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[InuYasha] A batalha perdida de Sesshomaru.....

Capitulo XXX


Autor: ~QUEENRJ

Categoria: Animes/InuYasha

Gênero: Ação, Aventura e Luta / Hentai/Ecchi/Seijin - Yaoi/Lemon/Dark Lemon - Yuri / Shoujo (Romântico)

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Personagens:

Classificação: 18+

Adicionado em: 25/06/07

Comentários/Favoritos 13/14

Caracteres: 21.845

Exibições: 1.413

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Oi gente!

Espero que ninguém aqui esteja querendo me esganar.rsrs
Sei que prometi postar no final de semana, mas certos acontecimentos fora do meu controle me impediram. Tenho certeza que vocês se sentirão recompensados ao lerem esse capítulo, ele está longo porém delicioso de ler.
Vou parar de alugar vocês rsrs. Ótima leitura a todos!



Uma semana mais tarde Kiomi permanecia presa em casa, sendo vigiada de perto pelos homens de confiança de seu pai. As únicas notícias que recebia do mundo lá fora eram trazidas por sua ama ou por Rin que vez ou outra ia visitá-la trazendo sempre Heikou consigo. Ela sabia que os homens de Yoshikawa não a impediriam de ver Kiomi.
Enquanto isso há quilômetros dali, no litoral sul do arquipélago uma batalha sangrenta estava sendo travada. O general Yoshikawa havia sido enviado aquele local por ser um dos homens de confiança de Sesshoumaru.
Naquele lugar vivia o clã dos yokais morcego e estes tomados de ousadia saíram do litoral e infiltraram-se pela floresta visando expandir seu território, porém cometeram o erro de invadir os domínios de Sesshoumaru e isso era imperdoável. Outros clãs já vinham combatendo esses demônios alados há algum tempo, mas eram clãs pequenos e não tão poderosos, por isso tinham dificuldades em dar fim a esse inimigo.
Logo que foi informado da invasão Sesshoumaru ordenou que Yoshikawa partisse para resolver o caso. O velho general reuniu suas tropas e se encaminhou à fronteira que havia sido tomada.
Um vilarejo próximo foi completamente arrasado, os homens foram mortos assim como os velhos, as mulheres e crianças foram aprisionados para servirem como escravos.
A cena causou revolta aos soldados do exercito do clã Taisho e isso os fez dedicarem-se ainda mais a luta para destruir aqueles morcegos.
Uma batalha foi iniciada e os morcegos estavam em desvantagem, era impossível para eles movimentarem-se de forma satisfatória na luta, suas imensas asas não podiam ser utilizadas por conta da grande quantidade de árvores que os cercava naquela floresta. Eles resistiram o máximo que puderam, para depois fugirem de volta a suas terras no litoral. A vitória foi comemorada pelos homens de Yoshikawa durante um merecido descanso.
