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[Fullmetal Alchemist] O pai da tenente

A Chegada


Autor: ~TemariObito

Categoria: Animes/Fullmetal Alchemist

Gênero: Comédia / Romance e Novela. / Shoujo (Romântico)

Tags:

Personagens:

Classificação: Livre

Adicionado em: 16/04/07

Comentários/Favoritos 1/3

Caracteres: 17.038

Exibições: 276

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-Trim Trim (esse é o som do telefone)

-Alô. Tenente Hawkeye falando

-Olá tenente, aqui é o Hugues, então cadê o Mustang?

-Am... você tá falando do coronel... bem... é...que ele...bem...o coronel...ele...ele- Ela olhava para todos os lados, para o armário onde estava o coronel, olhava para cima e para baixo, da direita para esquerda, e nada de uma resposta para o Hugues.

-Pois sim tenente você vai ou não me dizer onde ele está?

-Só um minutinho Hugues- O coronel estava chamando ela-

DENTRO DO ARMÁRIO ONDE ESTAVA ROY-

-Quem é que tá no telefone?

-É o Hugues, senhor.

-O que ele quer ein?

-Falar com o senhor oras essa.

-Humm- Fez menção de pensar um pouco- Certo, traga o telefone aqui, por favor, tenente.

-Sim senhor, é pra já.

Riza pegou o tele fone levou até o coronel;

-Alô Hugues, o que é que você quer ein?

-Caramba Mustang onde é que você estava ein? Francamente. Mas agora mudando de assunto, a Elysia vai completar 5 anos você vem pra festa de aniversário dela? Ainda bem que você vem, aproveita e convida a Hawkeye para ir com você.

-Hugues eu não estou com tempo para suas ladainhas, eu estou muito ocupado, com uma missão quase impossível, deu pra entender?u u

-Agora você complicou mas do que explicou.

-Você já se esqueceu que o meu... vem pra cá agora conversamos quando você chegar tchau.- E ele desligou o telefone-

Alguns minutos depois

-Toc toc (tem alguém batendo na porta, mesmo não me diga¬¬)

-Oi tenente, então cadê o Roy?

-Dentro do armário (sussurro)

-Aí, por que você está sussurrando?

-Shhhhhhhh!!!!!!!! Fala mas baixo, Hugues!!!!

-Tá, mas me fala por quê a gente tá sussurrando?

-É que ele não pode saber que o coronel veio trabalhar.

-Ele quem?-perguntou Hugues-

-O meu pai ¬¬”

-Ah! É verdade, acabei me esquecendo.

-Certo agora vamos.

Dentro do armário
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-Cara, é sério você é muito medroso.

-Cala a boca Hugues, eu não tô com medo não, é que... é que eu... é que eu...bem

-Já sei tá com medo de enfrentar o futuro sogrão, não precisa ter medo não, aconteceu a mesma coisa comigo quando eu comecei a namorar com a Gracie, e agora olha só pra nós, já estamos casados e até temos uma linda filha, e falando na minha pérola olha só que fofo ela andado de velocípede*_*

-Sai fora Hugues mas é claro que não é isso... da pra fazer o favor de tirar essa foto do meu rosto Hugues... mas como eu ia dizendo, o senhor Hawkeye não é o meu sogro.

-Tá vendo você já começou a admitir que ele é o seu sogro, e isso só porque eu falei que era o seu futuro sogro.

-Vê se cala a boca Hugues, mas o que você queria comigo além daquele convite? ¬¬

-Ah é mesmo eu ia esquecendo, bom eu queria te perguntar se você tá afim de sair com o pessoal hoje a noite?

-Não acredito que era ISSO QUE VOCE QUERIA FALAR COMIGO!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

-Calma aí amigo se você não tá afim de ir era só falar.

-MAS É CLARO QUE EU TO AFIM DE IR, mas é que não vai dar, o sansei não vai deixar eu ir.

-Vai ser uma pena, mas olhe pelo lado bom, hoje você vai ficar em casa, provavelmente desfrutando da presença de seu sogro-sansei e da tenente, em vez de mulheres diferentes.

