Tocar Parar Pedidos & Recados Radio Blast

› Comunidade

Tenha um login para poder acessar todas as opções do site:


 Lembrar Login?


Cadastre-se Grátis

Nova Senha

› Favoritos (51)

Veja todos

› Ferramentas

 Imprimir esta página

› avisos




› Divulgue

Fanfics

[Naruto] O Tempo e a Esperança

Capítulo VIII – Como se fosse ontem


Autor: ~Joyblack

Categoria: Animes/Naruto

Gênero: Ação, Aventura e Luta / Comédia / Romance e Novela.

Personagens: Vários!

Classificação: 18+

Adicionado em: 02/05/07

Comentários/Favoritos 17/51

Caracteres: 35.532

Exibições: 4.503

Url:

Embed:

AnimeSpirit:

 


Bem eu estarei viajando na sexta feira e só voltarei no domingo... Mas não queria deixar a fic sem ser postada por tanto tempo... Será que devo postar logo hj? =o

Anjinho bom: *aparece do lado direito* Seja boazinha e posta logo a fic! Pensa que vc vai viajar e não vai deixar seu fãs esperando! *.*
Anjinho mau: *aparece do lado esquerdo* Deixa aqueles maniacos pra lá! Posta so daki ah uns cinco dias!!!huahauahuahauh xP
Anjinho bom: Mas ai ja será domingo! Deixa de ser mau =o
Anjinho mau: A intenção é ser mau! huahauhuaauh xP
Anjinho bom: Q coisa triste, vc não devia dizer essas coisas à nossa protegida... É feio! =3
Anjinho mau: Feio eh vc seu emo! xP
Joy: Eita...... =x
Anjinho bom: Vc me chamou... de emo...
Anjinho mau: Chamei e daí? Vai fazer o q? Chorar? xD
Anjinho bom: *puxa 38 e atira* Não, eu faço isso ù.ú
Anjinho mau: ARGHH!! *morre*
Joy: O.O
Anjinho bom: Ta esperando o q? Posta logo! *aponta 38 pra Joy* òó
Joy: Sim senhora!!! x_X