O general tratou de ordenar a um mensageiro que levasse notícias ao senhor Sesshoumrau e retornasse com novas ordens e notícias das Terras do Oeste, mais especificamente de sua filha.
O yokai lagarto que servia como mensageiro partiu velozmente para cumprir sua missão.
No dia seguinte à noite o mensageiro chegou à porta do castelo e a mensagem foi entregue a Sesshoumaru que estava na sala de jantar acompanhando sua mulher e filho enquanto estes faziam sua refeição noturna.
Sesshoumaru leu a mensagem calmamente enquanto Rin o observava com atenção. Ele deitou o pergaminho sobre a mesa e continuou a tomar seu chá.
- Alguma coisa importante? Rin questionou.
- Apenas um relatório. Yoshikawa conseguiu expulsar os invasores. O yokai respondeu com o semblante muito sério.
- Mas essa é uma boa notícia, não?
- Sim, mas não é suficiente. Esses insolentes precisam de uma lição, devem saber o que acontece a quem ousa afrontar Sesshoumaru Taisho.
Sesshoumaru falava e seu olhar estava fixo em algum ponto sobre a mesa. Ele parecia arquitetar o que fazer com seus inimigos. Alguns minutos depois ele ergueu-se da cadeira em que estava na cabeceira da mesa.
- Aonde vai Sesshoumaru?
Ele a olhou com tranqüilidade após ouvir a pergunta e tocou seu rosto.
- Tenho novas ordens para Yoshikawa, estarei com você em breve.
Rin acariciou a mão dele que estava pousada sobre seu rosto e o yokai se retirou.
Sesshoumaru foi até a sala de negócios no intuito de redigir uma mensagem com ordens expressas a seu general.
O yokai lagarto permanecia nos arredores do castelo, não podia partir sem ser dispensado por seu senhor, este poderia ter novas mensagens a serem levadas ao general o que de fato ocorreu. O servo recebeu o pergaminho lacrado com cera vermelha, contendo o selo do clã Taisho: um grande cão demônio. Ele se afastou do castelo e correu rapidamente até alcançar a casa do general Yoshikawa, onde devia entregar uma mensagem a Satoshi, quando chegou a casa, a criada acabava de servir o jantar de Kiomi, um dos servos da casa entrou na sala e informou.
- Satoshi-sama um mensageiro trouxe isso. Disse estendendo um pergaminho. – Ele disse que é do general Yoshikawa.
A conversa chamou a atenção de Kiomi que observou atentamente sua ama enquanto ela abria e lia o conteúdo da comunicação.
- O que meu pai diz Satoshi?
- Ele pergunta como está tudo por aqui, se você está obedecendo às ordens dele e informa que já está em negociação com um de seus pretendentes para que você se case assim que ele retornar.
Kiomi cerrou os punhos e os olhos demonstrando irritação.
- Será possível que meu pai não vai desistir dessa idéia absurda? Eu não vou me unir a outro macho que não seja Ryou, não vou me casar com nenhum outro.
A jovem levantou-se exasperada e correu para seu quarto trancando-se nele.
Satoshi respondeu a correspondência de seu senhor e a entregou ao mensageiro.

