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[Hellsing] Ex Mestra ex Servo


Autor: ~Matsumoto-Ann

Categoria: Animes/Hellsing

Gênero: Hentai/Ecchi/Seijin - Yaoi/Lemon/Dark Lemon - Yuri

Tags: Hellsing, Integra, Alucard

Personagens: Integra, Alucard

Classificação: 18+

Adicionado em: 23/06/07

Comentários/Favoritos 9/8

Caracteres: 16.924

Exibições: 1.170

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AnimeSpirit:

Nota: Nota: 5 

 


Nota da autora: Pessoalmente nao sou fã deste casal, mas como a maioria das fanfics de hellsing são de Integra x Alucard, resolvi escrever uma tambem. Logo vou postar aqui uma de Alucard e Celas, que éo meu casal favorito...
Espero que gostem da fic...





Ex mestra ex Servo





Desprendeu o crucifixo que prendia a gravata vermelha. Desfez o nó da gravata.
Desabotoou o terno verde. Estava de frente ao espelho agora.
A quanto tempo não parava em frente ao espelho? Fazia muito tempo, talvez mais de um ano, suas passadas em frente ao espelho ultimamente eram apenas para ver se a gravata estava bem alinhada, o cabelo bem penteado e as roupas ajustadas ao seu corpo.

A mulher que lhe fitava por trás do espelho era fria, tinha um olhar capaz de fazer tremer, de medo um homem. Mas ate que era bonita. Os olhos azuis como o gelo, cabelos longos e louros, nem lisos nem ondulados. Era magra, todo o trabalho de reger a Hellsing não lhe permitiam engordar uma grama que fosse. E estava branca, na verdade era naturalmente branca, mas a falta de tempo também influenciava neste ponto, já que não tinha tempo para tomar sol.

Tirou as luvas brancas e as roupas vedes, deixando-as nos ganchos na parede. Apagou a luz, deixando o banheiro iluminado penas pelas velas, velas vermelhas como o de costume, dispostas próximo à banheira vitoriana.

Aquele era o único momento do dia que se permitia relaxar. Entrou na água quente, deitando-se de olhos fechados. Amava a sensação da água quente cobrindo todo o corpo, molhando seus cabelos claros, adorava também o toque suave da porcelana branca sob seu corpo, a iluminação das velas, o reflexo vermelho nos azulejos brancos, e o cheiro suave dos sais de banho que Walter sempre jogava na banheira. E sempre ao lado da banheira havia alguma bebida, vinho se estava tensa, champanhe quando feliz e whisky quando estressada, Walter nunca errava seu humor, e sempre deixava a garrafa apropriada sem precisar consultá-la.

Com preguiça jogou uma das mãos para fora da banheira, agarrando a garrafa sem ao menos olhar, já sabia exatamente onde a garrafa estaria, tamanha a precisão de Walter. Abriu a garrafa de whisky com as mãos molhadas, sem se dar ao trabalho de pegar o copo. Segurou-a com as pernas enquanto pegava um charuto e o acendia sem dificuldades, apesar das mãos molhadas, tragou o charuto uma vez e depois levou a garrafa aos lábios.

Desde que se tornara líder da Hellsing que estes eram seus únicos prazeres, não tinha muito tempo ou disposição para aproveitar a juventude como uma mulher normal.

Quando o charuto já estava no fim Integra jogou-o no cinzeiro de prata ao lado da banheira e largou a garrafa já pela metade.

Ensaboou o corpo e os cabelos longos, mergulhando na água agora morna. Acendeu outro charuto, tragando com calma sentindo o gosto amargo, deixou que a fumaça acre lhe fugisse branca entre os lábios. Agarrou a garrafa mais uma vez, bebendo metade do conteúdo restante com rapidez.

Terminou o segundo charuto e a garrafa de whisky. Não era comum que bebesse toda a garrafa e sentia que tinha passado de seu limite, mas estes eram seus únicos prazeres, não havia mal algum em beber um pouco a mais, desde que não interferisse em seu trabalho no dia seguinte.

Saio da banheira molhando o piso sob seus pés. Jogou um roupão pesado sobre o corpo molhado e enrolou a toalha branca nos cabelos longos. Olhou-se no espelho pela segunda vez naquela mesma noite, realmente estava muito pálida, não pegava mais sol do que seus vampiros. Abriu a porta do banheiro deixando o vapor escapar para o quarto.


