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› Autor: ~QUEENRJ
› Gênero: Hentai/Ecchi/Seijin - Yaoi/Lemon/Dark Lemon - Yuri / Shoujo (Romântico)
› Personagens: Ryou, Kiomi, Rin, Sesshoumaru
› Classificação: 18+
› Adicionado em: 10/07/07
› Comentários/Favoritos 12/14
› Caracteres: 35.331
› Exibições: 8
Olá caros leitores!
Voltei. Desculpem a demora rsrs estava com problemas em aceitar o que eu havia escrito para os próximos dois capítulos. Li várias vezes e achei que estava horrível, mudei várias coisas e só resolvi postar quando me vi satisfeita com o resultado. Espero que vocês também gostem.
Boa leitura.
Dois meses haviam passado desde a morte do honorável general Yoshikawa. Kiomi ainda vivia nas Terras do Oeste em companhia de sua ama e sob a proteção de Sesshoumaru.
Pouco depois do funeral, Sesshoumaru enviou o seu melhor general as terras onde a última batalha havia ocorrido. Ele deveria consolidar o domínio de seu senhor sobre aquelas terras terminando o que Yoshikawa começara.
Durante esse período Kiomi e Ryou mantiveram contato através de mensagens que iam e vinham periodicamente. A jovem yokai sentia-se triste e impaciente, queria estar com Ryou, abraçá-lo e sentir suas carícias. Com a morte de seu pai nada os impedia de se casarem e viverem juntos para sempre.
Kiomi amava aquele estrangeiro misterioso, de olhar penetrante e fala gentil, queria unir-se a ele e dar-lhe filhos, formar uma família para os dois que agora só tinham um ao outro.
Era verão e pouco antes do sol dar os primeiros sinais de sua chegada Kiomi se levantou de sua confortável cama. Sua noite havia sido agitada, com sonhos sobre Ryou, as últimas noites têm sido assim, logo que se deita ela adormece e o sonho logo vem, sempre o mesmo sonho. Ela acorda todas às vezes ofegante e transpirando tendo que se levantar e livrar-se das roupas úmidas de suor.
Nesta manhã Kiomi acordara decidida, saiu do quarto após se lavar e trocar de roupa e caminhou em direção a sala passando pelo longo corredor de sua casa. Logo que chegou foi recepcionada por sua ama que vinha da cozinha onde preparava um chá.
- Oh bom dia Kiomi-san! Já de pé à uma hora dessas?
- Bom dia Satoshi! Sim já estou de pé porque tomei uma decisão e tenho uma longa jornada pela frente.
- ??? Satoshi fez uma expressão interrogativa.
- Prepare meu desjejum enquanto termino de me arrumar, eu quero partir o quanto antes.
- Partir?? Para onde menina??
- Vou as terras do litoral ao sul.
- Onde seu pai foi morto? Por quê?
- Ryou está lá e eu preciso vê-lo.
- Kiomi-san isso pode ser muito perigoso, não pode ir lá sozinha, é um território em guerra e você nunca viajou só. Não pode ir, não pode.
- Posso e vou. Não há mais batalhas ocorrendo por lá. O território já foi dominado pelo nosso exército.
- Mas e o caminho até lá? Você pode encontrar muitos perigos.
- Eu não tenho medo Satoshi, sei me defender muito bem. Agora vá e faça o que lhe pedi.
A criada obedeceu mesmo a contra gosto, viu que a jovem estava determinada e nada poderia fazer para dissuadi-la.
Kiomi retornou a seu quarto separando algumas peças de roupa e objetos para a viagem, inclusive uma katana que herdara de sua mãe. Minutos depois ela retornou à sala onde tomou o desjejum e viu com surpresa que sua ama entrara no local também preparada para sair.
- Aonde vai Satoshi?
- Se minha menina vai viajar, eu também vou. Não vou deixá-la sozinha, prometi a minha senhora em seu leito de morte que cuidaria de você.
Kiomi sorriu olhando para a serva a sua frente que fora sua única referência feminina por toda uma vida.
- Está bem Satoshi se quer me acompanhar eu permitirei, mas aviso que não aceitarei que interfira nas minhas decisões. Não darei essa liberdade a mais ninguém em minha vida.
A serva fez um gesto com a cabeça mostrando que compreendera as palavras da jovem.
Cerca de meia-hora depois elas partiram e antes de ir Kiomi ordenou a um de seus servos que levasse uma mensagem à Senhora das Terras do Oeste no castelo.
................
O mensageiro logo chegou ao castelo com o pergaminho contendo a mensagem e informou à sentinela que esta deveria ser entregue em mãos. O soldado permitiu sua entrada, pois já o vira outras vezes ali e o conduziu até a porta de entrada do castelo pedindo a uma criada que o anunciasse.