-É serio Hugues, tem vezes que você só abre a boca para falar asneiras. - -“

->=D

-Você não tem jeito mesmo.

-Coronel- Riza aparece- senhor, o General Hawkeye já está na estação o esperando.

-O QUÊ, COMO ASSIM???????!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

-RAPIDO ME ESCONDAM FAÇAM ALGUMA COISA, E RAPIDO!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

-Coronel, o General está esperando.

-Certo já sei o que fazer, Hugues, Havoc, Fyur, Breda, vocês foram os solados escolhidos para essa missão de estrema importância, boa sorte a todos. AGORA VÃO!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

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Na estação

-Cadê o General, ein, que demora.

-Hei Havoc para de reclama, olha ele ali.

-Certo vamos lá.

Um tempo depois

-Bom dia senhor, nós somos os subordinados do Coronel Roy Mustang, ele mando dizer que não deu para vir por que ele estava muito ocupado.

-Tudo bem, garotos, meu nome é Frecs Hawkeye, mas podem me chamar de Fre, mas quem são vocês?

-Ah sim, eu sou o Havoc, esse do meu lado é o Hugues, o Fyur, e o Breda.

-Ótimo, então vamos.

-Certo.

Enquanto isso no quartel, para ser mais especifica na sala do coronel

O coronel andava de um lado para o outro preste a fazer um buraco no chão

-Senhor eu aconselho o senhor se acalmar.- Falou Falmam- ( legal rimou, * *)

-É verdade senhor, você está muito preocupado.

-Como me acalmar...

Toc Toc, o coronel foi cortado por uma batida na porta, na qual resultou uma correria, por parte do coronel, até ao armário.

-¬¬, Um minuto já vai.

-Olá tenente.

-Am? General Grumam, Marechal Hakuro.

-Então ficamos sabendo que o meu filho está vindo aqui, não é?

-Sim, senhor Marechal.

-Ah, quanto tempo eu não vejo aquele garoto, então que horas ele chega, pequena Riza?

-Ele deve chegar daqui a pouco, General Grumam.

-Hora pequena Riza, não precisa de toda essa formalidade, pode me chamar de “vovô”.

-Cer..certo vovô, mas, se me permitem a pergunta, não era para o Senhor Marechal e o vovô estarem trabalhando?

-Minha flor, também não precisa me chamar de “Senhor Marechal” afinal esse não é o meu nome, pode me chamar de vovô Haku, assim fica bem melhor.

-Certo vovô Haku.

-Olha gente sem querer falta respeito, mas por acaso os senhores tem algum grau de parentesco com a tenente? –perguntou Falmam-

-Ah, mas é claro, nós somos os avós dela, eu sou o avó materno, e o Haku é o paterno.

-Agora entendi.

De repente a porta se abre revelando Hugues e os outros incluindo pai de Riza.

-Ora, ora o que eu tenho aqui se não é o meu velho, e o meu sogrão?
Enquanto isso dentro do armário, Roy se encolheu mas ainda quando ouviu a voz do seu sansei, e começou a tremer.

Mas voltando ao que realmente interessa

-Nossa a quanto tempo. –O general abraçava a Riza, o pai e o sogro-

-Mas cadê aquele bebê chorão do Roy?

-Am, ele, o senhor está falando do Coronel Roy Mustang?

-Mas é claro meu bebê, então o de está ele?

-Ele..ele...está...ele está..

-Está...

-Quem o coronel?

-Riza, onde está o Roy? >l

-Ele está...

-Vocês estão mas uma vez de cúmplice um do outro?

-NÃO, mas é claro que não, papai.

-Então onde está o Roy?

-Eu não sei, é isso eu não sei.

-Certo, então você não sabe a onde o Roy está?

-Exatamente!

O General fez menção de pensar, e se sentou na cadeira do Mustang.

Dentro do armário

-Essa não a tenente tá encrencada, o que eu faço?

Voltando...

-Então tá já que você não sabe eu vou colocar o meu casaco dentro do armário.