___________________________

Capítulo VIII – Como se fosse ontem

Já eram seis horas da tarde, mas em Konoha ainda havia bastante sol. No verão, o dia sempre começa mais cedo e termina mais tarde. Dias mais longos, noites mais curtas. Perfeito para os namorados – assim imaginou Sakura.
A janela do quarto dela, semi-aberta, deixava entrever um pouco do céu alaranjado enquanto vestia seu novo vestido branco que a mãe costurara dias atrás. Penteou os cabelos se olhando no espelho e percebeu que havia algo de muito diferente em si mesma. O olhar. Seus olhos denunciavam toda a alegria que a inundava. Desde que tinha se entendido com Sasuke notava que uma beleza diferente se apossava dela. Felicidade. E era tanta que, quando estava com Sasuke, às vezes tinha o medo de sufocar com tamanha felicidade.
“É tão bom amar e ser amada!” pensou sorrindo se encaminhando para a cozinha, onde sua mãe estava.
- Vai sair? – perguntou a Senhora Haruno.
- Sim. – respondeu ela sorrindo - Vou dar um pulinho lá no hospital e depois talvez faça uma visita ao escritório da Tsunade-sama.
- Você tem plantão hoje? – quis saber ela enquanto colocava bolinhos de arroz em uma caixinha de lanche que já estava quase transbordando de comida.
- Não, é minha folga.
A senhora Haruno parou o que estava fazendo e olhou preocupada para a filha.
- Sempre que você está de folga e decide “dar um pulinho” no hospital, acabam te fazendo passar a noite toda lá. – reclamou colocando as mãos na cintura - Ao invés de ir procurar mais trabalho além do que já tem, deveria passar o tempo livre com seu namorado.
Sakura corou. Sua mãe dizia aquilo constantemente.
- Ele saiu hoje de manhã para uma missão e não sei se já voltou... – justificou, mas sabendo que não adiantaria muito.
- Então vá fazer uma visita e veja se ele já está de volta. – mandou ela sem se dar por vencida - Assim se ele te levar no hospital, não vai deixar que te prendam por lá. E leve isso. – disse entregando a caixinha de lanche daquelas japonesas, bem fechada – Eu sei que ele tem estado muito ocupado, e como não tem quem cozinhe para ele, acho que deve estar comendo muita besteira por aí.
Sakura sentiu o aroma da comida de sua mãe. O cheiro estava delicioso. Se antes sua mãe já nutria um sentimento muito forte por Sasuke devido sua história trágica, agora que eles estavam oficialmente juntos, procurava trata-lo igual a uma mãe trata um filho mais novo, cobrindo-o de mimos e atenção. E já encontrara o meio ideal de agradá-lo.
- Ele vai ficar muito feliz, mãe! – exclamou contente - O Sasuke adora sua comida!
- Aproveite e convide-o para jantar conosco amanhã. – sugeriu a senhora Haruno sorrindo - Se quiser, pode chamar o Kakashi-sensei e o Naruto-kun. Ah! E a namorada dele também! Quero muito conhecê-la!
- Namorada? – estranhou Sakura - De quem? Kakashi-sensei? Mas você já a conhece mamãe! A namorada do Kakashi-sensei é a Shizune-senpai.
- Não! – esclareceu ela rindo e abanando displicentemente a mão – A namorada do Naruto-kun mesmo. Mas se o Kakashi-sensei quiser trazer a Shizune para jantar pode trazer também!
- Mas... O Naruto não tem namorada. – disse Sakura estranhando o comentário da mãe.
- Tem sim! – afirmou convicta - Ora, você é amiga e não sabe? Você está trabalhando demais... – sua voz tinha uma nítida nota de desaprovação.
Agora ela estava mais confusa ainda. Do que sua mãe falava? O Naruto não tinha namorada e ela tinha certeza disso. Se ele tivesse uma com certeza ela ou Sasuke saberiam.
- Mãe, me explicar essa história direito. – pediu – O Naruto não tem namorada! Eu tenho certeza disso!
- Bem eu estava comprando um novo livro de receitas lá na livraria quando ouvi o Tanaka, o dono, comentar que o Naruto-kun estava namorando com a menina dos Hyuuga. E que eu sabia, ele não tem motivos para mentir.
- A menina dos Hyuuga? – ela não acreditava que podia ser...
- Sim, a herdeira. Hinata é o nome dela se não me engano. – falou sua mãe rindo maliciosamente diante da expressão de sua filha.
Quase que a Sakura deixava cair o jantar de Sasuke pelo chão.
- Viu, não disse que você estava trabalhando demais? – comentou a senhora Haruno olhando o espanto estampado na face da filha - Não sabe nem do que se passa com os amigos. Agora ande logo antes que a comida esfrie! E não esqueça de convidar o Sasuke-kun para jantar amanhã!
- T-Tá. – respondeu ainda um pouco perplexa e saiu de casa.
“Será que é verdade?” Sakura começou a questionar depois que saiu de casa.
Realmente fazia algum tempo que não via Naruto, para ser mais exata desde que ele começou a estudar para o teste, e não havia intimidade suficiente entre ela e Hinata para perguntar sobre o possível relacionamento.