Uma serva atendeu ao chamado e mandou que os dois ficassem no hall de entrada até que ela os anunciasse.
Rin estava na sala lendo enquanto o filho brincava por ali.
- Com sua licença senhora, há um mensageiro aqui que diz que precisa entregar-lhe a mensagem em mãos.
Rin deitou o livro sobre o colo e fitou a serva.
- Mande que ele entre.
- Sim senhora. A serva respondeu com uma reverência e saiu da imponente sala para logo depois retornar com o mensageiro e o soldado.
- Ah você serve a filha do general Yoshikawa não é mesmo?
- Sim minha senhora. O jovem respondeu um pouco tímido, não esperava que Rin o reconhecesse, mas ela era extremamente atenta a detalhes, outro dos ensinamentos de Sesshoumaru.
- Pode me entregar a mensagem.
O jovem estendeu as mãos contendo o pergaminho.
- Obrigada! Ela espera por resposta? Rin indagou como sempre muito gentil.
- Creio que não minha senhora.
- Então pode ir
- Com sua licença senhora.
Os três reverenciaram a senhora e caminharam para a saída.
Rin abriu o pergaminho e leu as palavras contidas. Nele Kiomi dizia que estava indo ao encontro de Ryou porque não agüentava mais a saudade que sentia dele. Pedia para que ela não se preocupasse e que estaria de volta em breve.
Rin ficou extremamente surpresa com a atitude da jovem inuyokai e ao mesmo tempo não pôde deixar de se preocupar. Kiomi andando sozinha pela floresta a mercê de vários perigos...
- Myoumi!
- Sim minha senhora.
- Fique com Heikou um instante.
- Sim senhora.
A jovem humana caminhou apressada atravessando o grande salão até alcançar a porta da sala de negócios onde estava Sesshoumaru.
Ele percebeu que ela estava aflita.
- O que houve Rin? Ele perguntou com a calma habitual permanecendo sentado na poltrona atrás da grande mesa talhada em madeira nobre e adornada com ouro.
- Kiomi me enviou uma mensagem. Ela partiu para o litoral sul, quer encontrar Ryou.
- De fato Ryou está lá. Eles provavelmente se comunicam.
- Mas é tão longe Sesshoumaru e é um território desconhecido para ela. Quem sabe o que pode acontecer?
- Não se preocupe com ela.
- Como pode me pedir para não me preocupar? Ela não tem mais ninguém no mundo e pelo que me consta ela é sua protegida.
Rin disse demonstrando toda a sua aflição. Sesshoumaru levantou-se da poltrona e foi ao encontro da mulher que estava do outro lado da mesa. Ele a olhou nos olhos e tocou seu rosto antes de dizer tranqüilamente.
- Kiomi não é uma criatura frágil e indefesa como você pensa Rin. Ela é uma yokai e sabe se defender. Confie em mim eu a conheço.
Rin pareceu se tranqüilizar com as palavras do yokai, mas rezava para que nada de mal acontecesse à amiga.
....................................
No início da tarde o calor era intenso, mas já começava a amenizar com a brisa marítima que atingia as narinas de Kiomi agora que ela e sua acompanhante alcançavam o litoral. Ambas estavam em montarias semelhantes a cavalos, mas que na verdade eram yokais mais rápidos, fortes e resistentes que as montarias utilizadas pelos humanos.
Não demorou, para que a jovem inuyokai avistasse uma fortificação incrustada nas pedras próximas ao mar e inúmeras tendas que formavam o acampamento dos soldados.
Kiomi se aproximou da entrada do forte, passando pelas tendas ainda montada naquele yokai. Sua chegada chamou a atenção de todos ali, não só por sua beleza estonteante, mas porque grande parte deles sabia se tratar da filha do falecido general Yoshikawa. O que ela estaria fazendo ali? Era a pergunta que todos se faziam.
O comandante Tatsuo percebeu a agitação do lado de fora e logo se dirigiu a entrada do forte. Surpreendeu-se ao vê-la.
- Senhorita Kiomi o que faz aqui?
- Desejo ver seu general. Ela disse com a voz firme.
O comandante que a conhecia desde muito pequena, sentia agora uma pitada de orgulho ao vislumbrar a postura decidida da jovem que sempre fora tão oprimida pelo pai. Decididamente ela era como a mãe.
- Ele não está aqui no momento. Respondeu com um fio de sorriso nos lábios.
- Onde posso encontrá-lo Tatsuo-sama?
