Nota da autora: FullMetal Alchemist não me pertence...(nem gosto de lembrar isso...)
Como prometido aqui estou eu com mais um cap!!^^
Esse tambem é grande gente!
Eu só tenho que agradecer os comentarios gente! Vcs são msm d+!!!
Eu esqueci de falar no primeiro capitulo, mas essa fic é dedicada a minha nova amiga Latleia- Lucy (ela está me ajudando muito no japonês ^^) e a todas as meninas que lêem minhas fics!!
Sem mais enrolação, ai vai
Obs:
"italico"=pensamentos da Riza
"negrito" = pensamentos do Roy
OxoxOxoxOxoxOxoxOxoxO = mudança de personagem, espaço ou tempo.
Cap II
- Eu o que? – o moreno quase caiu da cadeira, arregalou os olhos enquanto ouvia a gargalhada do velho homem.
- Acalme-se Mustang, é apenas parte do plano vocês não se casarão de verdade.
”Menos mal...”
- E por que isso senhor?
- Tenho fontes seguras que o espião ou a espiã tentara me assassinar quando eu estiver em publico, portanto vulnerável. Então faremos uma grande festa para seu casamento, o infeliz vai tentar me matar, descobriremos assim quem ele é, já que colocarei soldados a paisana em todo lugar.
- E por que eu e a tenente senhor? E se der errado? – Roy agia como uma criança confusa.
- Por que vocês convivem há muito tempo, parecem um casal! E se algo sair fora dos planos vocês se infiltrarão no circulo social do exercito! Casados será mais fácil! – respondeu o homem como se aquilo fosse obvio.
Roy nada disse tentava assimilar toda aquela quantidade de informação.
“Não posso aceitar isso! Riza vai me matar! Pobre de mim, tão jovem...tão belo...morrer assim, baleado...”
- Não sei se já mencionei que isso é uma ordem coronel. – disse Ishitawa muito sério.
- Eu entendo senhor. – sem muita escolha Roy se rendeu mas já sentia o sangue jorrar pelo orifício do tiro que Riza lhe daria quando soubesse.
- E não se preocupe com a primeira tenente, eu mesmo me encarregarei de falar com ela. – sorriu.
“Ufa!”
- Sim senhor.
- Agora pode ir. – fez um sinal para que ele o deixasse a sós.
- Sim senhor. – prestou continência e voltou para a sala.
- E então? – perguntou Riza ao vê-lo entrar cabisbaixo.
Conseguiu esconder o medo diante daquela voz, muitas vezes ele tivera provas da mira perfeita da mulher sentada a poucos metros, temia que essa habilidade fosse usada contra ele num acesso de raiva.
- Ele quer vê-la. – foi tudo o que disse antes de se sentar.
A loira pensou por alguns segundos sobre o motivo pelo qual o Füher mandava chamá-la.
- Agora?
- Não sei. – virou os olhos para a pilha enorme de relatórios a sua frente. - Isso só pode ter nascido aqui! Não estava quando sai!
A tenente teve que se segurar para não rir da cara do moreno. Controlou sua vontade e o fitou com o canto dos olhos numa expressão sarcástica.
- Se não gosta da burocracia coronel devia tentar algo mais “divertido” como as frentes de batalha.
Arrependeu-se do que disse milésimos de segundo depois ao se lembrar de Ishibal e ter a certeza que Mustang compartilhara a mesma lembrança.
- Qual é o seu problema? – novamente aquela pergunta, agora a raiva tomava conta de quem indagava. – não consegue ficar sem me incomodar com o passado? Sem contar que me desrespeita a todo o momento! Se não se lembra, sou seu superior – esse ultimo período foi quase gritado pelo homem.
Pálida a tenente respirou fundo para se controlar, algo sério estava acontecendo Roy jamais se incomodara com a petulância dela ou com as brincadeiras.
- Eu sinto muito senhor. – foi tudo o que conseguiu dizer antes de baixar os olhos para o papel que estava em suas mãos.
- Me desculpe Riza, não queria gritar com você.
- Não se preocupe senhor, é minha culpa. – disse mais calma, mas não menos triste.
- Está bem, está bem... mas diga que me perdoa. – disse ele, queria mesmo era agarra-la ali mesmo e fazer com que ela o perdoasse a base de beijos, mas havia o trabalho... o lugar... os soldados... e a timidez de Riza.
- Eu... o perdôo – respondeu sem fita-lo extremamente corada.
- Que bom. – se sentou e pôs-se a trabalhar, ou pelo menos fingir
O fim do expediente chegara e Riza não foi chamada à sala do Füher, isso preocupava o coronel que temia ter que ele mesmo dar a estranha noticia.
- Você vai me levar para casa hoje tenente. – declarou o Mustang quando ia saindo da sala.
- Sim senhor. – respondeu sem afetação na voz.
- E como vão as coisas Hawkeye? – perguntou quando já estavam no carro a caminho do apartamento de Mustang.
- Bem senhor. – ela estranhava a pergunta, afinal eles passavam o dia todo juntos, ele sabia até o que sua subordinada tomava no café da manha.
- Que bom... você tem estado distraída...
- Sinto muito, são alguns problemas pessoais, não permitirei que isso atrapalhe meu trabalho novamente coronel. – falou muito séria.
- Não foi isso que quis dizer e você sabe... me preocupo com você... mesmo não acreditando em mim... – ele voltara aquele assunto que deixava a tenente extremamente corada.
- É melhor pararmos por aqui senhor, conversamos sobre isso antes e tudo foi decidido. – lembrou ela encarando a rua escura e deserta.
- Não quero discutir...
- Nem eu...chegamos. – declarou parando o carro preto usado por militares.
- Obrigado, não quer entrar? – não podiam dizer que Roy Mustang desistia facilmente das coisas, todas as vezes que Riza o levava para casa depois do incidente com o antigo Füher ele a convidava para entrar, mesmo ela nunca aceitando.
- Não obrigada coronel, está tarde e pretendo ir dormir cedo hoje.
- Que horas?
- Por que quer saber a hora em que durmo? – estranhou aquilo e com uma sobrancelha erguida fitou-o sem sair do carro.
- Nada, desculpe – riu disfarçando o constrangimento.
- Boa noite. – disse ela dando a partida no automóvel.
- Boa noite tenente. – abriu a porta e entrou.
Teria que se arrumar rapidamente. Pegou um sobretudo negro enorme que havia em seu armário.
No outro lado da Cidade Central Hawkeye abria preguiçosamente a porta da sala sendo recebida alegremente por Black Hayate.
- Senta. – ordenou ela enquanto adentrava indo em direção a cozinha.
Preparou algo para comer a pedido do seu estomago que roncava tão alto que o ruído podia ser ouvido em Rizembool. Lavou a louça e serviu o cãozinho afagando as costas dele.
Foi para a janela, estranhamente todos os dias às 21:30 horas em ponto um homem (pelo menos ela supunha ser um homem) passava pelo portão de sua casa e lá ficava a observar.
No começo ela temia ser algum maníaco psicopata, muitas vezes se escondeu com uma pistola em mãos para atirar caso o estranho tentasse algo. Mas o tempo foi passando e ele nada fazia alem de observar.
E mais uma vez lá estava ele, parado olhando para ela na janela.
”Esse ai é louco!”
Quando o homem foi embora ela se deitou e adormeceu em seguida só acordando com os primeiros raios de sol.
Continua...
Ai está povo meu!!
Misterio no ar ... huahuahua
Obrigada mais uma vez pelos comentarios! Amo vcs gente!
E continuem com esse maravilhoso gesto de comentar minhas fics ^^
Bjus
^^
Até semana que vem^^