Mas realmente seria possível? Será que sua mãe não tinha se enganado? Afinal o Naruto era tão burro e a Hinata tão tímida... Poderia ser só um mal entendido...
“Bem, eles estavam estudando juntos...” lembrou ela “Pode ter acontecido alguma coisa... E é incontestável que Hinata gosta dele...”
Todavia, achou melhor deixar esse assunto pra depois. Namorados ou não, iria fazer o que sua mãe pedira e convidar os dois para jantar em sua casa. Talvez devesse aproveitar e convidar a Ino e o Sai, fazia algum tempo que não conversava com os amigos, e precisava perguntar algumas coisas a Ino sobre rosas usadas em remédios, estava na hora de tentar algumas experiências. E Kakashi juntamente com Shizune. também. Precisava se divertir um pouco e nada melhor do que um jantar com os amigos mais chegados.
“Posso chamar a Tsunade-sensei também!” pensou já bastante animada com o jantar. “Ela anda tão deprimida...”.
Contente com a idéia que sua mãe teve, apressou o passo em direção à casa de seu namorado. Não demorou muito tempo e já estava na entrada do antigo bairro do clã Uchiha. Agora ele se chamava Kokoro no Haien (Paz de espírito), nome escolhido pelo próprio Sasuke. Muitas famílias procuravam o novo bairro para morar depois que ele foi reconstruído e colocado a disposição para o aluguel de casas. As procuras vinham principalmente de novas famílias, ou seja, de pessoas que haviam se casado há pouco tempo. Por isso era muito comum ver crianças pequenas e mulheres grávidas pelas ruas. Muitas acenavam para ela enquanto se encaminhava para a última casa da rua, onde morava Sasuke. É claro que ainda havia prédios que continuavam fechados, como era o caso do antigo prédio da delegacia Uchiha. Tsunade andava procurando uma utilidade pública para ele, mas como ainda não tinha entrado em acordo com Sasuke, por hora o prédio continuava adormecido esperando o destino que seu dono lhe daria.
Chegando em frente a única casa que ainda exibia o Leque de fogo, símbolo dos Uchiha, em sua fachada, Sakura lembrou do dia que Sasuke decidira voltar a morar na sua antiga casa, onde outrora dividia com a família. Ela estava praticamente arruinada, porém todos seus amigos ajudaram na reforma, até o Sai. Depois de dias de trabalho duro, conseguiram fazer com que sua antiga beleza fosse recuperada.
Como sempre, o portão estava aberto. Naquele lugar tranqüilo não havia motivos para trancas nos portões. Nas portas, no entanto, Sasuke fazia questão de tê-las, mais para preservar sua privacidade que por motivos de segurança, todavia Sakura não se importou já que tanto ela quanto Naruto tinham as chaves da casa. Como o morador estava sempre envolvido com missões nos últimos tempos, precisava de alguém para limpar a casa quando se ausentava por muitos dias. Ela também possuía as chaves da casa de Naruto, que também quase não estava na vila nos últimos meses.
“Pensando bem... Nós três temos nos visto muito pouco... Mas melhor assim que a incerteza de que talvez eu não pudesse mais vê-los...” concluiu ela.
Quando Sakura colocou a chave na fechadura, porém, constatou que esta se encontrava destrancada e se abriu tão logo ela a tocou. Todavia, não parecia haver movimento nenhum na casa. Como todo ninja, desconfiou do silêncio por isso tirou sua kunai que trazia na cintura e adentrou devagar na sala.
O medo tomou conta dela. Mesmo passado tanto tempo, ela ainda temia que Sasuke fosse embora de novo, ou que alguém ainda tentasse lhe fazer mal. E naqueles tempos em que os dois estavam tão bem, esses temores eram maiores ainda. Não queria, nem podia perder Sasuke de novo. Não agüentaria.
O relógio tiquetaqueava marcando quase seis e meia e os raios do sol já estavam desaparecendo, mergulhando o ambiente na escuridão. Contudo, não havia uma única lâmpada acesa, apenas uma luz tímida parecia brilhar sonolenta na cozinha, para onde a garota se dirigiu então. Aproximando-se, Sakura constatou que alguém devia ter colocado água para ferver e a esquecera lá. Ou não pudera desligar, já que a água se evaporara completamente e o fogo “cozinhava” apenas a chaleira. Com o coração apertado, vagueou pela cozinha procurando qualquer indicio de luta, e olhou atentamente o fogão. Foi quando ouviu passos às suas costas.
Rapidamente atacou o vulto, lançando sua kunai e ficando em posição de ataque. Porém Sasuke conseguiu segurar a arma antes que esta atingisse seu rosto e sorriu.
- Que forma violenta de me cumprimentar – reclamou acedendo à luz da cozinha.
- Ahhh! – exclamou Sakura quase desfalecendo de alívio – Era você!