- Honestamente não sei, mas deve estar por perto. Talvez seu escudeiro saiba, vou mandar chamá-lo, por favor entre senhorita.
Kiomi desceu de sua montaria e atendeu ao convite do comandante para se refrescar. Estavam a sombra em uma espécie de varanda aonde uma leve e bem vinda brisa, vinda do mar, soprava.
Logo o jovem que servia ao general daquele exército apareceu e reverenciou a todos os presentes.
- Onde está seu senhor Kito? Perguntou o comandante ao garoto.
- Ele saiu em direção ao rio, gosta de ficar lá em dias quentes como hoje para meditar.
- A senhorita Kiomi deseja vê-lo, vá avisá-lo.
- Sim se....
- Não. Kiomi interrompeu. – Não quero que o avise comandante, quero que me leve até lá.
A jovem disse sorrindo olhando para o garoto. O comandante assentiu com a cabeça, então a jovem inuyokai se encaminhou até a saída.
- Vamos jovem Kito?
- Vá garoto faça o que ela pede. O comandante ordenou.
O menino, então saiu à frente sendo seguido por Kiomi e sua ama. Eles caminharam pelo meio do acampamento e os homens reverenciavam a jovem respeitosamente. Após cerca de cinco minutos caminhando pela areia da praia, alcançaram as árvores que formavam a floresta litorânea. Alguns soldados estavam ali providenciando madeira para as mais diversas construções.
- Está procurando pelo general Kito? Perguntou um deles. – Ele está no rio.
- Eu sei. Respondeu o garoto e continuou a caminhar sendo seguido pelas mulheres.
- Ele está se banhando Kito. O soldado informou enfatizando a frase e inclinando a cabeça para apontar a fêmeas que ali estavam.
O garoto estancou o passo e levou a mão á testa com os olhos arregalados, esqueceu-se de que seu mestre gostava de banhar-se nesse horário. Ele se virou para encarar Kiomi.
- Senhorita fique aqui eu vou avisá-lo de sua chegada.
Kiomi o fitou de forma séria.
- Eu disse que não quero que o avise, não fui clara?
Kiomi se virou para a serva e disse:
- Satoshi volte para a fortaleza daqui, eu vou vê-lo sozinha.
- Mas Kiomi-san não pode ir até lá sozinha. O menino disse, o general está se banhando.
- Não me diga o que fazer Satoshi, não permitirei que ninguém faça isso novamente. Quanto a você....Ela disse apontando para o garoto.- Apenas me indique o caminho.
- Mas senhorita o general não gosta de ser incomodado quando está no rio. Todos são proibidos de ir lá.
- Eu mantenho a proibição, não quero que ninguém vá até lá entendeu? É uma ordem.
- Sim senhorita. O menino respondeu baixando a cabeça em sinal de obediência, sabia que tinha que acatar as ordens, pois esta era a filha do general Yoshikawa e em breve seria sua senhora.
O menino indicou o caminho e Kiomi se embrenhou por entre as árvores para cerca de dez minutos depois já ouvir o forte som da queda d’água que desaguava no rio. Ela sorriu ao identificar o cheiro dele no ar e sentiu o coração disparar no peito. Deu mais alguns passos até que sua visão fosse preenchida pela beleza do lugar.
Uma forte queda d’água ao fundo descia violentamente por um paredão que era claro de forma incomum, lembrando o mármore e reluzia intensamente sob a luz do sol. Várias árvores e plantas adornavam o local e mesclavam-se com as rochas. O verde intenso da vegetação contrastava com a claridade das areias que formavam a margem do rio de águas tão límpidas que se podia ver tudo claramente em seu interior.
Depois de vislumbrar o local Kiomi avistou o que tanto queria. O sorriso da jovem se alargou e o rosto se iluminou imensamente.
Ryou estava de pé à margem do rio e aparentemente já havia terminado seu banho. Os cabelos negros caiam-lhe pelos ombros ainda molhados. Estava apenas com a parte inferior de seu traje habitual negro e esta estava seca, sugerindo que ele acabara de vesti-la.
Kiomi o fitou por um tempo, nunca o tinha visto sem seu traje completo e armadura, apenas imaginava como seria. Agora podia ver, os músculos bem definidos de suas costas, adornados pela pele morena e tentadora. Ela decidiu se aproximar lentamente, ele estava de olhos fechados como se meditasse e se surpreendeu ao sentir os braços delicados circundarem seu corpo e pousarem as mãos em seu peito. Mas a surpresa não durou muito, ele logo reconheceu o perfume de sua pequena e a delicadeza de seu toque.
- Kiomi.....falou suspirando.
