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[InuYasha] Aquele Amor!

Altos e baixos.


Autor: ~tsunami

Categoria: Animes/InuYasha

Gênero: Ação, Aventura e Luta / Comédia / Drama (Tragédia) / Romance e Novela.

Tags:

Personagens:

Classificação: 12+

Adicionado em: 06/07/07

Comentários/Favoritos 6/5

Caracteres: 21.834

Exibições: 471

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Altos e baixos.

O caos se instalou naquele salão... gente em torno da mesa em que a garota estava caída sendo socorrida rapidamente pelos amigos mais íntimos, mantinham seus olhares curiosos sobre a mesma enquanto a musica tentava abafar a repercussão do fato ocorrido. Algumas especulações sobre o que de fato acontecera ali, começara a se formar e a irritar um certo jovem que começava a se esquentar com os cochichos sussurrados e irritantes.

Ao longe kagura observava a cena atenta. Não acreditava que tudo havia dado errado... Parecia tão perfeito... Tão magnificamente sutil e letal que estava chocada com seu próprio desempenho, mas, mesmo assim, não deixava demonstrar suas reações interiores a não ser a felicidade que sentia. Pelo menos uma delas havia tido o merecido castigo... pena não ser a pessoa que esperava.

- “patético, simplesmente, patético” --- pensou enquanto dava apenas um meio-sorriso de escárnio.

Naraku ainda bebia tranqüilamente, enquanto saboreava os olhares mortíferos de Hakudoushi e Sesshoumaru sobre sua pessoa. Não se intimidava, é claro, obviamente adorava ver as reações de desprezo contra si, era reconfortante saber como era adorado.

Este observou com desdém à falha de kagura. Lamentável, realmente... Lamentável.

A mãe de Ayame viu o tumulto e resolveu verificar o que se passava caso houvesse alguma briga. A senhora certamente ficou estupefata quando viu o que realmente estava acontecendo, quando se aproximou devidamente do local. Nos braços do namorado, desfalecida, estava a púbere de longas melenas negras. Os olhos dela se arregalaram totalmente, quando viram a garota naquele estado lastimável. Os presentes soltavam muxoxos e exclamavam qualquer afirmação sem nexo, como estar com “sono atrasado” entre outros. Hakudoushi olhou a cena irritado, enquanto os fotógrafos procuravam o melhor ângulo para fotografar o caos instalado.

_hei... Vocês não deveriam estar aqui. --- kouga fala alterado. Não queria mais confusões com aquele bando de abutres. Os fotógrafos. Decidiu por fim tentar conter uma roda de pessoas para que a jovem fosse levada para uma ambulância de emergência.

Longos minutos se passaram, onde em câmera lenta Sesshoumaru observou a caminhada dos amigos para fora do estabelecimento e a chegada da ambulância. Desta pularam os para-médicos prontos a atender a chamada feita urgentemente.

_Sesshoumaru... --- exclama Hakudoushi entre dentes e o tirando de seus devaneios---... Vamos embora logo. --- terminou por começar a caminhar apressado por entre a pequena multidão que havia se formado para ver a cena da garota indo embora.

(...) carro do sesshoumaru 23h45min AM.

Sesshoumaru acelerou enquanto seguia de perto como os outros, a ambulância que carregava a púbere. Estava pensando em como proteger “sua” Rin de Kagura. Era incrível a capacidade que Kagura tinha de fazê-lo desprezá-la ainda mais. A garota ao seu lado nada falava quieta e fitando a cidade, Rin ainda não havia entendido o que acontecera realmente. Os olhos que continham o vestígio de lagrimas demonstrava como fora afetada pela noite desastrosa. Sabia que algo daquele tipo poderia acontecer fora álias, avisada que tudo ocorreria, mas mesmo assim, não achava que seria tão... Doentio. Sim aquilo era mais que um aviso a ela. Mas quem disse que ela escutou o aviso?

Os carros seguiram atrás da ambulância, fazendo a cidade olhar intrigada a comitiva que se dirigia ao hospital. Era ensurdecedor o silêncio que agora restava no salão de festa, já que todos os convidados iam dispensando-se simultaneamente.

(...) hospital de Tókio 12h AM.

Inuyasha olhava pra frente, vagando nos próprios pensamentos, as mãos dentro da calça do smoking, dando a ele um ar elegante, mas sem tirar a expressão seria e a preocupação evidente. Junto a ele também Hakudoushi, Sesshoumaru, Miroku e Kouga encontravam-se com a mesma expressão. Sesshoumaru e Hakudoushi encontravam-se sentados. Miroku e Kouga tomavam café enquanto que Rin pensava nas possibilidades de estrangular Kagura pela ousadia. O som estridente do celular se fez ouvir chamando a atenção de todos ali.

