Continuação da Fic "Entre o céu e o inferno"
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InuYasha retorna ao seu lugar. Kagome olha para Ryu extremamente confusa não acreditando na cena que acabou de presenciar. “Ele deve ser um viciado em guerras também.”
- Mal cheguei e já recebi reclamações vindas de Kaburawa-sensei. Parece que um aluno está causando problema e te-mos que resolver essa situação rapidamente.
Kagome começou a suar frio. Engole um seco. Olha para InuYasha e o vê tranqüilo. Esperava o pior.
- Quem é o aluno? Podem deixar, resolverei o problema. – diz InuYasha tomando da escopeta.
Kagome fica boquiaberta. Ficou impressionada também por InuYasha não se tocar nem entender nada. “Ele não sabe que estão falando dele? Como pode ser tão ingênuo?ingênuo não, baka!¬¬”
- Céu! – disse irritada.
- Por que você ficou tão irritada? – pergunta InuYasha.
- Não estou irritada! – diz irritada.
- Bom saber que você quer ajudar, Tesstarosa. – disse Ryu.
Kagome sentia-se terrivelmente estranha. Não acreditava no que ouvia nem queria aceitar. Ryu do lado de InuYasha? “Parece que ele ganhou mais um aliado. Isso não é justo!”
No trabalho, soube do novo membro da equipe Ex Pelunka: InuYasha. Seria o segurança da lanchonete e Kagome se assusta, pois temia pela vida dos clientes. Kogure está muito agradecido por ele ter salvado sua loja no dia em que pela primeira vez fora assaltado. “Esse ‘povo’ realmente é louco!”
Em seus afazeres habituais, pensava em como seus amigos eram bobos ou ingênuos por confiarem tanto em InuYasha. As atitudes dele fazem ela perder a confiança. Nunca sabe o que virá dele.
Absorta em seus pensamentos, um cliente entra e a chama. InuYasha, pistola a mão, fica de espreita, agi como um cão de guarda, desconfia de todos. Quando Kagome foi atender, toda sorridente, apesar das reclamações, dos trabalhos ár-duos, gostava do que fazia. Não ficaria como garçonete pelo resto da vida, mas gostava do trabalho. Ao olhar para o cliente, grita:
- AAAAAAHHHHHHHHHHH!!!!!!!!
O cliente a acompanha.InuYasha rapidamente aponta a pistola para o rapaz que se levanta assustado.
- O que ouve? – pergunta Kogure.
- Você?!!??
- A garota da pizza!
Kagome havia reconhecido um dos agressores, InuYasha atira no chão perto dos pés do sujeito fazendo-o pular. Vendo se cercado e sozinho, sai correndo da lanchonete, com InuYasha atirando porta afora, sem atingir o agressor de Kagome nem as pessoas que passavam, que assustadas, se escondiam. Kagome pega da bandeja e dá em sua cabeça. Ele olha para ela confuso.
- O quê? Não foi ele quem te atacou?
- Sim!
- Então? Por que me bateu?
- Bakemono!!!!! – bate nele outra vez.
Kogure diz aos clientes assustados que não foi nada e volta para seus afazeres.
- Como você atira com bala de verdade??!!!??
- Não sabia que existia bala de mentira.
- Não brinque comigo, InuYasha!!! – diz entre dentes cerrando a mão.
- Não estou brincando.
- Você poderia ter usado bala de borracha.
- Verdade. Havia me esquecido. – diz tranqüilo.
Kagome lhe dá um soco.
- E se tivesse machucado alguém?!? Hein?!!??
- Ninguém se machucou.
Kagome lhe dá outra bandejada. A policia local chega e Kagome empurra InuYasha para dentro da lanchonete, levando-o para a cozinha. Ordenou que não saísse de lá até resolver a situação com os policiais.
- Posso informá-los do ocorrido e dá uma dura pela sua incompetência.
- Não vai fazer nada!! E fique aí! Se você sair... – mostra-lhe a bandeja.
InuYasha fica atônito e engole um seco.
Kagome saiu da cozinha e foi ver como ia a situação. Kogure conversava com um sargento que logo Kagome reconheceu. Ele, ao ouvi o nome InuYasha e ver Kagome, pedi licença e sai da lanchonete levando seus homens. Kogure fica confuso.
- O que foi isso?
- Ele já é um conhecido nosso. Foi ele que veio quando a lanchonete foi assaltada.
- Ah! Verdade. Agora lembrei.
- Hum, hum!
- Volte ao trabalho! Não pago você para conversar!
- Mas...? Ah! – suspira chateada.
Indo para casa, Kagome pensava se fez mal em ter trancado InuYasha na despensa da lanchonete. Pensou em voltar, mas logo desistiu. Kogure ou outro o tiraria de lá.
Já estava escurecendo e para não chegar de noite em casa, resolve cortar caminho. Outra vez, abordada pela gang que já a esperava, portando paus e ferros. Agora era uma questão de honra. Não deixariam passar a humilhação que sofreram duas vezes por culpa dela.
- Agora, nós te pegamos garota!
- Ah...eu já ouvi essa frase antes.
...
Capítulos de [InuYasha]Um sargento chamado... confusão! - Certas conclusões e mais confusões