- Sim, sou. – Sasuke bocejou – Acho que adormeci depois de colocar água no fogo. Será que faz muito tempo que ela secou? – perguntou preocupado tirando a chaleira de cima do fogão e apagando o fogo.
- Acho que você vai precisar de uma chaleira nova. – riu a garota apontando para o objeto semi-derretido.
- Droga! Onde vou ferver minha água agora? – ele parecia chateado - Como vou fazer meu almoço?
- Hã... Não seria janta? – perguntou apontando para o pôr-do-sol que entrava pela janela.
Sasuke olhou surpreso para ela.
- É tão tarde assim?
- Que horas você chegou? – quis saber Sakura imaginando o porquê daquela expressão estarrecida dele.
- Umas duas, não lembro direito... – comentou bocejando novamente - Cheguei, coloquei a água no fogo e subi pra tomar um banho e... Adormeci na cama. – concluiu suspirando e olhando novamente para a chaleira como se tivesse finalmente achado a resposta para o estado dela.
- Essa chaleira ficou quatro horas no fogão?! – exclamou Sakura irritada - Tem sorte de não ter tido um incêndio aqui!
- Ai, que fome... – ele ignorou a reclamação dela abrindo a porta do armário – O que tem fácil pra comer por aqui que não precise de água fervida? – e começou a remexer dentro do móvel.
- Não se preocupe com a janta. – disse ela ainda chateada com a historia da chaleira, mas entregando a comida que sua mãe mandara.
Os olhos se Sasuke se arregalaram um pouco surpresos, mas depois ele deu um pequeno sorriso muito satisfeito.
- Acho que sua mãe salvou minha vida! Ah, que cheiro bom! – exclamou ao abrir a caixinha.
- Vou te preparar um chá. – disse Sakura suavizando a expressão. Vê-lo sorrir era tão bom!
- Não vai comer comigo? – perguntou ele sem tirar os olhos da comida. Estava realmente com muita fome.
- Já comi em casa. – e sorrindo acrescentou - E depois não tiraria comida da boca de uma criança faminta.
- Muito faminta. – concordou ele - Opa, sua mãe colocou até o ohashi aqui. Itadakimasu.
E começou a comer vorazmente. Sakura preparou um chá pra ele e depois se acomodou em uma cadeira à sua frente. Ficou observando-o comer, carinhosamente reparando cada gesto, cada movimento. Ainda não acreditava que tinha passado tanto tempo longe dele e que só agora tinham a oportunidade de ficarem mais perto.
- Tem certeza que não quer? – perguntou ele mais uma vez ao perceber o olhar dela - Tá uma delicia.
- Fique a vontade e coma tudo. – respondeu sorrindo.
Depois que ele terminou, colocou a vasilha na pia e começou a lavá-la.
- Deixa que eu faço isso. – pediu Sakura, tirando ele de lá – Faço isso e depois você pode ir comigo no hospital ver como estão as coisas.
Sasuke a olhou, surpreso.
- Mas hoje não é sua folga? – perguntou olhando no calendário da cozinha.
- É, mas eu quero ver se ta tudo em ordens. – explicou ela agora enxugando a vasilha.
- Em outras palavras você quer ir procurar fazer o trabalho dos outros. – reclamou cruzando os braços - Não acha que já faz o seu bem demais?
Sakura soltou uma risada.
- Agora você falou igual a minha mãe. Ela não queria que eu fosse lá hoje.
- E ela está certa. É sua folga. Além do mais – ele baixou o tom da voz – achei que você tinha vindo ficar comigo aqui...
O tom magoado com que ele falara cortou seu coração. Devia ser doloroso ficar sozinho naquela casa cheia de lembranças por todos os cantos.
“Se eu passar um dia sem ir lá eles vão sobreviver” decidiu ela. E chegando bem perto dele, o abraçou.
- Tudo bem. – murmurou bem perto do ouvido dele - Vocês venceram. Não irei naquele hospital hoje. Ficarei aqui com você por um tempo.
- Ótimo! Aproveita e me ajuda com umas caixas aqui no meu quarto. - e começou a se dirigir para o quarto dele - Tem um monte de coisa velha que vou doar pro orfanato e queria separar tudo hoje.
- Então era pra isso que você me queria aqui, seu aproveitador! – disse ela se fingindo de ofendida – Volte aqui, vou tirar dissecar você para levar seus órgãos para estudar!
Eles foram até o quarto dele rindo, e quando chegaram lá começaram imediatamente a arrumação. Havia muitas caixas mesmo espalhadas em todos os cantos, desde a cama até mesmo o guarda-roupa. Eles separavam as coisas em duas caixas, uma com nome “Doação”, e outra com o nome “Lixo”. O que Sasuke tinha interesse em manter ficava nas caixas de origem. Enquanto arrumavam tudo, Sasuke pegou uma sacola que estava em cima da cama e se dirigiu até sua namorada.
- Ah, Sakura – disse ele tentado parecer displicente – Comprei pra você na capital.
Sakura olhou espantada para ele. Sasuke nunca havia lhe dado nada. Pegou a sacola que ele lhe entregou e ficou surpresa com o conteúdo.