_ moshi, moshi. --- Ri atendeu com pesar na voz.

_RIN, VC ESTA BEM!?...--- uma voz extremamente aguda pronunciou-se do outro lado---... Onde vc está eu liguei pro seu celular um milhão de vezes, e só agora vc me atende. --- grunhiu irritada.

_ Maa, maa... --- Rin tentava acalmar a amiga do outro lado---... Eu estava na festa e deixei-o desligado, mas agora que estou aqui no hospital...

_ RIN O QUE VC ESTA FAZENDO NO HOSPITAL À UMA HORA DESSAS? --- a garota explodiu e gritou diante a fala de Rin o que fez esta afastar consideravelmente o aparelho do ouvido.

_puxa, Jack como vc grita... --- Rin começou mansamente embora massageasse a ponta da orelha---... Caraca... Pensei que vc ia bater em alguém agora. ---Rin finalizou se sentando enquanto suspirava pesadamente.

_ me explica o que aconteceu logo... --- Jack falou duramente---... O que aconteceu ai?--- ela parecia nervosa e tremendamente irritada.

Rin teve a certeza de ter escutado um copo se estilhaçando do outro lado da linha. E logo começou a narrar os fatos ocorridos.

Enquanto Rin falava com Jack, Inuyasha respira profundamente e resolve dar uma volta. Pelo menos assim iria se distrair com algo, Hakudoushi parecia relativamente nervoso com os acontecimentos o que não passava despercebido pelo hanyou, que também se mantinha preocupado. Andou para fora do hospital e sentou-se num banco em frente ao grande prédio. Longos minutos se passaram aonde ele apenas observava o céu estrelado da madrugada, procurando por qualquer resposta que este lhe pudesse oferecer:

_vc não deveria estar aqui... --- Hakudoushi sentou-se ao seu lado, sereno---... Acho q ela gostaria de vê-lo lá quando acordar. --- falou virando-se para encará-lo finalmente.

_ela realmente gostaria... --- o meio-yokai respondeu sonhador---... Diga-me Hakudoushi, alguma vez já sentiu raiva de si mesmo?--- o mestiço encarou-o pelo canto dos olhos.

_Hai... --- ele voltou sua atenção para o céu---... Geralmente quando brigava com Kikyou e a fazia chorar... --- soltou um suspiro de resignação---... Muitas vezes por causa do meu ciúme e as loucuras que fazia por causa dele... --- Hakudoushi recordava-se desgostoso---...
Mas a única vez que senti mais raiva de mim... --- ele parou tentando escolher as palavras---... Foi quando briguei com seu irmão e kikyou por causa daquela dissimulada e suas tramóias --- Hakudoushi admitiu rancoroso.

_e eu estou sentindo raiva de mim mesmo por não ter matado Naraku e aquela idiota... --- disse entre os dentes cravando as unhas na própria carne---... E por deixá-la sofrer assim. --- comentou amargo.

Hakudoushi apenas observeou o céu sentindo o que o seu cunhado sentia... Frustração. Era isso o que lhe deixava mais irritado, saber quem havia causado tudo aquilo, mas não poder fazer nada contra era terrivelmente frustrante.

Inuyasha voltou sua atenção para o céu novamente sentindo a brisa fria da madrugada. Refletir nunca fora seu forte, mas precisava de um momento de paz para pensar em todos os acontecimentos.

Doía admitir mais estava preocupado com o irmão, poderia se dizer que era até mesmo estranho, mas ele era seu irmão e mesmo que possuíssem suas diferenças sabia que Sesshoumaru era assim pela amargura causa por Kagura e pelo fato de ser tratado como lixo por ela há vários anos atrás.

E sua preocupação só aumentava pelo fato daquela dissimulada envolver todos os seus amigos e principalmente, sua namorada, naquela confusão sem sentido. E por querer arrumar um jeito de ficar novamente com seu irmão, mesmo tendo o traído, mentido, roubado alguns pertences da falecida mãe do meio - irmão e para completar, dizer que ele não valia nada.