...............................

No acampamento o general Yoshikawa conversava durante longas horas com um de seus comandantes, enquanto aguardava o retorno do mensageiro.
No final daquela tarde o yokai lagarto chegou ao acampamento e foi levado a presença do general.
- Aqui está meu senhor. Estas são as ordens do senhor Sesshoumaru e esta é a mensagem de sua serva.
Yoshikawa leu primeiro o pergaminho enviado por Satoshi.
- Você fez o que mandei?
- Sim meu senhor eu sondei nos arredores e me informaram que há vários dias o general Ryou não é visto naquelas terras. Ninguém sabe onde ele está.
- Ótimo! Pode ir agora.
O general permaneceu em sua tenda lendo e analisando as ordens de seu senhor.

.............

Dois dias depois...

Ryou adentrava o imponente salão do castelo das Terras do Oeste.
- Mandou me chamar? Questionou fazendo uma pequena reverencia a Sesshoumaru que o aguardava de pé próximo a uma janela.
- Você anda se escondendo ultimamente Ryou? Foram necessários dois dias para que o encontrassem.
Ryou sorriu levemente.
- O que deseja de mim meu senhor?
- Não use de cinismo para comigo Ryou. O yokai cão olhou para o yokai tigre com os olhos estreitos.
- Desculpe. Ryou disse voltando a ficar sério.- O que você quer Sesshoumaru?
- Você sabe que enviei Yoshikawa a fronteira com o litoral sul para expulsar os invasores...
- Sim eu sei e já ouvi dizer que ele foi bem sucedido.
- Sim ele foi, mas não considero a expulsão punição suficiente para a afronta de invadir meu território.
- Concordo. Então você o mandou segui-los?
- Exatamente. Os morcegos têm um número bastante elevado de guerreiros e eles lutarão em um terreno conhecido. Quero que você vá com seus homens e apóie Yoshikawa.
- Como quiser.
- Eu os quero dizimados Ryou. Será um aviso para aqueles que pensam que podem tomar algo de mim.
Rin descia as escadas naquele momento e pôde ouvir as últimas palavras de Sesshoumaru.
- Konbanwa minha senhora!
- Konbanwa Ryou! Vejo que mal chegou e partirá novamente.
- Sim. Fui incumbido da missão de apoiar Yoshikawa. Ryou disse usando um tom irônico.
- Achei que o trabalho dele estivesse acabado já que ele expulsou os invasores...
Rin disse olhando para Sesshoumaru que também a fitava sério.
- Infelizmente minha senhora isso não é suficiente. Eu farei o que ordenou Sesshoumaru.
- Tenha cuidado Ryou.
- Eu terei minha senhora. Ryou fez uma reverencia aos dois e saiu.
Sesshoumaru continuava a encarar a mulher de forma séria enquanto ela ainda olhava para a porta por onde Ryou saíra.
- Espero que nada de ruim aconteça. Ela disse virando-se para ele.
- Preocupa-se demais com Ryou.
Rin aproximou-se dele devagar, e ficou bem próxima dele ao dizer.
- Isso o incomoda?
Sesshoumaru a olhava nos olhos.
- Se incomodasse você certamente saberia. Ele disse com a frieza habitual e se afastou dela caminhando até as escadas para ir ao nível superior do castelo.
Rin fez menção em segui-lo, mas a aparição de Midori com Heikou no colo a impediu. O pequeno chorava compulsivamente.
- O que houve Midori?
- Eu não sei senhora.
- Venha meu príncipe. O que você tem? Está sentindo alguma coisa?
Depois que Rin o pegou no colo o pequeno hanyou pareceu se acalmar um pouco. A mãe o afagou com carinho e conversou com ele.
- Tudo isso é por estar com saudades de sua hahaue? Ela dizia com a voz extremamente suave enquanto acariciava as costas dele. Heikou ergueu a cabeça que repousava no ombro da mãe e a encarou. Os brilhantes e expressivos olhos dourados ainda estavam úmidos enquanto ele a fitava.
- Não chore meu amor. Ela disse enxugando o rosto infantil com os dedos.
Heikou fechou os olhos e uma ultima lágrima fugiu deles caindo na mão de Rin.
- Vamos para o seu quarto, você ainda está com sono.
Rin subiu as escadas sendo seguida por Midori e entrou no quarto de Heikou. Ela se sentou à cama com ele ainda em seu colo.
A mãe o acomodou deitado em seus braços e expôs o seio para amamentá-lo. Heikou passou a sugar o seio da mãe enquanto brincava com uma mecha dos cabelos dela.
- Ele está mais calmo agora. Disse Midori admirando a cena.
- Sim. Talvez tenha sido um pesadelo que o fez acordar assim.
- Talvez.
Rin passou cerca de duas horas com o filho, ele demorou a dormir porque estava lutando contra o sono como de costume. Quando sentiu que ele finalmente havia adormecido profundamente o acomodou na cama e o cobriu, para logo depois deixar o aposento.
..............

