Continuaçao de Entre o ceu e o inferno....
----------------------------------------------------
‘- Kagome...
- Nani?
- A situação pode parecer um pouco difícil, mas...
- O que é?
- Pode parecer sem solução, mas temos que resolve-la como pessoas civilizadas.
- Êhhh??? – pergunta sem entender.
- Sinto-lhe informar...
- Já estou perdendo a paciência, fale logo!
Ele engole um seco:
- Perdi sua sacola.’
Kagome fica estática. O mundo ao seu redor pára no tempo. As funções de seu corpo por uns instantes deixam de funcionar. Tudo, exatamente tudo deixa de se mover. Seu sangue congela. Sentia-se o Ser mais desprezível e despreza-do, um Ser minúsculo que fora pisoteado.
- Kagome...
- Aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaahhhhhhhhhhhhhhhhhhhh!!!!!!!!!!!!! – grita pegando-o pela gola e sacudindo-o desespera-damente. – O que foi que você fez?!!??? O que foi que você fez???!!!??? Se não entregar a sacola azul daqui a 40 min perderei o emprego e se isso acontecer não vou poder comprar minha bicicleta, nem ir a uma faculdade decente, nem comer mais chocolates nem compra o vestido que tanto ambiciono! Se perder esse emprego eu vou morrer de fome!!!!! – exagera e lhe dá um soco.
Com a mão no nariz ele diz:
- Nós podemos informa a situação a Kogure-issei, ele poderá entender.
- Vá! Rápido!
InuYasha sai correndo cozinha adentro indo em direção a sala da administração. Instantes depois volta.
- E ai?
- Não deu certo.
Kagome com a bandeja dá com tudo na cabeça dele. O escândalo que fazia assustou alguns clientes que ali estavam. A pancada fora tão forte que InuYasha vai de cara no chão.
- Ele não esta.
- Invente uma desculpa melhor!!
- Mas ele não esta.
- Se esse é o caso, vamos procurar.
- Aqui não esta.
- Kagome... – chama Koharu, também garçonete da lanchonete. – Olha eu...
- Por favor, Koharu estão chamando na mesa 5.
- Mas...
- Vá atender, onegai.
Relutante, Koharu vai atender.
- Qual o ultimo lugar que você a viu?
- A deixei em cima do balcão.
- Mas não esta!
InuYasha lembra-se da mulher com as sacolas.
- A mulher com as sacolas deve te-la levando pensando que ser sua.
- Que mulher?
- Mulher corpulenta, baixa estatura, usava uma roupa branca, cabelos castanhos...
- Mas assim vai ser difícil.
- Usava um crachá do hospital Tókio.
- Hospital Tókio? Então vamos!
O puxa pela gola da camisa indo para fora da lanchonete o mais rápido possível. Koharu ainda a chamou, mas era tarde. Correndo desesperada pela rua ate o ponto de ônibus se chocando com as pessoas que ali calmamente andavam, quando vê um táxi.
- Hei, taxiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii!!!!!!!!
Joga InuYasha na pista para fazer o táxi parar que freia poucos cm perto dele.
- Você que me matar??
- Cala a boca e entra! – o empurra para dentro do carro.
- Missão resgate! Hospital Tókio, centro...
vendo o carro não se mover:
- Go!go!go! – grita nervosa.
O motorista arranca com o carro e corre o mais veloz possível.
- Kagome... gomen ne.
- Te pedi um favor e você só me causa problemas! Suas desculpas não vão adiantar de nada agora. – diz grosseira.
InuYasha abaixa o olhar, triste. Alguns segundos depois consultando o relógio, Kagome percebe que o táxi não iria ao Hospital Tókio, havia pego outro caminho. Estava também a 150km por hora e percebeu carros de policia atrás do táxi.
- Você esta indo pro lugar errado!! – reclama.
- Desculpe, mas não sou um taxista e esse carro é roubado. – ri escandalosamente e acelera mais ainda.
Kagome não estava nem ai se o carro era roubado ou não. O que queria era a sacola que provavelmente estaria com uma mulher no Hospital Tókio.
- Olha sr. eu não quero nem saber se você é um ladrão ou não, o que quero é ir ao Hospital Tókio. Nos deixa la, ai pode ir pra onde quiser. Não te conheço nunca te vi e fica tudo ok, certo??
A resposta que teve foi uma risada extremamente escandalosa, “o taxista” aumenta ainda mais a velocidade ao ponto de Kagome se imaginar voando, desvia habilidosamente dos carros deixando Kagome desesperada.
- Eu quero sair daquiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii!!!!!!!!