- Não acredito! – exclamou chocada - Você comprou o novo cd do Asian Kung Fu Generation pra mim!
Sasuke evitou olhar para ela.
- Eu lembrei que você gostava. E não foi difícil conseguir por que tem muitos e parece que eles estarão fazendo um show único aqui no País do Fogo, lá na capital... E achei que você talvez quisesse ir... E...
- Claro que vou querer! – e acrescentou rapidamente - Se você for é claro... Que dia será?
- Dia 25.
-Hum, ótimo! – e dando um apertado abraço nele sussurrou – Obrigada...
- Ta vamos continuar com isso – ele falou parecendo estar muito envergonhado.
A arrumação demorou algum tempo. Eram diversas caixas, cada uma com um conteúdo diferente, mas a grande maioria constituía-se de coisas do clã Uchiha. Objetos de arte, tapeçarias, jóias... Tudo que pudesse ter valor comercial estava indo pra caixa “Doação”.
- Tem certeza que quer doar tudo isso? - perguntou Sakura analisando um belo porta-retrato de porcelana.
- Sim. – afirmou ele sem pestanejar - A Hokage-sama pode leiloar a maioria das peças. Muitos daymios pagarão alto para ter as ultimas relíquias dos Uchiha.
- Não vai ficar nada aqui?
- Só o que pertencia a minha família ou que tenha qualquer utilidade de combate.
Realmente Sasuke estava mudado. Falava agora do seu clã sem aquele rancor de antes, com total desprendimento. Ela estava orgulhosa dele.
- Oh! – exclamou Sakura depois de um tempo – Veja o que eu encontrei!
Era a foto antiga do Time sete com Kakashi-sensei, logo que eles se tornaram genins. O porta-retrato já estava cheio de cupim e a foto estava amarelada e roída nas pontas.
- Acho que ainda dá pra salvar! – disse ela tirando a foto do porta-retrato e colocando este na caixa “Lixo”. E procurando na caixa “Doação”, encontrou o porta-retrato de porcelana que acabara de botar lá, e colocou a foto nele – Pronto! Isso você não vai doar mais! Veja, ficou perfeito!
Ela passou os dedos pela foto enquanto a olhava com carinho, relembrando de todas as coisas boas que viveram juntos. Era difícil de acreditar que já havia passado seis anos desde o dia daquela foto.
- Nossa, eu me lembro como se fosse ontem... Meu cabelo era tão grande! – e levando a mão aos cabelos suspirou – Nunca mais tive paciência de deixá-lo desse tamanho. Quando ele passa dos ombros, já corto.
Sakura se surpreendeu quando, de repente, Sasuke a abraçou por trás.
- Eu adoro seu cabelo assim mesmo. – falou passando a mão na nuca da garota.
- Ah... Obrigada. – agradeceu encabulada.
- Eu também achei algo. Vai ficar ótimo em você.
E dizendo isso, colocou no pescoço dela uma fina gargantilha de ouro, onde pendia um singelo medalhão.
Sakura levantou-se rapidamente, procurando o espelho.
- Era de minha mãe. – disse Sasuke chegando por trás e tocando o medalhão, onde estava gravado o símbolo do clã – Abra. – pediu.
Sakura obedeceu. Dentro do medalhão um Sasuke criança sorria para ela. Do outro lado não havia foto nenhuma.
- Quem estav..
- Itachi. – cortou ele - Mas eu já joguei a foto dele fora
Vendo sua imagem refletida no espelho, os olhos da garota começaram a marejar em lágrimas. Virando-se para ele, ela começou:
- Eu não posso aceitar isso... – balbuciou emocionada.
- Pode. E vai aceitar. – concluiu ele.
- Mas era da sua mãe...
- E agora é seu.
As lágrimas que antes ameaçavam cair, agora banhavam o rosto de Sakura. Não eram lágrimas de tristeza, mas de emoção e alívio. Sim. Aquele era o Sasuke que ela sempre amara. Não imaginava mais sua vida sem ele e pela primeira vez, ele parecia sinceramente corresponder seus sentimentos.
Vendo-a naquele vestido, mesmo em prantos, ela parecia um anjo. Um anjo cuja única missão parecia ser acalmar o seu coração. Sasuke enlaçou seus braços em torno da cintura dela e a beijou. Um beijo apaixonado, necessitado, como se fosse morrer se não pudesse estar com sua boca colada naqueles lábios úmidos de lágrimas. Sakura retribuiu o beijo na mesma intensidade, sentindo seu interior queimar de paixão e desejo. O silêncio prevalecia na casa e só era quebrado pelos suspiros e murmúrios que entrecortavam as caricias. As mãos dele percorriam o suave corpo que, trêmulo, vibrava a cada toque.
- Sakura... – ele sussurrou em seu ouvido – Eu a quero...
Ele não precisou repetir o pedido. Não havia por que pedir, nem pelo que esperar. Sofrera por ele durante seis anos, e não ia esperar por mais tempo nenhum. Ela o queria agora. E ele a queria a todo o momento, desde sempre. Suas mãos trêmulas encontraram a barra do vestido dela e o tirou sem nenhum esforço, puxando para cima. Ela, em sua ânsia de encontrar a pele por baixo da camisa, rasgou-a com suas unhas. Eles se debruçaram no chão, o único lugar onde não tinha nenhuma caixa ou objeto e aprofundaram ainda mais as caricias.