A jovem afastou os cabelos dele erguendo-se nas pontas dos pés e o beijou na nuca, um beijo lento e muito saboreado por ela. Ryou sorriu e fechou os olhos concentrando-se em aproveitar ao máximo aquela sensação.
Quando Kiomi afastou seus lábios da pele dele, ele voltou a si e virou-se para encará-la. Os olhos negros fitavam os dourados intensamente, ele levou as mãos ao rosto dela segurando-o.
- O que está fazendo aqui pequena?
- Eu queria vê-lo, precisava vê-lo. Desde aquele dia após o funeral de meu pai que não nos encontramos, você não me visitou durante todo esse tempo.
- Eu não pude.
- Está zangado comigo? Você disse que não havia se zangado.
- Não. Claro que não, eu estive muito ocupado por aqui e tive medo que se fosse visitá-la não conseguiria voltar para completar a missão que me foi confiada. Não conseguiria me afastar de você novamente.
Kiomi sorriu era estranho ouvir um yokai como Ryou falar em ter medo, mas ela ficou extremamente feliz em ouvir tal declaração. Ryou era assim, era capaz de se abrir totalmente com ela.
- Eu senti sua falta minha pequena. Ele disse quase em sussurro antes de beijá-la.
Tomar os lábios de Kiomi era para ele como provar o néctar dos deuses. A doçura e a maciez daquele pequeno pedaço que compunha o conjunto perfeito de Kiomi o enlouquecia. A jovem parecia enfraquecer envolvida pelos braços fortes dele.
O beijo se tornava cada vez mais intenso com Ryou mordendo e sugando levemente os lábios dela, fazendo Kiomi gemer e o calor provocado pelo sol era intensificado pelo toque daquele yokai.
- Você veio para cá sozinha? Como conseguiu me achar?
- Kito me indicou o caminho.
- Então ele não veio com você? Ryou indagou pegando a jovem pela mão e conduzindo-a até a sombra de uma árvore gigantesca, que imperava sozinha em um pequeno monte semelhante a uma ilha às margens do rio, suas imensas raízes se pronunciavam para fora daquele pequeno monte de terra que parecia ser insuficiente para sustentá-la, mas que incrivelmente o fazia. O tronco era muito largo sendo necessários pelo menos vinte passos para circundá-la, a madeira era de uma cor clara e muito bonita.
Ryou parou no local aos pés da árvore, aonde havia depositado anteriormente seu traje, armadura e espada. Ele se aproximou mais e mais de Kiomi até que as costas dela repousassem no tronco da majestosa árvore, no grande espaço que havia entre suas raízes que chegavam a ficar cerca de um metro acima do solo.
O yokai a pressionou levemente contra a árvore e perguntou:
- Por que Kito não a trouxe?
Kiomi sentia os beijos dele em seu pescoço acompanhados por leves sucções.
- Eu não quis que ele me trouxesse, ordenei que ninguém se aproximasse desse local.
- Ordenou?? Ryou interrompeu as carícias para fitá-la e exibiu mais um de seus lindos sorrisos.
- Sim ordenei. Eu queria ficar a sós com você.
- Então conseguiu o que queria.
Ele voltou a beijar a boca dela com muita calma e de forma meticulosa. A jovem intensificou o beijo e agora foi a vez dela sugar-lhe a língua, o que fez o yokai agarrá-la pela cintura e trazê-la para junto de si. Kiomi levou uma das mãos a nuca dele e pressionou-a para aprofundar o beijo, ela adorava aquela sensação queria devorar os lábios dele.
A respiração da jovem inuyokai tornava-se extremamente alterada à medida que sua excitação aumentava, se tornava evidente e sua transformação iminente. As sensações que ela experimentava agora eram totalmente novas para ela e por instinto seu sangue de yokai começava a pulsar freneticamente, ela mal tinha consciência do que acontecia, mas Ryou sim, ele sentia as mudanças acontecerem dentro dela pelo cheiro e a volúpia que se avivavam. Ele sabia o que ela desejava, não era tolo e por ser mais experiente que sua pequena deixaria que ela demonstrasse o quanto o queria e como queria.
Ryou a soltou e observou seu rosto por alguns instantes depois voltou a beijá-la com extrema volúpia, mas sem tocar as mãos nela. Kiomi estava sedenta de seus beijos e do seu toque, quando ela abriu os olhos para fitá-lo já estavam com a coloração levemente rubra. O yokai ainda não a tocava apenas fitava seus olhos transformados pelo desejo e mantinha suas mãos apoiadas no tronco da árvore acima da cabeça dela e os rostos estavam tão próximos que era possível sentir seu hálito quente.
- Diga-me o que você quer Kiomi.