A jovem humana entrou em seus aposentos e despiu-se ao entrar no quarto de banho, onde a banheira já estava cheia de água e com suas essências preferidas.
Myoumi que havia preparado seu banho e ainda estava ali perguntou:
- A temperatura da água está do seu agrado senhora?
- Está ótima Myoumi. Ela respondeu relaxando o corpo na água.
Passados alguns minutos de imersão Rin pergunta:
- Myoumi você sabe onde está seu senhor?
- Sim minha senhora, ele também está se banhando. Está no ofurô da ala leste.
Rin pensou por alguns instantes depois se ergueu da banheira e pegou a toalha que era estendida pela serva. Ela se secou e soltou os cabelos que estavam presos, vestiu um robe branco e saiu.
A jovem caminhou pelos longos corredores do castelo até alcançar o local onde ficava o ofurô. Ao entrar Rin sentiu seu sangue ferver com o que viu, Sesshoumaru estava deitado nas águas quentes da banheira de madeira, com os olhos fechados enquanto uma serva usando um quimono curtíssimo próprio para o trabalho que executava, o massageava, percorrendo com as mãos embebidas em óleos aromáticos as costas, o pescoço, a nuca e o peito dele. O yokai tinha a feição serena e relaxada, como se dormisse.
Quando Rin subiu com passos firmes os três degraus que levavam ao pátio de mogno que circundava o ofurô, a serva que antes parecia especialmente concentrada em sua tarefa assustou-se interrompendo os movimentos. Estática ela passou a fitar Rin que estava parada na outra extremidade da banheira bem de frente para o yokai.
Sesshoumaru abriu os olhos lentamente e com calma fitou a mulher de baixo a cima.
- Não sabia que precisava de ajuda para banhar-se meu senhor. Ela falou usando um tom irônico e visivelmente irritado.
Sesshoumaru nada disse, apenas colocou para trás as longas madeixas que estavam em seu ombro sem deixar de fitá-la.
- SAIA! Ela ordenou exasperada a serva e esta estremeceu com o tom de voz saindo logo depois apressada.
- Ciúme é um sentimento tolo típico de humanos minha Rin.
- Tem razão é um sentimento tão tolo quanto o amor e eu sou realmente estúpida por sentir ambos. Rin disse demonstrando raiva e mágoa.
A jovem levou sua mão a um maravilhoso vaso de porcelana que jazia em cima de um móvel acompanhado por um lindo conjunto de banho e os jogou ao chão com violência para logo depois sair dali batendo a porta atrás de si. Ela caminhou por alguns metros, mas logo foi interceptada e sentiu seu braço ser segurado por uma mão firme.
- Onde pensa que vai? Sesshoumaru questionou fazendo-a se virar para encará-lo.
- Vou deixá-lo à vontade meu senhor.
- Não ouse me dar as costas novamente Rin.
- Não se preocupe eu chamarei aquela yokai de volta para que possa servi-lo como bem lhe convier.
- Você é uma tola Rin. Sesshoumaru disse com um fio de sorriso nos lábios o que irritou ainda mais a jovem.
- Não me trate como criança Sesshoumaru.
- Pare de agir como uma. Ele disse com a voz firme.
O yokai afastou-se um pouco da mulher soltando seu braço, Rin pôde então ver que ele a havia seguido exatamente como saiu da banheira, completamente nu.
Sesshoumaru não era totalmente desprovido de pudores, ele sabia que não haveria ninguém circulando pelos corredores. Aquela era uma área privativa e os servos só iam ali quando eram chamados por seus senhores.
Rin suspirou pesadamente ao olhar para o corpo perfeito dele e lembrar das mãos da bela serva percorrendo-o. Mais uma vez ela se virou para deixar o local e Sesshoumaru mais uma vez a impediu, agarrando-a pela cintura e a abraçando firmemente por trás.
- Eu disse para não virar as costas para mim. O yokai falou ao ouvido dela antes de morder-lhe levemente a orelha.
