se saía correndo ou se atirava-se novamente aos braços de Aoshi. Este, por sua vez, não sabia o que dizer e não tinha idéia de para onde poderia se mover sem ser ainda mais indelicado ou inconveniente. Karol se mecheu primeiro.
Ela caminhou cantarolando devolta ao riacho e, agarrando o kimono sobre o qual trabalhava, voltou-se para Aoshi com um enorme sorriso.
_ Então Aoshi San... Finalmente este seu kimono roxo ganhou alguma água não é?? Ficará novo em folha assim que o sol tratar de secá-lo.
Aoshi sorriu. A garota sempre lhe fora muito carinhosa e sempre cuidava para não dar ao rapaz qualquer trabalho desnecessário. Certamente havia lhe carregado para dentro da casa sozinha, e por isso o ferimento no ombro havia aberto novamente. Apesar disso, ela continuava sorrindo e parecia não se importar com o próprio bem-estar.
_ Karol-chan... Devemos voltar para casa agora mesmo, assim posso cuidar de seu ombro novamente, certo?
A jovem mulher acenou afirmativamente e rapidamente voltou ao rio para apanhar o cesto de bambú que havia levado até lá. Aoshi entrou na cabana e Karol fêz o mesmo, não sem antes estender o kimono de Aoshi em uma árvore que aproveitava o poderosos raios de sol que brilhavam naquela tarde.
Enquanto preparava agulha e linha, Aoshi observava a garota com o canto dos olhos. Ela lhe fascinava de uma maneira peculiar, e ele jamais havia pensado que pudesse sentir-se assim com qualquer pessoa. O simples fato de ela ainda estar naquela pequena e desconfortável cabana lhe deixava feliz, e ele realmente não entendia o porque se sentia assim.
Ao perceber que era observada, Karol virou-se de frente para o homem e lhe olhou fundo nos olhos azuis, dizendo:
_ Aoshi San... A quanto tempo vive nesta cabana tão solitária??
"Como é atrevida?? Quem ela pensa que é para me questionar sobre algo que não lhe diz o menor respeito??"
Esses foram os pensamentos que passaram pela cabeça de Aoshi. O sorriso sincero e belíssimo que se abria diante dele, o fez considerar ainda mais confusamente se responderia ou não as perguntas da garota. Karol percebia nitidamente o oceano de pensamentos que inundavam a mente de Aoshi. Tristemente, a garota abaixou a cabeça e comentou com voz cabisbaixa:
_ Desculpe-me novamente Aoshi San... Eu não tenho nada a ver com isso não é?? nem sei ao certo por que perguntei mas... _ Ela foi interrompida pela voz suave do homem.
_ Não... Não se preocupe... Sua pergunta não foi indelicada ou até mesmo atrevida... Moro sozinho aqui nesta cabana desde meus dezesseis anos. Não costumo marcar a passagem dos dias, mas devem fazer mais ou menos umas cinco ou seis primaveras que resido aqui, sozinho.
_ Que triste...
A garota havia rapidamente corrido as mãos à boca afim de impedir que proferisse essas palavras, mas elas havia chegado muito tarde. Ruborizou fervorosamente e virou-se de costas para o homem, mais envergonhada do que antes.
Abaixou a cabeça e fechou seus olhos por um instante. Sabia que estava sendo atrevida demais para com o homem que de forma tão educada e prestativa, lhe dera abrigo e cuidara de seus ferimentos. Não sabia porque estava tão curiosa quanto à vida do homem, mas sabia que não se sentira assim tão estranha jamais em toda sua vida. Ainda de olhos fechados, Karol sentiu a presença quente do corpo de Aoshi próximo de suas costas. Sentiu um leve toque no ombro esquerdo que a fez suspirar inconscientimente. Com o braço direito, Aoshi acariciou levemente a face direita dela.
_ Tem razão senhorita Karol. Tem toda razão...
______________
aiai...
bom... o lance é o seguinte...
N tem clima pra violencia hoje... Então um capitulo mais romantico... ^_^'
se vcs não estão lendo isso, quer dizer que eu fui muito atrevido e a minha esposa não publicou este capitulo...
quer dizer tbm que eu já devo ter apanhado dela e por isso vou ficar um tempo sem entrar na AS, pois estou de recuperação na UTI do Hospital Dona Helena... ^_^'
Tomara q isso n aconteça...
Bom... agora é com você amor!!!
Valew galera!!