- Eu quero que me deseje tanto quanto eu o desejo....
A voz de Kiomi estava alterada, carregada de desejo e sensualidade, e era isso o que Ryou queria, queria atiçá-la.
O yokai levou suas mãos as dela que estavam em sua nuca e as fez deslizá-las por seu peito e abdômen até alcançar seu membro que pulsava intensamente dentro da kahama.
- Ainda duvida que eu a deseje? Ele questionou olhando-a nos olhos.
A jovem fechou os olhos ao sentir o pulsar no membro quase completamente ereto de Ryou. O yokai estava se controlando ao máximo, não queria se precipitar. Voltou a beijar os lábios dela enquanto a sentia massagear o órgão sensível arrancando gemidos por parte dele.
- Está me provocando desse jeito Kiomi. Ele sussurrou ao ouvido dela.
- É você quem me provoca Ryou, me faz deseja cada vez mais ser sua.
- Você será minha esposa em breve, teremos muito tempo para isso.
A mão de Ryou adentrou o fino tecido do quimono dela e percorria agora seu corpo, alisando a barriga e o ventre, depois as levou até as nádegas e a trouxe mais para si pressionando seu membro contra o corpo dela.
As garras e presas de Kiomi já estavam salientes, arranhou o pescoço dele com as presas fazendo-o gemer mais alto, pois isso proporcionava ao yokai um prazer imenso.
- Ryou! Ela o chamou segurando seu rosto. – Eu serei sua esposa em breve, mas quero que me tome como sua fêmea agora. Eu não quero mais esperar.
- Sei que não pode mais esperar, nesse momento nem eu.
Ryou voltou a beijar a boca de Kiomi avidamente enquanto a livrava do quimono azul celeste que ela usava expondo o corpo jovem e intocado dela. Os seios perfeitos o chamavam a prová-los e foi que o yokai fez, inclinou-se deslizando a língua pelos mamilos enrijecidos da jovem. Kiomi tinha os cabelos negros do yokai entrelaçados entre seus dedos, queria admirar o rosto dele enquanto massageava seus seios com uma das mãos e os sugava com a boca. Ele mordiscou o mamilo dela arrancando um gemido alto e fazendo-a arranhar suas costas com as unhas alongadas.
Ryou estava adorando a sensação de vê-la enlouquecida de desejo. Ele ergueu-se novamente para tomar seus lábios e levou uma de suas mãos ao sexo dela acariciando o local com movimentos suaves, enquanto que com a outra segurava os cabelos dela a fazendo inclinar a cabeça para trás deixando exposto seu pescoço para que ele pudesse sugá-lo.
Kiomi o sentiu introduzir os dedos em seu sexo e aumentar a intensidade dos movimentos em seu interior, o Yokai a provocava de todas as maneiras e a jovem já sentia perder o pouco controle que lhe restava, logo ela seria puro instinto. Ryou a tocou em um ponto que fez todo o seu corpo estremecer como se uma descarga elétrica o percorresse. Ela agarrou o pulso dele cujos dedos ainda se movimentavam dentro dela e cravou suas garras nele fazendo o sangue do yokai escorrer, parecia querer que ele penetrasse mais fundo ou intensificasse os movimentos.
Ryou sorriu ao mesmo tempo em que gemeu num misto de dor e prazer. Kiomi o encarava com os olhos profundamente vermelhos enquanto ainda segurava seu pulso. Ele introduziu ainda mais os dedos e ela gemeu alto sentindo um prazer imenso e apertou ainda mais o pulso dele.
- Você quer mais? Ele sussurrou em seu ouvido cheio de malícia.
- Eu quero tudo. Ela respondeu aproximando o rosto do dele e o mordendo nos lábios em uma atitude de pura volúpia. O sangue que saiu do local foi sugado por Kiomi e depois ela passou a língua pelos próprios lábios e sorriu marotamente.
Ryou retirou a mão cujos dedos estavam no interior da jovem e em um movimento rápido a segurou pelos pulsos, fazendo-a se virar de costas para ele. Kiomi rosnou como uma fera ao ser subjugada. O yokai segurava os braços dela presos para trás e ainda assim ela procurou desatar o laço que prendia suas calças e o fez com habilidade deixando o membro já completamente ereto dele exposto.
Ryou apenas observou enquanto ela executava essa manobra, sem deixar de segurar os braços dela. Kiomi envolveu o falo com uma das mãos segurando-o firmemente e fazendo movimentos que aumentavam ainda mais a excitação do yokai, ele gemia intensamente tendo ainda a jovem de costas para ele recostada ao tronco da árvore, sentia que precisava possuí-la naquele momento, gostaria de acreditar que poderia manter o controle da situação, mas Kiomi o estava enlouquecendo. Ele precisava tê-la urgentemente.