Ele a puxou ainda agarrado ao seu corpo para um cômodo amplo cercado por estofados de almofadas brancas. O yokai pressionou o corpo de Rin com o seu encostado a uma pilastra e acariciando a pele macia dela por baixo do fino robe.
Rin já estava tremula ao dizer:
- Sesshoumaru pare, eu não quero.
- Não??? Mas eu quero minha Rin. Eu a quero muito. Ele falou sussurrando enquanto deslizava as mãos pelo corpo da jovem e beijava seu pescoço. Sesshoumaru abriu o fino robe de seda que ela usava, afastando-se apenas o suficiente para que este deslizasse suavemente pela pele macia de sua fêmea até alcançar o chão.
O yokai afastou os cabelos de Rin e mordeu levemente seu pescoço causando arrepios no corpo da jovem e fazendo-a perder os últimos resquícios de força que ainda tinha para resistir à sedução daquele macho.
“Kami-sama! Por que não consigo resistir ao seu toque Sesshoumaru?” Rin se perguntava mentalmente.
- Tem certeza de que não quer? Ele perguntou malicioso sugando o lóbulo da orelha dela, já sabendo que ela havia se rendido a ele.
A resposta de Rin veio através de um beijo ardente que ela buscou sedenta, estando ainda de costas para ele e já sentindo a intensidade de sua excitação pelo membro que roçava em suas nádegas.
Sesshoumaru a conduziu até um dos estofados, onde a mulher ajoelhou-se e apoiou as mãos no encosto se posicionando para recebê-lo. Ela sentiu os lábios dele tocarem suas costas em beijos doces e carícias com a língua.
Rin gemeu baixinho enquanto segurou a mão dele e a levou até seu sexo ao mesmo tempo em que o sentiu iniciar a penetração naquela posição que tanto o agradava. Os gemidos tornaram-se mais intensos para ambos à medida que o prazer aumentava.
Sesshoumaru se deliciava com a sensação que tinha ao fazer seu membro deslizar pelo canal estreito dela. A mulher estava ofegante e movimentava seu corpo para estimular ainda mais o yokai que a penetrava, sentindo também imenso prazer com os movimentos executados por ele em seu sexo.
Logo o casal alcançou o ápice do prazer simultaneamente e o gemido de prazer de ambos ecoou pelo ambiente silencioso em que estavam.
Sesshoumaru retirou-se dela lentamente enquanto ainda acariciava suas costas. Rin ergueu-se ficando de pé em frente dele e o sentiu abraçá-la por trás carinhosamente. Ela inclinou a cabeça deitando-a sobre o peito dele. O yokai ainda podia senti-la trêmula e ofegante. Rin suspirou cansada e com os olhos fechados disse:
- Você venceu mais uma vez Sesshoumaru.
O yokai riu.
- Não sabia que se tratava de uma batalha, mas você deve saber minha Rin que eu nunca perco.
Ele sussurrou a ultima frase ao ouvido de Rin e ela também sorriu, depois ele desfez o abraço e se sentou no estofado branco e macio trazendo a mulher para o seu colo.
Rin sentou-se de frente para ele e voltou a beijá-lo doce e lentamente. O yokai acariciava o rosto da mulher enquanto ainda explorava aquela boca doce que ele tanto amava.
- Rin...Ele iniciou a frase quase sussurrando.- ... precisa parar com essas bobagens.
- O que eu sinto não são bobagens Sesshoumaru. Ela respondeu abrindo os olhos para encarar os orbes dourados tão próximos de si.
- Não foi o que eu quis dizer e você sabe disso Rin.
Ela levou a mão ao rosto dele percorrendo as linhas perfeitas com os dedos pequenos e delicados. Sesshoumaru não deixou de encará-la.
- Eu não quero imaginar e muito menos ver outra mulher tocando em você. Ela disse manhosa abraçando-o.
- Possessividade é típico de yokais minha Rin. Ele disse olhando-a nos olhos.
- Eu te amo e tenho ciúmes sim, não posso dizer que é agradável ver você em uma banheira sendo massageado por uma mulher que não seja eu.
– Não vai se repetir. Ele disse simplesmente e com seriedade.