Tanto Inuyasha quanto Hakudoushi não perceberam a chegada de quem eles tanto detestavam no local. Furtivos como só eles, Naraku e Kagura andavam de braços dados indo em direção ao banco em que os dois jovens rapazes encontravam-se sentados. Parecia aos dois que fazer da vida deles um inferno era muito excitante. E não deixando de se fazer presente Naraku perguntou cordialmente, como se fosse amigo intimo dos dois:

_ ela melhorou?--- perguntou com a voz grave, e suave chamando a atenção deles para si, enquanto mantinha o sorriso cínico de sempre nas feições sombrias.

Ao escutar aquela, voz, sentir aquele cheiro fétido de miasma, e ver o sorriso cínico de Naraku, Inuyasha quase cometeu uma loucura. Seus olhos ficaram rubros no mesmo momento revelando que o estado de youkai completo tinha tomado o controle de si, conseguinte da intensa ira e desprezo que surgira naquele momento.

Hakudoushi vendo a situação do hanyou segurou-o o mais forte possível. Para humano comum seria impossível tal proeza, mas Hakudoushi não era comum. E mesmo sendo um humano ele conseguiu manter Inuyasha sob controle, até o momento em que Naraku resolveu lhe testar:

_horas, o que foi que aconteceu... --- ele comentou irônico---... Só perguntei a ele como ela esta? Que falta de educação a sua Inuyasha. --- terminou impassível e debochoso.

No mesmo instante foi jogado para longe, literalmente, voando para o outro lado da rua e batendo fortemente contra uma parede. O soco desferido provavelmente vinha do Taisho mais velho que acabara de chegar ao local.

Sesshoumaru observou o irmão se contorcer, tentando libertar-se de Hakudoushi, que o segurava fortemente. Andou calmamente para perto do amigo e rapidamente atingiu um soco no rosto do hanyou, (bem mais fraco do que desferiu em Naraku) fazendo-o sair do estado de youkai completo, pelo fato de ter sido atingido em cheio na fronte.

Kagura correu até Naraku que se levantava, ajeitava a roupa amarrotada e tirava a poeira da mesma, uma coisa que aprendera era a manter a compostura, mesmo tendo sido jogado longe, como acontecera há alguns segundos atrás. Sorriu, era divertido ver Sesshoumaru perder a pose fria e impassível.

Andando calmamente para a frente do hospital Naraku não deixava de sorrir sarcástico e cínico. Inuyasha que voltara ao estado de hanyou rosnou alto fazendo com que Sesshoumaru ficasse atento ao que o irmão pudesse fazer.

Naraku sabia onde pisar e Kagura sabia que se pronunciar não melhoraria sua situação, decidiu então manter-se quieta, até o momento em que pudesse novamente atormentar Sesshoumaru.

_ela a... --- a expressão de alegria e levemente ofegante de Miroku deu espaço a uma irritada e seria ao mesmo tempo---.... O que eles fazem aqui? --- ele indagou incrédulo do cinismo dos dois.

Sesshoumaru apenas continuou com a expressão impassível de sempre, Hakudoushi sentiu a raiva fluir em suas veias e apertou fortemente as unhas na palma da mão. Inuyasha rangeu os dentes em raiva, enquanto Miroku se aproximava deles com uma expressão de puro desgosto. Iria contar que ela havia acordado, mas, pensava seriamente em deixar para depois que mandassem aqueles dois embora de lá. Sabia que estava adiando uma noticia importante, contudo ainda achava que o melhor seria deixar a noticia para mais tarde.

_o que vc estava dizendo Miroku-kun... --- Kagura começou com um sorriso malicioso no rosto---... Vc ia dizer que ela acordou é isso?--- a garota tinha os olhos cintilando em excitação pela interpretação da noticia obvia.

Miroku empalideceu, sua voz faltou e sem escapatória apenas acenou fracamente positivamente, afinal de contas nada poderia fazer... Tudo ficara realmente e reativamente obvio, quando chegou eufórico no local e depois, murchou, literalmente.

A essa altura Rin já havia se perguntado o porquê de toda aquela demora, e por conta própria resolveu buscá-los. Chegando à porta do grande prédio ela pode ver porque o atraso da turma. Kagura e Naraku eram enjoativos, quando iriam se ver livres daqueles fantasmas? Ela não sabia, mas estava cansada profundamente, tanto que poderia sentir todos os músculos de seu corpo ficar tensos pela simples presença dos dois.

_vamos para dentro agora... --- ela se mostrou fria e impassível enquanto caminhava ruma a eles---... E se forem espertos desapareçam daqui antes que “eu” mesma resolva agir contra vocês. --- o tom usado deixou claro que não iria deixar que eles entrassem por aquela porta.