Dentro do armário

-Essa não lá vem ele, o que será que eu vou fazer?

O general ia se aproximando do armário, e quando chegou lá, abriu a porta, e em vez de colocar o seu casaco lá dentro, puxou o coronel par fora do armário, que no qual resultou numa bela queda de encontro ao chão, por parte de Roy.

-Ora, ora, olhem só o que armário mágico trouxe para mim.

-Como vai o senhor ein sansei? Tudo bem com senhor? ^^

-Estou melhor do que você vai ficar.

-Nossa isso é bom, não é verdade?^^

-Anda logo, para com essa sua conversinha, e se levante como o homem que eu criei. ( gente até esse momento o Roy estava caído, no chão. Eu e minhas redundâncias¬¬)

-Sim senhor!

Roy se levanta, e quando fica de pé, mal se levanta e já é abraçado fortemente pelo seu sansei.

-Mes...tre es...tá...me...su...fo...can...do.

-Quanta saudade de você, meu garoto.

-Eu também estava mestre. –Diz Roy depois de se desvencilhar dos braços de seu mestre.

-É muito bom saber disso, porque eu estava planejando de você, eu e o meu bebê, irmos jantar lá em casa, então o que vices me dizem?

-Vai ser uma boa idéia pai.^^

-Com certeza mestre, isso é uma boa idéia, assim nós poderemos relembrar os velhos tempos, mas vai ser uma pena pois eu vou sair com o p...-Não pode terminar a frase, porque foi interrompido pelo seu sansei-

-Que bom que os dois concordam, que tal ás setes, o Roy pega a Riza lá na casa dela e vocês vão lá para a minha casa.

-Mestre, mas só tem um problema: onde é a sua casa?

-Vocês se lembram de quando eu tinha alguns assuntos para resolver na central, e eu trazia vocês? Pois é lá mesmo que eu to, eu acho que vocês não se esqueceram onde fica né?

-Não pai não esquecemos não.

-Que bom então até a noite.

-Como assim até a noite mestre?

-Eu vou dá uma volta pela central para relembrar os velhos tempos, agora tchau. Ah, e Roy, não precisa mas me chamar de mestre nem de sansei, você se esqueceu que o seu treinamento comigo acabou? Agora somos apenas pai e filho, certo?

-Tudo bem, PAI, a gente se ver. O.O

Roy estava pasmo pois nunca ouviu seu mestre dizer uma coisa dessas para ele, pois ele só foi considerado, por seu mestre, como um aluno adotivo, nunca foi considerado um filho como agora.

-Nossa, coronel, eu não sabia que o senhor e a tenente eram irmãos. –diz Fyur ajeitando os óculos-

-E não somos.

-E por quê ele disse “pai e filho” Mustang.

-Bom essa uma longa história, eu acho melhor nos sentarmos para eu contar a vocês.- Quem disse isso não foi o coronel, e sim o general Grumam-

Luz, câmera, Flash Back

-Roy tem certeza, que você quer fazer isso?

-Olha, Fabio, eu já não falei que sim!

-Mas maninho, eu vou sentir muito a sua falta.

-Eu sei Cris, mas eu tenho que fazer isso.

-Mano, você é o filho favorito do papai, pense só como ele não vai se sentir se você for embora?

-É Roy, pensa como a gente iria sentir a sua falta?

-Pessoal, eu já fiz a minha decisão, e eu não vou voltar atrás, eu vou seguir em frente custe o que custar.

-Maninho, she voche for mechmo, eu vou shentir muito a shua falta.