......................

Minutos depois o Senhor e a Senhora do Oeste já estavam de volta a seus aposentos e conversavam tranqüilamente sobre a cama. Rin estava sentada e recostada à cabeceira com Sesshoumaru deitado em seu colo. Ela o acariciava alisando os longos cabelos prateados que se espalhavam sobre o tecido branco de seu quimono.
O yokai aproveitava o momento de tranqüilidade e relaxamento que só tinha na intimidade de seus aposentos e sob os cuidados de sua mulher.
- Sesshy você se zangou por eu ter demonstrado preocupação com Ryou?
- Não. Ele respondeu prontamente e com a voz serena completou. – Faz parte de sua natureza se preocupar com todos.
Rin sorriu ao ouvi-lo. Ele estava certo, era inevitável para a jovem humana preocupar-se com seus entes queridos.
- Nós conversamos muito hoje. Ele me contou sobre o passado e os acontecimentos que levaram ao seu banimento...
- É uma história sórdida. Sesshoumaru se pronunciou.
- Tudo tão terrível, o sofrimento pelo qual a irmã dele passou com tantos abusos por parte do próprio esposo.
- Aquele verme teve o que merecia. Ryou o fez pagar caro pelo que fez, embora isso não tenha servido para reparar o mal que ele causou.
- Pobre menina. Rin disse penalizada. – Você a conhece?
- A vi apenas algumas vezes quando ela era ainda muito criança.
- Eu não entendo como o pai deles pôde permitir que tudo aquilo acontecesse. Quem em sã consciência ficaria indiferente a essas atrocidades sendo cometidas contra sua própria filha?
- O velho Daishin era um tolo ou como muitos yokais quis livrar-se da filha.
- O que??? Rin perguntou intrigada.
- Isso é mais comum do que você pensa minha Rin.
A jovem ficou calada por algum tempo pensando no que ouvira e chocada com a informação. Então alguns yokais livravam-se das filhas fêmeas? Consideravam-nas um estorvo?
- Rin!? A voz de Sesshoumaru chamou sua atenção.
- Sim?
- O que foi?
- Nada. Estava apenas pensando.
- O que mais Ryou lhe disse?
- Ele disse que nunca mais soube notícias da família e que já faz um século desde então.
- Por que ele iria querer saber noticias deles? Eles o execraram e esqueceram de sua existência.
- Mas são a família dele. Isso é tão triste, perder os familiares em uma guerra ou numa tragédia já é terrível, mas saber que eles estão vivos e bem, e não poder estar próximo deles é algo inimaginável para mim.
- Esqueça isso Rin. Não fale sobre o assunto se isso a aborrece tanto. Sesshoumaru disse erguendo a mão para acariciar o belo rosto de sua mulher.
Rin beijou a mão dele que roçava carinhosamente seus lábios. O yokai voltou a fechar os olhos desfrutando das caricias da mulher e ela sorria ao admirar a face perfeita dele completamente relaxado em seu colo.
A jovem afastou a franja prateada dele e delineou com o dedo indicador a marca da lua em sua testa.
- Você gosta disso não é? Ela perguntou com a voz doce habitual.
- Muito... ele respondeu suspirando.
Rin sorriu mais uma vez e inclinou-se para beijá-lo nos lábios.
- Meu lindo príncipe....



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Ai ai!

Tivemos um pouco de ação nesse capítulo, ou melhor muita ação dependendo do ponto de vista ou do que vocês entendem por ação rsrs . Eu reconheço mais de um tipo de ação aí, mas isso não vem ao caso.
Nesse capítulo também em certos momentos eu queria estapear o Sesshy ao mesmo tempo em que queria agarrá-lo, como esse yokai é atrevido e tão cheio de si, ele é bom e sabe disso rsrs. Não sei se considero a Rin uma coitada ou uma tremenda afortunada.
Vou ficando por aqui, espero que tenham gostado e quero ler muitos comentários inspirados.
Beijos!


Capítulos de [InuYasha] A batalha perdida de Sesshomaru.....

[28/01/07] Capitulo I

[31/01/07] Capitulo II

[01/02/07] Capitulo III

[04/02/07] Capitulo IV

[06/02/07] Capitulo V

[10/02/07] Capitulo VI

[13/02/07] Capitulo VII

[17/02/07] Capitulo VIII

[22/02/07] Capitulo IX

[26/02/07] Capitulo X

[01/04/07] Capitulo XVII

[17/04/07] Capitulo XVIII

[17/04/07] Capitulo XIX

[20/04/07] Capitulo XX

[24/04/07] Capitulo XXI

[01/05/07] Capitulo XXII

[16/06/07] Capitulo XXVIII

[21/06/07] Capitulo XXIX

[25/06/07] Capitulo XXX

[30/06/07] Capitulo XXXI

[10/07/07] Capitulo XXXII

[20/07/07] Capitulo XXXIII


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