As mãos de Sasuke percorreram o corpo dela, primeiro lentamente, explorando todos os lugares que lhe eram desconhecidos, depois rapidamente, apertando a pele macia entre seus dedos. Sakura gemeu quando ele tomou seus seios com as mãos e passou acariciá-los enquanto percorria o pescoço dela com a boca.
Ela então enterrou as mãos nos cabelos dele, sentindo o cheiro de xampu que a inebriava. Arqueou o corpo de encontro ao dele, sentindo o toque quente de sua pele e o coração acelerado que pulsava em seu peito. Sasuke levantou a cabeça e cobriu a boca de Sakura em um novo beijo, no momento em que as mãos dela se encontraram com o botão de sua calça.
Ele se levantou um pouco e permitiu que ela o despisse. E quando seus olhos se encontraram ela percebeu um brilho diferente vindo dele, algo que fez seu estomago se contrair em ânsia. Era desejo. Um desejo louco e selvagem que fez com que as mãos dele lhe arrancassem as roupas de baixo e que se jogasse por sobre ela como se estivesse faminto do amor que ela tinha para lhe oferecer. E ele mais uma vez tomou sua boca, mas dessa vez permitiu-se descer para o colo dela, onde os provou de seus seios longamente, fazendo com que Sakura se contorcesse embaixo dele, querendo mais e mais. E ela sentiu-se quase flutuar, quando as mãos dele acariciaram sua carne entre as pernas.
Não podia mais agüentar. Queria ele naquele momento.
- Sasuke... – murmurou Sakura.
Ele entendeu o pedido dela. Era o mesmo desejo de seu corpo. E quando ele a abraçou, se esgueirando por entre suas pernas e a possuindo como há muito desejava fazer, Sakura mordeu os lábios para segurar o grito de triunfo que estava preso em sua garganta. Lentamente ele a preencheu, ouvindo um curto gemido no momento em que a penetrou.
Em pouco tempo, já suspiravam de prazer e seus gemidos se confundiam com o tiquetaquear do relógio na sala ao lado. Sasuke queria possuí-la por completo, tocar o mais fundo de seu ser, tomá-la para dentro dele se necessário. Seu corpo latejava pedindo por ela, com uma mistura de sensações que ele nunca havia sentindo antes.
Sakura sentia-se arrebatada pelas ondas de prazer que tomou seu corpo enquanto Sasuke beijava sua boca e possuía seu corpo. Ela arqueava diante do toque dele, acariciando seus cabelos e suspirando pesadamente.
- Sakura... – murmurou – Eu t-te quero...
Foi mais uma súplica que um pedido. Ele queria sentir não só prazer dela queria sentir todos os seus desejos, queria dominar seus pensamentos e traze-la para si, somente para si. Enquanto se amavam no chão do seu quarto, ele jurou intimamente que nunca ninguém iria tirar Sakura de seus braços. Eles se pertenciam, e a ninguém mais.
Quando Sasuke decidiu aprofundar mais seus toques e sentou para suspendê-la em seus braços, procurando conforta-la junto a seu corpo e deixá-la sobre si, seus olhos se detiveram na foto antiga que parecia os observar no seu novo porta-retrato. Ele parou por um instante.
- Qual o problema? – perguntou Sakura num murmúrio.
Com a ponta dos dedos, Sasuke virou a foto para baixo. Não queria nenhuma espécie de testemunha naquele momento.
- Nada mais... – ele sussurrou antes de mergulhar no mar dos braços dela novamente.
A noção de tempo foi perdida naquela noite. Depois de se amarem, ficaram os dois ofegantes no chão, cobertos de poeira e suor e abraçados possessivamente. A mente se Sasuke pareceu recuperar a noção que fora perdida no momento em que a beijou e deu um pequeno sorriso de canto de boca.
- O que foi? – perguntou Sakura ao ver a expressão dele.
- Acho que aqui não é o melhor lugar para dormimos... – sussurrou ele.
Sakura se surpreendeu um pouco. Não pensava em dormir ali. Tinha que voltar para casa.
- Sasuke... – começou ela sem saber como dizer – Eu acho que...
- Eu também acho. – disse ele para a surpresa dela.
Mas o que ele estava pensando era totalmente diferente do que ela pensara. E qual não foi a surpresa de Sakura, no momento em que Sasuke a suspendeu nos braços, e foram os dois, totalmente nus em direção a outro quarto.
- Sasuke! – chamou ela corando loucamente – Onde...
Mais uma vez ele não deixou que ela terminasse a frase. Deitou-a em um futon branco que estava estendido em um quarto vizinho ao dele e que tinha espaço para duas pessoas. Novamente ele fez algo que a deixou surpresa.
Sasuke a levara para o quarto dos pais dele.
- Pronto. – disse ele com um sorriso – Agora poderemos dormir aqui.
Sakura sorriu. Deixou para trás sua preocupação e permitiu-se se lançar novamente nos braços dele.
Com a mãe, ela se entenderia depois.