Ryou retirou as mãos dela de seu membro e a posicionou inclinada para frente. Ela apoiou as mãos nas raízes da velha árvore e gemeu levemente ao sentir o yokai roçar as presas em suas costas provocando um leve sangramento. Ele acariciou a pele dela e fitou por alguns instantes a fêmea que se oferecia para ele.
Kiomi fez menção em se erguer já impaciente, mas ele não permitiu, levou a mão à nuca dela forçando-a a permanecer naquela posição que tanto o agradava.
- Venha Ryou, me torne sua. Ela praticamente exigiu puxando-o pelo braço.
O macho levou a mão ao membro o posicionando para introduzi-lo, ele estava desesperado para sentir-se dentro dela, mas a penetrou de forma gradativa sabendo que aquele era um território inexplorado, não queria machucá-la.
A inuyokai gritou ao sentir a invasão dele, ela cravou as garras violentamente na madeira a qual estava apoiada e contorceu-se com a dor do primeiro momento para logo depois se acostumar ajudada pelas carícias de Ryou. A dor deu lugar ao prazer quando ele iniciou o movimento de estocadas potentes no interior dela. O yokai observava as reações e as expressões de sua fêmea num misto de dor e prazer que o excitavam imensamente.
Os gemidos de Kiomi ficavam cada vez mais intensos e Ryou prosseguiu com a movimentação vendo-a serpentear o corpo e projetar-se para trás indo de encontro ao membro dele buscando por mais.
Ryou sentia seu membro completamente envolto por aquela cavidade úmida e que ardia como fogo comprimindo-o, ele sentia o clímax se aproximar. O yokai inclinou-se sobre a fêmea e ela virou o rosto para que seus lábios encontrassem os dele. Ele agora apoiava as mãos sobre as dela na madeira e os dedos estavam entrelaçados.
Kiomi ainda gemia muito e movimentava-se freneticamente sob o corpo de seu amado. Ela baixou a cabeça mordendo os lábios e os longos cabelos negros deslizaram para frente cobrindo seu rosto, Ryou tratou de remover os fios que cobriam a face dela, queria vê-la enquanto a penetrava.
- Quer que eu pare? Ele perguntou ao ouvido dela com a voz rouca e trêmula pela movimentação.
- Não Ryou.....continue, não pare......eu quero você.
A voz da jovem era quase irreconhecível transformada pelo prazer que sentia. Ryou voltou a massagear seu sexo para aumentar o prazer dela enquanto aumentava o ritmo das investidas gradativamente, até o ponto de tornarem-se tão intensas que ele não pôde mais resistir e deixou-se dominar pelo gozo que tomava conta de seu corpo ao sentir a fêmea sob si projetar-se para trás indo de encontro a seu membro de forma tão intensa que o fez ter sensações nunca antes experimentadas. O prazer veio acompanhado de um gemido rouco e alto e ele se agarrou ao corpo quente e molhado de suor de Kiomi. A pele dela normalmente tão alva adquirira um tom rosado, contrastando com sua pele morena na junção daqueles copos. Ryou a acariciou e beijou docemente a pele macia das costas dela enquanto a sentia estremecer pelo orgasmo que havia alcançado simultaneamente a ele e que ainda experimentava.
Um último suspiro foi dado pela jovem inuyokai, então Ryou retirou-se dela lentamente ficando de pé. O corpo escultural daquele macho tinha gotículas de suor que percorriam o tórax e o abdômen perfeitamente talhados. Ele se aproximou de Kiomi envolvendo-a pela cintura, trazendo-a para junto de si, depois a pegou no colo com cuidado e caminhou até a água fresca e cristalina do rio. Kiomi enlaçou o pescoço dele com os braços e descansou a cabeça em seu ombro. Logo eles puderam sentir o frescor da água a envolver seus corpos.
Ryou a soltou permitindo que ficasse de pé, ainda abraçada a ele enquanto o sentia acariciar suas costas. Os dois permaneceram em silêncio por algum tempo apenas desfrutando dessa proximidade que agora era maior do que nunca.
- Algo a está perturbando minha pequena? Ryou quebrou o silêncio falando da forma serena habitual.
Kiomi afastou-se um pouco para fitá-lo.
- Eu estou bem Ryou, nunca estive melhor.
O yokai sorriu e a beijou segurando seu rosto delicadamente, Kiomi fechou os olhos ao sentir os lábios dele roçarem os seus, ela segurou os pulsos de Ryou e lembrou-se do que havia feito. A jovem interrompeu o beijo e pegou o pulso de Ryou analisando o local, os cortes provocados por suas garras já haviam cicatrizado restando apenas algumas marcas que logo deixariam de existir.