Kagura congelou com o olhar que Rin lhe lançou, jamais, nem mesmo Sesshoumaru, conseguira intimidá-la daquele modo. Rin possuía uma expressão tão inexpressiva quanto à de seu namorado e as feições delicadas delas estavam mostrando a veracidade de suas palavras, caso a contrariassem. Outro fato que a faziam tremer era os traços da garota estarem lhe transmitindo intensa crueldade, a expressão determinada e fria, os olhos estreitos e o ar inocente sendo substituído por um sombrio e pesadamente sanguinário fizeram kagura tremer.

_Rin querida não pode nos impedir de entrar... --- Naraku começou sarcástico---... temos o direito de...

_ vc quer tentar... --- a garota sussurrava e pronunciava cada palavra lentamente interrompendo Naraku brutamente---... Posso Garantir que ira se “arrepender” amargamente e mortalmente se tentar me desafiar. --- o sussurro de Rin saia tão entre os dentes que fizeram ate mesmo Naraku estremecer.

Ela jamais ameaçara alguém daquela forma, mas se via forçada naquela situação presente.
A franja caída em cima aos olhos, o ar sombrio e cruel em torno de si, a pele pálida e o tom sussurrado tão entre os dentes fizeram Naraku pensar na possibilidade de desafiar Rin. Parou um minuto e considerou essa possibilidade, se o estava desafiando ela com certeza tinha algo que o fizesse parar. Decidiu então não arriscar, já que, estava em desvantagem e provavelmente perderia muito tentando algo contra a garota.

_Oh querida vc deve estar realmente com sorte... --- Naraku começou mansamente---... Eu realmente não me sinto bem em hospitais... --- comentou cínico---... Talvez quando ela melhorar eu deva visitá-la, Kagura querida vamos?--- sorriu de lado para Kagura que entendeu que deveriam sair naquele exato momento.

_ hai, Naraku-kun... --- ela sorriu em resposta ao chamado, virou-se para Sesshoumaru---... Tchau “sesshy”--- ela falou acenando pra ele e sorrindo ignorando completamente a presença de Rin ali.

Então como num passe de mágica, Kagura que andava quase flutuando, tropeçou no ar e caiu de rosto no chão ralando-o quase todo, caiu como se tivesse sido paralisada por completo, vendo até mesmo a sujeira que o chão possuía, certamente mais limpo do que ela própria.

Inuyasha, Hakudoushi, e Miroku começaram a rir, e logo já gargalhavam, tanto que chegaram a chorar. Kagura havia ficado ralada por quase toda a face, era divertido vela naquele estado, sinal que ela quase sempre perdia a classe e descia do pedestal de poder que acreditava estar. Sesshoumaru apenas arqueou as sobrancelhas, um fino sorriso surgiu e logo uma risada contida.

Rin sorriu quem mandou mexer com o namorado dos outros. Havia lhe dado o merecido castigo. Não que fazê-la tropeçar tivesse a entregado, mas ela merecera o castigo. E ver a turma toda se divertir lhe agradou profundamente.

Kagura apenas se levantou e saiu pisando duro atrás de Naraku que se encontrava mais a frente.

_garotos... --- Rin os chamou educadamente enquanto tentava esconder o riso---... Vamos entrar sim?--- ela perguntou para o grupo que logo se lembrou do porque estarem ali.

_sim--- responderam praticamente em uníssuno.

Dirigiram-se silenciosamente para dentro do grande prédio, o bom de toda aquela historia é que ela havia acordado, e o ruim era que aqueles dois não iriam desistir de lhes atormentar tão cedo.

Estavam à frente da porta do quarto, Kouga, Sango e Ayame esperando que eles chegassem para poder entrar todos juntos, porem já havia alguém que há algum tempo estava naquele quarto juntamente com a irmã. Kikyou achara melhor ficar perto de Kagome caso ela quisesse algo e pretendia perguntar a irmã se ela se lembrava de algo antes de ter desmaiado.

Kikyou estava olhando a irmã, sentada a beira da cama ela ainda não havia aceitado muito bem, tudo o que estava acontecendo principalmente por tudo aquilo parecer um estranho dejávù. Só que a pessoa no seu lugar, no caso, era sua irmã mais nova.

Kagome se sentia tonta ainda mais e não se lembrava de muitas coisas da noite anterior. Era muito estranho acordar numa cama de hospital, quando se lembrava ainda vagamente de estar em uma festa.

Subitamente a porta se abriu revelando os outros integrantes da turma.

Miravam-na preocupados principalmente o namorado, que possuía os olhos calorosos em sua direção.