Roy devia ter mais ou menos uns sete a oito anos, estava conversando com seus irmão enquanto arrumava a sua mala. Fabio era o mas velho dos onze irmãos, tinha por volta de vinte e poucos anos, era parecido com Roy, usava uma calça social preta e uma camisa de gola e manga curta branca. Cris, cujo o nome é Cristina, tinha seus maravilhosos 15 anos, gostava muito de seu irmão Roy, ela tinha o cabelo da cor dos de Roy, eram lisos, usava uma calça jeans e uma blusinha pólo feminina cor de rosa. Daniel era o mas novo membro da família Mustang, tinha dois anos, e usava um macacão azul marinho, com uma blusa amarela por baixo, e não largava o seu ursinho de pelúcia. Flavio era o segundo mas velho, irmão gêmeo de Fabio se vestia igual a ele.Estavam todos os irmãos de Roy na porta de seu quarto ( bom vou abrir um espaço rapidamente, para falar que eu não vou descrever todos os irmãos do Roy, pois são muitos, mas vou dar o nome e a graduação de filho. Fabio era o mas velho de todos, Flavio era o segundo mas velho, diferença de apenas alguns minutos, Marcos era o terceiro mas velho, Lucas era o quarto, Luiza, Luzia e Lucia eram trigêmeas as graduações estão na ordem dos nomes, ou seja quinta, sexta e sétima, Cris era a oitava, Alex era o nono, Roy era o décimo e Daniel era o décimo primeiro) Roy sai do quarto e vai até a biblioteca de sua casa, onde se encontrava o seu pai aos prantos.

-Pai, eu já estou indo embora, o meu sansei já está me esperando.

-Roy.

-Sim pai?

-Sabe, quando eu conheci a sua mãe eu pensei que iria ser como as outras, mas não, com ela foi diferente, eu realmente tinha resolvido para com essa minha mania de arranjar mulher, mas tudo foi por água abaixo quando ela morreu naquele assassinato, eu me sentir muito mal, desde então você é o meu filho favorito, você sim nasceu de amor verdadeiro.

-Eu seu disso pai, mas como eu já disse, a alquimia de Xing não é para mim, eu não posso apenas saber a alquimia da cura, se eu quiser ser um alquimista do estado, eu não quero ser um medico dentro do exercito, eu quero ser um soldado que possa usar alquimia.

-Tudo bem filho, mas eu quero que saiba que você saiba que sempre será o meu favorito.

Falando isso, ele dá uma abraço bem forte em Roy, que no qual é repetido pelos irmãos do mesmo, Roy se despede e vai ao encontro do seu sansei, e agora o novo homem que tinha a sua guarda, ou seja seu pai adotivo.

Luzes fechadas, câmeras desligadas, flash back off

-Nossa, então essa é toda a historia?

-Exatamente Hugues. –Dizia o Grumam-

-Mas eu ainda não entendi o motivo de Roy ficar tão abismado.

-Bom, é porque desde que Roy passou a treinar com o Frecs, ele só permitiu que o Roy o chamasse de mestre ou sansei, mas ainda assim Frecs tratava e amava Roy como um de seus filhos.

-Nossa eu não sabia desse lado da vida do coronel. –Disse Havoc-

O dia passou tranqüilo, sem muitas novidades, até que chegou a hora de irem para suas casas. Quando chegou a hora de Roy e pegar Riza, ele colocou uma calça social preta, e uma blusa azul marinha, e um sapato social também preto. Ele pegou seu carro, e foi em direção a casa de Riza, chegando lá tocou a campainha, e minutos depois Riza apareceu com um vestido azul bebê e sapatos sem salto cinzas, o seu cabelo estava solto, e Roy de boca aberta.

-Então vamos coronel?

-Ahm, claro tenente vamos.

E os dois partiram em direção a casa de seu pai.


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E aí pessoal, olha desculpem pela demora mas é que eu tinha um projeto de escola para fazer e só tinha 2 meses, era um projeto de leitura e valia nota, mas eu conseguir terminar o segundo capitulo, e quanto a fic do Naruto “O bolo de casamento” eu ainda estava escrevendo o segundo capitulo, só que aí veio aquela inspiração para a fic, e eu resolvi fazer uma oneshort, mas eu finalmente conseguir terminar esse capitulo, e eu prometo posta logo o próximo capitulo, mas agora um comentário desnecessário no momento, O Roy tinha para quem puxar.^^












Capítulos de [Fullmetal Alchemist] O pai da tenente

[10/02/07] papai!!!!!!! o senhor ...

[16/04/07] A Chegada


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