******************************

Naruto coçava a cabeça e se remexia na cadeira. Depois, começou a comer a ponta do lápis. Levantou o caderno e leu. Baixou o caderno e recomeçou a rabiscar. Depois coçou a cabeça novamente. Por esses movimentos, Hinata já sabia que ele estava tendo dificuldades em responder a questão. E já eram quase seis da tarde.
- Naruto-kun... – chamou ela baixinho - Quer que eu te explique de novo?
- Não, não. Já to quase acabando.
Mas não estava. Ele se remexia constantemente na cadeira e olhava nervosamente para o relógio.
- Hã, Hinata? – chamou ele quando Keigo começou a colocar todos para fora da biblioteca – Me explica isso de novo rapidinho...
Ela pacientemente explicou de novo o assunto.
- Ok, agora eu resolvo. – disso determinado.
- Agora não por que eu to fechando a biblioteca. – anunciou Keigo por trás deles - Vai ficar pra depois.
- Ahhhhhhhh, Keigo! Só mais cinco minutinhos! – pediu ele juntando as mãos como se fizesse uma prece.
- Nem meio, quanto mais cinco! Saindo os dois! – ordenou ele apontando para a porta.
- Droga... – resmungou Naruto juntando suas coisas e saindo rapidamente.
- Pode levar pra casa e resolver Naruto-kun. – disse Hinata tentando consola-lo - Você me mostra amanhã.
- Certo. – resmungou ele.
O ritmo de estudo deles agora chegava há quase dez horas por dia. Chegavam por volta das oito, paravam em media uma hora para o almoço, e saiam quando a biblioteca fechava. Era extremamente cansativo para ambos, mas no final, o retorno já aparecia, pois os conteúdos estavam sendo abrangidos da forma como Hinata desejava.
Faltando uma semana para prova, porém, ambos estavam muito nervosos. Naruto, preocupado com sua prova, tinha sonhos estranhos envolvendo o teste, Hinata, potes de ramen e sapos alienígenas. Hinata, preocupada com a prova de Naruto, sua posse no clã, o desempenho de seus alunos e a eminência de um exame chunin para dali a dois meses onde todo time deixou claro que queria participar, estava cada dia mais pálida, com um semblante cansado e com um agravante: suas crises se intensificaram ainda mais. Até comer doía depois de uma noite vomitando. Sentia que, de algum modo aquilo estava ligado com o estresse a que se submetera nas ultima três semanas, mas não podia faltar com seu compromisso com ninguém.
E como se tudo isso não fosse o bastante, o boato de que ela e Naruto namoravam chegara ao clã Hyuuga.
- É tudo um mal entendido. – dissera Neji para seu pai logo que ele soube – Hinata-sama apenas está cumprindo ordens da Tsunade-sama e ensinado Naruto-san para a prova de jounin.
- Você não está acompanhando esse estudo? – quis saber Hiashi.
- Ordens da Hokage. É uma missão da Hinata-sama.
Seu pai não falara mais nada. Mas ela sabia que ele devia estar pensando alguma coisa para interromper essas aulas, já que não estava convencido que era apenas o cumprimento de uma ordem. Muitas pessoas tinham descoberto seus sentimentos por Naruto antes mesmo das aulas, e essas só serviram para consolidá-lo. Por isso, era cada vez mais difícil para ela lidar com toda aquela situação.
E não era apenas aquele problema.
- E aí, Hinata! - chamou Kiba logo que viu a garota deixar a biblioteca em companhia de Naruto – Você não quer dar um pulinho lá em casa? Minha mãe fez torta!
Aquilo também estava acontecendo. Depois que Kiba soubera que ela estava dando aulas a Naruto, sempre aparecia com um convite daqueles no final da aula. Parecia estar querendo disputar a atenção da garota com Naruto e aquilo a deixava mais nervosa que tudo o que acontecia. Sabia que de algum modo Kiba já percebera seus sentimentos por Naruto e tentava desesperadamente forçá-la a tomar uma decisão entre os dois. Naruto possivelmente não entendia que Kiba nada tinha contra ele a não ser ciúme, mas já o tratava com um certo desprezo. E ela não podia tomar nenhuma atitude mais séria sem chamar a atenção de Naruto para seus sentimentos, então procurava escapar dos convites de Kiba sempre dizendo que estava cansada, atrasada, mas ficava com pena do amigo. Não queria machucá-lo, mas ele sempre fazia uma cara tão triste quando ela recusava que lhe partia o coração.
Naquele dia ele parecia mais animado que nunca e Hinata não sabia o que dizer. Daquela vez ela não tinha nenhum compromisso, mas a ultima coisa que queria era dar esperanças falsas para Kiba.
- É, bem... – murmurou evitando olhar para ele - Kiba-kun, eu... – começou ela mas sem conseguir terminar.
Naruto já estava ficando cheio daquela perseguição que Kiba impunha a Hinata nos últimos dias. Não sabia o motivo de Hinata estar tão esquiva, mas se até ele percebia que ela não queria sair com Kiba, por que ele não se mancava e a deixava em paz? Detestava o jeito com que Kiba a olhava, como se a qualquer momento pudesse tirá-la dali ou tomá-la nos braços. E não lhe agradava aquele pensamento. Por isso, mesmo gostando bastante de Kiba, agora o olhava irritado. Deu dois passos para frente, protegendo Hinata com seu corpo.
- Ela não pode. – respondera Naruto impaciente poupando Hinata de qualquer reação.
- Seu nome é “Hinata” agora, Naruto? – indagou Kiba irritado - Eu estava falando com ela e não com você.
- Será que você não percebe que está sendo inconveniente? Quando Hinata puder ir à sua casa, ela irá! – devolveu o genin no mesmo tom aborrecido do outro.
Hinata olhou para Naruto e depois para Kiba e se sentiu extremamente mal diante da situação. Não queria que eles brigassem por causa dela, e que tivessem sua amizade abalada.
- Naruto-kun... Kiba-kun... Por favor, não discutam... – pediu Hinata timidamente.
- Bem, eu acho que “Hinata” é um nome bonito demais pra ele. – disse uma voz atrás de Kiba, fazendo com que a atenção de todos fosse desviada.
Sasuke se aproximou rindo da situação. De longe podia perceber uma inusitada cena de ciúmes envolvendo Hinata. Era obvio que Kiba gostava da garota. O que o surpreendeu foi a expressão irritada de Naruto diante do rapaz. Claro que podia ser apenas uma forma de ajudar a amiga que claramente estava incomodada com a situação. Todavia, Sasuke via bem mais que isso.
Sasuke via ciúme de ambas as partes e se perguntava se Naruto já havia percebido aquilo.
“Possivelmente não...” pensou enquanto todos o olhavam “Mas... Se eles pudessem ver a cara de idiotas que estão fazendo...” pensou o rapaz rindo.
- Olá, Sasuke-san. – cumprimentou Hinata aliviada com a chegada de mais uma pessoa.
- Olá, Hinata. – cumprimentou ele e como se não tivesse percebido nada, perguntou - O que está acontecendo aqui?
Hinata ficou sem jeito. Não sabia como explicar a situação. Começou a encostar um dedo no outro e falou timidamente:
- B-Bem... O Kiba-kun me chamou pra ir a casa dele e... E...
- Você está triste por ter que dizer a ele que tem outro compromisso. – interrompeu Sasuke imediatamente - Entendo...
“Compromisso?” pensou Hinata sem entender. Kiba parecia partilhar do mesmo pensamento que ela.
- Outro compromisso? – perguntou ele desconfiado.
- É. – afirmou o chefe da anbu calmamente - A Sakura chamou Hinata e Naruto para jantar lá na casa dela hoje... Uma comemoração especial sabe... É uma pena Kiba que eu não possa te convidar... Mas só vão casais... – Sasuke frizou essa última parte.
Kiba ficou vermelho e pareceu desolado. Até Akamaru ficou chateado. Olhou para Naruto e depois para Hinata, que logo desviou a vista.
“Então os boatos eram verdade...” pensou sentindo uma grande tristeza dentro de si.
- Ok, vou indo. – falou dando as costas - Percebo quando não sou bem vindo.
Hinata olhou triste para o amigo que seguiu cabisbaixo em direção a sua casa e não pode deixar de sentir pena dele. Não queria ter magoado-o. Ficava grata a Sasuke por te-la salvo, mas mesmo assim não pode conter as palavras que chegaram em sua boca.
- Não precisava exagerar Sasuke-san. Realmente o Kiba-kun estava um pouco nervoso e...
- Mas eu não exagerei. – falou Sasuke dando de ombros - Realmente Sakura me mandou chamar vocês dois para jantar lá hoje. Como não quis atrapalhar o estudo, esperei vocês saírem. Agora a parte do casal era mentira. – acrescentou rindo - Tsunade-sama vai estar lá. Se não me engano, Ino, Shizune, Kakashi-sensei e Sai também vão.
Foi então que Naruto percebeu que o amigo não vestia o seu costumeiro uniforme da anbu, mas em uma roupa informal e trazia algumas sacolas na mão.
- Ah, por isso você não está fantasiado de pardal hoje! Que pena! – debochou Naruto.
- É uma pena mesmo. – concordou Sasuke com um sorriso irônico - Não poderei combinar com sua sempre-cara-de-jumento de todos os dias.
- Ora seu! – exclamou o outro irritado.
Ignorando Naruto, Sasuke se voltou para Hinata.
- E então Hinata, você vai? – indagou.
- Bem eu só preciso passar em casa para avisar meu pai... – disse um pouco insegura.
- Então estaremos te esperamos. – falou animado Naruto.
Ela corou drasticamente.
“Um jantar com o Naruto... mesmo tendo outras pessoas...” pensou feliz.
- Bem, vamos Naruto. – chamou Sasuke rindo - Ainda tenho que comprar seu feno...
- VENHA AQUI QUE EU TE MOSTRO ONDE VOCÊ COLOCAR ESSE FENO!!!!!
“Vai ser divertido também...” lembrou animada.