Integra jogou-se na cama apenas com o roupão, sem ao menos tirar a toalha molhada dos cabelos. Fitou a mulher que lhe olhava através do espelho do dossel, parecia que os espelhos a perseguiam hoje.
A mulher no espelho era bonita apesar da palidez e do aspecto frio, o roupão bege aberto deixava transparecer as curvas bem definidas da chefe da Hellsing, curvas que sempre estavam escondidas atrás de ternos, de roupas aparentemente masculinas. A imagem no espelho já não estava mais tão nítida, tanto pelo sono quanto pelo álcool que consumira, que fizera mais efeito depois de deitada.

Ao lado do seu reflexo no espelho surgiu outro, mais vago que o seu, mas ainda assim reconhecível, o homem moreno no espelho usava um sobretudo vermelho por cima de uma roupa cinza, os cabelos negros longos caiam com suavidade sobre seu travesseiro e ele lhe olhava nos olhos, o sorriso deixando visível os caninos.


_ A-RU-CAR-DO!!!_ disse, sentando-se na cama e escondendo o corpo com o roupão, não falou muito alto para não acordar os criados, mas o efeito de seu tom e pronuncia faziam parecer que gritara o nome dele, o que o fez abrir mais aquele sorriso.

_ Sim, minha Mestra?_ Disse em tom de sarcasmo.

Vampiro desgraçado, pensou ela, não era grande novidade que ele entrasse em seu quarto, e geralmente era recebido com uma pistola 9mm com bala de mercúrio, mas daí a deitar-se na cama dela? Já passara dos limites.

Sentada na cama, procurou pela arma que estava sempre consigo, viu-a por entre a porta aberta do banheiro, no balcão da pia.

Levantou-se da cama sentindo-se mais tonta e nauseada, tinha que lembrar de não se deitar da próxima vez que resolvesse secar uma garrafa inteira de Whisky.

_Saia imediatamente de meu quarto seu ARUCARDO._ Disse levantando-se em busca da arma.


O vampiro apenas apoiou-se em um dos braços para olhá-la enquanto tentava alcançar a arma.
Sorria com a irritação dela que sempre agia do mesmo modo a sua presença.


No meio do quarto, já a meio caminho andado até o banheiro ela tropeça, sendo amparada pelas mãos rápidas do vampiro, que se materializou ao seu lado.

_ Acho que você não esta em condições de ficar sozinha minha Mestra.

_ Desde quando uma garrafa me faz mal?_ Como era orgulhosa sua Mestra, mas era isto que o vampiro gostava nela.
Ainda se segurando a ele, levantou a cabeça ao lhe responder, os olhos do vampiro muito próximos aos seus, ardiam em um vermelho da cor do sangue. Os lábios dele continuavam a lhe sorrir, sem sarcasmo agora, muito próximos dos seus próprios.

_Sai do meu quarto Aru-car..._Suas palavras morreram quando ela não mais resistiu a proximidade do vampiro e o beijou.


Alucard segurou-a mais junto a si, o corpo dela envolto apenas no roupão, e ela perecia nem notar, seria mais interessante se ela estivesse mais sóbria, mas se estivesse sóbria ela não o estaria beijando, estaria sim com uma bala de mercúrio cravada no peito, como sempre acontecia.


Integra não sabia ao certo o que estava fazendo, ou porque, mas sabia que não podia evitar. A culpa era dele se ela o estava beijando, afinal, ela era a humana naquela historia, e era ele quem vinha perturbá-la em seu quarto, não era culpa sua se cedeu aos encantos do vampiro.
Mas ele correspondia ao seu beijo, com mais vontade do que ela esperava. Envolvia sua cintura com os braços, mantendo seu corpo colado ao dele, não deixando o menor espaço para uma possível fuga.

Sentiu-se fraca nos braços de Alucard, não apenas pelo excesso de bebida, mas também pela proximidade do vampiro, pela intensidade de um simples beijo.
Sentiu seus pés deixarem o chão ao ser levantada por Alucard, que sem o menor esforço a pegou nos braços levando-a até a cama, deitando-a sobre a colcha branca.

O moreno estava deitado sobre seu corpo agora, e a olhava com uma seriedade que não lhe era normal, perguntou-se o que se passava na mente de seu vampiro.

O vampiro sorrio, talvez lendo seus pensamentos. Passou a mão por seu rosto, acariciando sua face e afastando os cabelos molhados. Só agora notou que estava sem a toalha, que deveria estar caída no meio do quarto.