_como se sente k-chan?--- Rin perguntou doce.

_bom estou ainda um pouco tonta e não me lembro de quase nada da outra noite... --- ela sorriu sem graça---... Mas fora isso ‘ta tudo ok!--- e fez um gesto de jóia com a mão.

_que bom... --- sorriu de volta---... Fico feliz que se sinta bem agora--- completou olhando nos olhos azuis da amiga andando ate a cama e lhe dando um abraço caloroso.

_hei... --- Sango reclamou gesticulando com as mãos em sinal de desespero---... Deixa um pouquinho pra mim... --- a garota brincou sorridente e entusiasmada---... Ela também é minha amiga, sabia--- sorriu e abraçou a jovem.

_vocês três não tomam jeito mesmo. --- Kikyou falou enquanto também era puxada para um abraço coletivo juntamente com Ayame.

Os garotos apenas ficaram olhando aquela cena, mais parecia uma reunião da ”noite do pijama”. Enquanto olhavam a cena não deixaram de reparar que ainda era noite.
A lua atingiu o quarto com seu brilho fazendo com que elas se separassem e olhassem umas para as outras.

_eu posso ir pra casa já?--- perguntou inocentemente enquanto via o medico entrar serio no local.

_sim vc esta liberada senhorita... --- ele falou sério---... Só lhe aconselho a tomar cuidado com narcóticos como o que tomou essa noite... --- ele falou sério entregando uma prancheta a Kikyou--- sua irmã já foi instruída com o que deve comer e beber por mais essa semana... --- ele olhou diretamente para a morena que segurava a prancheta---... Seus pais já foram avisados do que ocorreu... --- pegou novamente a prancheta das mãos de Kikyou--- concluiu olhando as anotações de Kikyou---... Tenha uma boa noite e espero não vela aqui tão cedo. --- o medico retirou-se do mesmo jeito que entrou no quarto, serio.

Kagome se trocou enquanto os outros se dirigiam à recepção.

Explicar para os pais da garota o que havia acorrido havia sido complicado mais no fim entenderam o que ocorrera. Não eram o tipo de pais presentes por estarem constantemente em viagens de negócios e por isso mesmo difícil manter um nível de conversa proveitoso com eles. Mas as garotas pareciam ignorar esse detalhe, já que, uma vez acostumadas, não se importavam com o tratamento distante.
Cada qual se dirigindo para sua casa. Ayame e Kouga foram para a casa do rapaz. Enquanto Miroku e Sango foram para a casa da moça. Hakudoushi ficou mais algum tempo esperando por Kikyou para conversarem e Inuyasha depois de conversar com a mãe no telefone, namorava com Kagome e estavam abraçados.

Sesshoumaru se dirigia para a casa da namorada, não iria dormir lá é claro, Hakudoushi faria um escândalo se soubesse e certamente Rin não iria se sentir a vontade com todo aquele alvoroço.

O percurso até sua casa havia sido silencioso, estranhamente não lhe vinha nada à cabeça para conversar com ele.

Quando ia descer do carro Sesshoumaru perguntou:

_vc esta bem?--- ele olhou-a desconfiado.

_estou sim Sesshy... --- sorriu lembrando-se que esquecera de se despedir---... Apenas estou muito cansada. --- respondeu inclinando-se para beijá-lo.

Beijaram-se ternamente e ficaram abraçados por algum tempo até Rin bocejar, estava realmente cansada, precisava de seu merecido descanso e urgente.

_durma bem, minha Rin. --- sesshoumaru disse dando-lhe um beijo na testa.

_vc também, meu Sesshy. --- ela falou dando-lhe um ultimo selinho.

Ele acelerou quando viu ela entrar em casa segura. Dirigiu por mais algum tempo até chegar em sua casa. Entrou silenciosamente seguindo para seu quarto. Trocou-se lentamente e deitou-se tentando dormir, o que não conseguiu de imediato. Quando o dia amanhecia conseguiu dormir, um sono leve e calmo sonhava com sua Rin. E esperava encontrá-la bem daqui a algumas horas. Teriam muito trabalho para planejarem a ida ao Brasil e o que se esperar dos últimos acontecimentos.

Contudo não deixou de sorrir em sonho, se imaginando abraçado a garota aos pés do cristo redentor e as maravilhas que aquele pais desperta nos turistas, que como ele procuravam um pouco de paz para o espírito.


Capítulos de [InuYasha] Aquele Amor!

[11/09/06] Festa na piscina.

[06/07/07] Altos e baixos.


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