___________________________

Fim do capítulo 8!!! \o/
Taty: Ótimo, e o 9? ¬¬
Joy: Quando eu voltar de Natal eu posto ._.
Taty: Certo, certo... Vou acreditar em vc u.u



Faça seu Comentário

Login

Para ter acesso a todas as funções disponíveis na AnimeSpirit, é necessário que você esteja cadastrado na nossa Comunidade e esteja logado no sistema. Utilize o formulário abaixo para efetuar seu login:




Lembrar Login?


Parceiro: Hyrule Legends - FanFic Parceiro: Nyah&--33; Fanfiction

Melhor visualizado em: 1024 x 768 pixels
Navegador: I.E. 7.x, Firefox 2.x ou Opera 9.x

XHTML 1.0 CSS 2.0 Firefox Brasil PHP Postgre SQL
AnimeSpirit - Fanfics
http://fanfics.animespirits.net
Página gerada em 0.91 segundos - 22 consultas ao Banco
Parte integrante do Portal AnimeSpirit © - Copyright 2001-2008
O AnimeSpirit, em seus termos e regras de cadastro, salienta que somente aceita trabalhos de fans, originais e autorizados. Por isto não responsabiliza-se por quaisquer conteúdos irregulares dos usuários, devendo tais conteúdos serem reportados!