Ryou sorriu ao olhar para ela e com uma das mãos afastou uma mecha dos cabelos que dançavam frente ao rosto pela ação do vento.
- Não se preocupe com isso Kiomi, esse tipo de impulso é normal durante uma relação como a que tivemos agora.
- Se é normal por que não aconteceu com você?
Ele sorriu mais uma vez antes de dizer de forma maliciosa.
- Você estava ocupada demais para perceber.
Ele voltou a abraçá-la e beijou seu pescoço.
- É diferente comigo porque sou mais experiente, consigo controlar meu instintos.
Kiomi emitiu um leve gemido ao sentir as carícias dele em seu pescoço e colo.
- Então eu preciso aprender a me controlar?
- Sim. Apenas para que possa desfrutar o máximo do prazer que isso pode lhe proporcionar. Eu não me importo que libere seus instintos e faça o que lhe for aprazível, não deve reprimir seu desejo minha pequena. Nunca.
Kiomi sorriu docemente ao ouvi-lo, sabia que Ryou seria paciente com sua inexperiência. Ela se afastou dele e o puxou pela mão até a parte mais funda do rio.
A jovem mergulhou na água límpida sob o olhar atento de Ryou e emergiu logo depois bem próxima ao corpo dele subindo devagar e percorrendo lentamente com os olhos e as mãos a musculatura do abdômen. O yokai a observava com cuidado, ela parecia uma criança encantada com uma nova descoberta e quando percebeu os olhos atentos dele sobre si, corou levemente e interrompeu a análise meticulosa que fazia.
- Continue... Ele a incentivou utilizando um tom de voz doce, trazendo a mão dela novamente de encontro a sua pele morena e quente.
O sol ainda brilhava naquele céu de um azul impecável. Os pássaros cantavam e voavam de um canto a outro sendo as únicas testemunhas do que aquele casal vivenciava.
Com os toques leves de Kiomi, Ryou sentia a excitação voltar ao seu corpo, a jovem ainda surpreendia-se com os efeitos desse fenômeno na anatomia dele.
Ryou gemia levemente enquanto a encarava com os orbes profundamente negros. Kiomi deslizou sua mão até o membro dele e por instinto como na primeira vez iniciou os movimentos de estímulo ao yokai envolvendo-o totalmente com a mão.Ryou ditou o ritmo do movimento ao colocar sua mão sobre a dela e incentivá-la.
- Ssssssssssssss ahhh Kiomi!
A jovem observava as reações dele e sua expressão coberta de volúpia.
- Eu a quero novamente Kiomi. Ele disse já com a voz alterada pela excitação.
Kiomi sorriu enquanto era conduzida por ele de volta a margem do rio, onde ele a deitou sobre as areias molhadas. Ryou separou as pernas dela devagar e admirou o corpo dela, a reentrância imaculada e que logo ele tornaria sua e sentiria o envolver. Ele levou os dedos delicadamente ao local sentindo pela umidade que ela estava pronta para recebê-lo.
O yokai ergueu uma das pernas de Kiomi fazendo-a apoiar o pé em seu peito ampliando o espaço para sua aproximação. Ele introduziu seu membro lentamente se extasiando com a sensação de sentir-se envolvido pelo interior quente e úmido dela.
Kiomi gemeu baixinho o nome dele ao sentir sua entrada e mais uma vez foi dominada por um misto de dor e prazer que fazia seu corpo arder como o sol. Ela apertou as areias com as mãos quando o sentiu aprofundar-se nela.
Ryou inclinou-se para tomar seus lábios em um beijo ardente, tendo ainda a perna dela apoiada em seu tronco. A jovem o segurou pela nuca visando aprofundar o beijo.
O yokai movia-se de forma cadenciada deixando sua fêmea extasiada. Ele ergueu a outra perna dela apoiando-a em seu peito o que permitiu uma penetração perfeita. O ritmo das investidas foi aumentado pois o macho já sentia a aproximação do clímax para Kiomi, ela gemia cada vez mais alto e com mais intensidade. Logo o macho pôde sentir o corpo dela ser sacudido pelos tremores provocados pelo orgasmo.
Ryou continuou as investidas, ainda não havia se saciado e se surpreendeu ao ver Kiomi tomar as rédeas da situação fazendo-o deitar-se de costas no chão, invertendo as posições. Os olhos dela voltaram a assumir o tom rubro característico da transformação. Kiomi sentou-se sobre o membro enrijecido dele e movimentou os quadris de forma frenética deslizando o falo em um movimento de entrada e saída em seu interior, movimentos estes que enlouqueciam o macho que ela agora fitava intensamente.