Antes que pudesse nota os lábios de Alucard já cobriam os seus novamente, com uma avidez que refletia os desejos do vampiro. Afastou-se da boca dela lentamente, descendo até o seu pescoço, o que a fez estremecer.
Parecia meio perigoso ter um vampiro lhe beijando o pescoço, mas os lábios frios dele tinham um toque tão suave em sua pele que era impossível protestar.


Alucard queria poder cravar os dentes naquele pescoço lindo, mas contentou-se em ficar apenas naquele jogo, permitiu-se roçar os caninos na pele quente dela, beijando-a com a fome que lhe consumia por dentro.

Integra afastou-o de si ao sentir as presas dele. Tomando o rosto de Alucard nas mãos, beijou seus lábios frios, deslizou a língua na boca dele em um beijo exigente. Deslizava as mãos pela nuca dele, cravando as unhas na pele fria.

Com uma das mãos Alucard afastou o roupão dela dos ombros, beijando-a devagar e despindo-a aos poucos. Parecia-lhe que Integra não estava com o menor medo dele, apesar da falta de experiência de sua mestra, mas, o álcool que corria em sua veias a deixava mais desinibida. Quis poder provar o whisky que ela bebera, prová-lo em seu sangue, mas ela não desejava isso ainda, com o tempo desejaria, então poderia ser realmente sua.


Integra protestou quando ele abriu mais o roupão, deixando-a com o corpo a mostra, mas bastou um de seus sorrisos e ela deixara que lhe tirasse a única peça que cobria seu corpo.


O corpo de sua Mestra era lindo, a cintura era tão fina que sua mão quase a cobria, as pernas longas e bem desenhadas, os seios pequenos e redondos. Lembrou-se de quando ela era uma criança e de que já a desejava então.

As mãos de sua mestra temiam ao desabotoar o pesado sobretudo, e ele sabia que não era de frio. Conseguiu por fim tirá-lo, desabotoou também a camisa cinza apertada, que ele usava por baixo do sobretudo, deixando-o apenas com a calça também cinza e colada ao corpo.

Era maravilhosa a sensação as mãos delas percorrendo suas costas, o modo como ela lhe cravava as unhas na pele fria, quase derramando seu sangue.
Deslizou as mãos pelo corpo dela, sentindo vacilar ao toque, mas continuou, contornando com as mãos os seios dela, levando-os aos lábios. Pele dela era quente e macia, ao contrario da sua, gelada como uma lapide no inverno.
O modo como sua Mestra gemia baixinho o enlouquecia, a forma como ela arqueava o corpo ao toque dele. Fazia-o querer mais.

Desceu por seu corpo, beijando-a na barriga, provocando um misto de cócegas e prazer, era sufocante, fazia-a querer rir e gritar ao mesmo tempo.
Beijava seu corpo enquanto descia as mãos pelo corpo dela, as mãos forte, forçando-a a descruzar a as pernas, deslizando as mãos entre as coxas aveludadas de Integra.

Era uma sensação estranha e maravilhosa, a boca fria do vampiro em sua pele quente, as mãos fortes de Alucard deslizando em seu corpo. Prendeu a respiração ao sentir a língua fria e úmida de Alucard entre suas pernas, um misto de prazer e agonia, levou as mãos aos cabelos dele, puxando-os com força, mas sem afastá-lo de seu corpo, cravando os dentes nos próprios lábios na tentativa de aliviar a agonia.


Os dedos de sua Mestra lhe puxavam os cabelos longos com força. O cheiro da pele dela, sabonete e sais de banho, era maravilhoso. Corria as mãos pelo corpo dela enquanto a acariciava com a língua, ouvindo os gemidos baixos que lhe escavam entre os lábios serrados.

Sentiu o cheiro do sangue dela quando sua mestra cravou os dentes com força no lábios, fazendo-os sangrar. Rapidamente o vampiro correu até sua boca, lambendo o sangue dela com presa, cobrindo a boca dela com a sua, buscou a língua dela com força, que deveria tê-la feito sentir dor no corte na boca.

O gosto do sangue de sua Mestra, mesmo tão pouco, era tentador, irresistível o gosto daquele sangue virgem. Mordeu-a nos lábios, fazendo-os sangrar mais e limpando o sangue com a língua. Desceu por seu queixo, beijando ao passar apresado ao encontro do pescoço dela. Alucard beijou-a no pescoço com suavidade, a língua agora quente molhando a pela macia de sua Senhora, em um movimento rápido deslizou as presas junto ao pescoço da mulher que o dominara e cravou-as em sua carne alva. Sentindo Integra tentando afastá-lo, em vão.