Dessa vez Kiomi viu o início da transformação em Ryou. Os olhos ficaram totalmente negros como o breu, as presas e as garras se pronunciaram visivelmente.
O yokai ergueu-se do chão e agarrou a fêmea pela cintura colando seu corpo ao dela ao sentir o gozo se aproximar. Ele a beijou querendo assim abafar o grito de prazer que se formava em sua garganta. Segundos depois os jatos de sua essência invadiam o interior de Kiomi inundando-o.
Eles ficaram abraçados enquanto voltavam à calma. Kiomi o beijou no pescoço docemente e o abraçou com mais força.
- Agora você é meu Ryou, e será para sempre.
Ryou sorriu e também apertou o abraço.
- É assim desde o dia em que a vi pela primeira vez ....
- Aishiteru! Ela disse sussurrando ao ouvido dele.
O yokai desfez o abraço para encará-la e colou sua testa a dela deixando seus rostos muito próximos e os lábios quase se tocando.
- Também amo você minha pequena.
................
Algum tempo depois o general Ryou retornou a fortificação, já devidamente trajado e com sua armadura. Ele estava acompanhado de Kiomi, que trazia lindas flores nas mãos.
O sol já estava se pondo quando eles adentraram a residência.
- Konbanwa Ryou-sama! Cumprimentou o comandante.
- Konbanwa Tatsuo! Está tudo tranqüilo por aqui?
- Sim, tudo está em paz general.
- Ótimo! Isso significa que logo eu terminarei o que vim fazer aqui e poderei voltar para a minha vida.
O yokai disse isso olhando ternamente para Kiomi que havia se aproximado da janela para observar o mar iluminado pela luz da lua.
- O jantar logo será servido. Creio que hoje faremos uma refeição decente, já que a ama da senhorita se ofereceu para prepará-la. Disse o comandante divertido.
Kiomi se virou para fitá-los
- Se Satoshi está na cozinha pode ter a certeza de que provará um manjar dos deuses comandante.
- Senhorita, creio que ficará conosco por algum tempo então tomei a liberdade de mandar que um dos servos acomodasse sua ama em um dos quartos e ela se encarregou de arrumá-lo para acomodar as duas.
- Obrigada Tatsuo-sama! Eu ficarei apenas por essa noite, não quero atrapalhar os senhores no cumprimento de sua missão. Amanhã retornarei a minha casa.
A jovem disse sorrindo gentilmente para o comandante e Ryou a observava com um leve sorriso na face.
O jantar transcorreu tranqüilamente sendo muito apreciado pelo general, Kiomi e o comandante. Eles conversaram sobre os acontecimentos naquelas terras e outros assuntos de pouca relevância. Logo todos se recolheram a seus aposentos.
A lua brilhava alta no céu coberto de estrelas, já era tarde daquela noite e Ryou estava em seu quarto deitado na cama simples, mas confortável daquela residência temporária. Ele fitava o teto com as mãos atrás da cabeça. Estava vestido com calças de um tecido leve na cor cinza. O peito musculoso movimentava-se calmamente guiado pela respiração serena.
Ryou ouviu um ruído na porta e sorriu ao voltar seu olhar para lá e avistar a figura de Kiomi levemente encoberta pela escuridão daquele quarto.
- Posso ficar aqui com você?
O yokai estendeu a mão chamando-a e Kiomi caminhou até a cama deitando-se aconchegada ao seu corpo. Ela beijou o peito nu e depois descansou a cabeça nele para receber os carinhos do yokai.
- Sua ama viu você sair do quarto? Ele perguntou tranqüilamente.
- Não sei e não me importo. Já disse a ela que não vou permitir que controlem minha vida nunca mais.
Ryou sorriu ao ouvi-la falar. Orgulhava-se da força e determinação de sua pequena.
- Eu quero ficar o máximo de tempo possível com você, não sei quanto tempo mais ficará afastado de casa...
- Talvez mais uma semana e eu voltarei para você minha pequena.
Ryou beijou a testa de Kiomi após afastar a franja carinhosamente. Os dois passaram toda a noite juntos desfrutando do calor um do outro.
Uffffaa!
Não tinha percebido o quanto esse capítulo estava imenso. Juro não percebi, acho que me empolguei, mas adorei o resultado final. Pura paixão entre esse casal que eu criei e amo muito. Já sei que eles cativaram vocês também, por isso espero muito comentários para o tigre gostosão e para a linda Inuyokai.
Beijos!
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