O gosto do sangue dela, quente em sua língua, o fazia gemer agarrado a ela. Sentiu que ela também cedia àquele prazer estaseante do sangue, contorcendo seu corpo junto ao dele, arfando e gemendo conforme o sangue deixava seu corpo.

Afastou os dentes da carne nela, agora vermelha. Beijou o lugar onde cravara os dentes afiados, deitando-se ao lado de sua Mestra, que ainda respirava ofegante. Ela agora era uma deles, não era mais mortal. Sentia-se fraco perante o que fizera por impulso.
Tinha a certeza de que ela o odiaria pelo que fez, passado o prazer do ato. Sentiu que Integra se virava, de costa para ele na cama, mas mantinha seu corpo perto, em busca de conforto.


Integra virou na cama, ficando de costas para o vampiro, a uma distancia tão pequena que podia sentir o corpo dele atrás do seu. Tomou um de seus braços, que estava estendido por baixo de seu corpo, cravando uma unha comprida no pulso dele.

_ Eu nunca vou ser sua Arucardo..._ levou os lábios quentes ao pulso cortado do vampiro que era seu servo, sugando o pequeno filete rubro que escorria da ferida aberta por ela. O gosto de sangue a principio era desagradável, mas ainda assim continuou a beber, sentindo que algo mudava nela. Afastou os lábios permitindo a si mesma cravas as presas recém adquiridas no pulso de Alucard, sugando-o com fome.

O vampiro a abraçou com força pelas costas, colando seu corpo ao dela, arfando enquanto ela lhe sugava o sangue, gemendo baixo ao pé de seu ouvido. Sentiu que as mãos dele deslizavam por seu corpo seminu, indo dos seios ao vão entre as pernas, penetrando-a com os dedos. Sentiu uma dor profunda quando Alucard entrou nela de verdade, e Integra cravou os dentes ainda mais forte no pulso dele, dilacerando a carne agora quente do vampiro.

A dor inicial logo deu lugar ao prazer. O movimento apresado do corpo dele de encontro ao seu. O gosto do sangue dele em seus lábios. Tudo lhe dava um prazer que nunca sentira antes.
Sentiu as mãos de Alucard em seu pescoço, afastando seus cabelos molhados, e logo os dentes dele cravaram-se bem acima dos ombros. E novamente aquela sensação da perda do sangue, deixava-a tonta.


Alucard puxou com delicadeza o braço, soltando-o dos lábios dela. Integra protestou por um momento, mas ele segurou seu rosto com uma das mãos, forçando-a a olhar para ele. Cobriu a boca dela com a sua, sentindo o gosto do próprio sangue na língua dela.
Integra movia seu corpo junto ao dele, já sem medo ou dor, podia sentir o prazer dela naquilo. E era este mesmo prazer que o movia, cada vez mais rápido e com mais força dentro dela, sentindo o corpo dela temer.
Integra se esticava junto a seu corpo, arfando mesmo com a boca colada a dele, mordendo com força seus lábios e sugando o sangue que ela mesma fazia correr.

Sentiu as mãos da mestra deslizando pelas coxas brancas dele, as unhas compridas cravando-se na carne, fazendo-a sangrar quando Integra gritou, libertando-se da boca dele. Jogando o corpo para a frente em um espasmo de prazer.
Alucard cessou o movimento aos poucos, beijando os ombros nus de sua mestra.


Integra deixou-se cair na cama, exausta. Podia sentir ainda o gosto do sangue em sua boca, a sensação do vampiro dentro de si. Alucard lhe beijava os ombros, era uma sensação gostosa, a dos lábios dele, tão calmos agora, em sua pele.

_ É melhor que descanse Integra_ Disse Alucard levantando-se, Integra viu as roupas do vampiro se materializarem em torno do corpo dele, e ele cobriu-a com a colcha branca da cama._ É melhor ficar na cama durante o dia, eu fecho as cortinas para você. _ E fez isso, em um movimento lento, olhando-a a cada passo que dava. ,

Andou ate a cama dela, abaixando-se de modo a beijá-la novamente.

_ Você já é minha Integra, e eu sou seu, agora é para a eternidade. Durma bem Condessa!_ Dizendo isso Alucard sumiu nas trevas do quarto de Integra, deixando-a semi-adormecida na manha que se aproximava.



Capítulos de [Hellsing] Ex Mestra ex Servo

[23/06/07] [Hellsing] Ex Mestra ex Servo


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